Provas para Download

Prova Analista de Recursos Humanos - Pref. João Alfredo/PE
Visualizar os arquivos PDF
Ver analista-de-recursos-humanos.pdf
PDF
analista-de-recursos-humanos.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar analista-de-recursos-humanos.pdf
PDF
analista-de-recursos-humanos.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver analista-de-recursos-humanos.pdf
PDF
analista-de-recursos-humanos.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
40
Restantes
Questão 1 de 40 Q1 da prova

Uma empresa pública enfrenta queda de produtividade e investigou aspectos do comportamento organizacional. Ao analisar a dinâmica de trabalho, a equipe de consultoria notou que, embora haja metas definidas, a comunicação interna é deficiente. Assinale a alternativa que melhor descreve um enfoque de comportamento organizacional adequado para melhorar a situação:

Questão 2 de 40 Q2 da prova

A área de Recursos Humanos planeja um programa de desenvolvimento de competências interpessoais, incluindo gerenciamento de conflitos. Marque a iniciativa que fortalece essas habilidades:

Questão 3 de 40 Q3 da prova

Sobre a gestão por competências, leia as afirmativas abaixo: I. Identifica as habilidades essenciais para que cada cargo contribua aos objetivos organizacionais. II. Não influencia as políticas de treinamento, pois foca unicamente em recrutamento externo. III. Permite alinhar a estratégia empresarial às capacidades desenvolvidas pela força de trabalho. IV. Elimina a necessidade de avaliações de desempenho, já que descreve detalhadamente cada função. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 4 de 40 Q4 da prova

Uma equipe de análise detectou lacunas no desempenho de servidores e propôs treinamento específico. Assinale a alternativa que contém o ponto fundamental para efetividade dessa ação de desenvolvimento:

Questão 5 de 40 Q5 da prova

Uma diretoria implementou gestão por competências para aprimorar a performance e a alocação de pessoal. Marque o aspecto que consolida essa abordagem:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

O planejamento estratégico setorial exige estimativas de recursos financeiros para o próximo exercício. Nesse sentido, a prática que fortalece esse processo é:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Um gerente, após mapear níveis de satisfação dos servidores, decide investir em uma campanha interna de ética e valores. Assinale a alternativa que contém a finalidade dessa ação:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Considerando algumas ideias sobre gerenciamento de conflitos nas organizações, leia as afirmativas abaixo: I. Negociação, mediação e comunicação assertiva podem reduzir tensões. II. Desprezar sinais de conflito gera uma atmosfera de insegurança e desconfiança. III. Forças externas, como instabilidade política, podem intensificar atritos internos. IV. As equipes de alto desempenho não necessitam de gerenciamento de conflitos, pois a produtividade elimina divergências. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

A coordenação de RH revisou suas estratégias, buscando maior integração com setores de finanças e operações. Marque o aspecto que justifica essa aproximação:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Uma empresa pública avalia a cultura organizacional para entender por que alguns valores oficiais não se refletem na prática. Identifique a ação que favorece a mudança cultural:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Um líder assumiu equipe de alto desempenho, mas percebeu conflitos na distribuição de tarefas. Assinale a alternativa que contém a prática que apoia uma liderança efetiva:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Considerando as afirmações sobre motivação e desempenho no contexto de gestão de pessoas, leia as afirmativas abaixo: I. A valorização das necessidades individuais pode influenciar a dedicação do colaborador. II. A imposição de metas irreais tende a estimular a criatividade e os resultados a longo prazo. III. A oferta de feedback sistemático contribui para corrigir lacunas de desempenho. IV. A remuneração variável é inútil em ambientes públicos, pois não influencia o esforço de servidores. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

O setor de RH passou a utilizar estatística descritiva para analisar absenteísmo e rotatividade. Indique o objetivo dessa aplicação:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Sobre a avaliação de desempenho, leia as afirmativas abaixo: I. Pode embasar promoções, transferências e identificação de necessidades de treinamento. II. A falta de parâmetros claros torna o processo subjetivo e propenso a favorecimentos. III. Métodos 360° incluem visão de colegas, chefias e subordinados na avaliação de competências. IV. Programas de avaliação devem ignorar comportamentos e focar somente indicadores de produção. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Acerca das ideias relativas a treinamento e desenvolvimento de pessoal, leia as afirmativas abaixo: I. O levantamento de necessidades orienta a definição de conteúdos e metodologias, tornando o processo mais eficiente. II. A avaliação de eficácia não inclui a satisfação dos participantes, pois é exclusivamente financeira. III. A programação de cursos sem considerar a estratégia empresarial pode gerar desperdício de recursos. IV. A mensuração de retorno sobre investimento (ROI) contribui para justificar iniciativas de desenvolvimento. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

A gerência de RH pretende atualizar o método de avaliação de desempenho para incentivar produtividade com justiça. Assinale a característica essencial dessa prática:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Em relação à administração de cargos e salários, leia as afirmativas abaixo: I. O planejamento salarial considera a coerência interna e a competitividade externa. II. Benefícios devem ser fixos e imutáveis, independentemente de mudanças legais ou demandas internas. III. Políticas de remuneração que incentivam desempenho podem aprimorar retenção de talentos. IV. A descrição de cargos detalhada não tem relevância para definição de faixas salariais. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

A administração de pessoal no setor público observa normas relativas a servidores. Leia as afirmativas abaixo: I. Concurso público é forma constitucional de ingresso em cargo efetivo. II. Contratação temporária pode suprir demandas emergenciais, atendendo requisitos legais específicos. III. Estágio probatório dispensa qualquer avaliação de conduta, pois a nomeação já garante estabilidade. IV. Remoção e redistribuição são mecanismos para adequar lotação conforme as necessidades da Administração. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Sobre o regime jurídico dos servidores e sua disciplina, leia as afirmativas abaixo: I. O processo administrativo disciplinar investiga possíveis infrações funcionais, assegurando ampla defesa. II. Exoneração de servidor em estágio probatório requer comprovação de desempenho insatisfatório, respeitando formalidades. III. Aposentadoria é direito exclusivo de cargos comissionados, sem estender-se a servidores efetivos. IV. O regime próprio de previdência complementa o regime geral, oferecendo ao servidor alternativas de contribuição. Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Uma organização de grande porte detectou que o clima interno era marcado por desconfianças e baixo nível de engajamento. A diretoria de RH propôs um programa de desenvolvimento de valores e ética, combinando palestras e ações práticas. Identifique a medida que incrementa a eficácia desse projeto:

Questão 21 de 40 Q21 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

Qual é a principal característica da felicidade, segundo o autor?

Questão 22 de 40 Q22 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

De acordo com o texto, o que permite a percepção da felicidade?

Questão 23 de 40 Q23 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

De acordo com o autor do texto, qual é a relação entre felicidade e relações humanas?

Questão 24 de 40 Q24 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

Qual é a principal questão que a humanidade busca responder, segundo o texto?

Questão 25 de 40 Q25 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

Infere-se do texto que a diferença entre ser famoso e ser importante é:

Questão 26 de 40 Q26 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

Qual é a função sintática do termo sublinhado na frase: "Felicidade é uma vibração intensa"?

Questão 27 de 40 Q27 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27:
Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.
Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.
Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.
Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

Qual é a função sintática do termo "me" na frase: "Quando alguém me leva pra dentro"?

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A única alternativa que NÃO traz uma oração coordenada sindética adversativa é:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Assinale a única alternativa em que há ERRO de pontuação:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Na frase: “Ainda não se sabe o porquê das ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos ao mundo.”, qual é a classificação morfológica da palavra sublinhada?

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Assinale a única alternativa que completa CORRETAMENTE e RESPECTIVAMENTE as frases abaixo, de acordo com o sentido de cada uma delas: I. O juiz __________ o réu. II. O réu __________ o seu comparsa. III. O policial __________ a arma do crime.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

De acordo com o novo acordo ortográfico, qual das alternativas abaixo traz a palavra grafada CORRETAMENTE:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Resolver a expressão numérica: X/3 – Y/2 + Z/6 + 1/3. Considere: X = 4; Y = 5 e Z = 11

Questão 34 de 40 Q34 da prova

De duas cidades Recife e Campina Grande, que distam 201 km, partem, ao mesmo tempo dois veículos. O de Recife se dirige para Campina Grande, e o de Campina Grande se dirige para Recife; o primeiro com velocidade média de 70 km/h e o segundo com uma velocidade média 60 km/h. Após quanto tempo os dois se cruzarão:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Rodolfo verificou que o telhado de sua casa apresentava vazamentos, e que seria necessário trocar várias telhas. A área total coberta de telhado tem as dimensões 18 metros de largura por 11 metros de comprimento, e a área que apresenta vazamento é ¼ da área total do telhado. Providenciou a compra das telhas no armazém de materiais de construção, o vendedor informou que uma telha tem área de 1,5 metros quadrado (m²). Quantas telhas o Sr Rodolfo precisa comprar?

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Em uma escola municipal, a gestão da escola está com um problema de abastecimento de água, e tem uma cisterna de água inferior, e uma caixa d’água superior, com capacidade de 5.000 litros (cisterna) e 1.000 litros (caixa d’água). A companhia de abastecimento de água do município informou que sem abastecimento de água por um período de quatro dias. Considerando que a cisterna e a caixa d’água estão completamente cheias com água, e que o consumo diário de água da escola é: 1- Banheiros ................. 950 litros 2- Cozinha .................... 320 litros 3- Limpeza ................... 450 litros 4. Bebedouro .............. 550 litros A escola ficará abastecida com água durante quantos dias?

Questão 37 de 40 Q37 da prova

O funcionário Pedro da empresa “Caminhos da Delicia” teve uma redução no salário de 30%, referente a retenção de pensão alimentícia. Considerando que o salário era de R$ 2.620. Quanto Pedro receberá no final do mês, em R$?

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Estudos realizados em uma escola estadual, pela Nutricionista, em relação às alturas dos estudantes, foi feito uma amostragem com oito alunos, e as medições das alturas em metro foram: 1,60 ..... 1,64 .... 1,64 .... 1,68 .... 1,70 .... 1,72 .... 1,74 .... 1,76 Qual a média aritmética das alturas dos estudantes, em metro?

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Valeria resolve aplicar R$ 22.000,00 em caderneta de poupança a juros simples, a uma taxa de 12% ao ano. Em quanto tempo Valeria terá o dobro do capital investido, em anos?

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Rubens aplicou toda a sua reserva financeira de R$ 154.000,00, a uma taxa de juros composto a 1,75 % ao mês, durante dois meses, em uma instituição financeira. Quanto Rubens vai obter de montante no final desse período?

Acertos
Erros
40
Total