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Prova Agente de Combate às Endemias - Pref. Aratiba/RS
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Questão 1 de 38 Q1 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a ortografia da língua portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 01, 03 e 06.

Questão 2 de 38 Q2 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir: I. A autora esqueceu todos os números de telefones fixos utilizados na época anterior ao advento da internet. II. No texto, a autora dialoga diretamente com o leitor. III. A escritora afirma que, quando sua avó era adolescente, as pessoas lembravam de tudo. Quais estão corretas?

Questão 3 de 38 Q3 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) A autora afirma que a tecnologia facilitou tudo. ( ) Pode-se inferir que a escritora considera o aparelho celular da Nokia maior do que o telefone móvel da Motorola. ( ) Para a escritora, o principal uso dos celulares é conversar com outras pessoas. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 4 de 38 Q4 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as informações mencionadas no texto aos respectivos parágrafos em que aparecem. Coluna 1 1. Primeiro parágrafo. 2. Segundo parágrafo. 3. Sexto parágrafo. 4. Nono parágrafo. Coluna 2 ( ) Constatação de que os celulares armazenam toda a vida de uma pessoa, com a agenda de telefones sendo apenas uma pequena parte do seu vasto volume de dados. ( ) Recordação de números de telefone da era pré-internet, os quais agora são obsoletos, mas permanecem na memória da escritora como relíquias sentimentais de um tempo passado. ( ) Leitor é desafiado a responder um questionamento sobre a dificuldade moderna de memorizar números de telefone. ( ) Menção ao dia em que a escritora esqueceu seu celular em um carro. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 5 de 38 Q5 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que o fragmento retirado do texto apresenta uma interjeição.

Questão 6 de 38 Q6 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o fragmento retirado do texto “Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular”, assinale a alternativa que apresenta um advérbio.

Questão 7 de 38 Q7 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O vocábulo “Recordo” (l. 04) pode ser substituído, sem alteração de sentido no trecho em que se encontra, por:

Questão 8 de 38 Q8 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavra que NÃO pode substituir o vocábulo “geniais” (l. 25) no trecho em que se encontra, por alterar o sentido do fragmento.

Questão 9 de 38 Q9 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento retirado do texto “E ali percebi meu vício em tecnologia”, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação da palavra sublinhada.

Questão 10 de 38 Q10 da prova
A terceirização da memória Por Juliana Bublitz Você tem um minuto para responder, sem espiar no celular (não vale trapa__ear): quantos números de telefone sabe de cor? Dois, três? Ou nem isso? Até hoje lembro de dí__itos da era pré-internet. O contato de casa era 711-3777. O da minha avó, 713-2641. Recordo do som do disco do aparelho girando, levado pelo dedo indicador, e de tagarelar com as amigas de infância, cujos telefones fixos jamais esqueci. Nenhum desses números existe mais, mas seguem guardados como te__ouros arqueológicos inúteis. Naquela época, a gente memorizava tudo. No máximo, consultava uma agenda de papel aos frangalhos, do tamanho da palma da mão, que ficava na mesinha da sala. Aí veio a revolução digital, com Apple, Microsoft e todas as bigtechs. Surgiram o Motorola tijolão, o Nokia tijolinho e o Blackberry com suas teclas mínimas. Em menos de 20 anos, com a chegada dos smartphones e de suas funcionalidades sem fim, as marcas passaram a ser extensões do nosso corpo. Os dispositivos servem até para telefonar, só que hoje ninguém mais precisa disso. Falar para quê A tecnologia mudou o mundo e a forma como nos relacionamos com ele. Tudo ficou mais fácil. Deixou de ser necessário guardar informações “na caixola”, como diria minha avó (aquela mesma, do 713-2641), e passou a ser possível terceirizar a memória. Ganhamos HDs externos. Qual é o sentido de perder tempo memorizando algo, se temos tudo na palma da mão? Hoje, a vida de uma pessoa cabe no celular. A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites. Os contatos estão ali, assim como a conta do banco, a lista do super, o endereço do dentista, a tese de doutorado, as datas de aniversário das pessoas que amamos, o roteiro das férias, o aplicativo de rotas com GPS, os ingressos para o teatro. O que não sabemos (ou esquecemos?) está no Google ou no ChatGPT. Basta digitar e pronto. Resolvido em segundos. O resultado disso é uma vida muito mais prática, mas um bando de gente sequestrada pelo próprio celular, como já escreveu a Martha Medeiros em uma de suas crônicas geniais. Viramos “celular-dependentes”, e a nossa memória também. Dia desses, consegui a façanha de esquecer o aparelho em um veículo da Uber. Percebi segundos depois, quando fui checar as mensagens e quase enlouqueci de mãos vazias. Bateu o desespero. E agora? Não sabia o número de ninguém, não tinha acesso ao Whats, não podia sequer ver as horas nem verificar o e-mail. Para quem ligar para tentar resolver o perrengue? Graças a uma colega que (ufa!) não tinha esquecido o celular no carro, foi possível fazer contato com a empresa e chegar até o motorista. Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido. Foram os 45 minutos mais agonizantes dos últimos tempos. E ali percebi meu vício em tecnologia. Sem o smartphone, a vida travou, e a terceirização da memória se tornou um problemão. Virou amnésia digital. Sabe o que fiz depois disso? Nada. Ou melhor, fiz, sim: decorei três contatos de pessoas próximas para o caso de emergências. Estou salva. Até ser traída pela memória outra vez. (Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/ultimas-noticias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o fragmento retirado do texto “Ele voltou mais tarde para devolver o item perdido”, assinale a alternativa que apresenta a classe gramatical que NÃO aparece no trecho.

Questão 11 de 38 Q11 da prova

O vocábulo “nenhum” é classificado como pronome. Assinale a alternativa que apresenta uma palavra retirada do texto que também recebe essa classificação.

Questão 12 de 38 Q12 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o sinal de pontuação que substitui corretamente a figura na linha 13.

Questão 13 de 38 Q13 da prova

O vocábulo “mas” (l. 06) poderia ser substituído, sem alteração de sentido no trecho em que se encontra, por:

Questão 14 de 38 Q14 da prova

Considerando o fragmento retirado do texto “Naquela época, a gente memorizava tudo”, analise as perguntas abaixo:  Qual é a classificação do predicado?  A oração apresenta complemento verbal? Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

Questão 15 de 38 Q15 da prova

Considerando o fragmento retirado do texto “A agenda de telefones é só uma gota no oceano de bites”, assinale a correta classificação do sujeito.

Questão 16 de 38 Q16 da prova

O município de Aratiba está localizado em qual região do Rio Grande do Sul?

Questão 17 de 38 Q17 da prova

Em dezembro de 2024, o município de Aratiba/RS teve uma conquista importante na área da saúde. O prefeito Gilberto Hendges e o secretário da Saúde, Rogério dos Santos, estiveram em Porto Alegre para receber o certificado com Selo de Município _______________________. A condecoração é proposta pela Secretaria Estadual de Saúde em parceria com o Ministério Público do RS e enfatiza o cumprimento das metas de vacinação estipuladas pelo Estado. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 18 de 38 Q18 da prova

O G20 é um fórum de cooperação econômica internacional que busca fortalecer a economia global e promover o desenvolvimento socioeconômico sustentável. No Brasil, a Cúpula de Líderes do G20 ocorreu nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, reunindo representantes dos 19 países membros, além da União Africana e da União Europeia. Em 2024, em qual estado brasileiro foi realizado o encontro do G20?

Questão 19 de 38 Q19 da prova

O jornal norte-americano The New York Times publicou, no dia 14 de dezembro de 2024, uma reportagem especulando as chances do filme brasileiro ser indicado ao Oscar em 2025. O longa é protagonizado por Fernanda Torres e sua mãe, Fernanda Montenegro, e tem base no livro de Marcelo Rubens Paiva, que conta a história de sua família, marcada pela prisão de seu pai, o ex-deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar de 1971, e o seu desaparecimento. Qual é o nome desse filme?

Questão 20 de 38 Q20 da prova

A 73ª edição do Miss Universo, realizada em novembro de 2024, na capital do México, contou com a participação da egípcia Logina Salah, a primeira modelo com uma doença de origem autoimune caracterizada pela perda gradativa da pigmentação da pele e das mucosas, resultando em manchas brancas irregulares em diferentes partes do corpo. Qual é o nome dessa doença?

Questão 21 de 38 Q21 da prova

A Lei Orgânica do Município de Aratiba/RS prevê que durante o recesso do mês de janeiro, funcionará uma Comissão Representativa, com competência para algumas atribuições, que são, EXCETO:

Questão 22 de 38 Q22 da prova

A respeito da Lei Orgânica do Município de Aratiba/RS, sobre o meio ambiente, analise as assertivas abaixo sobre o meio ambiente e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) A tutela do meio ambiente será exercida exclusivamente pela União. ( ) Toda e qualquer alteração, modificação ou substituição de bens, recursos naturais ou sistema ambiental, depende de prévia autorização do Poder Legislativo. ( ) As leis complementares normativas da saúde, educação, agroatividade e urbanística, estabelecerão em cada setor regras definidas de proteção ambiental. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 23 de 38 Q23 da prova

Com base no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Aratiba/RS, em relação ao regime de trabalho, analise as assertivas abaixo: I. O Executivo Municipal fica autorizado, quando conveniente para um melhor desenvolvimento das atividades do Município, elaborar escalas de trabalho de 6 horas ininterruptas. II. O desenvolvimento de 6 horas ininterruptas de atividades, pelo servidor, é considerado como cumprimento integral do horário previsto em lei. III. Fica autorizado horário especial (carga horária reduzida à metade) para servidores que possuem genitores e filhos, curatelados ou tutelados, portadores de deficiência ou interditados, o que será objeto de regulamentação por decreto. Quais estão corretas?

Questão 24 de 38 Q24 da prova

Conforme preconiza a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, são bens do Estado: I. Os rios com nascente e foz no território do Estado. II. As áreas, nas ilhas oceânicas e costeiras, que estiverem sob seu domínio, excluídas aquelas sob domínio da União, dos Municípios ou de terceiros. III. Os terrenos marginais dos rios e lagos navegáveis que correm ou ficam situados em seu território, em zonas não alcançadas pela influência das marés. Quais estão corretas?

Questão 25 de 38 Q25 da prova

Referente ao Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Aratiba/RS, em relação ao auxílio-reclusão, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 26 de 38 Q26 da prova

Com base na Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Todas as pessoas têm direito, independentemente de pagamento de qualquer natureza, à informação sobre o que consta a seu respeito, a qualquer título, nos registros ou bancos de dados das entidades governamentais ou de caráter público. ( ) Qualquer pessoa poderá exigir, por via administrativa, em processo sigiloso ou não, a retificação ou a atualização das informações a seu respeito e de seus dependentes. ( ) Os registros e bancos de dados poderão conter informações referentes à convicção política, filosófica ou religiosa. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 27 de 38 Q27 da prova

Em relação à estrutura e ao funcionamento dos Conselhos de Saúde, criados para ampliar a participação popular nas políticas públicas brasileiras, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 28 de 38 Q28 da prova

Conforme a Resolução nº 588/2018, que institui a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), é um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual e coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças, transmissíveis e não transmissíveis, e agravos à saúde. O trecho refere-se à:

Questão 29 de 38 Q29 da prova

Com base na Portaria nº 2.436/2017, que estabelece a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), analise as assertivas abaixo: I. Atenção Básica e Atenção Primária em Saúde não são considerados termos equivalentes no âmbito da PNAB. II. A principal estratégia de expansão e consolidação da Atenção Básica é formada pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades de Atenção Básica (UABs). III. Os princípios da Atenção Básica são universalidade, equidade e integralidade. IV. A Atenção Básica é a porta de entrada preferencial do SUS. Quais estão corretas?

Questão 30 de 38 Q30 da prova

Segundo a Lei nº 11.445/2007, são princípios fundamentais do saneamento básico, EXCETO:

Questão 31 de 38 Q32 da prova

Se 20 litros de antisséptico custam R$ 360,00, quanto custará 34 litros ?

Questão 32 de 38 Q33 da prova

Uma torneira pinga 18 vezes a cada 30 segundos. Sabendo que as gotas sempre têm o mesmo volume de 3 ml, determine a quantidade de água desperdiçada em uma hora.

Questão 33 de 38 Q34 da prova

Um ciclista percorreu uma distância de 164 km em 9 horas. Na primeira hora ele fez em velocidade de 20 km. Qual foi a velocidade média empregada no restante do percurso?

Questão 34 de 38 Q35 da prova

A sequência abaixo é formada como progressão aritmética. Qual é a razão dessa progressão? 8, 181, 354, 527, 700

Questão 35 de 38 Q36 da prova

Na cantina de uma escola são vendidos três tipos de lanches salgados: hambúrguer, sanduíche e cachorro quente; e dois tipos de bebidas: refrigerante lata e copo de suco. E como sobremesa, a cantina vende quatro tipos de docinhos: brigadeiro, quindim, pudim e trufa de frutas. Quantas combinações diferentes um aluno pode fazer para seu lanche com essas opções, comprando um item de cada?

Questão 36 de 38 Q37 da prova

Uma progressão geométrica cujo a1 = 3 e razão igual a 2 terá seu sétimo termo igual a:

Questão 37 de 38 Q38 da prova

Qual é o valor dos juros produzidos em uma aplicação sob regime de juros simples, de um capital de R$ 18.000,00, a uma taxa mensal de 1%, durante 7 meses?

Questão 38 de 38 Q40 da prova

A negação da proposição composta “a gata é felina e o cachorro é canino” é:

Acertos
Erros
38
Total