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Prova Assistente em Gestão Pública - Pref. Santana de Parnaíba/SP
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Questão 1 de 31 Q1423222 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.
Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
“Isto, por exemplo”.
“Isto o quê?”
“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.
O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.
“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.
“Não entendo”.
“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”
A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.
“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ... Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.
“A vida ...”, repetiu.

De acordo com o texto, é correto afirmar que

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Questão 2 de 31 Q1423224 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.
Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
“Isto, por exemplo”.
“Isto o quê?”
“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.
O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.
“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.
“Não entendo”.
“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”
A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.
“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ... Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.
“A vida ...”, repetiu.

Analise o trecho abaixo.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no ‘fim da carreira’, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
Considerando a polissemia da palavra “carreira” e o contexto em que ela é utilizada no texto, a construção “fim da carreira” está sendo usada em sentido

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Questão 3 de 31 Q1423225 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.
Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
“Isto, por exemplo”.
“Isto o quê?”
“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.
O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.
“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.
“Não entendo”.
“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”
A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.
“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ... Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.
“A vida ...”, repetiu.

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “álibis”, considerando o contexto em que aparece no texto.

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Questão 4 de 31 Q1423227 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.
Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
“Isto, por exemplo”.
“Isto o quê?”
“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.
O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.
“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.
“Não entendo”.
“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”
A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.
“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ... Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.
“A vida ...”, repetiu.

Analise a frase abaixo.
“Nessa noite, recusavam ‘a tela onde os seus olhares se confundiam’.”
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação e ao uso dos pronomes, assinale a alternativa em que a expressão destacada é corretamente substituída por um pronome pessoal.

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Questão 5 de 31 Q1423229 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.
Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
“Isto, por exemplo”.
“Isto o quê?”
“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.
O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.
“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.
“Não entendo”.
“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”
A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.
“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ... Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.
“A vida ...”, repetiu.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que os termos destacados constituem uma locução adverbial.

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Questão 6 de 31 Q1423230 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.
Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
“Isto, por exemplo”.
“Isto o quê?”
“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.
O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.
“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.
“Não entendo”.
“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”
A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.
“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ... Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.
“A vida ...”, repetiu.

Analise a frase abaixo para responder à questão 6.
A menina, “porém”, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis.

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Questão 7 de 31 Q1423241 Q12 da prova

Considere verdadeira a proposição abaixo.
P: “Algumas aranhas são venenosas”.
Se todas as aranhas são aracnídeos, é correto concluir que

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Questão 8 de 31 Q1423245 Q14 da prova

Considere a proposição A: ¬p ˅ q.
Para que a proposição A seja falsa,

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Questão 9 de 31 Q1423247 Q15 da prova

Suponha que Matheus tenha feito uma compra no dia 07 de janeiro e que, por uma oferta da loja, o seu pagamento deva ser efetuado no máximo 18 dias depois da data da compra. Nessas condições, Matheus deverá efetuar o pagamento da compra, no máximo, até o dia

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Questão 10 de 31 Q1423249 Q16 da prova

Se uma proposição A NÃO implica uma proposição B, é correto afirmar que

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Questão 11 de 31 Q1423257 Q20 da prova

Sempre que recebe seu salário, Davi vai ao cinema ou compra uma camiseta. Então, é correto concluir logicamente que,

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Questão 12 de 31 Q1423259 Q21 da prova

O valor do abono aniversário será de ________________ do menor vencimento inicial do município de Santana de Parnaíba.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

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Questão 13 de 31 Q1423260 Q22 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, o exercício de trabalho em condições insalubres assegura a percepção de adicional. Desse modo, a porcentagem no grau máximo será de

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Questão 14 de 31 Q1423262 Q23 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, somente será permitido o serviço extraordinário para atender situações excepcionais e temporárias, autorizadas pelo secretário municipal responsável pelo órgão de lotação do servidor, respeitando o limite máximo de _________ horas diárias, podendo ser prorrogado por igual período, se o interesse público exigir.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

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Questão 15 de 31 Q1423264 Q24 da prova

De acordo com a Lei Complementar n. º 34/2011, o período de trabalho, nos casos de comprovada necessidade, poderá ser antecipado, prorrogado ou compensado, com a autorização do(a)

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Questão 16 de 31 Q1423266 Q25 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, cada hora noturna será computada como

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Questão 17 de 31 Q1423268 Q26 da prova

A servidora gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação, das atividades e operações de que trata esta seção, exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não perigoso e não fazendo jus ao recebimento dos adicionais de que trata esta seção. Sobre o assunto, é correto afirmar que

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Questão 18 de 31 Q1423269 Q27 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, pelo nascimento de filho, o servidor terá direito a licença paternidade de

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Questão 19 de 31 Q1423271 Q28 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, no caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade, o prazo de que trata essa lei será de

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Questão 20 de 31 Q1423272 Q29 da prova

Sobre a reintegração, de acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, analise as proposições abaixo.
I. Na hipótese de o cargo ter sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade, ou aproveitado em outro cargo, observado o disposto nesta Lei.
II. Encontrando-se provido o cargo, o eventual ocupante, se estável, será reconduzido ao cargo de origem, com direito a indenização.
III. Quando a reintegração gerar o deslocamento sucessivo de diversos servidores, a regra da exoneração ou disponibilidade se aplicará ao último da sucessão.
É correto o que se afirma em

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Questão 21 de 31 Q1423274 Q30 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, será licenciado o servidor acidentado no exercício do trabalho, portanto, ao servidor ocupante de cargo de provimento efetivo que, por motivo de acidente de trabalho, tiver que se afastar por período superior a 15 (quinze) dias, será concedido auxílio acidente, o qual corresponderá a

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Questão 22 de 31 Q1423276 Q31 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, será concedido salário família mensal ao servidor ativo cujo rendimento total não ultrapasse o limite estipulado em lei federal e que possua filho que dele dependa economicamente. Sobre o assunto, analise as proposições abaixo.
I. Equipara-se a filho, unicamente para o disposto nesta seção o enteado, o adotivo e o menor tutelado.
II. Quando o pai e a mãe forem servidores municipais, ambos receberão o salário família.
III. Ao pai e a mãe equiparam-se o padrasto, a madrasta e, na falta destes, os representantes legais dos incapazes.
É correto o que se afirma em

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Questão 23 de 31 Q1423277 Q32 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, poderá ser concedida ao servidor ocupante de cargo de provimento efetivo, licença por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, padrasto ou madrasta, ascendente ou descendente, mediante comprovação médica pelo prazo máximo de

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Questão 24 de 31 Q1423279 Q33 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, a licença prêmio pode ser usufruída em até 6 (seis) períodos de

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Questão 25 de 31 Q1423281 Q34 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, o tempo de férias será reduzido, quando o servidor contar, no período aquisitivo, com as seguintes faltas:
I. de 06 a 14 faltas – gozará 24 dias.
II. de 15 a 24 faltas – gozará 18 dias.
III. de 25 a 32 faltas – gozará 10 dias.
É correto o que se afirma em

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Questão 26 de 31 Q1423283 Q35 da prova

De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, assinale a alternativa que NÃO apresenta uma penalidade disciplinar.

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Questão 27 de 31 Q1423285 Q36 da prova

“O relacionamento entre as pessoas pode ser sim, de forma saudável, sem conflitos, trabalhando de forma íntegra, em conjunto, nos relacionando e transmitindo boas energias onde passamos a maior parte do nosso tempo para que se tenha uma crescente e desempenho grupal de todas as partes”. (Moscovici, 1997, p.35). Acerca do assunto, analise as proposições abaixo.
I. É importante que as relações interpessoais sejam trabalhadas em toda hierarquia, favorecendo a interligação desde a base operacional até os gerentes e diretores, atingindo a empresa como um todo.
II. O ambiente varia constantemente. Assim, os indivíduos estão sujeitos a alterações de temperamentos.
III. Quanto melhor a convivência entre as pessoas, maiores serão os resultados das empresas, e consequentemente melhor a satisfação com o clima organizacional.
É correto o que se afirma em

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Questão 28 de 31 Q1423286 Q37 da prova

Sobre a qualidade do atendimento e a busca pela excelência, assinale a alternativa correta.

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Questão 29 de 31 Q1423288 Q38 da prova

No que se refere às especificidades do atendimento telefônico, analise as proposições abaixo.
I. Atender após uma discussão ou uma piada, por exemplo, pode apresentar características não agradáveis na voz. O respirar fundo, antes do atendimento inicial, ajuda a voltar à rotina da média no tom da voz e na maneira simples e clara de pronunciar a saudação.
II. A voz deve colaborar para nunca deixar entrever nenhuma desconsideração para aquilo que o interlocutor diz e procurar entender o problema alheio.
III. Se o interlocutor insistir em contar histórias ou tentar ilustrar a conversa com piadas, o melhor é ser indiferente e responder com seriedade, cortando logo o assunto.
É correto o que se afirma em

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Questão 30 de 31 Q1423290 Q39 da prova

A comunicação interpessoal é realizada com muito mais do que somente palavras faladas. Existem muitas nuances do comportamento humano que transformam a comunicação pessoal em algo muito mais complexo. As pessoas não somente têm sistemas representacionais predominantes diferentes, como estilo de comunicação com graus de assertividade diferentes. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.

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Questão 31 de 31 Q1423291 Q40 da prova

Quando se entra no processo de comunicação com boa intenção ela fica mais fácil porque essa atitude revela-se em mensagens e atos, criando boa receptividade por parte da outra pessoa. A boa intenção está presente quando
I. se está tentando convencer a outra pessoa a fazer algo porque temos convicção de que é o melhor para ela.
II. se diz algo à pessoa porque julga que tal informação será de valor para ela.
III. se está tentando vender algo à outra pessoa porque, de fato, acredita que o produto ou serviço será de valor para ela.
É correto o que se afirma em

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