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Prova Auxiliar de Biblioteca - Pref. São Bento do Sul/SC
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Questão 1 de 10 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

Conforme o texto foram os romanos que inventaram os sobrenomes, eles tiveram essa ideia porque:

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“... os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11.” Com base no trecho acima, analise as afirmativas abaixo: I- Os sobrenomes deixaram de serem importantes na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. II- Assim os sobrenomes não foram inventados do nada. III- Os sobrenomes passaram a serem escolhidos porque tinham a ver com o local de origem das pessoas. IV- Foram escolhidos os sobrenomes para confirmar o parentesco, se referir a características físicas e de personalidade e não ligados a atividades desenvolvidas pela família. Estão CORRETAS apenas as afirmativas:

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome.” Assinale a alternativa na qual as palavras apresent am sentido contrário as palavras sublinhadas.

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... no texto as reticências foram empregadas para:

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“Os homens passaram a escolher sobrenomes ...” Assinale a alternativa CORRETA na qual o verbo sublinhado encontra-se no futuro do pretérito do indicativo:

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen).” A frase acima refere-se ao:

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família,...” A palavra sublinhada pode ser considerada:

Questão 8 de 10 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
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Na frase “Já imaginou a confusão ?” Assinale a alternativa CORRETA na qual a palavra sublinhada das frases segue a mesma regra quanto a flexão de número do substantivo plural:

Questão 9 de 10 Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil ,...” Em relação a palavra acentuada na frase acima, assinale a alternativa que apresenta a palavra como a mesma regra de acentuação na frase:

Questão 10 de 10 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Por que temos sobrenomes?
Houve um tempo em que as pessoas tinham apenas um nome.
Já imaginou a confusão? Silva, Oliveira, Faria, Ferreira... Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome (do latim praenomen), um nome (ou nomen). Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido. Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século 11. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família. Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro. O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

Raquel Teixeira Valença
Disponível em: http://chc.org.br/por-que-temos-sobrenomes/

“...é uma referência à profissão de ferreiro. A frase que segue a mesma regra de crase do trecho retirado do texto é:

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