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Prova Agente de Apoio Operacional - Pref. Quilombo/SC
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
O texto de Mia Couto, renomado escritor de Moçambique, servirá como base para responder as questões de 01 a 05: CHUVA: A ABENSONHADA Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento? Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto. Para Tia Tristereza a chuva não é assunto de clima, mas recado dos espíritos. E a velha se atribui amplos sorrisos: desta vez é que eu envergarei o fato que ela tanto me insiste. Indumentária tão exibível e eu envergando mangas e gangas. Tristereza sacode em sua cabeça a minha teimosia: haverá razoável argumento para eu me apresentar assim tão descortinado, sem me sujeitar às devidas aparências? Ela não entende. Enquanto alisa os lençóis, vai puxando outros assuntos. A idosa senhora não tem dúvida: a chuva está a acontecer devido das rezas, cerimônias oferecidas aos antepassados. Em todo o Moçambique a guerra está parar. Sim, agora já as chuvas podem recomeçar. Todos estes anos, os deuses nos castigaram com a seca. Os mortos, mesmo os mais veteranos, já se ressequiam lá nas profundezas. Tristereza vai escovando o casaco que eu nunca hei-de usar e profere suas certezas: – Nossa terra estava cheia do sangue. Hoje, está ser limpa, faz conta é essa roupa que lavei. Mas nem agora, desculpe o favor, nem agora o senhor dá vez a este seu fato? – Mas, Tia Tristereza: não está chover de mais? De mais? Não, a chuva não esqueceu os modos de tombar, diz a velha. E me explica: a água sabe quantos grãos tem a areia. Para cada grão ela faz uma gota. Tal igual a mãe que tricota o agasalho de um ausente filho. Para Tristereza a natureza tem seus serviços, decorridos em simples modos como os dela. As chuvadas foram no justo tempo encomendadas: os deslocados que regressam a seus lugares já encontrarão o chão molhado, conforme o gosto das sementes. A Paz tem outros governos que não passam pela vontade dos políticos. Mas dentro de mim persiste uma desconfiança: esta chuva, minha tia, não será prolongadamente demasiada? Não será que à calamidade de estio se seguirá a punição das cheias? Tristereza olha a encharcada paisagem e me mostra outros entendimentos meteorológicos que minha sabedoria não pode tocar. Um pano sempre se reconhece pelo avesso, ela costuma me dizer. Deus fez os brancos e os pretos para, nas costas de uns e outros, poder decifrar o Homem. E apontando as nuvens gordas me confessa: – Lá em cima, senhor, há peixes e caranguejos. Sim, bichos que sempre acompanham a água. E adianta: tais bichezas sempre caem durante as tempestades. – Não acredita, senhor? Mesmo em minha casa já caíram. – Sim, finjo acreditar. E quais tipos de peixes? Negativo: tais peixes não podem receber nenhum nome. Seriam precisas sagradas palavras e essas não cabem em nossas humanas vozes. De novo, ela lonjeia seus olhos pela janela. Lá fora continua chovendo. O céu devolve o mar que nele se havia alojado em lentas migrações de azul. Mas parece que, desta feita, o céu entende invadir a inteira terra, juntar os rios, ombro a ombro. E volto a interrogar: não serão demasiadas águas, tombando em maligna bondade? A voz de Tristereza se repete em monotonia de chuva. E ela vai murmurrando: o senhor, desculpe a minha boca, mas parece um bicho à procura da floresta. E acrescenta: – A chuva está limpar a areia. Os falecidos vão ficar satisfeitos. Agora, era bom respeito o senhor usar este fato. Para condizer com a festa de Moçambique ... Tristereza ainda me olha, em dúvida. Depois, resignada, pendura o casaco. A roupa parece suspirar. Minha teimosia ficou suspensa num cabide. Espreito a rua, riscos molhados de tristeza vão descendo pelos vidros. Por que motivo eu tanto procuro a evasão? E por que razão a velha tia se aceita interior, toda ela vestida de casa? Talvez por pertencer mais ao mundo, Tristereza não sinta, como eu, a atração de sair. Ela acredita que acabou o tempo de sofrer, nossa terra se está lavando do passado. Eu tenho dúvidas, preciso olhar a rua. A janela: não é onde a casa sonha ser mundo? A velha acabou o serviço, se despede enquanto vai fechando as portas, com lentos vagares. Entrou uma tristeza na sua alma e eu sou o culpado. Reparo como as plantas despontam lá fora. O verde fala a língua de todas as cores. A Tia já dobrou as despedidas e está a sair quando eu a chamo: – Tristereza, tira o meu casaco. Ela se ilumina de espanto. Enquanto despe o cabide, a chuva vai parando. Apenas uns restantes pingos vão tombando sobre o meu casaco. Tristereza me pede: não sacuda, essa aguinha dá sorte. E de braço dado, saímos os dois pisando charcos, em descuido de meninos que sabem do mundo a alegria de um infinito brinquedo.

Em relação ao narrador do texto: 1- É um narrador observador, pois não participa dos acontecimentos. 2- É um narrador personagem, pois participa da história. 3- É um narrador onisciente, pois faz algumas falas durante o desenrolar da história. 4-O narrador faz um relato parcial, pois não se pode ter outra visão dos fatos a não ser a dele. Estão corretas somente a(s) afirmação(ões):

Questão 2 de 40 Q2 da prova
O texto de Mia Couto, renomado escritor de Moçambique, servirá como base para responder as questões de 01 a 05: CHUVA: A ABENSONHADA Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento? Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto. Para Tia Tristereza a chuva não é assunto de clima, mas recado dos espíritos. E a velha se atribui amplos sorrisos: desta vez é que eu envergarei o fato que ela tanto me insiste. Indumentária tão exibível e eu envergando mangas e gangas. Tristereza sacode em sua cabeça a minha teimosia: haverá razoável argumento para eu me apresentar assim tão descortinado, sem me sujeitar às devidas aparências? Ela não entende. Enquanto alisa os lençóis, vai puxando outros assuntos. A idosa senhora não tem dúvida: a chuva está a acontecer devido das rezas, cerimônias oferecidas aos antepassados. Em todo o Moçambique a guerra está parar. Sim, agora já as chuvas podem recomeçar. Todos estes anos, os deuses nos castigaram com a seca. Os mortos, mesmo os mais veteranos, já se ressequiam lá nas profundezas. Tristereza vai escovando o casaco que eu nunca hei-de usar e profere suas certezas: – Nossa terra estava cheia do sangue. Hoje, está ser limpa, faz conta é essa roupa que lavei. Mas nem agora, desculpe o favor, nem agora o senhor dá vez a este seu fato? – Mas, Tia Tristereza: não está chover de mais? De mais? Não, a chuva não esqueceu os modos de tombar, diz a velha. E me explica: a água sabe quantos grãos tem a areia. Para cada grão ela faz uma gota. Tal igual a mãe que tricota o agasalho de um ausente filho. Para Tristereza a natureza tem seus serviços, decorridos em simples modos como os dela. As chuvadas foram no justo tempo encomendadas: os deslocados que regressam a seus lugares já encontrarão o chão molhado, conforme o gosto das sementes. A Paz tem outros governos que não passam pela vontade dos políticos. Mas dentro de mim persiste uma desconfiança: esta chuva, minha tia, não será prolongadamente demasiada? Não será que à calamidade de estio se seguirá a punição das cheias? Tristereza olha a encharcada paisagem e me mostra outros entendimentos meteorológicos que minha sabedoria não pode tocar. Um pano sempre se reconhece pelo avesso, ela costuma me dizer. Deus fez os brancos e os pretos para, nas costas de uns e outros, poder decifrar o Homem. E apontando as nuvens gordas me confessa: – Lá em cima, senhor, há peixes e caranguejos. Sim, bichos que sempre acompanham a água. E adianta: tais bichezas sempre caem durante as tempestades. – Não acredita, senhor? Mesmo em minha casa já caíram. – Sim, finjo acreditar. E quais tipos de peixes? Negativo: tais peixes não podem receber nenhum nome. Seriam precisas sagradas palavras e essas não cabem em nossas humanas vozes. De novo, ela lonjeia seus olhos pela janela. Lá fora continua chovendo. O céu devolve o mar que nele se havia alojado em lentas migrações de azul. Mas parece que, desta feita, o céu entende invadir a inteira terra, juntar os rios, ombro a ombro. E volto a interrogar: não serão demasiadas águas, tombando em maligna bondade? A voz de Tristereza se repete em monotonia de chuva. E ela vai murmurrando: o senhor, desculpe a minha boca, mas parece um bicho à procura da floresta. E acrescenta: – A chuva está limpar a areia. Os falecidos vão ficar satisfeitos. Agora, era bom respeito o senhor usar este fato. Para condizer com a festa de Moçambique ... Tristereza ainda me olha, em dúvida. Depois, resignada, pendura o casaco. A roupa parece suspirar. Minha teimosia ficou suspensa num cabide. Espreito a rua, riscos molhados de tristeza vão descendo pelos vidros. Por que motivo eu tanto procuro a evasão? E por que razão a velha tia se aceita interior, toda ela vestida de casa? Talvez por pertencer mais ao mundo, Tristereza não sinta, como eu, a atração de sair. Ela acredita que acabou o tempo de sofrer, nossa terra se está lavando do passado. Eu tenho dúvidas, preciso olhar a rua. A janela: não é onde a casa sonha ser mundo? A velha acabou o serviço, se despede enquanto vai fechando as portas, com lentos vagares. Entrou uma tristeza na sua alma e eu sou o culpado. Reparo como as plantas despontam lá fora. O verde fala a língua de todas as cores. A Tia já dobrou as despedidas e está a sair quando eu a chamo: – Tristereza, tira o meu casaco. Ela se ilumina de espanto. Enquanto despe o cabide, a chuva vai parando. Apenas uns restantes pingos vão tombando sobre o meu casaco. Tristereza me pede: não sacuda, essa aguinha dá sorte. E de braço dado, saímos os dois pisando charcos, em descuido de meninos que sabem do mundo a alegria de um infinito brinquedo.

Qual é o assunto principal do texto:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
O texto de Mia Couto, renomado escritor de Moçambique, servirá como base para responder as questões de 01 a 05: CHUVA: A ABENSONHADA Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento? Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto. Para Tia Tristereza a chuva não é assunto de clima, mas recado dos espíritos. E a velha se atribui amplos sorrisos: desta vez é que eu envergarei o fato que ela tanto me insiste. Indumentária tão exibível e eu envergando mangas e gangas. Tristereza sacode em sua cabeça a minha teimosia: haverá razoável argumento para eu me apresentar assim tão descortinado, sem me sujeitar às devidas aparências? Ela não entende. Enquanto alisa os lençóis, vai puxando outros assuntos. A idosa senhora não tem dúvida: a chuva está a acontecer devido das rezas, cerimônias oferecidas aos antepassados. Em todo o Moçambique a guerra está parar. Sim, agora já as chuvas podem recomeçar. Todos estes anos, os deuses nos castigaram com a seca. Os mortos, mesmo os mais veteranos, já se ressequiam lá nas profundezas. Tristereza vai escovando o casaco que eu nunca hei-de usar e profere suas certezas: – Nossa terra estava cheia do sangue. Hoje, está ser limpa, faz conta é essa roupa que lavei. Mas nem agora, desculpe o favor, nem agora o senhor dá vez a este seu fato? – Mas, Tia Tristereza: não está chover de mais? De mais? Não, a chuva não esqueceu os modos de tombar, diz a velha. E me explica: a água sabe quantos grãos tem a areia. Para cada grão ela faz uma gota. Tal igual a mãe que tricota o agasalho de um ausente filho. Para Tristereza a natureza tem seus serviços, decorridos em simples modos como os dela. As chuvadas foram no justo tempo encomendadas: os deslocados que regressam a seus lugares já encontrarão o chão molhado, conforme o gosto das sementes. A Paz tem outros governos que não passam pela vontade dos políticos. Mas dentro de mim persiste uma desconfiança: esta chuva, minha tia, não será prolongadamente demasiada? Não será que à calamidade de estio se seguirá a punição das cheias? Tristereza olha a encharcada paisagem e me mostra outros entendimentos meteorológicos que minha sabedoria não pode tocar. Um pano sempre se reconhece pelo avesso, ela costuma me dizer. Deus fez os brancos e os pretos para, nas costas de uns e outros, poder decifrar o Homem. E apontando as nuvens gordas me confessa: – Lá em cima, senhor, há peixes e caranguejos. Sim, bichos que sempre acompanham a água. E adianta: tais bichezas sempre caem durante as tempestades. – Não acredita, senhor? Mesmo em minha casa já caíram. – Sim, finjo acreditar. E quais tipos de peixes? Negativo: tais peixes não podem receber nenhum nome. Seriam precisas sagradas palavras e essas não cabem em nossas humanas vozes. De novo, ela lonjeia seus olhos pela janela. Lá fora continua chovendo. O céu devolve o mar que nele se havia alojado em lentas migrações de azul. Mas parece que, desta feita, o céu entende invadir a inteira terra, juntar os rios, ombro a ombro. E volto a interrogar: não serão demasiadas águas, tombando em maligna bondade? A voz de Tristereza se repete em monotonia de chuva. E ela vai murmurrando: o senhor, desculpe a minha boca, mas parece um bicho à procura da floresta. E acrescenta: – A chuva está limpar a areia. Os falecidos vão ficar satisfeitos. Agora, era bom respeito o senhor usar este fato. Para condizer com a festa de Moçambique ... Tristereza ainda me olha, em dúvida. Depois, resignada, pendura o casaco. A roupa parece suspirar. Minha teimosia ficou suspensa num cabide. Espreito a rua, riscos molhados de tristeza vão descendo pelos vidros. Por que motivo eu tanto procuro a evasão? E por que razão a velha tia se aceita interior, toda ela vestida de casa? Talvez por pertencer mais ao mundo, Tristereza não sinta, como eu, a atração de sair. Ela acredita que acabou o tempo de sofrer, nossa terra se está lavando do passado. Eu tenho dúvidas, preciso olhar a rua. A janela: não é onde a casa sonha ser mundo? A velha acabou o serviço, se despede enquanto vai fechando as portas, com lentos vagares. Entrou uma tristeza na sua alma e eu sou o culpado. Reparo como as plantas despontam lá fora. O verde fala a língua de todas as cores. A Tia já dobrou as despedidas e está a sair quando eu a chamo: – Tristereza, tira o meu casaco. Ela se ilumina de espanto. Enquanto despe o cabide, a chuva vai parando. Apenas uns restantes pingos vão tombando sobre o meu casaco. Tristereza me pede: não sacuda, essa aguinha dá sorte. E de braço dado, saímos os dois pisando charcos, em descuido de meninos que sabem do mundo a alegria de um infinito brinquedo.

Use V para verdadeiro e F para falso de acordo com as informações do texto lido: ( ) Tristereza acredita que a chuva que caía era para lavar a alma das pessoas que vão para a guerra. ( )As personagens não têm a mesma opinião sobre a chuva. ( )As personagens estão alegres tanto pela chuva quanto pela guerra que está no fim (findando). ( )É possível perceber que as personagens dialogam dentro de uma casa. Respeitando a ordem que que apareçam as frases, temos:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
O texto de Mia Couto, renomado escritor de Moçambique, servirá como base para responder as questões de 01 a 05: CHUVA: A ABENSONHADA Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento? Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto. Para Tia Tristereza a chuva não é assunto de clima, mas recado dos espíritos. E a velha se atribui amplos sorrisos: desta vez é que eu envergarei o fato que ela tanto me insiste. Indumentária tão exibível e eu envergando mangas e gangas. Tristereza sacode em sua cabeça a minha teimosia: haverá razoável argumento para eu me apresentar assim tão descortinado, sem me sujeitar às devidas aparências? Ela não entende. Enquanto alisa os lençóis, vai puxando outros assuntos. A idosa senhora não tem dúvida: a chuva está a acontecer devido das rezas, cerimônias oferecidas aos antepassados. Em todo o Moçambique a guerra está parar. Sim, agora já as chuvas podem recomeçar. Todos estes anos, os deuses nos castigaram com a seca. Os mortos, mesmo os mais veteranos, já se ressequiam lá nas profundezas. Tristereza vai escovando o casaco que eu nunca hei-de usar e profere suas certezas: – Nossa terra estava cheia do sangue. Hoje, está ser limpa, faz conta é essa roupa que lavei. Mas nem agora, desculpe o favor, nem agora o senhor dá vez a este seu fato? – Mas, Tia Tristereza: não está chover de mais? De mais? Não, a chuva não esqueceu os modos de tombar, diz a velha. E me explica: a água sabe quantos grãos tem a areia. Para cada grão ela faz uma gota. Tal igual a mãe que tricota o agasalho de um ausente filho. Para Tristereza a natureza tem seus serviços, decorridos em simples modos como os dela. As chuvadas foram no justo tempo encomendadas: os deslocados que regressam a seus lugares já encontrarão o chão molhado, conforme o gosto das sementes. A Paz tem outros governos que não passam pela vontade dos políticos. Mas dentro de mim persiste uma desconfiança: esta chuva, minha tia, não será prolongadamente demasiada? Não será que à calamidade de estio se seguirá a punição das cheias? Tristereza olha a encharcada paisagem e me mostra outros entendimentos meteorológicos que minha sabedoria não pode tocar. Um pano sempre se reconhece pelo avesso, ela costuma me dizer. Deus fez os brancos e os pretos para, nas costas de uns e outros, poder decifrar o Homem. E apontando as nuvens gordas me confessa: – Lá em cima, senhor, há peixes e caranguejos. Sim, bichos que sempre acompanham a água. E adianta: tais bichezas sempre caem durante as tempestades. – Não acredita, senhor? Mesmo em minha casa já caíram. – Sim, finjo acreditar. E quais tipos de peixes? Negativo: tais peixes não podem receber nenhum nome. Seriam precisas sagradas palavras e essas não cabem em nossas humanas vozes. De novo, ela lonjeia seus olhos pela janela. Lá fora continua chovendo. O céu devolve o mar que nele se havia alojado em lentas migrações de azul. Mas parece que, desta feita, o céu entende invadir a inteira terra, juntar os rios, ombro a ombro. E volto a interrogar: não serão demasiadas águas, tombando em maligna bondade? A voz de Tristereza se repete em monotonia de chuva. E ela vai murmurrando: o senhor, desculpe a minha boca, mas parece um bicho à procura da floresta. E acrescenta: – A chuva está limpar a areia. Os falecidos vão ficar satisfeitos. Agora, era bom respeito o senhor usar este fato. Para condizer com a festa de Moçambique ... Tristereza ainda me olha, em dúvida. Depois, resignada, pendura o casaco. A roupa parece suspirar. Minha teimosia ficou suspensa num cabide. Espreito a rua, riscos molhados de tristeza vão descendo pelos vidros. Por que motivo eu tanto procuro a evasão? E por que razão a velha tia se aceita interior, toda ela vestida de casa? Talvez por pertencer mais ao mundo, Tristereza não sinta, como eu, a atração de sair. Ela acredita que acabou o tempo de sofrer, nossa terra se está lavando do passado. Eu tenho dúvidas, preciso olhar a rua. A janela: não é onde a casa sonha ser mundo? A velha acabou o serviço, se despede enquanto vai fechando as portas, com lentos vagares. Entrou uma tristeza na sua alma e eu sou o culpado. Reparo como as plantas despontam lá fora. O verde fala a língua de todas as cores. A Tia já dobrou as despedidas e está a sair quando eu a chamo: – Tristereza, tira o meu casaco. Ela se ilumina de espanto. Enquanto despe o cabide, a chuva vai parando. Apenas uns restantes pingos vão tombando sobre o meu casaco. Tristereza me pede: não sacuda, essa aguinha dá sorte. E de braço dado, saímos os dois pisando charcos, em descuido de meninos que sabem do mundo a alegria de um infinito brinquedo.

Em um dos fragmentos abaixo o narrador utiliza uma figura de linguagem denominada personificação. Essa figura atribui a objetos inanimados ou seres irracionais características dos seres humanos. Tendo como base essa informação assinale o fragmento que apresenta essa figura de linguagem:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
O texto de Mia Couto, renomado escritor de Moçambique, servirá como base para responder as questões de 01 a 05: CHUVA: A ABENSONHADA Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento? Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto. Para Tia Tristereza a chuva não é assunto de clima, mas recado dos espíritos. E a velha se atribui amplos sorrisos: desta vez é que eu envergarei o fato que ela tanto me insiste. Indumentária tão exibível e eu envergando mangas e gangas. Tristereza sacode em sua cabeça a minha teimosia: haverá razoável argumento para eu me apresentar assim tão descortinado, sem me sujeitar às devidas aparências? Ela não entende. Enquanto alisa os lençóis, vai puxando outros assuntos. A idosa senhora não tem dúvida: a chuva está a acontecer devido das rezas, cerimônias oferecidas aos antepassados. Em todo o Moçambique a guerra está parar. Sim, agora já as chuvas podem recomeçar. Todos estes anos, os deuses nos castigaram com a seca. Os mortos, mesmo os mais veteranos, já se ressequiam lá nas profundezas. Tristereza vai escovando o casaco que eu nunca hei-de usar e profere suas certezas: – Nossa terra estava cheia do sangue. Hoje, está ser limpa, faz conta é essa roupa que lavei. Mas nem agora, desculpe o favor, nem agora o senhor dá vez a este seu fato? – Mas, Tia Tristereza: não está chover de mais? De mais? Não, a chuva não esqueceu os modos de tombar, diz a velha. E me explica: a água sabe quantos grãos tem a areia. Para cada grão ela faz uma gota. Tal igual a mãe que tricota o agasalho de um ausente filho. Para Tristereza a natureza tem seus serviços, decorridos em simples modos como os dela. As chuvadas foram no justo tempo encomendadas: os deslocados que regressam a seus lugares já encontrarão o chão molhado, conforme o gosto das sementes. A Paz tem outros governos que não passam pela vontade dos políticos. Mas dentro de mim persiste uma desconfiança: esta chuva, minha tia, não será prolongadamente demasiada? Não será que à calamidade de estio se seguirá a punição das cheias? Tristereza olha a encharcada paisagem e me mostra outros entendimentos meteorológicos que minha sabedoria não pode tocar. Um pano sempre se reconhece pelo avesso, ela costuma me dizer. Deus fez os brancos e os pretos para, nas costas de uns e outros, poder decifrar o Homem. E apontando as nuvens gordas me confessa: – Lá em cima, senhor, há peixes e caranguejos. Sim, bichos que sempre acompanham a água. E adianta: tais bichezas sempre caem durante as tempestades. – Não acredita, senhor? Mesmo em minha casa já caíram. – Sim, finjo acreditar. E quais tipos de peixes? Negativo: tais peixes não podem receber nenhum nome. Seriam precisas sagradas palavras e essas não cabem em nossas humanas vozes. De novo, ela lonjeia seus olhos pela janela. Lá fora continua chovendo. O céu devolve o mar que nele se havia alojado em lentas migrações de azul. Mas parece que, desta feita, o céu entende invadir a inteira terra, juntar os rios, ombro a ombro. E volto a interrogar: não serão demasiadas águas, tombando em maligna bondade? A voz de Tristereza se repete em monotonia de chuva. E ela vai murmurrando: o senhor, desculpe a minha boca, mas parece um bicho à procura da floresta. E acrescenta: – A chuva está limpar a areia. Os falecidos vão ficar satisfeitos. Agora, era bom respeito o senhor usar este fato. Para condizer com a festa de Moçambique ... Tristereza ainda me olha, em dúvida. Depois, resignada, pendura o casaco. A roupa parece suspirar. Minha teimosia ficou suspensa num cabide. Espreito a rua, riscos molhados de tristeza vão descendo pelos vidros. Por que motivo eu tanto procuro a evasão? E por que razão a velha tia se aceita interior, toda ela vestida de casa? Talvez por pertencer mais ao mundo, Tristereza não sinta, como eu, a atração de sair. Ela acredita que acabou o tempo de sofrer, nossa terra se está lavando do passado. Eu tenho dúvidas, preciso olhar a rua. A janela: não é onde a casa sonha ser mundo? A velha acabou o serviço, se despede enquanto vai fechando as portas, com lentos vagares. Entrou uma tristeza na sua alma e eu sou o culpado. Reparo como as plantas despontam lá fora. O verde fala a língua de todas as cores. A Tia já dobrou as despedidas e está a sair quando eu a chamo: – Tristereza, tira o meu casaco. Ela se ilumina de espanto. Enquanto despe o cabide, a chuva vai parando. Apenas uns restantes pingos vão tombando sobre o meu casaco. Tristereza me pede: não sacuda, essa aguinha dá sorte. E de braço dado, saímos os dois pisando charcos, em descuido de meninos que sabem do mundo a alegria de um infinito brinquedo.

“Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país.” Somente uma das orações abaixo pode ser completada com À. Assinale-a:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

Indique a assertiva onde ocorre uma composição por justaposição:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Todas as assertivas estão corretas em relação ao emprego do hífen, exceto uma. Marque-a:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Na frase: “As verduras, vendidas na feira, foram utilizadas na festa de casamento de Marta.” as vírgulas empregadas têm função de:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Complete as sentenças corretamente: 1-Não sabemos ..............agiu daquele jeito. 2-Você não foi à reunião, ...............? 3-Elas não descobriram o ..................... de tanta indignação. 4-Não vou para casa .................quero aproveitar meu tempo livre. Respeitando a ordem em que as sentenças aparecem, temos:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

A alternativa em que pelo menos uma das palavras apresenta erro de grafia é:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Observe a sequência dos números abaixo 2 – 4 – 6 – 24 – 26 – 28 – 48 – 50 – (?). Qual o número que melhor representa valor do (?) neste caso:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Uma empresa do ramo da construção civil gosta de colocar enigmas que façam que seus funcionários despertem o raciocínio lógico, no quadro de recados está escrito: “hoje é sexta-feira e amanhã não trabalharás” a negação para esta frase é

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Gustavo tem um carro que percorre 385km e consome 25 litros de gasolina. Se Gustavo pretende percorrer 231km qual o consumo de gasolina para essa distância?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

O professor Leonardo passou no quadro as seguintes sentenças matemáticas: I) II) Sabendo que Marta é uma ótima aluna e fez as duas contas corretamente, quais foram as respostas que Marta encontrou nas sentenças I e II respectivamente:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Se um trabalhador faz uma jornada de trabalho de segunda-feira a sexta-feira que compreende os seguintes horários: 7h30 às 11h48 pela parte da manhã e 13h15 às 17h45 pela parte da tarde. Quantas horas de trabalho ele faz segunda-feira a sexta-feira:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Leonardo pretende aplicar R$ 20.000,00 num fundo de aplicação que rende 0,45% ao mês na modalidade de juro simples. Se ele optar em aplicar por 3 meses qual será o possível montante que receberá:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Em uma indústria há 660 funcionários, sendo eles do setor interno e externo, o setor externo é composto por 429 pessoas. Qual a porcentagem de funcionários que compõe a parte interna desta indústria:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Um trator “A” leva 20 horas para preparar um lote de terra para o plantio, o trator “B” leva 30 horas para preparar o mesmo lote de terra. Se os dois tratores iriam preparar simultaneamente este pedaço de terra quanto tempo levaria:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Um terreno retangular tem 16 metro de largura e 24 metros de comprimento. Esse terreno apresenta uma área de:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Uma rua foi pavimentada com pedras irregulares, onde 18 operários levaram 42 dias para executá-la. Se essa mesma rua tivesse sido pavimentada por 12 operários em quantos dias teria sido executada:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Os instrumentos agrícolas vêm sendo aprimorados de acordo com as necessidades e o advento de novas tecnologias, porém, alguns instrumentos permanecem os mesmos ao longo do tempo. “A _________________ serve para a capina ou remoção de ervas daninhas em terrenos. É composta por um cabo de madeira com uma lâmina de aço.” Preencha a lacuna corretamente:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Existem muitos tipos de equipamentos agrícolas, alguns manuais, outros grandes e mecânicos. Das alternativas abaixo, qual não pode ser considerado equipamento agrícola?

Questão 23 de 40 Q23 da prova

As pragas atuam nas plantas de diversas formas. Podem atingir folhas, raízes e matar a planta. Plantas de jardim são bastante suscetíveis a essas pragas. Quando atacam as folhas é necessário combate-las. Um método muito utilizado é a ......................, que consiste em disseminar sobre a planta uma substância líquida em partículas diminutas ou converter algo em pó para destruir as pragas.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

A reciclagem é um processo de transformação do resíduo sólido que não seria aproveitado, atribuindo novas características para que ele se torne novamente matéria-prima ou novo produto. Dos itens abaixo, qual não pode ser reciclado?

Questão 25 de 40 Q25 da prova

As cores definem e ajudam a entender o processo de reciclagem a medida que nos ensinam o local correto para destinar os materiais. Diariamente são produzidas muitas toneladas de lixo. Os metais devem ser descartados, depositados nas lixeiras de cor:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Proteger-se de acidentes e danos à saúde é sua responsabilidade. Ajudam nesse processo os EPIs que devem ser disponibilizados pela empresa de acordo com o risco que envolve seu trabalho. Ao retirar o lixo você deve utilizar o seguinte equipamento de proteção:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Sua função pode envolver a limpeza e manutenção de vias públicas e praças municipais, bem como, o uso de equipamentos que gerem ruídos. No caso de ruídos você deverá usar o seguinte EPI:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Em casos de acidentes, muitas vezes nos apavoramos e esquecemos os números de telefone de telefones. Os números de emergência são compostos de três dígitos para que possamos lembrar facilmente. Em caso de acidente com você ou com colega de trabalho ligue para os bombeiros no número:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Um bom ambiente de trabalho depende das nossas atitudes enquanto colaborador. Não devemos tornar o ambiente de trabalho propenso a rivalidades, confrontos e tensões. Para que haja um bom ambiente de trabalho deve haver a prática de atitudes positivas, exceto:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

As instituições são formadas de diversos profissionais. Todos são importantes, porém alguns ocupam cargos mais elevados segundo sua importância, grandeza, graduação, entre outros. Nada mais é que uma ordenada distribuição dos poderes com subordinação sucessiva uns aos outros. O enunciado faz referência a/ao:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Todos são responsáveis pela organização e higiene do seu local de trabalho devendo colaborar com ações que promovam a manutenção do mesmo. São ações a serem tomadas para que todos possam ajudar na arrumação e higiene da organização, exceto:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

O maior objetivo do saneamento básico consiste na promoção à saúde humana, pois muitas doenças se manifestam por falta de saneamento. Indique a opção que não descreve uma das atividades do saneamento:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Os produtos saneantes são controlados pela ANVISA e seus fabricantes são obrigados a seguir as normas legais e técnicas. São exemplos de produtos saneantes, exceto:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Segundo as recomendações do Ministério da Saúde e da ANVISA os rótulos dos produtos saneantes devem conter, exceto:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Os inseticidas, fungicidas, herbicidas, alcançam seus efeitos também de acordo com o método de aplicação. São comercializados na forma de líquidos, soluções, pó, entre outros. São técnicas de aplicação de inseticidas, fungicidas e herbicidas, exceto:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Por inseticidas entendem-se não somente os produtos concebidos para matar insetos, mas também os que possuem efeito repelente ou atraente. Vários inseticidas caracterizam-se pela ação ou método de utilização. Entre estes destacam-se, exceto:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Os fungicidas são produtos destinados a:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Os desinfetantes são agentes que destroem de maneira irreversível as bactérias, vírus e outros microrganismos indesejáveis. São exemplos de agentes desinfetantes, exceto:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Quando falamos em coleta seletiva, a lixeira azul corresponde ao descarte de qual material?

Questão 40 de 40 Q40 da prova

A remoção de óleo ou graxa de oficinas é uma limpeza mais difícil. Os pisos desses locais são constantemente manchados por graxa e óleo. Por causa da difícil remoção, esses produtos exigem que o piso seja lavado com:

Acertos
Erros
40
Total