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Prova Agente Comunitário de Saúde - Pref. Apiacás/MT
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Questão 1 de 16 Q1 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 04.

A Lenda da Vitória -Régia

Há muitos e muitos anos, em certas noites, a Lua, chamada Jaci pelos índios tupis -guaranis, aparecia com todo o seu esplendor para iluminar uma aldeia na Amazônia brasileira.
Sabia -se que Jaci, quando se escondia atrás das montanhas, sempre levava consigo as jovens de sua preferência e as transformava em estrelas no céu.
Acontece que uma moça da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com esse encontro, e seus olhos brilhavam quando pensava no grande dia em que seria convidada pela deusa Jaci. No entanto, os anciãos da tribo alertavam:
— Naiá, as moças são transformadas em estrelas depois que são tocadas pela formosa deusa. Não tem volta, Naiá!
Mas quem conseguia convencê -la? Naiá queria porque queria ser levada pela Lua, para ser estrela no céu e brilhar ao lado de Jaci!
Nas noites claras da floresta, ou quando apenas um pedacinho da Lua aparecia no céu, a índia sonhadora corria e implorava pelo toque de Jaci, sem nunca a alcançar.
Naiá subia nos galhos mais altos das árvores ou pernoitava no cume dos morros silenciosos, na esperança de ascender ao céu pelo convite da deusa.
Mas Jaci sumia na imensidão do céu, para depois ressurgir linda, redonda e brilhante. Enquanto isso, a jovem índia apenas definhava. Naiá já não sentia fome nem sede. E não havia pajé que a curasse do seu imenso desejo.
Uma noite, tendo parado para descansar após longa caminhada, Naiá sentou -se à beira de um lago.
Viu, então, na superfície, a imagem da deusa: a Lua estava bem ali, ao seu alcance, refletida no espelho d’água. Naiá, pensando que a Lua descera para se banhar, mergulhou fundo ao seu encontro e se afogou.
Jaci, comovida com tão intenso desejo, quis recompensar o sacrifício da bela jovem índia e resolveu metamorfoseá -la em uma estrela diferente de todas aquelas que brilhavam no céu. Assim, Naiá foi transformada na “Estrela das Águas”, única e majestosa, que é a vitória -régia ou mumuru, como é chamada pelos índios tupis -guaranis.
Conta -se que, por isso, as flores perfumadas e brancas da vitória -régia só se abrem à noite: uma homenagem à Jaci, a deusa Lua. E, ao nascer do sol, as flores ficam rosadas, como o rosto da índia guerreira Naiá.

O título do texto remete ao gênero textual a que pertence: é uma lenda. Assinale a alternativa que NÃO apresenta característica relativa às lendas.

Questão 2 de 16 Q2 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 04.

A Lenda da Vitória -Régia

Há muitos e muitos anos, em certas noites, a Lua, chamada Jaci pelos índios tupis -guaranis, aparecia com todo o seu esplendor para iluminar uma aldeia na Amazônia brasileira.
Sabia -se que Jaci, quando se escondia atrás das montanhas, sempre levava consigo as jovens de sua preferência e as transformava em estrelas no céu.
Acontece que uma moça da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com esse encontro, e seus olhos brilhavam quando pensava no grande dia em que seria convidada pela deusa Jaci. No entanto, os anciãos da tribo alertavam:
— Naiá, as moças são transformadas em estrelas depois que são tocadas pela formosa deusa. Não tem volta, Naiá!
Mas quem conseguia convencê -la? Naiá queria porque queria ser levada pela Lua, para ser estrela no céu e brilhar ao lado de Jaci!
Nas noites claras da floresta, ou quando apenas um pedacinho da Lua aparecia no céu, a índia sonhadora corria e implorava pelo toque de Jaci, sem nunca a alcançar.
Naiá subia nos galhos mais altos das árvores ou pernoitava no cume dos morros silenciosos, na esperança de ascender ao céu pelo convite da deusa.
Mas Jaci sumia na imensidão do céu, para depois ressurgir linda, redonda e brilhante. Enquanto isso, a jovem índia apenas definhava. Naiá já não sentia fome nem sede. E não havia pajé que a curasse do seu imenso desejo.
Uma noite, tendo parado para descansar após longa caminhada, Naiá sentou -se à beira de um lago.
Viu, então, na superfície, a imagem da deusa: a Lua estava bem ali, ao seu alcance, refletida no espelho d’água. Naiá, pensando que a Lua descera para se banhar, mergulhou fundo ao seu encontro e se afogou.
Jaci, comovida com tão intenso desejo, quis recompensar o sacrifício da bela jovem índia e resolveu metamorfoseá -la em uma estrela diferente de todas aquelas que brilhavam no céu. Assim, Naiá foi transformada na “Estrela das Águas”, única e majestosa, que é a vitória -régia ou mumuru, como é chamada pelos índios tupis -guaranis.
Conta -se que, por isso, as flores perfumadas e brancas da vitória -régia só se abrem à noite: uma homenagem à Jaci, a deusa Lua. E, ao nascer do sol, as flores ficam rosadas, como o rosto da índia guerreira Naiá.

O registro linguístico usado na escrita da lenda revela obediência às normas da escrita padrão, com trechos em linguagem informal. Assinale o trecho do texto em que a linguagem é informal.

Questão 3 de 16 Q3 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 04.

A Lenda da Vitória -Régia

Há muitos e muitos anos, em certas noites, a Lua, chamada Jaci pelos índios tupis -guaranis, aparecia com todo o seu esplendor para iluminar uma aldeia na Amazônia brasileira.
Sabia -se que Jaci, quando se escondia atrás das montanhas, sempre levava consigo as jovens de sua preferência e as transformava em estrelas no céu.
Acontece que uma moça da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com esse encontro, e seus olhos brilhavam quando pensava no grande dia em que seria convidada pela deusa Jaci. No entanto, os anciãos da tribo alertavam:
— Naiá, as moças são transformadas em estrelas depois que são tocadas pela formosa deusa. Não tem volta, Naiá!
Mas quem conseguia convencê -la? Naiá queria porque queria ser levada pela Lua, para ser estrela no céu e brilhar ao lado de Jaci!
Nas noites claras da floresta, ou quando apenas um pedacinho da Lua aparecia no céu, a índia sonhadora corria e implorava pelo toque de Jaci, sem nunca a alcançar.
Naiá subia nos galhos mais altos das árvores ou pernoitava no cume dos morros silenciosos, na esperança de ascender ao céu pelo convite da deusa.
Mas Jaci sumia na imensidão do céu, para depois ressurgir linda, redonda e brilhante. Enquanto isso, a jovem índia apenas definhava. Naiá já não sentia fome nem sede. E não havia pajé que a curasse do seu imenso desejo.
Uma noite, tendo parado para descansar após longa caminhada, Naiá sentou -se à beira de um lago.
Viu, então, na superfície, a imagem da deusa: a Lua estava bem ali, ao seu alcance, refletida no espelho d’água. Naiá, pensando que a Lua descera para se banhar, mergulhou fundo ao seu encontro e se afogou.
Jaci, comovida com tão intenso desejo, quis recompensar o sacrifício da bela jovem índia e resolveu metamorfoseá -la em uma estrela diferente de todas aquelas que brilhavam no céu. Assim, Naiá foi transformada na “Estrela das Águas”, única e majestosa, que é a vitória -régia ou mumuru, como é chamada pelos índios tupis -guaranis.
Conta -se que, por isso, as flores perfumadas e brancas da vitória -régia só se abrem à noite: uma homenagem à Jaci, a deusa Lua. E, ao nascer do sol, as flores ficam rosadas, como o rosto da índia guerreira Naiá.

Releia o trecho: Nas noites claras da floresta, ou quando apenas um pedacinho da Lua aparecia no céu, a índia sonhadora corria e implorava pelo toque de Jaci, sem nunca a alcançar. Naiá subia nos galhos mais altos das árvores ou pernoitava no cume dos morros silenciosos, na esperança de ascender ao céu pelo convite da deusa. Sobre a análise linguística de palavras desse trecho, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Questão 4 de 16 Q4 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 04.

A Lenda da Vitória -Régia

Há muitos e muitos anos, em certas noites, a Lua, chamada Jaci pelos índios tupis -guaranis, aparecia com todo o seu esplendor para iluminar uma aldeia na Amazônia brasileira.
Sabia -se que Jaci, quando se escondia atrás das montanhas, sempre levava consigo as jovens de sua preferência e as transformava em estrelas no céu.
Acontece que uma moça da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com esse encontro, e seus olhos brilhavam quando pensava no grande dia em que seria convidada pela deusa Jaci. No entanto, os anciãos da tribo alertavam:
— Naiá, as moças são transformadas em estrelas depois que são tocadas pela formosa deusa. Não tem volta, Naiá!
Mas quem conseguia convencê -la? Naiá queria porque queria ser levada pela Lua, para ser estrela no céu e brilhar ao lado de Jaci!
Nas noites claras da floresta, ou quando apenas um pedacinho da Lua aparecia no céu, a índia sonhadora corria e implorava pelo toque de Jaci, sem nunca a alcançar.
Naiá subia nos galhos mais altos das árvores ou pernoitava no cume dos morros silenciosos, na esperança de ascender ao céu pelo convite da deusa.
Mas Jaci sumia na imensidão do céu, para depois ressurgir linda, redonda e brilhante. Enquanto isso, a jovem índia apenas definhava. Naiá já não sentia fome nem sede. E não havia pajé que a curasse do seu imenso desejo.
Uma noite, tendo parado para descansar após longa caminhada, Naiá sentou -se à beira de um lago.
Viu, então, na superfície, a imagem da deusa: a Lua estava bem ali, ao seu alcance, refletida no espelho d’água. Naiá, pensando que a Lua descera para se banhar, mergulhou fundo ao seu encontro e se afogou.
Jaci, comovida com tão intenso desejo, quis recompensar o sacrifício da bela jovem índia e resolveu metamorfoseá -la em uma estrela diferente de todas aquelas que brilhavam no céu. Assim, Naiá foi transformada na “Estrela das Águas”, única e majestosa, que é a vitória -régia ou mumuru, como é chamada pelos índios tupis -guaranis.
Conta -se que, por isso, as flores perfumadas e brancas da vitória -régia só se abrem à noite: uma homenagem à Jaci, a deusa Lua. E, ao nascer do sol, as flores ficam rosadas, como o rosto da índia guerreira Naiá.

Quando duas ou mais palavras apresentam sentido próximo ou mesmo idêntico em um texto, são denominadas sinônimas. Assinale a alternativa em que NÃO são apresentados somente sinônimos da palavra dada.

Questão 5 de 16 Q5 da prova

De acordo com o contexto em que são empregadas, as palavras podem ser utilizadas em seu sentido literal/denotativo e em seu sentido figurado/conotativo. A conotação refere-se aos sentidos, associações e ideias que vão além do sentido original da palavra; já a denotação refere-se ao significado mais objetivo e comum de um termo. Marque C para exemplo de sentido conotativo e D para exemplo de sentido denotativo.

Questão 6 de 16 Q6 da prova

Em termos de concordância verbal, o verbo ser apresenta especificidades. Assinale a alternativa em que a concordância do verbo ser NÃO obedece às regras da norma culta da língua escrita.

Questão 7 de 16 Q8 da prova

A conexão entre as orações em um texto pode ser estabelecida por meio de conjunções. O tipo de relação estabelecida pelas conjunções subordinativas é determinado pelo contexto. Assinale o trecho em que a conjunção inicia uma oração na qual é indicada a consequência do que foi declarado na oração anterior.

Questão 8 de 16 Q9 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões 09 e 10.

As pequenas coisas que dão prazer são feitas de momentos breves, quase mágicos, nos quais os cinco sentidos parecem parar no tempo e, sem pressa, saborear todas as sensações, antes de registrá-las para sempre na memória.
Esses pedacinhos de cotidiano são feitos de cheiros, sabores, cores e sonoridades particulares que tocam você, às vezes de forma inexplicável, e que ficam associados àqueles momentos especiais de sua vida. São pedrinhas semeadas ao longo do caminho de sua existência. Ao parar para observar, por alguns segundos, esses instantes e esses pequeninos prazeres, você saberá do que é que você gosta e, assim, aprenderá a se conhecer melhor. Pois dizer o que ama é um pouco como escrever a sua história ou desenhar o seu próprio retrato.

Qual alternativa NÃO apresenta ideia abordada no texto?

Questão 9 de 16 Q10 da prova

Os pronomes têm a finalidade de, em um texto, substituir ou determinar um substantivo. Assinale a alternativa em que todas as palavras dadas são classificadas gramaticalmente, nesse texto, como pronomes.

Questão 10 de 16 Q11 da prova

No planejamento das atividades do ACS, é importante estabelecer um plano de ação que é composto por

Questão 11 de 16 Q13 da prova

Em relação às doenças transmitidas por vetores, a coluna da esquerda apresenta a doença e a da direita, o vetor. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

Questão 12 de 16 Q15 da prova

Sobre ações educativas no campo da saúde, marque V para a afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Questão 13 de 16 Q16 da prova

Em relação aos princípios e diretrizes do SUS, analise as afirmativas.

Questão 14 de 16 Q17 da prova

Em relação à Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, assinale a afirmativa correta.

Questão 15 de 16 Q18 da prova

Em relação ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), analise as afirmativas.

Questão 16 de 16 Q20 da prova

NÃO é atribuição do Agente Comunitário de Saúde (ACS):

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