De acordo com Acioli Neto e Amarante(2013), as ações do acompanhamento terapêutico se inserem como práticas opostas aos modelos asilares de tratamento, alinhando-se às propostas da reforma psiquiátrica se constituem um importante instrumento de integração de projetos de cuidados centrados:
Para Acioli Neto e Amarante (2013), a atenção psicossocial busca:
De acordo com Baptista, Cavalcante e Barbosa (2018), as equipes precisam estar abertas à relação com as diferenças que constituem os usuários, e não apenas dispostas a seguir um tecnicismo para tratar doenças. O acompanhamento em saúde mental precisa ocorrer:
De acordo com Baptista, Cavalcante e Barbosa (2018), a atenção em saúde mental pressupõe conexões. Ao se conectar o usuários e conecta tanto com o social quanto com os elementos culturais necessários à:
De acordo com Brasil (2013), para o atendimento de pessoas que se encontram com muitas dificuldades para locomoção e em quadro agudo e que não tem como ir aos serviços, está previsto que o cuidado se desenvolva:
Segundo Brasil (2013), é fundamental para o sucesso do processo de cuidado em saúde mental:
De acordo com Brasil (2013), a atenção domiciliar, por ser uma modalidade de cuidado transversal realizada na casa, a equipe de Saúde precisa adotar um olhar e um agir ampliados para garantir:
Segundo Brasil (2013), uma tecnologia leve, de uso das equipes na sua relação com o usuário e que se propõe qualificar a relação trabalhador-usuário é:
De acordo com a Portaria do Ministério da Saúde, Brasil (2011), que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), as equipes de Consultório na Rua devem ofertar cuidados em saúde mental, para:
Segundo Brasil (2013), especialmente na atenção domiciliar, o profissional de saúde deve desenvolver a competência de ajudar as pessoas com foco na qualidade de vida. Para tanto, é preciso:
Ferigato, Campos e Ballarin (2007), ao se referirem à crise, consideram-na, em um contexto global, uma circunstância pela qual todos já passaram ou passarão um dia. Sendo assim, a crise não pode ser resumida a um privilégio apenas de pessoas portadoras de sofrimento psíquico e não pode ser tomada apenas como uma experiência:
Segundo Corte, Silva e Jesus (2011), a atenção domiciliar, como proposta de reorganização da atenção e estabelecimento de uma linha de cuidado, apresenta-se como uma resposta às demandas de um cuidado voltado para o território, de forma integral, e na perspectiva da atenção psicossocial, na medida em que propõe uma corresponsabilização entre:
De acordo com Corte, Silva e Jesus(2011), na atenção em Saúde Mental surgem questões sobre os limites do trabalho profissional, seus saberes e funções. O que se percebe na atenção domiciliar é que tais limites ficam mais tênues, e o cuidado se impõe pelas necessidades, urgências e peculiaridades que os sujeitos moradores daquela casa apresentam. Esse cuidado é perpassado pela:
Para Corte, Silva e Jesus (2011), o “poder contratual” nos psicóticos pode estar comprometido, sendo previsto o “empréstimo "do poder dos cuidadores para aumentar a autonomia dos usuários. Assim, um dos principais papéis do cuidador seria o de criar condições para que o usuário possa participar do processo de:
De acordo com Silva, Souza, Oliveira, Mendonça e Hardman (2009), com o processo da reforma psiquiátrica, um princípio norteador da estruturação dos serviços é a substituição progressiva dos hospitais psiquiátricos por recursos extra-hospitalares, como:
Segundo Silva, Souza, Oliveira, Mendonça e Hardman (2009), uma das possibilidades para o cuidado intensivo do usuário em crise para que o mesmo não seja internado em hospital psiquiátrico é:
Para Silva, Souza, Oliveira, Mendonça e Hardman (2009), uma das dificuldades dos CAPS para lidar com a crise na psicose se dá principalmente:
De acordo com Silva, Souza, Oliveira ,Mendonça e Hardman (2009), a atenção domiciliar constitui uma das estratégias da atenção psicossocial que visa:
Segundo Silva, Souza, Oliveira, Mendonça e Hardman (2009), para que o cuidado na perspectiva da atenção psicossocial se dê, é importante que haja vínculo e acolhimento. Entretanto, para um bom acolhimento, é preciso haver:
Segundo Acioli Neto e Amarante (2013), a atenção psicossocial aponta para uma ação intersetorial a promoção da territorialização do cuidado, fora de estabelecimentos de saúde. Além de propor a reconstrução de aspectos relevantes na produção social da vida dos usuários. Para tanto, preconiza um cuidado:
Em conformidade com Zeferino, Rodrigues e Assis (2015), na atenção em saúde mental é comum quadros de reagudizaçãos intomatológica considerados como crise. A crise de uma pessoa também representa:
Para Zeferino, Rodrigues e Assis (2015),a compreensão da crise pode abranger diferentes aspectos da vida das pessoas, o que permite o seu entendimento como:
De acordo com Vedana, Graziani e Giacchero (2016), em situação de crise, os usuários podem apresentar comportamentos auto e hetero agressivos, sendo necessário, por vezes, realizar a contenção física. Entretanto, essa medida caracteriza-se como intervenção de segurança, e não como recurso terapêutico, e deve ser adotada:
Para Vedana, Graziani e Giacchero(2016), o suicídio é um grave problema de saúde pública e multicausal. Os esforços para a prevenção do comportamento suicida devem estar pautados no conhecimento dos fatores de risco. As ações relacionadas à prevenção do suicídio devem ser:
De acordo com Vedana, Graziani e Giacchero (2016), existe uma crença de que ao perguntar ao usuário sobre suicídio irá estimula-lo a cometer o suicídio. Para o cuidado das pessoas com ideação e ou plano suicídio é preciso escutá-las. Um fato relacionado ao suicídio é que:
De acordo com Brasil (2013), geralmente a questão do uso de drogas é vista a partir de, três olhares: o da saúde (doença), o da justiça(delito) e o da religião (pecado). A redução de danos nos propõe um outro olhar, que é:
Em conformidade com Brasil (2013), a ferramenta de organização e sistematização do cuidado construído entre a equipe de saúde e o usuário, que deve considerar a singularidade do sujeito é denominada:
Para Pitta e Guljor (2019), com a reforma psiquiátrica, foram implantados serviços territoriais que visam à transformação dos modos de atenção em saúde mental. Um desses serviços deveria desempenhar uma função estratégica na continência de situações de crise. Esse serviço é:
De acordo com Pitta e Guljor (2019), nas situações de urgência/emergência a internação psiquiátrica deve ser usada como último recurso devido seu caráter:
De acordo com O nocko-Campos (2019),para a garantia do acesso universal aos serviços de saúde mental dos quais os usuários necessitam, é preciso a ampliação das estratégias de combate:
Para Mello e Paulon (2015), a construção de pontes entre a Política de Saúde Mental e a Política Nacional de Humanização (PNH), é uma possibilidade para a adoção:
Para Massa e Moreira (2019), um instrumento de recuperação de cidadania que compõe a estratégia de desinstitucionalização?a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é:
De acordo com Massa e Moreira (2019), reafirmar modos de cuidar que valorizem os projetos de vida e a construção da cidadania é o ponto fundamental:
Segundo Gruska e Dimenstein (2015),uma forma de cuidados intensivos em saúde mental, articulada à prevenção de riscos, ao manejo terapêutico e à promoção de saúde é:
Para Gruska e Dimenstein (2015), a ruptura de práticas da cultura manicomial, auxilia na construção de novas formas de cuidado baseadas na liberdade, na autonomia e no exercício de direitos, e busca expandir sua atuação para além dos serviços de saúde mental e busca solidez:
Para Franco e Franco (2012), a Linha do Cuidado só cuida, de fato, do usuário se os serviços de saúde organizarem seus processos de trabalho, de modo que haja o acolhimento dos usuários pelos trabalhadores, o que significa atender bem, fazer uma escuta qualificada do seu problema de saúde, resolver e, se necessário, fazer um encaminhamento seguro. Nesse sentido, os profissionais, para o atendimento às necessidades dos usuários, devem procurar facilitar:
De acordo com Delgado (2012), a violência, fenômeno social, não pode ser reduzida às suas dimensões psicopatológicas, por meio de intervenções psicossociais capazes de abordar com efetividade o sofrimento psíquico causado pela violência. A atenção primária de saúde, articulada ou não com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), tem se defrontado, em seu quotidiano, com os desafios da violência. Sendo esta considerada:
Para Amarante e Nunes (2018), a reforma psiquiátrica é operada por profissionais, usuários, familiares, sociedade civil, etc. O lema por uma “sociedade sem manicômios” faz com que a reforma psiquiátrica seja considerada:
A reforma psiquiátrica tem como um dos seus objetivos principais promover transformações no imaginário social sobre a loucura. Amarante e Nunes (2018) apontam que esse objetivo seja alcançado por meio da:
Em conformidade com a Lei no 10.216, de6 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, é assegurado aessas pessoas o direito:























