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Prova Auxiliar de Consultório - Pref. Caconde/SP
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Questão 1 de 38 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de d espedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava s empre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava -lhe bom - dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausênci a. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:

Questão 2 de 38 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de d espedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava s empre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava -lhe bom - dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausênci a. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

Uma das figuras de linguagem por meio da qual se constroem os sentidos no trecho apresentado é:

Questão 3 de 38 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de d espedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava s empre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava -lhe bom - dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausênci a. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

A reescrita correta do trecho, substituindo a oração subordinada adverbial condicional por uma oração de valor concessivo, é:

Questão 4 de 38 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de d espedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava s empre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava -lhe bom - dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausênci a. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

As colocações pronominais em “ Dava -lhe bom -dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência ” correspondem, respectivamente, a:

Questão 5 de 38 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de d espedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava s empre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava -lhe bom - dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausênci a. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

Considere as seguintes sentenças, com especial atenção aos pronomes enumerados: I. Pela primeira vez foi outro escritor quem (1) disse. II. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo(2) de deprimente. III. Em 32 anos, nunca o(3) viu. A classificação do tipo dos pronomes enumerados nas sentenças dadas é, respectivamente:

Questão 6 de 38 Q6 da prova

O vocábulo “ se” atua como pronome reflexivo apenas em:

Questão 7 de 38 Q7 da prova

A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:

Questão 8 de 38 Q8 da prova

Há inadequação ortográfica em todas as sentenças a seguir, exceto em:

Questão 9 de 38 Q9 da prova

Identifique em qual das sentenças a seguir a expressão em destaque é uma locução adverbial.

Questão 10 de 38 Q10 da prova

Tome como exemplo o seguinte contexto: “ Por mais obtuso que tenha sido em sua colocação, todos nós entendemos o seu ponto de vista ”. A palavra que melhor substitui o termo “ obtuso ” no contexto dado é:

Questão 11 de 38 Q11 da prova

Durante o mês de novembro, um cabeleireiro atende a 100 clientes para o serviço de corte e cobra R$ 50,00 por cliente. Ele sabe que no mês de dezembro há um aumento de 60% no número de clientes para este serviço em relação ao mês de novembro. No mês de dezembro, se o cabeleireiro quiser dobrar a sua receita total neste serviço em relação a novembro, quanto ele deve cobrar pelo corte?

Questão 12 de 38 Q12 da prova

Em um determinado ano, sabe -se que o mês de fevereiro teve 28 dias. Se o dia 03 de fevereiro foi uma quinta -feira, então o dia 16 de março será uma:

Questão 13 de 38 Q13 da prova

Um tabuleiro comum de xadrez tem 64 casas, sendo 8 linhas e 8 colunas. Neste tabuleiro, há 28 casas que fazem parte da borda do tabuleiro. Suponha que um novo tabuleiro de xadrez será feito com 16 linhas e 16 colunas, portanto, com 256 casas. Quantas casas há na borda deste novo tabuleiro?

Questão 14 de 38 Q14 da prova

Um artesão utiliza pedaços de barbante de 10 cm de comprimento. Ele compra um rolo de barbante que tem 1 km de extensão. Quantos pedaços de 10 cm, no máximo, o artesão conseguirá retirar do rolo?

Questão 15 de 38 Q15 da prova

Em uma rua, todos os números das casas são múltiplos de 3 e de 4 simultaneamente. Dentre as alternativas abaixo, qual NÃO pode ser o número de uma casa dessa rua?

Questão 16 de 38 Q16 da prova

No contexto da interface do usuário do sistema operacional Windows 7, há um componente específico localizado próximo ao final da barra de tarefas que tem a função de exibir notificações importantes. Este componente pode informar sobre o status da rede, a h ora, o idioma do sistema, entre outros dados relevantes. Identifique qual é este componente:

Questão 17 de 38 Q17 da prova

O Microsoft Windows 7 oferece um software específico para realizar cálculos diversos. Marque a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre a calculadora nativa do Windows 7:

Questão 18 de 38 Q18 da prova

No contexto da navegação na Internet, a Deep Web refere -se a uma parte da rede que não é indexada por mecanismos de busca convencionais, como o Google. Qual das seguintes alternativas descreve corretamente um aspecto associado à Deep Web?

Questão 19 de 38 Q19 da prova

O correio eletrônico, conhecido como e -mail, desempenha um papel fundamental na comunicação digital. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o uso e as características do correio eletrônico:

Questão 20 de 38 Q20 da prova

No contexto da edição de textos utilizando o Microsoft Word, há diversos comandos de teclado que facilitam o trabalho dos usuários. O comando Ctrl + C é frequentemente utilizado para qual finalidade:

Questão 21 de 38 Q21 da prova

Leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo correspondente para completar a lacuna: A _____________ pode ser utilizada na odontologia, é aquela que ocorre por meio da difusão de óxido de etileno, visto que esse método consegue eliminar os microrganismos presentes nos instrumentais através da destruição de seu DNA.

Questão 22 de 38 Q22 da prova

A especialidade odontológica responsável pela correção da posição inadequada dos dentes e dos ossos maxilares, tratando dentes tortos ou mal posicionados que dificultam a higienização e podem levar à perda precoce devido à deterioração e à doença periodont al, é denominada de:

Questão 23 de 38 Q24 da prova

As soluções anestésicas locais são amplamente utilizadas na prática odontológica, sendo essencial que os operados da área odontológica possuam um profundo conhecimento sobre a farmacologia e toxicologia desses medicamentos. Com base nas informações apresen tadas, assinale a alternativa correta sobre o uso de anestésicos locais na odontologia:

Questão 24 de 38 Q25 da prova

Maria, de 55 anos, tem a arcada superior com alguns dentes faltando (desdentado parcial) e a arcada inferior completamente sem dentes (desdentado total). Ela deseja saber qual é a melhor solução para cada situação. Com base no diagnóstico de Maria, qual é a conduta mais adequada para cada tipo de perda dentária?

Questão 25 de 38 Q26 da prova

A especialidade responsável pelo exame dos dentes e da face de uma pessoa por meio de radiografias, sendo uma ferramenta essencial para diagnóstico e interpretação na Odontologia, é conhecida como:

Questão 26 de 38 Q27 da prova

Na Odontologia, a especialidade responsável pelo tratamento dos tecidos que sustentam os dentes, incluindo a gengiva, o ligamento periodontal e os ossos alveolares, recebe o nome de:

Questão 27 de 38 Q28 da prova

Em um atendimento inicial odontológico, qual das alternativas abaixo descreve corretamente acerca das funções do Auxiliar de Consultório?

Questão 28 de 38 Q29 da prova

Durante os procedimentos cirúrgicos odontológicos, é essencial que o Auxiliar de Consultório auxilie o cirurgião dentista em várias tarefas. Entre as diversas responsabilidades atribuídas ao auxiliar, analise as alternativas e identifique a correta:

Questão 29 de 38 Q30 da prova

De acordo com as orientações para o preenchimento de um Odontograma, qual cor deve ser utilizada para pintar os dentes que não necessitam de nenhum tipo de tratamento?

Questão 30 de 38 Q31 da prova

No contexto do consultório odontológico, a placa de vidro é um instrumento essencial para determinadas etapas dos procedimentos. Com base nisso, pode -se afirmar que sua principal função é:

Questão 31 de 38 Q32 da prova

A Radiologia Odontológica desempenha um papel essencial na implantodontia, pois permite uma análise detalhada da estrutura óssea do paciente antes da instalação do implante. Com base nessa avaliação, é possível determinar com precisão:

Questão 32 de 38 Q33 da prova

Na Odontologia, a anestesia utilizada para procedimentos simples, que inibe de forma reversível a condução nervosa na região da cavidade bucal, permitindo que o paciente permaneça consciente, é conhecida como:

Questão 33 de 38 Q34 da prova

Leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo correspondente para completar a lacuna: A ______________ consiste na eliminação de microrganismos, patogênicos ou não, na forma vegetativa de superfícies e materiais. Sendo possível também remover parte dos esporos bacterianos, porém a eficácia do processo depende do nível e método utilizado.

Questão 34 de 38 Q35 da prova

Com base nos conhecimentos sobre as diferentes espécies de próteses, assinale a alternativa que descreve corretamente a característica da Prótese Total:

Questão 35 de 38 Q37 da prova

Em relação à anestesia geral utilizada na odontologia, assinale a alternativa correta:

Questão 36 de 38 Q38 da prova

No Odontograma, ferramenta essencial utilizada para o registro e acompanhamento do estado de saúde bucal de um paciente, os dentes são representados por um sistema. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta a forma como os dentes são geralmente representados:

Questão 37 de 38 Q39 da prova

O procedimento de esterilização no ambiente de saúde bucal é um processo essencial para garantir a segurança e a higiene no atendimento odontológico, tendo como principal objetivo:

Questão 38 de 38 Q40 da prova

Na prática da Radiologia Odontológica, os aventais de chumbo desempenham um papel crucial na proteção tanto do profissional quanto do paciente. Esses aventais são usados para:

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