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Prova Agente de Combate à Endemias - Pref. Turvo/SC
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Questão 1 de 16 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

O texto acima pertence ao gênero crônica, gênero discursivo que mistura elementos do jornalismo e da literatura. Qual das alternativas abaixo que apresenta característica condizente com dito gênero?

Questão 2 de 16 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

O humor da história tem o ápice em seu final e está diretamente relacionada com a atitude pretendida pelo personagem do garoto e em como ela se reflete no protagonista. O humor se constrói em torno de qual recurso?

Questão 3 de 16 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

A pontuação é um recurso importante para a construção de sentido, não apenas um reflexo das entonações produzidas pela fala. O uso da vírgula no enunciado abaixo se justifica por: — Não faça isso, meu filho [...]

Questão 4 de 16 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

O gênero crônica, em virtude de seu estilo de escrita aproximar-se da linguagem do cotidiano, tem a liberdade de usar de termo mais coloquiais e que muitas vezes fogem das regras da gramática da língua portuguesa. Observe o trecho abaixo retirado do texto de Stanislaw Ponte Preta e assinale a alternativa que justifique de forma equivocada os desvios cometidos pelo autor: [...] quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante.

Questão 5 de 16 Q5 da prova

Os pronomes são uma importante ferramenta de coesão e são importantes para que não haja repetição de vocábulos, dando mais fluidez ao texto. O pronome oblíquo “lhe” no excerto abaixo refere-se a qual substantivo dentro do texto? O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo [...]

Questão 6 de 16 Q6 da prova

A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar formada principalmente por países do Ocidente, com o objetivo de promover a segurança e a estabilidade entre seus membros. Embora seu foco seja a defesa mútua contra ameaças externas, a organização também tem um papel relevante em questões de segurança global, especialmente em cenários de desafios geopolíticos. Sua influência continua a ser significativa no cenário internacional, especialmente no contexto de relações entre potências globais. Neste contexto, assinale a alternativa que contém um país que NÃO faz parte da OTAN:

Questão 7 de 16 Q9 da prova

De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, a cidade, sendo uma terra de planície (80%), localizada a 20 quilômetros da escarpa da Serra Geral e com um clima úmido, é natural que seja rasgado por diversos cursos pluviais que fazem do município um verdadeiro paraíso de rios. O território municipal pertence a bacia hidrográfica do Rio Araranguá e o regime dos rios turvenses é fluvial, pois as suas cheias dependem das chuvas. Sobre este tema, e considerando as informações do site oficial do município, dentre os rios que atravessam Turvo, podemos citar, EXCETO:

Questão 8 de 16 Q11 da prova

É o conjunto de serviços executados pela equipe de saúde que atendam às necessidades da população adscrita nos campos do cuidado, da promoção e manutenção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, da cura, da reabilitação, redução de danos e dos cuidados paliativos. Inclui a responsabilização pela oferta de serviços em outros pontos de atenção à saúde e o reconhecimento adequado das necessidades biológicas, psicológicas, ambientais e sociais causadoras das doenças, e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins, além da ampliação da autonomia das pessoas e coletividade. Qual princípio está sendo mencionado acima?

Questão 9 de 16 Q12 da prova

A portaria Nº 399, divulga o Pacto pela Saúde onde Consolida o SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido. O Pacto pela Vida está constituído por um conjunto de compromissos sanitários, expressos em objetivos de processos e resultados e derivados da análise da situação de saúde do País e das prioridades definidas pelos governos federal, estaduais e municipais. Deste modo, em que ano foi a prova do as Diretrizes Operacionais do Pacto pela Saúde.

Questão 10 de 16 Q13 da prova

São princípios gerais do financiamento para o Sistema Único de Saúde: Responsabilidade das três esferas de gestão – União, Estados e Municípios, o financiamento de custeio com recursos federais constituído, organizados e transferidos em blocos de recursos, as bases de cálculo que formam cada Bloco e os montantes financeiros destinados para os Estados, Municípios e Distrito Federal devem compor memórias de cálculo, para fins de histórico e monitoramento. Os blocos de financiamento para o custeio são, EXCETO:

Questão 11 de 16 Q14 da prova

A Atenção Básica é o conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada, realizada com equipe multiprofissional e dirigida à população em território definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária. Neste contexto, analise os itens abaixo e depois marque a alternativa CORRETA: I. A Atenção Básica será a principal porta de entrada e centro de comunicação da RAS, coordenadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços disponibilizados na rede. II. A Atenção Básica será ofertada parcialmente e gratuitamente a todas as pessoas, de acordo com suas necessidades e demandas do território, considerando os determinantes de saúde. III. É proibida qualquer exclusão baseada em idade, gênero, raça/cor, etnia, crença, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero, estado de saúde, condição socioeconômica, escolaridade, limitação física, intelectual, funcional e outras.

Questão 12 de 16 Q15 da prova

A Covid-19 é uma infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e de distribuição global. O SARS-CoV-2 é um betacoronavírus descoberto em amostras de lavado broncoalveolar obtidas de pacientes com pneumonia de causa desconhecida na cidade de Wuhan, província de Hubei, China, em dezembro de qual ano?

Questão 13 de 16 Q16 da prova

Estruturada para atender à diversidade e às necessidades de saúde da população brasileira, a Estratégia Saúde da Família (ESF) é baseada no trabalho de equipes multiprofissionais e leva em consideração as especificidades territoriais, culturais e sociais. Ela desenvolve ações de saúde a partir do conhecimento da realidade local e das necessidades da população. Para isso, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) prevê diferentes arranjos de equipes, que podem ser adotados conforme a realidade de cada local. Essas equipes atuam de forma integrada e complementar, promovendo o aumento do acesso, a equidade e a qualificação dos cuidados. O modelo da ESF busca fortalecer a proximidade e o vínculo entre a unidade de saúde, os usuários e suas famílias, facilitando o acesso, a corresponsabilização e a continuidade do cuidado. Dentro dessa equipe, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) tem atribuições específicas, conforme detalhado a seguir. I. Registrar, para fins de planejamento e acompanhamento das ações de saúde, os dados de nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde, garantido o sigilo ético; II. Desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividades; III. Informar os usuários sobre as datas e horários de consultas e exames agendados; IV. Participar dos processos de regulação a partir da Atenção Básica para acompanhamento das necessidades dos usuários no que diz respeito a agendamentos ou desistências de consultas e exames solicitados; V. Exercer outras atribuições que lhes sejam atribuídas por legislação específica da categoria, ou outra normativa instituída pelo gestor federal, municipal ou do Distrito Federal. Assinale a alternativa CORRETA:

Questão 14 de 16 Q17 da prova

A Organização Mundial de Saúde define Assistência Domiciliar como a provisão de serviços de saúde, com objetivo de promover, restaurar e manter o conforto, função e saúde das pessoas num nível máximo, incluindo cuidados para uma morte digna. Para a ESF, a Visita Domiciliar é uma tecnologia de interação no cuidado à saúde, sendo de fundamental importância quando adotada pela equipe de saúde no conhecimento das condições de vida e saúde das famílias sob sua responsabilidade. Com relação às Visitas Domiciliares, coloque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A visita domiciliar é uma grande possibilidade de atendimento domiciliário junto às famílias, que favorece a avaliação das demandas desses clientes, bem como do ambiente em que vivem. ( ) A Visita Domiciliar, dentro das ações de saúde, não necessita ser registrada nos prontuários. ( ) A Visita Domiciliar é uma das atribuições dadas pela Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011 a todos os membros da equipe de saúde da Estratégia Saúde da Família. ( ) A visita surge como uma oportunidade de estabelecimento de um plano assistencial voltado à recuperação e ao autocuidado. A sequência correta é;

Questão 15 de 16 Q18 da prova

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, embora possa acometer outros órgãos e/ou sistemas. A doença é causada por qual tipo de patógeno?

Questão 16 de 16 Q20 da prova

A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de alguns fatores, entre eles: o vírus envolvido, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como doenças crônicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme). São conhecidos atualmente quantos sorotipos da dengue?

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