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Questão 1 de 3Q1 da prova
Leia o poema “O HOMEM E A SECA” de Paulo Gondim para responder as questões 01, 02 e 03: Lavra-se a terra, mas nada se tira Escava-se o chão, desperta-se a ira Abre-se a cova, sob um sol em pira Semente não nasce e o homem suspira O filho chora com fome O sol queima o resto da fé A escassez tudo consome A chuva se esconde , foge a esperança Nenhuma espiga, nenhuma batata, Só a terra seca se apresenta farta A barriga ronca, as tripas afinam O céu azulado, assim, não tem jeito A chuva não vem, não se lavra o eito Despensa vazia, fogão apagado Um filho pequeno, num canto calado De olhos tão fundos, corpo “esqueletado” O ventre crescido, joelhos dobrados E a fome maldita tem todos tomados E o homem, antes, forte, já desesperado Olha para terra, seu berço sagrado Que não quer deixar, mas se vê forçado Pergunta-se a si , não muda, é castigo E pensa consigo, está tudo acabado...É a praga da seca, prenúncio do mal A ninguém perdoa, idoso ou criança Não faz distinção de classe social E sem ter saída, o homem em andança Deixa sua terra, se põe a fugir Não há mais espera, não sabe aonde ir, Morreu a esperança, nada mais resta ali A seca, sem dó, volta tudo ao pó E no caminhar, vêm muitos atrás Tudo ali ficou, os sonhos, os risos Tudo esturricou, só se vê prejuízos Até o chorar é um choro seco No rastro da fome, muitos já se vão Em cima da morte, em busca da sorte Num resto de vida, à procura do pão E só vão os homens, as mulheres ficam Viúvas da seca, de maridos vivos Só elas com os filhos, cada um mais franzino É assim sua sina, é assim seu destino E quem parte da terra, em busca de achar Ao menos comida para a fome matar Se atira no mundo, sem nada no bolso Sem nada no bucho, sem nada na mão A seca terrível, que assola o sertão Expulsa o roceiro sem nada levar Somente a esperança de um dia voltar. Disponível em https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=126131
O “eu lírico” fala das agruras causadas ao sertanejo e há como conflito central:
Questão 2 de 3Q2 da prova
Leia o poema “O HOMEM E A SECA” de Paulo Gondim para responder as questões 01, 02 e 03: Lavra-se a terra, mas nada se tira Escava-se o chão, desperta-se a ira Abre-se a cova, sob um sol em pira Semente não nasce e o homem suspira O filho chora com fome O sol queima o resto da fé A escassez tudo consome A chuva se esconde , foge a esperança Nenhuma espiga, nenhuma batata, Só a terra seca se apresenta farta A barriga ronca, as tripas afinam O céu azulado, assim, não tem jeito A chuva não vem, não se lavra o eito Despensa vazia, fogão apagado Um filho pequeno, num canto calado De olhos tão fundos, corpo “esqueletado” O ventre crescido, joelhos dobrados E a fome maldita tem todos tomados E o homem, antes, forte, já desesperado Olha para terra, seu berço sagrado Que não quer deixar, mas se vê forçado Pergunta-se a si , não muda, é castigo E pensa consigo, está tudo acabado...É a praga da seca, prenúncio do mal A ninguém perdoa, idoso ou criança Não faz distinção de classe social E sem ter saída, o homem em andança Deixa sua terra, se põe a fugir Não há mais espera, não sabe aonde ir, Morreu a esperança, nada mais resta ali A seca, sem dó, volta tudo ao pó E no caminhar, vêm muitos atrás Tudo ali ficou, os sonhos, os risos Tudo esturricou, só se vê prejuízos Até o chorar é um choro seco No rastro da fome, muitos já se vão Em cima da morte, em busca da sorte Num resto de vida, à procura do pão E só vão os homens, as mulheres ficam Viúvas da seca, de maridos vivos Só elas com os filhos, cada um mais franzino É assim sua sina, é assim seu destino E quem parte da terra, em busca de achar Ao menos comida para a fome matar Se atira no mundo, sem nada no bolso Sem nada no bucho, sem nada na mão A seca terrível, que assola o sertão Expulsa o roceiro sem nada levar Somente a esperança de um dia voltar. Disponível em https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=126131
O trecho “Não faz distinção de classe social ”, tem como sujeito:
Questão 3 de 3Q3 da prova
Leia o poema “O HOMEM E A SECA” de Paulo Gondim para responder as questões 01, 02 e 03: Lavra-se a terra, mas nada se tira Escava-se o chão, desperta-se a ira Abre-se a cova, sob um sol em pira Semente não nasce e o homem suspira O filho chora com fome O sol queima o resto da fé A escassez tudo consome A chuva se esconde , foge a esperança Nenhuma espiga, nenhuma batata, Só a terra seca se apresenta farta A barriga ronca, as tripas afinam O céu azulado, assim, não tem jeito A chuva não vem, não se lavra o eito Despensa vazia, fogão apagado Um filho pequeno, num canto calado De olhos tão fundos, corpo “esqueletado” O ventre crescido, joelhos dobrados E a fome maldita tem todos tomados E o homem, antes, forte, já desesperado Olha para terra, seu berço sagrado Que não quer deixar, mas se vê forçado Pergunta-se a si , não muda, é castigo E pensa consigo, está tudo acabado...É a praga da seca, prenúncio do mal A ninguém perdoa, idoso ou criança Não faz distinção de classe social E sem ter saída, o homem em andança Deixa sua terra, se põe a fugir Não há mais espera, não sabe aonde ir, Morreu a esperança, nada mais resta ali A seca, sem dó, volta tudo ao pó E no caminhar, vêm muitos atrás Tudo ali ficou, os sonhos, os risos Tudo esturricou, só se vê prejuízos Até o chorar é um choro seco No rastro da fome, muitos já se vão Em cima da morte, em busca da sorte Num resto de vida, à procura do pão E só vão os homens, as mulheres ficam Viúvas da seca, de maridos vivos Só elas com os filhos, cada um mais franzino É assim sua sina, é assim seu destino E quem parte da terra, em busca de achar Ao menos comida para a fome matar Se atira no mundo, sem nada no bolso Sem nada no bucho, sem nada na mão A seca terrível, que assola o sertão Expulsa o roceiro sem nada levar Somente a esperança de um dia voltar. Disponível em https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=126131
Analisando os trechos sublinhados no poema, há a presença de Predicado Nominal em: