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Prova Agente Educacional III - Pref. Nova Iguaçu/RJ
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Questão 1 de 21 Q1263794 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

Assinale a afirmativa correta quanto às características tipológicas predominantes no texto.

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Questão 2 de 21 Q1263795 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

As crônicas de Rubem Braga apresentam reflexões sobre acontecimentos cotidianos e tratam de temas de caráter universal, com uma linguagem objetiva. Levando -se em consideração que o emprego de recursos próprios da linguagem subjetiva caracteriza o texto literário, expressa a visão pessoal do autor a respeito da temática referida:

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Questão 3 de 21 Q1263796 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

Levando -se em consideração as relações sintáticas estabelecidas entre os termos das orações, é possível afirmar que, dentre os destacados em: “Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” (5º§), ocorre m circunstâncias de, respectivamente:

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Questão 4 de 21 Q1263797 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

A compreensão de um texto se dá não apenas pelo processamento de informações explícitas, mas também por meio de informações implícitas, ou seja, a compreensão se dá pela mobilização de um modelo cognitivo, que integra as informações expressas com os conhecimentos prévios do leitor ou com elementos pressupostos no texto. Dessa forma, sobre as ideias evidenciadas no texto, é possível inferir que:

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Questão 5 de 21 Q1263798 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

Prosopopeia é uma figura retórica que diz respeito aos papéis da enunciação. Assim, ela põe em cena seres ausentes, sobrenaturais ou inanimados, fazendo -os ouvir, falar, responder, agir. Há um exemplo de tal figura de linguagem em:

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Questão 6 de 21 Q1263799 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

Levando -se em consideração as construções morfológicas e sintáticas empregadas no texto, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.

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Questão 7 de 21 Q1263800 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

Em “Você já reparou nessa camisa dele?” (5º§), a forma verbal sublinhada determina o mesmo tempo e modo verbal apresentados em:

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Questão 8 de 21 Q1263801 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

A crase é um tipo de acentuação gráfica, também chamada de acento grave. Assinale, a seguir, a afirmativa que evidencia uma locução adverbial indicativa de tempo.

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Questão 9 de 21 Q1263803 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Um casal de amigos vem me visitar. Vejo -os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada. É uma quarta -feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá -me prazer vê -los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar. Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas. Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”. Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?” Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido. A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?” Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?” Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela.

O sujeito é o termo essencial da oração que realiza ou sofre a ação verbal expressa pelo predicado. De acordo com a classificação dos tipos de sujeito, assinale a alternativa que apresenta tipo de sujeito DIFERENTE dos demais.

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Questão 10 de 21 Q1263804 Q11 da prova

“O componente em questão é essencial para a inicialização do computador, sendo o primeiro software a ser executado assim que o PC é ligado. Sua função principal é configurar o hardware inicial do sistema, além de identificar os periféricos conectados. Este componente é fundamental para garantir uma inicialização adequada do sistema operacional e o correto funcionamento do hardware.” As informações fazem referência a qual componente?

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Questão 11 de 21 Q1263805 Q12 da prova

“É um padrão usado para medir a sensibilidade de um mouse. Essa medida indica quantos pixels o cursor irá mover na tela em relação ao movimento físico do mouse. Quanto maior mais sensível é o dispositivo, requerendo menos movimento físico para percorrer a tela.” O texto anterior refere-se a medida:

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Questão 12 de 21 Q1263806 Q13 da prova

O mouse é um dos dispositivos de entrada mais comuns em computadores pessoais, sendo essencial para interagir com o sistema operacional e os aplicativos. Em um mouse comum que, geralmente, possui botão esquerdo, botão direito e roda de rolagem, o Microsoft Windows 10 Pro (Configuração Padrão – Idioma: Português Brasil) define o botão esquerdo para seleções e cliques primários, enquanto o botão direito é associado a funções de contexto, como exibir menus de opções. No entanto, é possível realizar ajustes caso um usuário canhoto deseje modificar as funções do botão primário para melhor utilização, garantindo uma experiência mais personalizada. Através do Botão Iniciar, qual dos caminhos a seguir é correto para alterar as configurações do botão primário do mouse?

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Questão 13 de 21 Q1263807 Q14 da prova

As teclas de atalho são combinações de teclas que ativam funções específicas no sistema, proporcionando uma maneira direta e objetiva de aumentar a produtividade. Essas combinações economizam tempo em determinadas tarefas, tornando a execução de atividades mais eficiente. No Microsoft Windows 10 Pro (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil), a combinação de teclas responsável por criar pastas é:

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Questão 14 de 21 Q1263808 Q15 da prova

Certo usuário inicia o MS-DOS em C:, lista o conteúdo da pasta, navega para o diretório “Programas”, e, em seguida lista o conteúdo desse diretório. Ele visualiza algumas pastas: Utilitários, Jogos e Aplicativos. Depois entra no subdiretório “Utilitários”, lista todo o conteúdo e identifica as seguintes pastas: “Compactadores” e “Antivírus”; então ele navega para o diretório “Antivírus”, lista novamente o diretório e identifica a pasta “Norton”, ele entra na pasta “Norton” e executa o comando norton.exe para iniciar o programa. Com base nas ações realizadas pelo usuário, qual sequência de comandos foram utilizados?

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Questão 15 de 21 Q1263809 Q16 da prova

Mulheres crescem no eleitorado e são maioria em 2 de cada 3 cidades. Diferença em relação aos homens é de 8,1 milhões de potenciais votos; cenário influencia abordagem de campanhas políticas. Ganhar votos das mulheres é cada vez mais importante para se eleger no Brasil. O crescente predomínio feminino no eleitorado faz campanhas políticas recalcularem rotas, define temas principais do pleito e acentua pontos de atrito entre direita e esquerda.

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Questão 16 de 21 Q1263810 Q17 da prova

Um incêndio florestal já consumiu 1.598 hectares da Serra do Amolar, próximo a Corumbá, no Pantanal do Mato Grosso do Sul. De acordo com o instituto, um pequeno proprietário rural da região pode ter começado o fogo na tentativa de limpar o baceiro, a vegetação flutuante que pode se aglomerar e impedir o curso da água ao longo do rio. O Pantanal é a maior área úmida continental do planeta e:

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Questão 17 de 21 Q1263811 Q18 da prova

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi reeleito com cerca de 87,3% dos votos, de acordo com resultados divulgados nesta segunda-feira (18/03/24) pela Comissão Eleitoral Central da Rússia (CEC). Uma série de autoridades internacionais comentaram sobre a reeleição do presidente russo Vladimir Putin garantindo-lhe mais seis anos no cargo. Governos e entidades consideraram a eleição como ilegítima, alegando que foi conduzida de maneira não imparcial. Putin conquistou 87% dos votos e registrou um comparecimento às urnas de 74,2%, estabelecendo recordes na história pós-soviética da Rússia. A partir dessa reeleição e cumprimento do mandato, Putin se torna:

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Questão 18 de 21 Q1263813 Q20 da prova

Pacto foi assinado após CEO da Anthropic ter afirmado ao Congresso que a IA poderá ajudar pessoas a criarem ataques biológicos em larga escala. Mais de 90 biólogos e cientistas especializados em tecnologias de Inteligência Artificial (IA) usadas no desenvolvimento de novas proteínas, ou seja, mecanismos microscópicos que impulsionam criações na biologia, assinaram um acordo para garantir que pesquisas auxiliadas por IA avancem sem expor o mundo a danos graves. As armas biológicas são:

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Questão 19 de 21 Q1263814 Q21 da prova

Ringues improvisados atraem plateia e colocam praticantes em risco. As lutas de rua se espalham pela periferia de São Paulo. Agora, o flagrante vem de Carapicuíba, Grande São Paulo. Dessa vez, são adolescentes lutando boxe em ringues improvisados, enquanto a plateia se diverte. De acordo com especialistas, a prática dessas modalidades, sem que sejam respeitadas as regras básicas de segurança, pode colocar os praticantes em risco. O tipo de luta descrito no texto e também as brigas em grupo denominadas rixas, no Brasil:

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Questão 20 de 21 Q1263815 Q22 da prova

Bastou apenas um dia em meio à forte onda de calor que atinge parte do Brasil para a cidade do Rio de Janeiro atingir um novo recorde de sensação térmica. Segundo o Sistema Alerta Rio, foram registrados impressionantes 62,3 °C de sensação térmica na estação de Guaratiba, às 9h55 no domingo, 17 de março de 2024. O recorde anterior tinha sido atingido no sábado (16/03/24), com 60,1 °C de sensação térmica registrados na mesma estação. Para calcular a sensação térmica:

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Questão 21 de 21 Q1263816 Q23 da prova

O Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp (IEL) promoveu na quinta-feira (14/03) uma mesa de discussão sobre o acervo de Monteiro Lobato, intitulado “O IEL deve cancelar Lobato?”. O debate teve um motivo: em 2023, o Centro Cultural Alexandre Eulalio (Cedae) da Universidade Estadual de Campinas realizou pela primeira vez a exposição “Retratos Literários”, que apresentava imagens e informações de escritores que fazem parte do acervo da faculdade, como Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Monteiro Lobato. Essa não foi a primeira vez que os quadros foram expostos ao público. Em 2016 e, depois, de 2022 – no centenário da Semana de Arte Moderna – até setembro de 2023, o centro cultural já havia exibido as obras. Mas, dessa última vez, o cartaz de Monteiro Lobato sofreu uma intervenção com a inscrição “racista” e foi retirado do pavilhão de docentes, onde estava exposto. Cercada de polêmica sobre ser um conteúdo racista ou não, inegavelmente, a obra de Monteiro Lobato fez parte do imaginário de várias gerações, marcadas principalmente por sua obra que virou programa de televisão. Trata-se de:

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