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Questão 1 de 5Q1958617Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10. Filando a boia Muitas mesas de jantar no passado tinham uma gavet a correspondente a cada lugar. Serviam para esconder a comida de visitas inoportunas! A família toda estava jantando. Ouvia-se bater na porta. Alguém olhava pela janela. Dava o alarme. – É ele! Toca esconder os pratos na gaveta. O jantar desaparecia. Todo mundo ficava sentado, disfarçando. O comilão entrava ávido* para filar a boia. Sentia o cheirinho. Daqui a pouco servem o jantar – pensava. Conversa vem, conversa vai. Nada! Saía um cafezinho. A visita fugia. Todos abriam as gavetas e terminavam a refeição, calmamente. Tive um tio especialista nesse assunto. Vendedor, corria a cidade inteira. Na hora do almoço, avaliava a distância até o parente mais próximo. Tinha instinto. Chegava no instante em que mamãe botava os pratos na mesa. O comilão conhece a natureza humana. Se telefona, corre o risco de ouvir desculpa. Melhor chegar como quem não quer nada. – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. Mal fala, meu tio já vai se acomodando na mesa. Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. Chego à sua casa e recebo dois beijinhos. – Que saudade! Aguardo. Quando os dois estão prestes a desmaiar de fome, ela vai para a cozinha. Dali a pouco aparece com uma saladeira repleta de folhas verdes. Sento e como a salada pensando que é a entrada, mas Lalá volta para a cozinha e já vem com o café! Quase morro de susto! Hoje acabaram as gavetas na mesa. A tradição de filar a boia está chegando ao fim, seja dita a verdade. Mas comilões fora de hora, ou melhor, sempre na hora exata, até que tinham certo charme! (Walcyr Carrasco. VEJA SP, 25.09.2002. Adaptado) *ávido: ansioso, com muita vontade.
De acordo com o texto, é correto afirmar que visitas inoportunas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10. Filando a boia Muitas mesas de jantar no passado tinham uma gavet a correspondente a cada lugar. Serviam para esconder a comida de visitas inoportunas! A família toda estava jantando. Ouvia-se bater na porta. Alguém olhava pela janela. Dava o alarme. – É ele! Toca esconder os pratos na gaveta. O jantar desaparecia. Todo mundo ficava sentado, disfarçando. O comilão entrava ávido* para filar a boia. Sentia o cheirinho. Daqui a pouco servem o jantar – pensava. Conversa vem, conversa vai. Nada! Saía um cafezinho. A visita fugia. Todos abriam as gavetas e terminavam a refeição, calmamente. Tive um tio especialista nesse assunto. Vendedor, corria a cidade inteira. Na hora do almoço, avaliava a distância até o parente mais próximo. Tinha instinto. Chegava no instante em que mamãe botava os pratos na mesa. O comilão conhece a natureza humana. Se telefona, corre o risco de ouvir desculpa. Melhor chegar como quem não quer nada. – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. Mal fala, meu tio já vai se acomodando na mesa. Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. Chego à sua casa e recebo dois beijinhos. – Que saudade! Aguardo. Quando os dois estão prestes a desmaiar de fome, ela vai para a cozinha. Dali a pouco aparece com uma saladeira repleta de folhas verdes. Sento e como a salada pensando que é a entrada, mas Lalá volta para a cozinha e já vem com o café! Quase morro de susto! Hoje acabaram as gavetas na mesa. A tradição de filar a boia está chegando ao fim, seja dita a verdade. Mas comilões fora de hora, ou melhor, sempre na hora exata, até que tinham certo charme! (Walcyr Carrasco. VEJA SP, 25.09.2002. Adaptado) *ávido: ansioso, com muita vontade.
No quinto parágrafo, o autor afirma que o tio “tinha instinto” porque esse tio
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10. Filando a boia Muitas mesas de jantar no passado tinham uma gavet a correspondente a cada lugar. Serviam para esconder a comida de visitas inoportunas! A família toda estava jantando. Ouvia-se bater na porta. Alguém olhava pela janela. Dava o alarme. – É ele! Toca esconder os pratos na gaveta. O jantar desaparecia. Todo mundo ficava sentado, disfarçando. O comilão entrava ávido* para filar a boia. Sentia o cheirinho. Daqui a pouco servem o jantar – pensava. Conversa vem, conversa vai. Nada! Saía um cafezinho. A visita fugia. Todos abriam as gavetas e terminavam a refeição, calmamente. Tive um tio especialista nesse assunto. Vendedor, corria a cidade inteira. Na hora do almoço, avaliava a distância até o parente mais próximo. Tinha instinto. Chegava no instante em que mamãe botava os pratos na mesa. O comilão conhece a natureza humana. Se telefona, corre o risco de ouvir desculpa. Melhor chegar como quem não quer nada. – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. Mal fala, meu tio já vai se acomodando na mesa. Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. Chego à sua casa e recebo dois beijinhos. – Que saudade! Aguardo. Quando os dois estão prestes a desmaiar de fome, ela vai para a cozinha. Dali a pouco aparece com uma saladeira repleta de folhas verdes. Sento e como a salada pensando que é a entrada, mas Lalá volta para a cozinha e já vem com o café! Quase morro de susto! Hoje acabaram as gavetas na mesa. A tradição de filar a boia está chegando ao fim, seja dita a verdade. Mas comilões fora de hora, ou melhor, sempre na hora exata, até que tinham certo charme! (Walcyr Carrasco. VEJA SP, 25.09.2002. Adaptado) *ávido: ansioso, com muita vontade.
Assinale a alternativa que traz a informação correta sobre o texto.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10. Filando a boia Muitas mesas de jantar no passado tinham uma gavet a correspondente a cada lugar. Serviam para esconder a comida de visitas inoportunas! A família toda estava jantando. Ouvia-se bater na porta. Alguém olhava pela janela. Dava o alarme. – É ele! Toca esconder os pratos na gaveta. O jantar desaparecia. Todo mundo ficava sentado, disfarçando. O comilão entrava ávido* para filar a boia. Sentia o cheirinho. Daqui a pouco servem o jantar – pensava. Conversa vem, conversa vai. Nada! Saía um cafezinho. A visita fugia. Todos abriam as gavetas e terminavam a refeição, calmamente. Tive um tio especialista nesse assunto. Vendedor, corria a cidade inteira. Na hora do almoço, avaliava a distância até o parente mais próximo. Tinha instinto. Chegava no instante em que mamãe botava os pratos na mesa. O comilão conhece a natureza humana. Se telefona, corre o risco de ouvir desculpa. Melhor chegar como quem não quer nada. – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. Mal fala, meu tio já vai se acomodando na mesa. Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. Chego à sua casa e recebo dois beijinhos. – Que saudade! Aguardo. Quando os dois estão prestes a desmaiar de fome, ela vai para a cozinha. Dali a pouco aparece com uma saladeira repleta de folhas verdes. Sento e como a salada pensando que é a entrada, mas Lalá volta para a cozinha e já vem com o café! Quase morro de susto! Hoje acabaram as gavetas na mesa. A tradição de filar a boia está chegando ao fim, seja dita a verdade. Mas comilões fora de hora, ou melhor, sempre na hora exata, até que tinham certo charme! (Walcyr Carrasco. VEJA SP, 25.09.2002. Adaptado) *ávido: ansioso, com muita vontade.
Considere as frases do texto. • – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. (7o parágrafo) • Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. (8o parágrafo) As expressões destacadas indicam, correta e respectivamente,
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10. Filando a boia Muitas mesas de jantar no passado tinham uma gavet a correspondente a cada lugar. Serviam para esconder a comida de visitas inoportunas! A família toda estava jantando. Ouvia-se bater na porta. Alguém olhava pela janela. Dava o alarme. – É ele! Toca esconder os pratos na gaveta. O jantar desaparecia. Todo mundo ficava sentado, disfarçando. O comilão entrava ávido* para filar a boia. Sentia o cheirinho. Daqui a pouco servem o jantar – pensava. Conversa vem, conversa vai. Nada! Saía um cafezinho. A visita fugia. Todos abriam as gavetas e terminavam a refeição, calmamente. Tive um tio especialista nesse assunto. Vendedor, corria a cidade inteira. Na hora do almoço, avaliava a distância até o parente mais próximo. Tinha instinto. Chegava no instante em que mamãe botava os pratos na mesa. O comilão conhece a natureza humana. Se telefona, corre o risco de ouvir desculpa. Melhor chegar como quem não quer nada. – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. Mal fala, meu tio já vai se acomodando na mesa. Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. Chego à sua casa e recebo dois beijinhos. – Que saudade! Aguardo. Quando os dois estão prestes a desmaiar de fome, ela vai para a cozinha. Dali a pouco aparece com uma saladeira repleta de folhas verdes. Sento e como a salada pensando que é a entrada, mas Lalá volta para a cozinha e já vem com o café! Quase morro de susto! Hoje acabaram as gavetas na mesa. A tradição de filar a boia está chegando ao fim, seja dita a verdade. Mas comilões fora de hora, ou melhor, sempre na hora exata, até que tinham certo charme! (Walcyr Carrasco. VEJA SP, 25.09.2002. Adaptado) *ávido: ansioso, com muita vontade.
Para tornar o texto divertido, o autor exagera ao expor certas ideias. É o que ocorre na frase: