As políticas de saúde mental e de redução de danos, consideram o uso abusivo de drogas como uma questão de saúde pública. Portanto, recusam os procedimentos penais e apoiam os encaminhamentos para assistência à saúde, tendo como uma das finalidades evitar a exclusão desse grupo do convívio social. Quando o uso abusivo e problemático de drogas não é mais considerado como crime, ele é denominado:
Entre as várias questões que interferem-na qualidade do cuidado às pessoas com transtorno mental, está o despreparo dos profissionais de saúde, que têm receio de serem rotulados “malucos” e de terem reduzido seu status profissional devido:
Comumente, ouve-se colocações do tipo: “Só trabalho num setor de saúde mental se tiver apoio policial”. No entanto, portadores de transtorno mental não são criminosos, e tampouco os policiais são profissionais preparados para atuar na área de saúde. Os profissionais de saúde não precisam se defender dos pacientes, e sim:
As pessoas em sofrimento mental, geralmente, se apresentam em um grau maior de vulnerabilidade. Nesse sentido, a facilitação do acesso e o acolhimento são fundamentais para que a equipe se torne a referência para essas pessoas. No acolhimento, a equipe NÃO deve:
Quando se trata do atendimento à saúde e, principalmente, das questões de saúde mental, o acolhimento pressupõe:
No campo da saúde mental, é preciso conhecer a biografia das pessoas, o que permite realizar ações de promoção da saúde e prevenção, mas também implica se responsabilizar por elas, por suas angústias e sofrimentos, o que significa realizar acompanhamento para os casos agudos ou crônicos. Para isso, é preciso considerar:
Falar sobre a intenção de morte com um potencial suicida pode levá-lo a cometer o ato. Essa afirmação constitui-se:
Uma ferramenta de trabalho importantíssima para que o profissional possa intervir junto ao paciente é:
O serviço destinado a cuidar integralmente dos casos graves em decorrência do consumo de substâncias psicoativas é:
De acordo com a UNASUS (2013), as drogas proibidas por leis específicas e que têm a produção, a comercialização e o consumo considerados como crime são as:
Para a UNASUS (2013), o novo conceito dos transtornos relacionados ao uso do álcool e outras drogas rejeita a ideia da existência apenas do dependente e não dependente. Existem, ao invés disso, padrões individuais de consumo que variam de intensidade, ou seja, variam em forma de um continuum. Por isso, deve-se avaliar não só a existência do consumo de alguma substância, mas também a intensidade dos sintomas presentes e seus diferentes níveis de gravidade. Sendo assim, tendo como base esse novo conceito, é preciso considerar:
De acordo com a UNASUS (2013), uma síndrome que causa sofrimento ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo, e que acontece devido à interrupção ou redução do uso pesado e prolongado de determinada droga, é denominada:
Segundo a UNASUS (2013), a síndrome caracterizada por alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e mal- adaptativas, devido ao efeito da substâncias obre o SNC e outros sistemas do organismo, e causada pela ingestão recente de uma determinada droga, é denominada:
Para a UNASUS (2013), os profissionais da saúde que trabalham com a população de usuários de drogas devem ter conhecimentos na área, para acolher de modo humanizado essas pessoas e investir não só no tratamento, mas também:
Conforme a UNASUS (2013), as drogas que provocam maior impacto na saúde publicação as:
Para Pupo e Calil (2018), a estratégia que coloca o foco no ser humano que faz uso dessubstancias psicoativas e nas consequências desse consumo que pode ter se tornado problemático é denominada:
Para Pupo e Calil (2018), uma questão que afeta a saúde, na medida em que diminui a qualidade de vida das coletividades e das pessoas, comprometendo a construção de relações comunitárias e redes de apoio social, é a:
Para Surjus et al. (2018), a prática de redução de danos não tem uma receita prescritiva e só pode ser pensada a partir da criação de vínculos e compreensão do contexto de vida do interlocutor. Sendo assim, a redução de danos é uma prática:
De acordo com Surjus et al. (2018), o Estado, apoiado pelo discurso midiático de combate às drogas, finda por perseguir, reprimir, excluir e exterminar populações tidas como indesejadas ou temidas pela sociedade. Sendo assim, considera-se que a grandequestão é que não se faz guerra contra substâncias, mas contra:
Para Trino (2012), a partir do momento em que as equipes dos Consultórios na Rua começarem a ter vínculo legitimado com a população em situação de rua, como uma estratégia de compartilhamento do cuidado, haverá a inclusão dessa população:
Em conformidade com Zeferino, Rodrigues e Assis (2015), na atenção em saúde mental é comum quadros de reagudizaçãosintomatológica considerados como crise. A crise de uma pessoa também representa:
Para Zeferino, Rodrigues e Assis (2015),a compreensão da crise pode abranger diferentes aspectos da vida das pessoas, o que permite o seu entendimento como:
De acordo com Vedana, Graziani e Giacchero (2016), em situação de crise, os usuários podem apresentar comportamentos auto e heteroagressivos, sendo necessário, por vezes, realizar a contenção física. Entretanto, essa medida caracteriza-se como intervenção de segurança, e não como recurso terapêutico, e deve ser adotada:
Para Vedana, Graziani e Giacchero(2016), o suicídio é um grave problema de saúde pública e multicausal. Os esforços para a prevenção do comportamento suicida devem estar pautados no conhecimento dos fatores de risco. As ações relacionadas à prevenção do suicídio devem ser:
De acordo com Vedana, Graziani e Giacchero (2016), existe uma crença de que ao perguntar ao usuário sobre suicídio irá estimulá-lo a cometer o suicídio. Para o cuidado das pessoas com ideação e ou plano de suicídio é preciso escutá-las. Um fato relacionado ao suicídio é que:
De acordo com Brasil (2013), geralmente a questão do uso de drogas é vista a partir de três olhares: o da saúde (doença), o da justiça(delito) e o da religião (pecado). A redução de danos nos propõe um outro olhar, que é:
A ferramenta de organização e sistematização do cuidado construído entre a equipe de saúde e o usuário, que deve considerar a singularidade do sujeito é denominada:
Para Pitta e Guljor (2019), com a reforma psiquiátrica, foram implantados serviços territoriais que visam à transformação dos modos de atenção em saúde mental. Um desses serviços deveria desempenhar uma função estratégica na continência de situações de crise. Esse serviço é:
De acordo com Pitta e Guljor (2019), nas situações de urgência/emergência a internação psiquiátrica deve ser usada como último recurso devido seu caráter:
De acordo com Onocko-Campos (2019),para a garantia do acesso universal aos serviços de saúde mental dos quais os usuários necessitam, é preciso a ampliação das estratégias de combate:
Para Mello e Paulon (2015), a construção de pontes entre a Política de Saúde Mental e a Política Nacional de Humanização (PNH), é uma possibilidade para a adoção:
Para Massa e Moreira (2019), um instrumento de recuperação de cidadania que compõe a estratégia de desinstitucionalização?a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é:
De acordo com Massa e Moreira (2019), reafirmar modos de cuidar que valorizem os projetos de vida e a construção da cidadania é o ponto fundamental:
Segundo Gruska e Dimenstein (2015),uma forma de cuidados intensivos em saúde mental, articulada à prevenção de riscos, ao manejo terapêutico e à promoção de saúde é:
Para Gruska e Dimenstein (2015), aruptura de práticas da cultura manicomial, auxilia na construção de novas formas de cuidado baseadas na liberdade, na autonomia e no exercício de direitos, e busca expandir sua atuação para além dos serviços de saúde mental e busca solidez:
Para Franco e Franco (2012), a Linha do Cuidado só cuida, de fato, do usuário se os serviços de saúde organizarem seus processos de trabalho, de modo que haja o acolhimento dos usuários pelos trabalhadores, o que significa atender bem, fazer uma escuta qualificada do seu problema de saúde, resolver e, se necessário, fazer um encaminhamento seguro. Nesse sentido, os profissionais, para o atendimento às necessidades dos usuários, devem procurar facilitar:
De acordo com Delgado (2012), a violência, fenômeno social, não pode ser reduzida às suas dimensões psicopatológicas, por meio de intervenções psicossociais capazes de abordar com efetividade o sofrimento psíquico causado pela violência. A atenção primária de saúde, articulada ou não com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), tem se defrontado, em seu quotidiano, com os desafios da violência. Sendo esta considerada:
Para Amarante e Nunes (2018), a reforma psiquiátrica é operada por profissionais, usuários, familiares, sociedade civil, etc. O lema por uma “sociedade sem manicômios” faz com que a reforma psiquiátrica seja considerada:
A reforma psiquiátrica tem como um dos seus objetivos principais promover transformações no imaginário social sobre a loucura. Amarante e Nunes (2018) apontam que esse objetivo seja alcançado por meio da:
Em conformidade com a Lei no 10.216, de6 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, é assegurado a essas pessoas o direito:























