De acordo com o Caderno do Aluno produzido pelo Ministério da Saúde para o Programa Caminhos do Cuidado (2013), a área geográfica definida por meio do processo de territorialização a qual a equipe deve se responsabilizar é definida:
De acordo com Oliveira e Werneck (2019),para acolher as demandas da população em situação de rua e suas especificidades, é essencial:
De acordo com o Caderno do Aluno do Programa Caminhos do Cuidado (2013) do MS, o cuidado às pessoas que fazem uso problemático de drogas e/ou que estão em situação de rua envolve um processo de escuta. Isso implica considerar que:
A estratégia da redução de danos é pautada pelo princípio da ética do cuidado, que visa:
O trabalhador de saúde perde a dimensão do cuidado, quando deixa de apostar na construção de possibilidades. O acesso e o cuidado na perspectiva da redução de danos NÃO deve considerar:
Ao apresentar um panorama geral da questão da redução de danos no Brasil e na América Latina e uma análise da situação da Cracolândia, de acordo com Netto (2017), não há solução mágica para o uso problemático de drogas e a saída é:
A Portaria no 1.028, de 1º de julho de 2005, do Ministério da Saúde estabeleceu que fossem incluídas nas estratégias de redução de danos:
A Política Nacional de Saúde Mental tem alguns princípios, entre eles:
Em um documento elaborado pelo Ministério Público Federal e pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, Brasil (2016),a Reforma Psiquiátrica prevê a substituição dos hospitais psiquiátricos por serviços comunitários. A Lei n° 10.206 de 06 de abril de2011 define o fechamento progressivo dos hospitais psiquiátricos e instituiu três modalidades de internação. O tipo de internação determinada pela Justiça é chamada de:
As portarias do Ministério da Saúde instituem e definem diretrizes e princípios para políticas, redes, programas e serviços. Aportaria que instituiu a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde(SUS), é:
A atenção psicossocial é composta por diferentes pontos de atenção. O dispositivo que oferece cuidados contínuos de saúde, com funcionamento de vinte e quatro horas, em ambiente residencial, para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, de ambos os sexos, que apresentem acentuada vulnerabilidade social e/ou familiar e demandem acompanhamentoterapêutico e protetivo de caráter transitório, cujo tempo de permanência é de até seis meses, é:
Para a atenção psicossocial aos usuários de drogas, o cuidado pode e deve buscar estratégias diversificadas. Uma diretriz de trabalho que aproxima a Política Nacional de Humanização (PNH) da política de redução de danos, de acordo com Meyrielle e Campello(2015), é:
Meyrielle e Campello (2015), partilhando da ideia de dissociabilidade entre clínica e política e apostando no fortalecimento dos modos não tradicionais de cuidado aos usuários de álcool e outras drogas, defendem que as atividades terapêuticas devem ser produzidas por meio:
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS),apresenta os diferentes serviços que integram a RAPS, dentre os quais, as Unidades de Acolhimento, que funcionam como:
Para Chiaverini (2011), os profissionais da Estratégia Saúde da Família têm um importante papel na atenção psicossocial aos usuários de álcool e outras drogas. Sendo assim, a avaliação sistemática pelos trabalhadores da saúde da família quanto ao padrão de uso de álcool ou outras drogas dos usuários das Unidades Básicas de Saúde (UBS) tem como principal objetivo:
De acordo com Chiaverini (2011), a Estratégia Saúde da Família é um importante dispositivo para o cuidado junto aos usuários de drogas. No cotidiano do cuidado, a ação mais importante é que o profissional perceba:
Para Lancetti (2013), a responsabilidade ela atenção à saúde da população de rua, como de qualquer outro cidadão, é de todo e qualquer profissional do Sistema Único de Saúde. Porém, em situações específicas, com o objetivo de ampliar o acesso desses usuários à rede de atenção e ofertar, de maneira mais oportuna, atenção integral à saúde, pode-se lançar mão das equipes dos Consultórios na Rua. Essas equipes devem realizar suas atividades:
Os Consultórios na Rua têm responsabilidade exclusiva de articular e prestar atenção integral à saúde das pessoas em situação de rua. Seus profissionais integram:
Segundo Ribas (2019), a saúde mental está atrelada a diferentes fatores e depende de bem-estar físico e social e considera que dentre os principais fatores que colocam em risco a saúde mental das pessoas está:
Para Trino (2012), a partir do momento em que as equipes dos Consultórios na Rua começarem a ter vínculo legitimado com a população em situação de rua, como uma estratégia de compartilhamento do cuidado, haverá a inclusão dessa população:
Em conformidade com Zeferino, Rodrigues e Assis (2015), na atenção em saúde mental é comum quadros de reagudizaçãosintomatológica considerados como crise. A crise de uma pessoa também representa:
Para Zeferino, Rodrigues e Assis (2015), a compreensão da crise pode abranger diferentes aspectos da vida das pessoas, o que permite o seu entendimento como:
De acordo com Vedana, Graziani e Giacchero (2016), em situação de crise, os usuários podem apresentar comportamentos auto e heteroagressivos, sendo necessário, por vezes, realizar a contenção física. Entretanto, essa medida caracteriza-se como intervenção de segurança, e não como recurso terapêutico, e deve ser adotada:
Para Vedana, Graziani e Giacchero(2016), o suicídio é um grave problema de saúde pública e multicausal. Os esforços para a prevenção do comportamento suicida devem estar pautados no conhecimento dos fatores de risco. As ações relacionadas à prevenção do suicídio devem ser:
De acordo com Vedana, Graziani e Giacchero (2016), existe uma crença de que ao perguntar ao usuário sobre suicídio irá estimula-lo a cometer o suicídio. Para o cuidado das pessoas com ideação e ou plano de suicídio é preciso escutá-las. Um fato relacionado ao suicídio é que:
De acordo com Brasil (2013), geralmente a questão do uso de drogas é vista a partir de três olhares: o da saúde (doença), o da justiça(delito) e o da religião (pecado). A redução de danos nos propõe um outro olhar, que é:
A ferramenta de organização e sistematização do cuidado construído entre a equipe de saúde e o usuário, que deve considerar a singularidade do sujeito é denominada:
Para Pitta e Guljor (2019), com a reforma psiquiátrica, foram implantados serviços territoriais que visam à transformação dos modos de atenção em saúde mental. Um desses serviços deveria desempenhar uma função estratégica na continência de situações de crise. Esse serviço é:
De acordo com Pitta e Guljor (2019), nas situações de urgência/emergência a internação psiquiátrica deve ser usada como último recurso devido seu caráter:
De acordo com Onocko-Campos (2019),para a garantia do acesso universal aos serviços de saúde mental dos quais os usuários necessitam, é preciso a ampliação das estratégias de combate:
Para Mello e Paulon (2015), a construção de pontes entre a Política de Saúde Mental e a Política Nacional de Humanização (PNH), é uma possibilidade para a adoção:
Para Massa e Moreira (2019), um instrumento de recuperação de cidadania que compõe a estratégia de desinstitucionalização?a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é:
De acordo com Massa e Moreira (2019),reafirmar modos de cuidar que valorizem os projetos de vida e a construção da cidadania é o ponto fundamental:
Segundo Gruska e Dimenstein (2015),uma forma de cuidados intensivos em saúde mental, articulada à prevenção de riscos, ao manejo terapêutico e à promoção de saúde é:
Para Gruska e Dimenstein (2015), a ruptura de práticas da cultura manicomial, auxilia na construção de novas formas de cuidado baseadas na liberdade, na autonomia e no exercício de direitos, e busca expandir sua atuação para além dos serviços de saúde mental e busca solidez:
Para Franco e Franco (2012), a Linha do Cuidado só cuida, de fato, do usuário se os serviços de saúde organizarem seus processos de trabalho, de modo que haja o acolhimento dos usuários pelos trabalhadores, o que significa atender bem, fazer uma escuta qualificada do seu problema de saúde, resolver e, se necessário, fazer um encaminhamento seguro. Nesse sentido, os profissionais, para o atendimento às necessidades dos usuários, devem procurar facilitar:
De acordo com Delgado (2012), a violência, fenômeno social, não pode ser reduzida às suas dimensões psicopatológicas, por meio de intervenções psicossociais capazes de abordar com efetividade o sofrimento psíquico causado pela violência. A atenção primária de saúde, articulada ou não com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), tem se defrontado, em seu quotidiano, com os desafios da violência. Sendo esta considerada:
Para Amarante e Nunes (2018), a reforma psiquiátrica é operada por profissionais, usuários, familiares, sociedade civil, etc. O lema por uma “sociedade sem manicômios” faz com que a reforma psiquiátrica seja considerada:
A reforma psiquiátrica tem como um dos seus objetivos principais promover transformações no imaginário social sobre a loucura. Amarante e Nunes (2018) apontam que esse objetivo seja alcançado por meio da:
Em conformidade com a Lei no 10.216, de6 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, é assegurado a essas pessoas o direito:























