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Prova Auxiliar de educação básica - Pref. Tucuruí/PA
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Questão 1 de 39 Q1 da prova
As questões 01 a 05 referem -se ao texto abaixo: Brasileiro ou Brasiliano? Como você se de ϐine? Há anos fui cativado pelo ótimo artigo “Brasiliana” (Revista O Globo – 29/03/15), da jornalista Leilane Neubarth, sobre o quanto a diferença de su ϐixo entre as palavras brasileiro e brasiliano ajuda a explicar a falta de noção do brasileiro sobre nação. Gostei tanto, principalmente pelo fato de corroborar minha opinião sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização entre Brasil e Estados Unidos, que capturei a página e a guardei. Dois meses depois, ao ler a matéria “Orgulho de ser brasileiro” (Jornal O Globo – 30/05/15), do jornalista Renato Grandelle, que trata dos portugueses que voltavam ricos da antiga colônia e atuavam como ϐilantropos na terra natal, fui compelido a escrever esse texto conectando as duas abordagens complementares sobre o tema. Em seu artigo, Leilane nos conta sobre o encontro com o professor e dicionarista Antônio Houaiss, quando, após ouvir suas lamúrias sobre os escândalos de corrupção e sobre pessoas e polı́ticos que só pensam em seu próprio bem- estar, aϐirmou que o “problema está no su ϐixo”. Houaiss explicou: o su ϐixo de nação é “ano”, como em americano, australiano, italiano, mexicano, ou “ês”, como em francês, português, inglês ou japonês. Já o su ϐixo de pro ϐissão é “eiro”, como em padeiro, carpinteiro, jardineiro, relojoeiro, engenheiro e, lamentavelmente, em “brasileiro”. Surpresa com a descoberta, Leilane desabafou com muita propriedade: “Eu ϐico imaginando quantas pessoas vieram para cá ser brasileiros. Ganhar dinheiro com nossas terras, pedras, rios e ϐlorestas… Milhões ao longo dos séculos usando o Brasil co mo proϐissão em vez de trabalhar para ele, por ele, pelo nosso povo, pela nossa nação.” Eis então que o artigo de Renato Grandelle, que gira em torno de sua descoberta, em um Festival de História no norte de Portugal, de que, a partir de meados do século XIX, o português que voltava rico da antiga colônia (Brasil) era de ϐinido como um verdade iro “brasileiro” por seus compatriotas, revalida o su ϐixo como parte da explicação de Houaiss para a herança portuguesa de falta de sentimento de nação (e cidadania) entre muitos de nós brasileiros. Em função do sucesso em fazer dinheiro por aqui, e voltar para Portugal, havia dois tipos de personagens. Aqueles que regressavam ricos, os “ brasileiros”, bancavam obras do governo, colecionavam tı́tulos de nobreza e atuavam como ϐilantropos e mecenas na terra natal. Já aqueles que retornavam de bolsos vazios, pois conseguiram apenas o necessário para o próprio sustento, eram debochadamente denominados “abrasileirados”. Arrasado por uma guerra civil e com a economia estagnada, Portugal tornou-se simples porta de saı́da para o outro lado do Atlântico e o sonho de milhares de portugueses, na maioria semianalfabetos, era ir para o Brasil fazer fortuna e voltar recompensados para ganhar o respeito, a admiração e a reputação que nunca teriam se não tivessem deixado as terras lusitanas. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem, exibiam seu poder (novo rico) construindo palacetes, escolas, hospitais, estradas e igrejas, ou tornando-se sócios de bancos, seguradoras e outras empresas, e ganhavam reconhecimento do governo e da igreja com comendas e tı́tulos. Desta forma, o exemplo dos regressos bem-sucedidos retroalimentava e ampliava a imigração dos candidatos a “brasileiros”. O Brasil passou a ser visto pelos portugueses como um paı́s do futuro (deles) e a vinda para cá tinha um objetivo muito claro e pragmático: trabalhar duro e acumular o máximo possı́vel de recursos que somente seriam gastos após o retorno à terrinha. Ou seja, como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros”, o mais importante é o interesse pessoal e o Brasil que se dane. Assim como a Leilane se de ϐiniu muito bem em seu artigo, eu também pre ϐiro me considerar um BRASILIANO. E você? (MARCELO SZPILMAN, disponı́vel no link grupocataratas.com/brasileiro-ou-brasiliano-como-voce-se-deϐine/, publicado originalmente em 06/01/2021)

A ideia pré-estabelecida do autor sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização foi fortalecida a partir do seu contato com o trabalho de:

Questão 2 de 39 Q2 da prova
As questões 01 a 05 referem -se ao texto abaixo: Brasileiro ou Brasiliano? Como você se de ϐine? Há anos fui cativado pelo ótimo artigo “Brasiliana” (Revista O Globo – 29/03/15), da jornalista Leilane Neubarth, sobre o quanto a diferença de su ϐixo entre as palavras brasileiro e brasiliano ajuda a explicar a falta de noção do brasileiro sobre nação. Gostei tanto, principalmente pelo fato de corroborar minha opinião sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização entre Brasil e Estados Unidos, que capturei a página e a guardei. Dois meses depois, ao ler a matéria “Orgulho de ser brasileiro” (Jornal O Globo – 30/05/15), do jornalista Renato Grandelle, que trata dos portugueses que voltavam ricos da antiga colônia e atuavam como ϐilantropos na terra natal, fui compelido a escrever esse texto conectando as duas abordagens complementares sobre o tema. Em seu artigo, Leilane nos conta sobre o encontro com o professor e dicionarista Antônio Houaiss, quando, após ouvir suas lamúrias sobre os escândalos de corrupção e sobre pessoas e polı́ticos que só pensam em seu próprio bem- estar, aϐirmou que o “problema está no su ϐixo”. Houaiss explicou: o su ϐixo de nação é “ano”, como em americano, australiano, italiano, mexicano, ou “ês”, como em francês, português, inglês ou japonês. Já o su ϐixo de pro ϐissão é “eiro”, como em padeiro, carpinteiro, jardineiro, relojoeiro, engenheiro e, lamentavelmente, em “brasileiro”. Surpresa com a descoberta, Leilane desabafou com muita propriedade: “Eu ϐico imaginando quantas pessoas vieram para cá ser brasileiros. Ganhar dinheiro com nossas terras, pedras, rios e ϐlorestas… Milhões ao longo dos séculos usando o Brasil co mo proϐissão em vez de trabalhar para ele, por ele, pelo nosso povo, pela nossa nação.” Eis então que o artigo de Renato Grandelle, que gira em torno de sua descoberta, em um Festival de História no norte de Portugal, de que, a partir de meados do século XIX, o português que voltava rico da antiga colônia (Brasil) era de ϐinido como um verdade iro “brasileiro” por seus compatriotas, revalida o su ϐixo como parte da explicação de Houaiss para a herança portuguesa de falta de sentimento de nação (e cidadania) entre muitos de nós brasileiros. Em função do sucesso em fazer dinheiro por aqui, e voltar para Portugal, havia dois tipos de personagens. Aqueles que regressavam ricos, os “ brasileiros”, bancavam obras do governo, colecionavam tı́tulos de nobreza e atuavam como ϐilantropos e mecenas na terra natal. Já aqueles que retornavam de bolsos vazios, pois conseguiram apenas o necessário para o próprio sustento, eram debochadamente denominados “abrasileirados”. Arrasado por uma guerra civil e com a economia estagnada, Portugal tornou-se simples porta de saı́da para o outro lado do Atlântico e o sonho de milhares de portugueses, na maioria semianalfabetos, era ir para o Brasil fazer fortuna e voltar recompensados para ganhar o respeito, a admiração e a reputação que nunca teriam se não tivessem deixado as terras lusitanas. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem, exibiam seu poder (novo rico) construindo palacetes, escolas, hospitais, estradas e igrejas, ou tornando-se sócios de bancos, seguradoras e outras empresas, e ganhavam reconhecimento do governo e da igreja com comendas e tı́tulos. Desta forma, o exemplo dos regressos bem-sucedidos retroalimentava e ampliava a imigração dos candidatos a “brasileiros”. O Brasil passou a ser visto pelos portugueses como um paı́s do futuro (deles) e a vinda para cá tinha um objetivo muito claro e pragmático: trabalhar duro e acumular o máximo possı́vel de recursos que somente seriam gastos após o retorno à terrinha. Ou seja, como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros”, o mais importante é o interesse pessoal e o Brasil que se dane. Assim como a Leilane se de ϐiniu muito bem em seu artigo, eu também pre ϐiro me considerar um BRASILIANO. E você? (MARCELO SZPILMAN, disponı́vel no link grupocataratas.com/brasileiro-ou-brasiliano-como-voce-se-deϐine/, publicado originalmente em 06/01/2021)

O texto passa, principalmente, que tipo de conotação para a palavra “brasileiro”?

Questão 3 de 39 Q3 da prova
As questões 01 a 05 referem -se ao texto abaixo: Brasileiro ou Brasiliano? Como você se de ϐine? Há anos fui cativado pelo ótimo artigo “Brasiliana” (Revista O Globo – 29/03/15), da jornalista Leilane Neubarth, sobre o quanto a diferença de su ϐixo entre as palavras brasileiro e brasiliano ajuda a explicar a falta de noção do brasileiro sobre nação. Gostei tanto, principalmente pelo fato de corroborar minha opinião sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização entre Brasil e Estados Unidos, que capturei a página e a guardei. Dois meses depois, ao ler a matéria “Orgulho de ser brasileiro” (Jornal O Globo – 30/05/15), do jornalista Renato Grandelle, que trata dos portugueses que voltavam ricos da antiga colônia e atuavam como ϐilantropos na terra natal, fui compelido a escrever esse texto conectando as duas abordagens complementares sobre o tema. Em seu artigo, Leilane nos conta sobre o encontro com o professor e dicionarista Antônio Houaiss, quando, após ouvir suas lamúrias sobre os escândalos de corrupção e sobre pessoas e polı́ticos que só pensam em seu próprio bem- estar, aϐirmou que o “problema está no su ϐixo”. Houaiss explicou: o su ϐixo de nação é “ano”, como em americano, australiano, italiano, mexicano, ou “ês”, como em francês, português, inglês ou japonês. Já o su ϐixo de pro ϐissão é “eiro”, como em padeiro, carpinteiro, jardineiro, relojoeiro, engenheiro e, lamentavelmente, em “brasileiro”. Surpresa com a descoberta, Leilane desabafou com muita propriedade: “Eu ϐico imaginando quantas pessoas vieram para cá ser brasileiros. Ganhar dinheiro com nossas terras, pedras, rios e ϐlorestas… Milhões ao longo dos séculos usando o Brasil co mo proϐissão em vez de trabalhar para ele, por ele, pelo nosso povo, pela nossa nação.” Eis então que o artigo de Renato Grandelle, que gira em torno de sua descoberta, em um Festival de História no norte de Portugal, de que, a partir de meados do século XIX, o português que voltava rico da antiga colônia (Brasil) era de ϐinido como um verdade iro “brasileiro” por seus compatriotas, revalida o su ϐixo como parte da explicação de Houaiss para a herança portuguesa de falta de sentimento de nação (e cidadania) entre muitos de nós brasileiros. Em função do sucesso em fazer dinheiro por aqui, e voltar para Portugal, havia dois tipos de personagens. Aqueles que regressavam ricos, os “ brasileiros”, bancavam obras do governo, colecionavam tı́tulos de nobreza e atuavam como ϐilantropos e mecenas na terra natal. Já aqueles que retornavam de bolsos vazios, pois conseguiram apenas o necessário para o próprio sustento, eram debochadamente denominados “abrasileirados”. Arrasado por uma guerra civil e com a economia estagnada, Portugal tornou-se simples porta de saı́da para o outro lado do Atlântico e o sonho de milhares de portugueses, na maioria semianalfabetos, era ir para o Brasil fazer fortuna e voltar recompensados para ganhar o respeito, a admiração e a reputação que nunca teriam se não tivessem deixado as terras lusitanas. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem, exibiam seu poder (novo rico) construindo palacetes, escolas, hospitais, estradas e igrejas, ou tornando-se sócios de bancos, seguradoras e outras empresas, e ganhavam reconhecimento do governo e da igreja com comendas e tı́tulos. Desta forma, o exemplo dos regressos bem-sucedidos retroalimentava e ampliava a imigração dos candidatos a “brasileiros”. O Brasil passou a ser visto pelos portugueses como um paı́s do futuro (deles) e a vinda para cá tinha um objetivo muito claro e pragmático: trabalhar duro e acumular o máximo possı́vel de recursos que somente seriam gastos após o retorno à terrinha. Ou seja, como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros”, o mais importante é o interesse pessoal e o Brasil que se dane. Assim como a Leilane se de ϐiniu muito bem em seu artigo, eu também pre ϐiro me considerar um BRASILIANO. E você? (MARCELO SZPILMAN, disponı́vel no link grupocataratas.com/brasileiro-ou-brasiliano-como-voce-se-deϐine/, publicado originalmente em 06/01/2021)

Analise o termo “brasileiro” nas duas frases a seguir: I. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem (...) II. (... ) como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros” (...) No contexto em que estão inseridas, podemos a ϐirmar corretamente que:

Questão 4 de 39 Q4 da prova
As questões 01 a 05 referem -se ao texto abaixo: Brasileiro ou Brasiliano? Como você se de ϐine? Há anos fui cativado pelo ótimo artigo “Brasiliana” (Revista O Globo – 29/03/15), da jornalista Leilane Neubarth, sobre o quanto a diferença de su ϐixo entre as palavras brasileiro e brasiliano ajuda a explicar a falta de noção do brasileiro sobre nação. Gostei tanto, principalmente pelo fato de corroborar minha opinião sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização entre Brasil e Estados Unidos, que capturei a página e a guardei. Dois meses depois, ao ler a matéria “Orgulho de ser brasileiro” (Jornal O Globo – 30/05/15), do jornalista Renato Grandelle, que trata dos portugueses que voltavam ricos da antiga colônia e atuavam como ϐilantropos na terra natal, fui compelido a escrever esse texto conectando as duas abordagens complementares sobre o tema. Em seu artigo, Leilane nos conta sobre o encontro com o professor e dicionarista Antônio Houaiss, quando, após ouvir suas lamúrias sobre os escândalos de corrupção e sobre pessoas e polı́ticos que só pensam em seu próprio bem- estar, aϐirmou que o “problema está no su ϐixo”. Houaiss explicou: o su ϐixo de nação é “ano”, como em americano, australiano, italiano, mexicano, ou “ês”, como em francês, português, inglês ou japonês. Já o su ϐixo de pro ϐissão é “eiro”, como em padeiro, carpinteiro, jardineiro, relojoeiro, engenheiro e, lamentavelmente, em “brasileiro”. Surpresa com a descoberta, Leilane desabafou com muita propriedade: “Eu ϐico imaginando quantas pessoas vieram para cá ser brasileiros. Ganhar dinheiro com nossas terras, pedras, rios e ϐlorestas… Milhões ao longo dos séculos usando o Brasil co mo proϐissão em vez de trabalhar para ele, por ele, pelo nosso povo, pela nossa nação.” Eis então que o artigo de Renato Grandelle, que gira em torno de sua descoberta, em um Festival de História no norte de Portugal, de que, a partir de meados do século XIX, o português que voltava rico da antiga colônia (Brasil) era de ϐinido como um verdade iro “brasileiro” por seus compatriotas, revalida o su ϐixo como parte da explicação de Houaiss para a herança portuguesa de falta de sentimento de nação (e cidadania) entre muitos de nós brasileiros. Em função do sucesso em fazer dinheiro por aqui, e voltar para Portugal, havia dois tipos de personagens. Aqueles que regressavam ricos, os “ brasileiros”, bancavam obras do governo, colecionavam tı́tulos de nobreza e atuavam como ϐilantropos e mecenas na terra natal. Já aqueles que retornavam de bolsos vazios, pois conseguiram apenas o necessário para o próprio sustento, eram debochadamente denominados “abrasileirados”. Arrasado por uma guerra civil e com a economia estagnada, Portugal tornou-se simples porta de saı́da para o outro lado do Atlântico e o sonho de milhares de portugueses, na maioria semianalfabetos, era ir para o Brasil fazer fortuna e voltar recompensados para ganhar o respeito, a admiração e a reputação que nunca teriam se não tivessem deixado as terras lusitanas. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem, exibiam seu poder (novo rico) construindo palacetes, escolas, hospitais, estradas e igrejas, ou tornando-se sócios de bancos, seguradoras e outras empresas, e ganhavam reconhecimento do governo e da igreja com comendas e tı́tulos. Desta forma, o exemplo dos regressos bem-sucedidos retroalimentava e ampliava a imigração dos candidatos a “brasileiros”. O Brasil passou a ser visto pelos portugueses como um paı́s do futuro (deles) e a vinda para cá tinha um objetivo muito claro e pragmático: trabalhar duro e acumular o máximo possı́vel de recursos que somente seriam gastos após o retorno à terrinha. Ou seja, como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros”, o mais importante é o interesse pessoal e o Brasil que se dane. Assim como a Leilane se de ϐiniu muito bem em seu artigo, eu também pre ϐiro me considerar um BRASILIANO. E você? (MARCELO SZPILMAN, disponı́vel no link grupocataratas.com/brasileiro-ou-brasiliano-como-voce-se-deϐine/, publicado originalmente em 06/01/2021)

Podemos concluir que os escândalos de corrupção e pessoas e políticos que só pensam em seu próprio bem- estar é um problema advindo:

Questão 5 de 39 Q5 da prova
As questões 01 a 05 referem -se ao texto abaixo: Brasileiro ou Brasiliano? Como você se de ϐine? Há anos fui cativado pelo ótimo artigo “Brasiliana” (Revista O Globo – 29/03/15), da jornalista Leilane Neubarth, sobre o quanto a diferença de su ϐixo entre as palavras brasileiro e brasiliano ajuda a explicar a falta de noção do brasileiro sobre nação. Gostei tanto, principalmente pelo fato de corroborar minha opinião sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização entre Brasil e Estados Unidos, que capturei a página e a guardei. Dois meses depois, ao ler a matéria “Orgulho de ser brasileiro” (Jornal O Globo – 30/05/15), do jornalista Renato Grandelle, que trata dos portugueses que voltavam ricos da antiga colônia e atuavam como ϐilantropos na terra natal, fui compelido a escrever esse texto conectando as duas abordagens complementares sobre o tema. Em seu artigo, Leilane nos conta sobre o encontro com o professor e dicionarista Antônio Houaiss, quando, após ouvir suas lamúrias sobre os escândalos de corrupção e sobre pessoas e polı́ticos que só pensam em seu próprio bem- estar, aϐirmou que o “problema está no su ϐixo”. Houaiss explicou: o su ϐixo de nação é “ano”, como em americano, australiano, italiano, mexicano, ou “ês”, como em francês, português, inglês ou japonês. Já o su ϐixo de pro ϐissão é “eiro”, como em padeiro, carpinteiro, jardineiro, relojoeiro, engenheiro e, lamentavelmente, em “brasileiro”. Surpresa com a descoberta, Leilane desabafou com muita propriedade: “Eu ϐico imaginando quantas pessoas vieram para cá ser brasileiros. Ganhar dinheiro com nossas terras, pedras, rios e ϐlorestas… Milhões ao longo dos séculos usando o Brasil co mo proϐissão em vez de trabalhar para ele, por ele, pelo nosso povo, pela nossa nação.” Eis então que o artigo de Renato Grandelle, que gira em torno de sua descoberta, em um Festival de História no norte de Portugal, de que, a partir de meados do século XIX, o português que voltava rico da antiga colônia (Brasil) era de ϐinido como um verdade iro “brasileiro” por seus compatriotas, revalida o su ϐixo como parte da explicação de Houaiss para a herança portuguesa de falta de sentimento de nação (e cidadania) entre muitos de nós brasileiros. Em função do sucesso em fazer dinheiro por aqui, e voltar para Portugal, havia dois tipos de personagens. Aqueles que regressavam ricos, os “ brasileiros”, bancavam obras do governo, colecionavam tı́tulos de nobreza e atuavam como ϐilantropos e mecenas na terra natal. Já aqueles que retornavam de bolsos vazios, pois conseguiram apenas o necessário para o próprio sustento, eram debochadamente denominados “abrasileirados”. Arrasado por uma guerra civil e com a economia estagnada, Portugal tornou-se simples porta de saı́da para o outro lado do Atlântico e o sonho de milhares de portugueses, na maioria semianalfabetos, era ir para o Brasil fazer fortuna e voltar recompensados para ganhar o respeito, a admiração e a reputação que nunca teriam se não tivessem deixado as terras lusitanas. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem, exibiam seu poder (novo rico) construindo palacetes, escolas, hospitais, estradas e igrejas, ou tornando-se sócios de bancos, seguradoras e outras empresas, e ganhavam reconhecimento do governo e da igreja com comendas e tı́tulos. Desta forma, o exemplo dos regressos bem-sucedidos retroalimentava e ampliava a imigração dos candidatos a “brasileiros”. O Brasil passou a ser visto pelos portugueses como um paı́s do futuro (deles) e a vinda para cá tinha um objetivo muito claro e pragmático: trabalhar duro e acumular o máximo possı́vel de recursos que somente seriam gastos após o retorno à terrinha. Ou seja, como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros”, o mais importante é o interesse pessoal e o Brasil que se dane. Assim como a Leilane se de ϐiniu muito bem em seu artigo, eu também pre ϐiro me considerar um BRASILIANO. E você? (MARCELO SZPILMAN, disponı́vel no link grupocataratas.com/brasileiro-ou-brasiliano-como-voce-se-deϐine/, publicado originalmente em 06/01/2021)

De acordo com as ideias do texto, qual seria a ordem correta para chamarmos as seguintes pessoas abaixo: I. Um vereador que desvia recursos municipais para enriquecer. II. Uma mãe de família que luta pelo seu sustento. III. Um colono português que regressava rico para Portugal. IV. Um colono português que regressava de bolsos vazios para Portugal. A ordem correta seria:

Questão 6 de 39 Q6 da prova

Observe a figura abaixo: As diversas situações descritas na ϐigura são explicadas pelo uso de diferentes preposições, algumas incorretas. Podemos destacas um ERRO semelhante na seguinte frase:

Questão 7 de 39 Q7 da prova

Assinale a alternativa que não contém um erro ortográfico:

Questão 8 de 39 Q9 da prova

Assinale a alternativa que deveria apresentar sinal de acentuação gráfica:

Questão 9 de 39 Q10 da prova

Assinale a alternativa que não contém uma correspondência correta entre masculino e feminino:

Questão 10 de 39 Q11 da prova

Em uma urna possui 8 bolas, sendo: 2 brancas, 1 vermelhas, 3 verdes e 2 pretas. Assinale corretamente a probabilidade de ser retirada ao acaso uma bola verde dessa urna.

Questão 11 de 39 Q12 da prova

Uma pessoa resolveu realizar um empréstimo a juros simples no valor de R$ 21.000,00 para pagar em 15 meses, sabe-se que essa pessoa pagará ao final do empréstimo um montante de R$ 23.520,00. Assinale corretamente a assertiva que apresenta a taxa aplicada a esse empréstimo.

Questão 12 de 39 Q13 da prova

Uma torneira possui vazão de 120 litros de água por hora, e enche uma caixa d’água até sua capacidade total em 40 minutos. Considerando as informações apresentadas, assinale de forma correta a capacidade total em litros dessa caixa d’água.

Questão 13 de 39 Q14 da prova

Assinale corretamente a quantidade de anagramas que possui a palavra “BOLSA”.

Questão 14 de 39 Q15 da prova

Uma loja que vende roupas, concede descontas de 15% em pagamentos à vista. O cliente “A” comprou R$ 1.080,00 em roupas e pagou 50% desse valor à vista e o restante será pago a prazo. Assinale de forma correta o valor que o cliente “A” pagou à vista.

Questão 15 de 39 Q16 da prova

Assinale a assertiva que apresenta uma característica fundamental do Windows 10.

Questão 16 de 39 Q17 da prova

Assinale corretamente uma vantagem do Microsoft Office 365 em comparação com versões tradicionais do Microsoft Office.

Questão 17 de 39 Q18 da prova

Assinale corretamente o programa incluso no pacote da Microsoft Office 365, que é principalmente utilizado para elaborar planilhas.

Questão 18 de 39 Q19 da prova

Assinale corretamente uma das práticas que é fundamental para a segurança da informação.

Questão 19 de 39 Q20 da prova

Assinale de forma correta o programa incluso no pacote da Microsoft Office 365, comumente utilizado para criação de textos.

Questão 20 de 39 Q21 da prova

Sobre Política Nacional de Educação Básica. Principal objetivo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei nº 9.394/96, conforme mencionado no artigo 59:

Questão 21 de 39 Q22 da prova

O que o Decreto nº 3.298, de 1999, que regulamenta a Lei nº 7.853/89, estabelece em relação à educação especial, dentro das alternativas expostas:

Questão 22 de 39 Q23 da prova

O que determinam as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, Resolução CNE/CEB nº 2/2001, em relação à matrícula de alunos:

Questão 23 de 39 Q24 da prova

Indique a crítica em relação às Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, no contexto educacional:

Questão 24 de 39 Q25 da prova

O que o Plano Nacional de Educação - PNE, Lei nº 10.172/2001, destaca como avanço necessário na década da educação:

Questão 25 de 39 Q26 da prova

Responda as questões a seguir conforme as Diretrizes Operacionais para atendimento educacional especializado na educação básica modalidade educação especial. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 04/09: Principal orientação do Decreto nº 6.571/2008 em relação à matrícula de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação:

Questão 26 de 39 Q27 da prova

Qual é a função do Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme estabelecido no artigo 2º:

Questão 27 de 39 Q28 da prova

O que consideram as Diretrizes em relação aos recursos de acessibilidade na educação, de acordo com o parágrafo único do artigo 2º:

Questão 28 de 39 Q29 da prova

Quem é considerado público-alvo do Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme o artigo 4º:

Questão 29 de 39 Q30 da prova

Indique a orientação prioritária para a realização do Atendimento Educacional Especializado (AEE), de acordo com o artigo 5º:

Questão 30 de 39 Q31 da prova

Qual dispositivo legal afirma que o acesso ao ensino obrigatório e gratuito é um direito público e subjetivo, garantindo atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência:

Questão 31 de 39 Q32 da prova

Conforme a Lei nº 9.394/96, em que faixa etária deve iniciar a oferta de educação especial, considerada como dever constitucional do Estado:

Questão 32 de 39 Q33 da prova

O que determina o Art. 58, g 1º da Lei nº 9.394/96, em relação à educação especial:

Questão 33 de 39 Q34 da prova

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, qual é o atendimento assegurado aos adolescentes portadores de deficiências:

Questão 34 de 39 Q35 da prova

O Art. 59 da Lei nº 9.394/96 assegura aos educandos com necessidades especiais diversos elementos. Qual deles NÃO está entre esses elementos:

Questão 35 de 39 Q36 da prova

Qual é a definição de Educação Especial, de acordo com a Lei nº 9.394/96 e o Decreto nº 3.298/99:

Questão 36 de 39 Q37 da prova

Segundo a política de inclusão na educação, o que representa a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino:

Questão 37 de 39 Q38 da prova

Onde se insere a Educação Especial nos diferentes níveis da Educação Básica:

Questão 38 de 39 Q39 da prova

Qual é a competência da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE) em relação à inclusão na formação de professores:

Questão 39 de 39 Q40 da prova

Quais são os dois perfis de professores mencionados no inciso III do Art. 59 da LDBEN para atuar com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais:

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