No processo de descrição de arquivos permanentes para a Norma ISAD (G), é o instrumento de pesquisa que descreve unitariamente as peças documentais de uma série ou mais séries, ou ainda de um conjunto de documentos, respeitada ou não a ordem da classificação:
Uma comunicação escrita em que se solicita o comparecimento a uma reunião de uma ou mais pessoas, de uma ou mais coletividades, é documento nomeado como:
Imparcialidade, autenticidade, naturalidade, organicidade e unicidade são as qualidades do documento arquivístico e aquilo que lhe atribui:
Na ISAAR (CPF), há quatro áreas de informação normatizando os elementos de descrição para um registro de autoridade arquivística. Além das áreas de identificação, de descrição e de relacionamentos, a quarta área é a de:
O conceito de preservação no universo digital, segundo CONWAY (2001), tem assumido três significados: possibilitar o uso de documentos, proteger o item original copiado e manter os objetos digitais. Para o autor, este último significado é resultado da escolha da forma de armazenamento, da expectativa de vida dos sistemas de formação de imagens digitais e também da preocupação em garantir o acesso ao documento – que se traduz pelo planejamento e ação relacionados:
Apesar de algumas releituras da questão na literatura especializada, para FONSECA (2005) o princípio da proveniência ainda figura, na disciplina arquivística, como:
A operação básica para os arquivos correntes, segundo SCHELLENBERG (2006), é a:
O nome dado ao arquivo que tem predominância de documentos decorrentes do exercício de atividades-fim de uma instituição ou unidade administrativa é arquivo:
Além de suporte, gênero, tipo, forma, formato e contexto de produção, o sétimo elemento característico de qualquer documento, conforme GONÇALVES (1998), é sua:
Para GONÇALVES (1998), além de simplicidade e flexibilidade, um plano de classificação de boa qualidade precisa ter também:
As listas e tabelas de descarte e os planos de destinação são considerados por SCHELLENBERG (2006):
SCHELLENBERG (2006) adverte que se cada documento de um arquivo for tirado arbitrariamente do seu contexto e reorganizado por um sistema classificado ou outro qualquer, poderá perder sua integridade como documento da organização e função, perdendo, assim, seu valor:
Título, data(s), nível de descrição, dimensão e suporte, nome(s) do(s) produtor(es) e condições de acesso (somente para descrições em níveis 0 e 1) são seis dos sete elementos obrigatórios da descrição de documentos de arquivo estabelecidos como Norma pela NOBRADE (2005). O sétimo elemento é o:
Conforme GONÇALVES (1998), na fase corrente, o plano de classificação de documentos de arquivo deve abranger todos os tipos documentais produzidos/acumulados pela entidade, pois todos eles devem ser objeto de organização, estando, portanto, sujeitos à classificação e à ordenação. Sendo assim, o plano de classificação será também extremamente útil à elaboração dos planos de destinação e das tabelas de temporalidade, essenciais no processo de:
A NOBRADE (2005), em casos de acesso restrito a documentos de arquivo, recomenda que se padronize sua descrição indicando, além da norma legal ou administrativa em que se baseia a restrição, o período de sua duração e seu:
O conceito segundo o qual a transferência de funções de uma autoridade para outra, resultante de mudanças administrativas ou políticas, implica igualmente na transferência de documentos relevantes ou cópias, a fim de assegurar a continuidade administrativa, é denominado:
Na NOBRADE (2005), o item 5.2, referente à existência e localização de cópias, determina que se existir cópia do documento de arquivo em outra entidade, para facilitar sua recuperação, a descrição arquivística deve:
Para o e-ARQ Brasil (2011), “declarar um documento como documento arquivístico ao incorporá-lo num SIGAD por meio das ações de registro, classificação, indexação, atribuição de metadados e arquivamento”, incide em sua:
Para combater a perda de dados e documentos em meio digital, a Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital, publicada pelo CONARQ em 2003, recomenda independência dos arquivistas em relação aos hardwares e softwares, motivada pela sua:
Segundo GONÇALVES (1998), para que a organização dos documentos arquivísticos possa resultar eficiente, tanto a classificação quanto a ordenação devem estar:
É o conjunto de procedimentos e operações técnicas, característico do sistema de gestão arquivística de documentos, processado por computador e capaz de gerenciar, simultaneamente, os documentos digitais e os convencionais:
Segundo o e-ARQ Brasil (2011), para apoiar os procedimentos e operações técnicas de gestão arquivística de documentos, além de quatro instrumentos principais, há, também, três considerados adicionais: o glossário, o vocabulário controlado e o:
São seis as modalidades de ordenação de documentos arquivísticos usualmente consideradas principais: numérica simples, alfabética, cronológica, geográfica, temática e:
Além da chamada “lei dos arquivos”, os arquivos de universidades federais devem basear seu planejamento e ações voltados para o interesse público e social na legislação arquivística que a complementa, composta de:
Na chamada classificação funcional, SCHELLENBERG (2006) aconselha, sempre que possível, para os documentos públicos que se relacionam com importantes diretrizes, opiniões e decisões políticas, que se criem:
A trilha de auditoria, além de se configurar em um histórico de todas as intervenções, ou tentativas de intervenção feitas no documento e no SIGAD, funciona também, relacionada à documentação arquivística digital, como um:
Ainda que argumentando que as ações culturais e educativas são “secundárias” nos arquivos públicos e apoiando-se em experiências francesas, BELLOTTO (1991, 2006) sugere como atividade possível, principalmente para estudantes, a exposição de documentos arquivísticos alternando:
JARDIM (1995) argumenta que o conceito ou noção teórica que aparece como um dos pilares da Arquivologia contemporânea, especialmente no processo de avaliação e seleção dos documentos permanentes, é de:
A dimensão do tempo presente, e não o passado ou o futuro, onde estão sendo produzidos, preservados, acessados e utilizados, é essencial para os arquivos, diz SILVA (2017), ao concordar com Menne-Haritz, em seu “Acces – the reformulation of the new paradigma”, de 2001. E é essa dimensão que, em lugar de simplesmente alimentar o poder da burocracia, coloca os arquivos voltados para a:
Ações relacionadas à formação do profissional que traduzem seu perfil na atualidade demonstram que o arquivista precisa ter uma atitude proativa. O verbo que NÃO condiz com esta assertiva cada vez mais debatida na literatura da área é:
Analisar e denominar o documento utilizando fórmula padronizada para caracterizar a estrutura e o conteúdo do tipo documental, a partir da fundamentação dos princípios tanto da Diplomática, quanto da Arquivística, é o procedimento denominado:



















