SEDUC - Secretaria de Estado da Educação - RS

SEDUC - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEDUC/RS - 2013

EDITAL DE CONCURSO Nº. 01/2013

COM ALTERAÇÕES DO EDITAL Nº 02/2013

Notícia:   Seduc - RS abre 10 mil vagas para Professores em todo estado

O Secretário de Estado da Educação, no uso de suas atribuições, torna público por este Edital que realizará Concurso Público, através de provas seletivas de caráter competitivo, sob a coordenação técnico-administrativa da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos - FDRH, para o provimento de cargo de Professor do Quadro de Carreira do Magistério Público do Estado do Rio Grande do Sul, de acordo com a Lei Estadual nº 6.672/74, com alterações posteriores, sob o regime estatutário.

O Concurso reger-se-á pelas disposições contidas no Decreto Estadual nº 48.724, de 22/12/2011, que regulamenta os Concursos Públicos do Magistério Público do Estado do Rio Grande do Sul, e pelas disposições contidas na Lei Complementar nº 13.763/2011, que disciplina o acesso dos estrangeiros aos cargos públicos, na Lei 13.694/2011 (Estatuto da Igualdade Racial), na Lei nº 10.228/94, na Lei nº 13.320/2009 e no Decreto nº 44.300/2006, alterado através do Decreto n.º 46.656/2009, que regram a participação da pessoa com deficiência em Concursos Públicos, na Lei Federal nº 9.394/96 e, subsidiariamente, naquilo que não é contrário, no Decreto Estadual nº 43.911 de 13 de julho de 2005, bem como pelas normas estabelecidas neste Edital.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES:

1.1. O Concurso Público destina-se ao provimento de 10.000 (dez mil) vagas para o cargo de professor, para as áreas do conhecimento e habilitação relacionadas no Anexo 1 deste Edital.

1.1.1. O concurso destina-se ao preenchimento das vagas relacionadas no Anexo 2 para o provimento do cargo de professor do Quadro de Carreira do Magistério Público do Estado do Rio Grande do Sul e dos que vierem a vagar.

1.2. De acordo com as necessidades da Secretaria da Educação, os candidatos nomeados poderão ser designados para exercer suas atribuições em qualquer um dos municípios que integram a jurisdição da respectiva Coordenadoria Regional de Educação (CRE) onde se inscreverem.

1.2.1. Não havendo mais candidatos classificados na região, poderá ser nomeado candidato de região diversa, devidamente habilitado para a vaga a ser preenchida com sua anuência, conforme item 12.1.4, deste Edital.

1.3. O candidato será nomeado no nível 1 ou 5, conforme a sua habilitação, na forma do Anexo 1 deste Edital, combinado com o Art. 7º da Lei nº. 6.672/74, regulamentado pelo Decreto nº 25.182/76.

1.4. No ato da inscrição, o candidato deverá optar pela Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Antes de efetuar sua inscrição, o candidato deverá verificar no Anexo 2 deste Edital se está prevista vaga na CRE para a área de conhecimento em que deseja se inscrever.

2. DA DIVULGAÇÃO:

2.1. A divulgação oficial das informações referentes a este Concurso, editais ou avisos, até a homologação de seus resultados finais, dar-se-á por meio de publicações no Diário Oficial do Estado.

2.1.1. Essas informações estarão à disposição dos candidatos nos seguintes endereços:

a) Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) - localizada na Avenida Borges de Medeiros, nº 1501, Plataforma - Porto Alegre - RS e no site www.educacao.rs.gov.br;

b) Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos - FDRH, situada na Avenida Praia de Belas n.º 1595, Bairro Menino Deus - Porto Alegre/RS e no site www.fdrh.rs.gov.br

2.2. O acompanhamento da divulgação das informações referentes a este Concurso Público é de inteira responsabilidade do candidato.

3. DAS INSCRIÇÕES E SUAS CONDIÇÕES:

3.1. As inscrições serão efetuadas exclusivamente pela Internet, no período de 27 de fevereiro a 13 de março de 2013, no Formulário Eletrônico de Inscrição específico, disponível no endereço www.fdrh.rs.gov.br.

3.2. Ao efetuar a inscrição, o candidato deverá certificar-se dos requisitos exigidos para a posse, previstos no item 12 deste Edital.

3.3. O Formulário Eletrônico de Inscrição deverá ser preenchido com as seguintes informações:

3.3.1. Nome completo do candidato;

3.3.2. Número do CPF;

3.3.3. Número do documento de identidade que tenha fé pública;

3.3.3.1. Serão aceitos como documentos de identidade, dentre outros que tenham fé pública, desde que com foto e assinatura do candidato:

a) carteiras e/ou cédulas de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança Pública de qualquer dos Estados Brasileiros, pelas Forças Armadas, pelas Polícias Militares, pelo Ministério das Relações Exteriores;

b) cédulas de identidade fornecidas por Ordens ou Conselhos de Classe que, por Lei Federal, valem como documento de identidade, como as do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Conselho Regional de Química (CRQ) ou outros de mesma equivalência;

c) Carteira de Trabalho e Previdência Social;

d) Carteira Nacional de Habilitação com fotografia e assinatura, na forma da Lei Federal nº 9.503/97;

e) Registro Nacional de Estrangeiro - RNE, com visto permanente.

3.3.3.2. O documento cujo número constar no Formulário Eletrônico de Inscrição deverá ser, preferencialmente, apresentado no momento da realização das provas objetivas.

3.3.4. Endereço completo;

3.3.5. E-mail;

3.3.6. Nacionalidade;

3.3.7. Atendimento Especial para a prova;

3.3.8. Cotista (racial ou deficiente);

3.3.9. Área; e

3.3.10. Habilitação.

3.4. Após o preenchimento do Formulário Eletrônico de Inscrição, o candidato deverá imprimir o registro provisório de inscrição para o pagamento da respectiva taxa de inscrição.

3.5. Para concorrer à reserva de vagas, o candidato negro e o candidato com deficiência deverá assinalar a sua opção no Formulário Eletrônico de Inscrição.

3.5.1. O candidato negro e o candidato com deficiência que não indicar a sua opção no Formulário Eletrônico de Inscrição, preenchendo as outras exigências deste Edital, terá a sua inscrição homologada sem direito à reserva de vagas.

3.5.2. O candidato negro e com deficiência deverá optar por apenas uma das categorias de reserva de vagas.

3.6. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado em instituição bancária, preferencialmente no BANRISUL, ou em outros meios de arrecadação disponibilizados. O candidato deverá observar o horário de recebimento do meio a ser utilizado para fins de pagamento.

3.6.1. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser feito, impreterivelmente, até o dia 14 de março de 2013, por meio de boleto bancário.

3.6.2. Conforme regulamentado pela Lei nº 8.109/85, alterada pelo inciso II da Lei nº 14.108/2012, na forma do artigo 1º, inciso I, da Lei nº 10.909/96, o valor da taxa de inscrição será de:

a) R$ 129, 70 para o cargo de professor que exija nível de escolaridade superior;

b) R$ 56, 87 para o cargo de professor que exija nível de escolaridade médio (curso normal/magistério, pós-médio do curso normal/magistério, inclusive magistério indígena).

3.7. O candidato terá sua inscrição efetivada somente quando a FDRH receber do BANRISUL a confirmação do pagamento de sua taxa de inscrição.

3.8. A FDRH não se responsabiliza por inscrições e pagamentos não recebidos por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como por outros fatores que impossibilitem a transferência de dados e valores.

3.9. A pessoa com deficiência deverá indicar, no formulário de inscrição, a sua opção de concorrer à reserva de vagas para pessoas com deficiência. Deverá também providenciar e encaminhar um Atestado Médico indicando a espécie e o grau ou o nível de deficiência com a expressa referência ao Código Internacional de Doença - CID, bem como a provável causa da deficiência, no período de 27 de fevereiro a 14 de março de 2013 (o modelo de Laudo Médico se encontra no Anexo 4 deste Edital), conforme subitem 4.3.1. (Retificado pelo Edital 02/2013 publicado em 27.02.2013)

3.9.1. O Atestado Médico a ser entregue, que comprove a deficiência do candidato, deverá ser original ou cópia autenticada e deverá ter sido expedido no máximo 60 (sessenta) dias antes da publicação deste Edital, conter a assinatura do médico e número do registro no Conselho Regional de Medicina.

3.9.1.1. Caso necessite de condições especiais para a realização das provas, no ato da inscrição o candidato deverá declarar, conforme Anexo 3, para que sejam tomadas as providências cabíveis com antecedência.

3.9.2. A viabilidade dessa solicitação será examinada pela Comissão de Concurso da FDRH.

3.9.3. Ao candidato cego será disponibilizada, exclusivamente, prova com auxílio de fiscal ledor, em sala separada.

3.9.4. A candidata lactante que necessite amamentar durante a realização da prova deverá encaminhar antecipadamente a solicitação e, no dia da prova, apresentar à Coordenação do Concurso o acompanhante, o qual ficará em sala reservada e será responsável pela guarda da criança.

3.9.4.1. Não será permitida a permanência da criança na sala de prova.

3.9.4.2. O tempo de amamentação não será acrescido ao final da prova.

3.10. O candidato poderá inscrever-se para concorrer somente a um cargo.

3.10.1. Caso o candidato efetue o pagamento da taxa para mais de uma inscrição, valerá a inscrição com a data mais recente (a última inscrição paga), ficando ciente de que não haverá devolução da outra taxa paga.

3.11. Os requisitos para a inscrição quanto à escolaridade e habilitação legal para o exercício do cargo estão previstos no Anexo 1 deste Edital.

3.12. O candidato é responsável pelas informações prestadas no Formulário Eletrônico de Inscrição, arcando com as consequências de eventuais erros no preenchimento do documento.

3.13. Não haverá devolução do valor da taxa de inscrição paga, mesmo que o candidato, por qualquer motivo, não tenha sua inscrição homologada.

3.14. O candidato, ao preencher o Formulário Eletrônico de Inscrição declara, automaticamente, que está de acordo com as normas e condições previstas neste Edital e na legislação pertinente.

3.15. A homologação do pedido de inscrição será divulgada por meio de Edital, no qual constará o motivo de indeferimento.

3.16. Cabe pedido de revisão da não homologação da inscrição, nos termos do item 9 deste Edital.

4. DAS VAGAS RESERVADAS A CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA:

4.1. Aos candidatos com deficiência é assegurada a inscrição no concurso público de que trata este Edital, nos termos da Lei nº 13.320, de 21 de dezembro de 2009, atualizada pela Lei 13.519, de 16 de setembro de 2010, desde que haja compatibilidade com as atribuições do cargo, nos termos do Decreto nº 44.300, de 20 de fevereiro de 2006, do Decreto nº 46.656, de 1º de outubro de 2009 e do Decreto nº 48.724, de 22 de dezembro de 2011.

4.2. Nos termos da legislação em vigor, 10% (dez por cento) dos cargos a serem preenchidos por meio deste concurso público serão reservados a candidatos com deficiência, sendo esse percentual observado ao longo do período de validade do concurso, inclusive em relação às vagas que surgirem ou que forem criadas.

4.3. A comprovação da condição de pessoa com deficiência, para fins de isenção de taxa, se dará no ato da inscrição, conforme Lei nº 13.153, de 16 de abril de 2009, mediante apresentação dos seguintes documentos:

a) Carteira de Identidade;

b) Atestado Médico fornecido por profissional cadastrado no respectivo Conselho (original ou cópia autenticada) esclarecendo o tipo e grau da deficiência, a especificação da CID, o número do registro do médico no Conselho Regional de Medicina, nome e assinatura do mesmo, devendo ter sido expedido no máximo 60 (sessenta) dias antes da publicação deste Edital (Modelo Anexo 4);

c) Comprovação de renda mensal do candidato igual ou inferior a 1, 5 (um e meio) salário mínimo nacionalmente fixado per capita e certidão de nascimento/casamento dos dependentes. Caso o candidato dependa financeiramente de outra pessoa, deverá apresentar o comprovante de renda mensal atualizado dessa pessoa.

4.3.1. Os Atestados Médicos devem ser entregues no Protocolo da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos, no horário das 9h às 11h30min e das 14h às 17h, no período de 27 de fevereiro a 14 de março de 2013 (subitem 3.9) e de 27 de fevereiro a 04 de março de 2013, no caso de isenção de taxa (subitem 4.3) do Edital nº 01/2013. (Retificado pelo Edital 02/2013 publicado em 27.02.2013)

4.3.1.1. Se o candidato o desejar, poderá encaminhar o laudo médico pelos Correios, somente por meio de SEDEX, à Divisão de Concursos Públicos da FDRH, nos prazos acima estabelecidos, para o seguinte endereço:

Divisão de Concursos Públicos da FDRH
Concurso Público da SEDUC - 2013
Avenida Praia de Belas, 1595
Bairro Menino Deus
Porto Alegre/RS - CEP. 90.110-001

4.3.2. No caso de remessa por SEDEX, a data que consta no carimbo de postagem do Correio deve estar dentro do prazo acima determinado.

4.3.3. Os nomes dos candidatos isentos do pagamento da taxa de inscrição serão divulgados nos sites www.fdrh.rs.gov.br e www.educacao.rs.gov.br, em Concursos da SEDUC, até o dia 08/03/2013.

4.4. As pessoas com deficiência participarão da seleção em igualdade de condições com os demais candidatos no que se refere ao conteúdo, à avaliação, à duração, ao horário e ao local de realização das provas.

4.5. Não ocorrendo aprovação de candidatos com deficiência em número suficiente para ocupar os 10% (dez por cento) dos cargos reservados, estes serão preenchidos pelos demais candidatos aprovados neste concurso.

4.6. Em face da reserva legal de 10% das vagas aos candidatos com deficiência, tem-se que, dentre cada 10 (dez) candidatos nomeados, deverá ser nomeado 1 (um) candidato com deficiência.

4.7. A verificação da condição de pessoa com deficiência dar-se-á no período da inscrição, a partir da opção declarada:

4.7.1. O laudo ou atestado médico com a espécie, grau ou nível de deficiência deverá ser apresentado no prazo determinado no item 3.9 e subitem 4.3.1;

4.7.2. Para a homologação preliminar da inscrição que possibilita ao candidato a realização da prova, o atestado deverá ser encaminhado na forma do subitem 4.3, letra b, combinado com os subitens 4.3.1 e 4.3.1.1 conforme o previsto no artigo 41, § 1º do Decreto nº 48.724/2011.

4.8. No curso dos procedimentos, até a nomeação, o candidato com deficiência aprovado será submetido à avaliação médica, pelo Departamento Médico do Estado e Saúde do Trabalhador (DMEST), para verificar a compatibilidade da deficiência com o exercício das atribuições do cargo.

4.9. Caso a avaliação prevista no item 4.7 conclua pela incompatibilidade entre a deficiência e o exercício das atribuições do cargo, o candidato será eliminado do Concurso.

5. DAS VAGAS DESTINADAS A CANDIDATOS NEGROS:

5.1. Nos termos da diretriz estabelecida pelo art. 17 da Lei n.º 13.694, de 19 de janeiro de 2011 e Lei nº 14.147/2012, aos candidatos negros serão reservadas 16% (dezesseis por cento) das vagas (IBGE/Censo Demográfico 2010).

5.2. Para efeitos do previsto neste Edital, considerar-se-á negro aquele que assim se declare expressamente no momento da inscrição.

5.3. Não ocorrendo aprovação de candidatos negros em número suficiente para ocupar os 16% (dezesseis por cento) dos cargos reservados, estes serão preenchidos pelos demais candidatos aprovados neste concurso.

5.4. O percentual de 16% das vagas reservadas aos candidatos negros será observado ao longo do período de validade do concurso público, inclusive em relação às vagas que surgirem ou que forem criadas.

5.5. Em face da reserva legal de 16 % das vagas aos candidatos negros, tem-se que, dentre cada 07 (sete) candidatos nomeados, deverá ser nomeado 1 (um) candidato negro.

5.6. O candidato negro participará do Concurso Público em igualdade de condições com os demais candidatos, no que se refere ao conteúdo, à avaliação, à duração, ao equipamento, à data, ao horário e ao local de realização das provas do concurso.

5.7. As informações fornecidas pelos candidatos são de sua responsabilidade e ficarão nos registros cadastrais de ingresso.

6. DOS CANDIDATOS À EDUCAÇÃO INDÍGENA:

6.1. As vagas mencionadas no Anexo 2 são exclusivas para candidatos integrantes de Povos Indígenas com vínculo de pertencimento a comunidades indígenas reconhecidas nos âmbitos federal e/ou estadual.

6.2. Os candidatos indígenas a essas vagas devem obrigatoriamente apresentar Declaração atualizada de Pertencimento a uma comunidade indígena reconhecida, fornecida pela liderança instituída da comunidade (cacique ou conselho) com chancela da FUNAI ou do CEPI - Conselho Estadual dos Povos Indígenas (conforme Anexo 5), devendo ser apresentada no ato da posse. A não apresentação deste documento, ou cujas informações, dados e autenticações sejam inverídicas ou contenham vício de origem, excluirá o candidato do certame.

7. DA JORNADA DE TRABALHO:

7.1. A jornada de trabalho é de 20 horas semanais e os vencimentos constam no Anexo 6 deste Edital.

7.2. A jornada de trabalho será exercida da seguinte maneira:

I - 13 (treze) horas = setecentos e oitenta minutos (13 horas = 780 minutos) a serem cumpridas na escola, em atividades letivas, incluindo o período de recreio;

II - 7 (sete) horas = quatrocentos e vinte minutos (7 horas = 420 minutos) de atividades, distribuídas a critério da SEDUC.

7.3. A descrição das atribuições do cargo consta no Anexo 7 deste Edital.

8. DAS PROVAS:

8.1. O Concurso será constituído de uma prova objetiva, de caráter eliminatório, e de uma prova de títulos, de caráter classificatório.

8.2. A prova objetiva será composta por dois módulos, conforme descrição dos itens a seguir:

8.2.1. Aos candidatos ao cargo de Professor Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, a prova será constituída de dois módulos, sendo o primeiro composto de 10 questões de Língua Portuguesa, 15 questões de Conhecimentos Pedagógicos e 10 questões de Legislação da Educação e, o segundo módulo, de 15 questões de Conhecimentos da Área e 10 questões da Habilitação do professor.

8.2.2. Aos candidatos ao cargo de Professor Anos Iniciais do Ensino Fundamental e, da Educação Especial, a prova será constituída de dois módulos, sendo o primeiro composto de 10 questões de Língua Portuguesa, 10 questões de Conhecimentos Pedagógicos e 5 questões de Legislação, e o segundo módulo composto de 35 questões, relativa à Área de Conhecimento e Habilitação do Professor.

8.2.3. Aos candidatos na Educação Indígena:

a) Anos Iniciais do Ensino Fundamental / Língua Guarani, a prova terá apenas um módulo, constituído de 90% na Língua Guarani e 10% na Língua Portuguesa, sendo 25 questões de proficiência na Língua Guarani e conhecimentos da Língua Portuguesa, 25 questões de Conhecimentos Pedagógicos da modalidade Educação Escolar Indígena e 10 questões de Legislação da Educação Indígena;

b) Anos Iniciais do Ensino Fundamental / Língua Kaingang, a prova terá apenas um módulo, constituído de 70% na Língua Kaingang e 30% na Língua Portuguesa, sendo 25 questões de proficiência em Língua Kaingang e conhecimentos de Língua Portuguesa, 25 questões de Conhecimentos Pedagógicos da modalidade Educação Escolar Indígena e 10 questões de Legislação da Educação Indígena;

c) Anos Iniciais do Ensino Fundamental / Língua Portuguesa com conhecimento de Língua Kaingang, a prova terá apenas um módulo, constituído de 30% na Língua Kaingang e 70% na Língua Portuguesa, sendo 25 questões de proficiência em Língua Portuguesa e conhecimentos de Língua Kaingang, 25 questões de Conhecimentos Pedagógicos da modalidade Educação Escolar Indígena e 10 questões de Legislação da Educação Indígena;

d) Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio /Educação Indígena, a prova será constituída de dois módulos, escritos em Língua Portuguesa, sendo o primeiro com 10 questões de proficiência em Língua Portuguesa e conhecimentos da Língua Indígena Kaingang, com 50% das questões para cada língua, 15 questões de Conhecimentos Pedagógicos da modalidade Educação Escolar Indígena e 10 questões de Legislação da Educação Indígena e, no segundo módulo, 25 questões de Conhecimentos da Área.

8.2.4. Aos candidatos da Educação Profissional, a prova será constituída de dois módulos, sendo o primeiro de 10 questões de Língua Portuguesa, 15 questões de Conhecimentos Pedagógicos e 10 questões de Legislação e, no segundo módulo, de 10 questões da Área de Conhecimento e 15 questões no Eixo Tecnológico da Habilitação do professor.

8.3. A prova objetiva será constituída e avaliada conforme o previsto no Anexo 8 deste Edital.

8.4. A prova objetiva será valorada na escala de 0 (zero) ao máximo de 100 (cem) pontos, equivalente a 80% da nota final.

8.5. A prova de títulos será valorada na escala de 0 (zero) ao máximo de 100 (cem) pontos, equivalente a 20% da nota final.

8.5.1. Os títulos para avaliação deverão ser encaminhados conforme modelo constante no Anexo 9 deste Edital.

8.6. Para aprovação no Concurso, o candidato deverá alcançar o percentual mínimo de 60% do total das questões de cada um dos módulos que compõem a prova objetiva, conforme previsto no Anexo 8 deste Edital, sendo eliminado, automaticamente, caso não alcance tal percentual.

8.6.1. O percentual é calculado multiplicando-se o número de acertos pelo peso da questão, conforme exemplo a seguir:

- no módulo I: 35 questões com peso 2, caso tenha 21(acertos) vezes 2 (peso da questão), é igual a 42 (pontuação), que corresponde à pontuação mínima de 60% do módulo I - 21 x 2 = 42 ⇔ 60%;

- no módulo II: 25 questões com peso 1.2, caso tenha 15(acertos) vezes 1,2 (peso da questão), é igual a 18 (pontuação), que corresponde à pontuação mínima de 60% do módulo II - 15 x 1,2 = 18 ⇔ 60% .

8.7. Os programas das provas objetivas e as referências bibliográficas recomendadas encontram-se no Anexo 10 deste Edital.

8.8. DA PROVA OBJETIVA:

8.8.1. A prova objetiva será realizada em espaços localizados no município-sede das Coordenadorias Regionais de Educação, conforme Anexo 11. Caso o número de candidatos para prestar provas exceda a oferta de lugares existentes nos estabelecimentos de ensino disponíveis na cidade sede da CRE, a FDRH se reserva o direito de alocá-los em cidades próximas para aplicação da prova, não assumindo qualquer responsabilidade quanto ao transporte e alojamento dos candidatos.

8.8.2. A duração da prova objetiva será de 4 (quatro) horas.

8.8.3. As informações sobre a data, a hora e o local da prova objetiva serão publicadas conforme o previsto no item 2 deste Edital, no mínimo, com 10 (dez) dias de antecedência.

8.8.4. Não serão encaminhados informativos individuais sobre o local, a data e o horário da prova

8.8.5. A critério da Secretaria de Estado da Educação - SEDUC, a prova poderá ser realizada em qualquer dia da semana, inclusive sábado, domingo ou feriado.

8.8.6. O candidato deverá comparecer ao local da prova com 1 (uma) hora de antecedência do horário fixado para início da mesma.

8.8.7. Para o ingresso na sala de provas poderá ser apresentado um dos documentos citados no item 3.3.3.1 deste Edital, devendo estar em boas condições, de forma a permitir, com clareza, a identificação do candidato. Deverá ser apresentado, preferencialmente, o documento cujo número consta no Formulário Eletrônico de Inscrição.

8.8.8. Ao ingressar na sala de provas, o candidato receberá uma embalagem plástica, na qual deverá colocar todos os seus pertences: livros, apostilas, bolsas, boné, gorro, capangas, calculadora, relógio com calculadora, rádio, telefone celular (desligado e sem alarme), bip ou qualquer aparelho receptor de mensagem. A referida embalagem plástica deverá ser colocada no chão, sob a cadeira/classe do candidato.

8.8.9. Após o sinal indicativo do início da prova, não será permitido ao candidato retardatário ingressar na sala de realização da mesma.

8.8.10. Durante a realização da prova, somente será permitido ao candidato portar caneta esferográfica transparente de ponta grossa, com tinta de cor azul ou preta.

8.8.10.1. É vedado ao candidato utilizar óculos escuros, chapéu, boné, touca ou outros acessórios que cubram as orelhas ou parte do rosto durante a realização da prova.

8.8.10.2. Não será permitida a permanência de acompanhante do candidato, ou de pessoas estranhas ao Concurso, nas dependências do local, salvo a questão relativa ao item 3.9.4.

8.8.11. Durante a realização da prova, não será permitida a comunicação entre os candidatos, nem consultas de qualquer espécie, bem como o uso de qualquer aparelho eletrônico (bip, telefone celular, mobi, relógio do tipo data bank, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, tablet, receptor, gravador, fones de ouvido, prótese auditiva, calculadora financeira ou científica).

8.8.12. O candidato com prótese auditiva que não possa ser retirada deverá solicitar atendimento especial. Esta solicitação deverá ser feita previamente, conforme o previsto no subitem 3.9 deste Edital.

8.8.13. O candidato deverá assinalar suas respostas na Folha de Respostas, obrigatoriamente com caneta esferográfica transparente de ponta grossa, com tinta de cor azul ou preta.

8.8.14. Não serão computadas as questões não assinaladas na Folha de Respostas, bem como as questões que contenham mais de uma resposta, emenda ou rasura, ainda que legível.

8.8.15. Será excluído do Concurso o candidato que:

a) For surpreendido, em ato flagrante, durante a realização das provas, comunicando-se com outros candidatos ou pessoas estranhas ao Concurso, bem como se utilizando de consultas de livros, apontamentos, aparelhos celulares, instrumentos digitais ou outro objeto ou equipamento de qualquer natureza;

b) Portar-se inconvenientemente, perturbando, de qualquer forma, o bom andamento dos trabalhos;

c) Utilizar-se de quaisquer recursos ilícitos ou fraudulentos, em qualquer etapa de realização do Concurso.

8.8.16. Os fundamentos da exclusão do candidato serão registrados em Formulário do Termo de Infração.

8.8.17. O candidato somente poderá retirar-se do recinto da prova após 1 (uma) hora do início da mesma.

8.8.18. O candidato que desejar levar o caderno da prova, só poderá fazê-lo após decorridas 2 (duas) horas do início da prova.

8.8.19. O candidato não poderá ausentar-se da sala da prova, a não ser em casos excepcionais, acompanhado do fiscal.

8.8.20. Não será permitido ao candidato entrar ou permanecer com armas na sala da prova.

8.8.21. O candidato que tiver os seus documentos furtados ou roubados deverá apresentar documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, 30 (trinta) dias de antecedência da data da prova.

8.8.22. O candidato, ao terminar a prova, entregará ao fiscal da sala a Folha de Respostas preenchida e assinada. Se assim não proceder, será excluído do Concurso, mediante o preenchimento do Formulário do Termo de Infração.

8.8.23. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada, nem será aplicada prova fora da data, do local e do horário estabelecidos no Edital.

8.9. DA PROVA DE TÍTULOS:

8.9.1. Os documentos para a prova de títulos, discriminados no quadro do item 8.9.5 deste Edital, deverão ser entregues no prazo de 4 (quatro) dias, no período estabelecido em Edital próprio.

8.9.2. Somente serão avaliados os títulos de candidatos aprovados na prova objetiva.

8.9.3. Os envelopes contendo as cópias dos documentos para a prova de títulos poderão ser entregues diretamente no Protocolo da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos, no endereço abaixo, das 9h às 11h30min e das 14h às 17h, ou poderão ser encaminhados, somente por SEDEX, para o seguinte endereço:

Divisão de Concursos Públicos da FDRH.
TÍTULOS - Concurso Público da SEDUC - 2013.
Av. Praia de Belas, 1595.
Bairro Menino Deus.
Porto Alegre - RS - CEP 90.110-001.

8.9.4. A FDRH é responsável pelo recebimento dos documentos referentes à prova de títulos.

8.9.5. Para efeitos deste Concurso, serão considerados e pontuados os títulos conforme o estabelecido na tabela abaixo:

ALÍNEAESPECIFICAÇÃOQUANTIDADE DE TÍTULOS (MÁXIMO)VALOR UNITÁRIO (PONTOS)(VALOR MÁXIMO (PONTOS)
ACurso Superior em Licenciatura Plena, ou de outro curso de graduação, exceto do curso que é requisito para inscrição no concurso.166
BPós-Graduação em nível de especialização na área da Educação, com carga horária mínima de 360 horas. (Retificado pelo Edital 02/2013 publicado em 27.02.2013)188
CPós-Graduação em nível de Mestrado na área da Educação.11010
DPós-Graduação em nível de Doutorado na área da Educação.11313
EParticipação em cursos de qualificação em informática, com o mínimo de 40 (quarenta) horas.5210
FParticipação em congressos, seminários, simpósios ou outros eventos na área da Educação, com o mínimo de 40 (quarenta) horas.515
GParticipação como palestrante em Congresso, Seminários, simpósios ou outros eventos na área da Educação.428
HPublicações de artigos, na área da educação, em revistas, jornais e livros.414
IPublicações de artigos, na área da educação, em periódicos reconhecidos pela CAPES.4312
JTempo anual de experiência profissional em instituição regular de ensino como não docente.428
KTempo anual de experiência profissional no magistério em instituição regular de ensino, em regência de classe.4416
 PONTUAÇÃO MÁXIMA--100

OBS: Somente será contabilizado um título de pós-graduação, valendo o titulo de maior valor.

8.9.6. A comprovação da experiência profissional deverá ser feita por meio das alternativas de documentação abaixo relacionadas:

a) Cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) contendo a parte que identifica o candidato (frente e verso) e a parte do registro do empregador (com a data de início e fim, se for o caso) acrescida de declaração do empregador que informe a espécie do serviço realizado, com a descrição das atividades básicas desenvolvidas;

b) Declaração ou certidão de tempo de serviço que informe o período (com início e fim, se for o caso) e a espécie do serviço realizado, com a descrição das atividades básicas desenvolvidas. A declaração ou certidão deverá ser emitida por órgão de pessoal ou de recursos humanos. Não havendo órgão de pessoal ou de recursos humanos, a autoridade responsável pela emissão do documento deverá declarar/certificar também essa inexistência;

c) Para as pessoas que possuem ou possuíram vínculo com o Estado, poderá ser apresentado o Resumo Funcional /RHE - Sistema de Gestão de Recursos Humanos, devidamente assinado e carimbado pela Coordenadoria Regional de Educação;

d) A comprovação por meio do recibo de pagamento autônomo (RPA) só será aceita com a apresentação dos meses recebidos; ou

e) Contrato de prestação de serviços ou recibo de pagamento autônomo (RPA) acrescido de declaração do contratante que informe o período (com início e fim, se for o caso) e a espécie do serviço realizado, no caso de serviço prestado como autônomo.

8.9.7. Não serão pontuadas como experiência profissional atividades curriculares desenvolvidas durante o curso que habilita o candidato ao cargo.

8.9.8. Em caso de atividades desenvolvidas em períodos concomitantes será pontuado somente o de maior duração.

8.9.9. O candidato deverá entregar cópias autenticadas de todos os títulos que vier a apresentar, acondicionadas em envelope tamanho ofício. No envelope deverão constar os seguintes dados de identificação:

a) Nome;

b) Número da Inscrição;

c) Área e habilitação;

d) Concurso da SEDUC - 2013- Prova de Títulos.

8.9.10. O candidato deverá preencher e assinar o Formulário da Relação de Títulos, em 2 (duas) vias, na forma determinada no Anexo 9 deste Edital.

8.9.11. A escolha dos títulos deve observar a quantidade máxima estipulada na tabela constante no subitem 8.9.5 deste Edital.

8.9.12. O mesmo título não será valorado duas vezes.

8.9.13. Os certificados ou diplomas expedidos por universidades estrangeiras deverão estar revalidados por universidades públicas brasileiras que tenham curso do mesmo nível e área ou equivalente, respeitando-se os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação nos termos do artigo 48, §§ 2º e 3º da Lei Federal n.º 9.394/96.

8.9.14. Os documentos apresentados em língua estrangeira deverão vir acompanhados de tradução feita por tradutor juramentado, exceto aqueles apresentados em língua espanhola.

8.9.15. Se o nome do candidato no(s) documento(s) apresentado(s) para a prova de títulos for diferente do nome que consta no Formulário Eletrônico de Inscrição, deverá ser encaminhado, também, um comprovante de alteração de nome, sob pena de esse(s) documento(s) não ser (em) considerado(s).

8.9.16. Os documentos comprobatórios de títulos não podem apresentar rasuras ou emendas.

8.9.17. Após a entrega do envelope não serão aceitos acréscimos de documentos.

8.9.18. Constatada, em qualquer tempo, irregularidade ou ilegalidade na obtenção dos títulos apresentados, o candidato terá anulada a respectiva pontuação e, comprovado que agiu de má-fé, será excluído do Concurso.

8.9.19. As cópias dos comprovantes dos títulos não serão devolvidas ao candidato.

8.9.20. Todos os diplomas e/ou certificados de Curso Normal, de cursos superiores de graduação e de pós-graduação, em todos os níveis, deverão ser expedidos por instituição de ensino cujo curso seja devidamente reconhecido, na forma do artigo 48 da Lei Federal nº 9.394/96.

8.9.20.1. O candidato que estiver aguardando diplomas e/ou certificados de cursos concluídos poderá apresentar certidão de conclusão expedida pela respectiva instituição.

8.9.20.2. Para a comprovação da conclusão de cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu em nível de Doutorado ou de Mestrado será aceito o diploma registrado ou certidão de conclusão acompanhada do histórico escolar, expedidos por instituição cujo curso seja reconhecido pela CAPES/MEC ou com validade no Brasil.

8.9.21. Não serão computados os títulos que excederem ao número máximo previsto em cada alínea da Tabela de Pontuação da Prova de Títulos constante no subitem 8.9.5 deste Edital.

8.9.22. Caso, no mesmo documento, conste a comprovação de mais de um título referente ao mesmo evento, será considerado apenas o de maior valoração para fins de pontuação.

8.9.23. Os documentos que não estiverem de acordo com as informações prestadas por ocasião da inscrição e com os critérios estabelecidos neste Edital, ainda que entregues ou encaminhados, não serão considerados.

9. DOS PEDIDOS DE REVISÃO:

9.1. A homologação das inscrições, os gabaritos, as listas contendo os resultados das provas objetivas e de títulos e as respostas aos pedidos de revisão, bem como a homologação do Concurso, serão divulgados através de editais ou avisos publicados conforme prevê o item 2 deste Edital.

9.2. O candidato poderá interpor pedido de revisão dirigido ao Secretário de Estado da Educação em relação às inscrições não homologadas, aos gabaritos, aos resultados referentes às provas objetivas e ao resultado obtido na prova de títulos, no prazo de 5 (cinco) dias ininterruptos a contar da publicação dos resultados.

9.2.1. O pedido de revisão deverá ser entregue no protocolo da FDRH, para análise e manifestação da Comissão de Concurso da FDRH, a qual, posteriormente, o encaminhará ao Secretário de Estado da Educação.

9.2.2. No caso de remessa pelo Correio, o pedido de revisão somente poderá ser encaminhado por SEDEX endereçado à FDRH.

9.3. O pedido de revisão deverá conter:

a) Nome completo e número de inscrição do candidato;

b) Indicação do cargo e da habilitação;

c) Exposição circunstanciada sobre os motivos a respeito da matéria contestada, em face das normas do concurso;

d) Objeto do pedido de revisão claramente especificado e, se for o caso, com o total dos pontos solicitados.

9.4. O deferimento ou indeferimento do pedido de revisão será publicado conforme prevê o item 2 deste Edital.

9.5. Não serão considerados os pedidos de revisão protocolados na FDRH fora do prazo, bem como os pedidos remetidos por SEDEX em que o carimbo de postagem do Correio estiver fora do prazo determinado.

10. DA APROVAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO:

10.1 Será considerado aprovado nas provas objetivas o candidato que obtiver as pontuações mínimas exigidas, conforme os requisitos estabelecidos no Anexo 8 deste Edital.

10.2. As questões que, porventura, vierem a ser anuladas nas provas objetivas serão consideradas como respondidas corretamente por todos os candidatos.

10.3. A nota final será obtida conforme o previsto no Anexo 8 deste Edital.

10.3.1. No presente certame, haverá arredondamento na atribuição de pontos e/ou notas a qualquer prova, ou na apuração dos resultados parciais e ou finais.

10.3.2. Quando as notas resultarem em fração, serão arredondadas para o número inteiro imediatamente superior, em caso de fração igual ou maior a 0, 5 (cinco décimos), ou para o número inteiro imediatamente inferior, em caso de fração menor que 0, 5 (cinco décimos).

10.4. A classificação dos candidatos aprovados dar-se-á, depois de esgotada a fase recursal, pela ordem decrescente da pontuação obtida na nota final.

10.5. Será publicada uma lista de candidatos classificados que determinará a ordem de nomeação. A lista conterá a região, a área do conhecimento, a habilitação e a identificação de quotas, se for o caso.

10.5.1. Para a área do conhecimento Educação Profissional, a lista publicada dos candidatos classificados conterá a região, o eixo tecnológico, o curso e a habilitação do candidato, na forma do Anexo 12.

10.5.2. Para a área do conhecimento Educação Básica - Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio - Educação Indígena, a lista publicada dos candidatos classificados conterá a região e a área do conhecimento do candidato. (Retificado pelo Edital 02/2013 publicado em 27.02.2013).

11. DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE PARA A CLASSIFICAÇÃO FINAL:

11.1. Na hipótese de empate de pontos obtidos na nota final do Concurso objeto deste Edital, entre dois ou mais candidatos, serão utilizados os critérios de desempate a seguir especificados:

11.1.1. acertar o maior número de questões na prova de Língua Portuguesa;

11.1.1.1. para os candidatos indígenas, acertar o maior número de questões na prova de proficiência em Língua Indígena e conhecimentos da Língua Portuguesa;

11.1.2. acertar o maior número de questões na prova de Conhecimentos Pedagógicos;

11.1.3. acertar o maior número de questões na prova de Legislação.

11.1.4. maior pontuação na prova de títulos;

11.1.5. nacionalidade brasileira;

11.1.6. ter um dos candidatos a idade mais avançada.

11.2. Persistindo o empate entre os candidatos, depois de aplicados todos os critérios acima, o desempate dar-se-á através do sistema de sorteio descrito a seguir:

11.2.1. Os candidatos empatados serão ordenados de acordo com seu número de inscrição, de forma crescente ou decrescente. A ordem crescente ou decrescente do número de inscrição será definida pelo resultado do primeiro prêmio da extração da Loteria Federal imediatamente posterior ao dia da publicação da lista de resultados das provas de títulos antes dos recursos, segundo os critérios a seguir:

a) se a soma dos algarismos do número sorteado no primeiro prêmio da Loteria Federal for par, a ordem será crescente;

b) se a soma dos algarismos da Loteria Federal for ímpar, a ordem será decrescente.

12. DA NOMEAÇÃO E POSSE

12.1. A nomeação no cargo, a ser publicada no Diário Oficial do Estado, se dará conforme a necessidade da SEDUC.

12.1.1. A nomeação dos candidatos observará a necessidade da região, área de conhecimento e habilitação, respeitada a região na qual o mesmo se inscreveu, nos termos do Anexo 2.

12.1.2. No momento da posse, para efeito do preenchimento de vagas nas Coordenadorias Regionais de Educação - CRE, a prioridade de designação do professor nomeado é o atendimento das turmas de alunos sem professor.

12.1.3. Quando a nomeação do professor implicar em dispensa de contratos temporários, para efeito de preenchimento das vagas nas CREs, serão utilizados, respectivamente, os critérios abaixo relacionados, conforme a necessidade da Administração:

a) Turma de alunos atendida por professor contratado sem habilitação (curso incompleto), iniciando a dispensa pelo contratado mais antigo que ainda não tenha concluído sua Licenciatura;

b) Turma de alunos atendida por professor contratado atuando fora da sua área de habilitação, iniciando a dispensa pelo contratado com o menor tempo de contrato;

c) Turma de alunos atendida por professor contratado dentro da sua área de habilitação, iniciando a dispensa pelo contratado com o menor tempo de contrato;

d) Observada a ordem de classificação e a conveniência da Administração Pública, o professor nomeado neste concurso que já estiver atuando como professor contratado na Área para a qual prestou o concurso poderá permanecer na vaga que ocupa.

12.1.4. A nomeação dos candidatos para a Educação Profissional se dará pela necessidade, respeitada a região na qual o mesmo se inscreveu, no eixo tecnológico, curso e habilitação, conforme Anexo 12, e ainda, nos termos dos subitens 12.1.2 e 12.1.3.

12.1.5. A nomeação do candidato habilitado se dará conforme a ordem decrescente da pontuação obtida na nota final.

12.1.6. Não havendo mais candidatos aprovados na região, conforme a área do conhecimento e habilitação pela qual dar-se-á a nomeação, a fim de atender o interesse público e a critério da SEDUC, na forma dos subitens 12.1.1 , 12.1.2 e 12.1.3, o candidato poderá ser designado para região diversa daquela escolhida no ato de inscrição, aberta a opção a todos os candidatos classificados nas demais regiões, respeitada a respectiva ordem decrescente de classificação.

12.1.6.1. A divulgação se dará na forma do item 2.

12.1.6.2. Os candidatos já empossados não terão direito à opção prevista no subitem 12.1.6.

12.1.6.3. Em caso de empate, utilizar-se-ão os critérios estabelecidos no item 11.

12.2. O candidato quotista que ostentar classificação superior a de algum dos candidatos que não concorrem a reserva de vagas será nomeado com observância da classificação da região, abrindo a vaga para os demais candidatos quotistas.

12.2.1. Caso o número de vagas oferecidas na região impossibilite atingir o percentual previsto no Edital, no mínimo uma delas será destinada a candidato quotista. Havendo apenas uma vaga, tem preferência o candidato com deficiência.

12.3. São requisitos para a posse:

12.3.1. Ser brasileiro ou gozar das prerrogativas contidas no Art. 12 da Constituição Federal, cujo processo de naturalização tenha sido encerrado dentro do prazo das inscrições;

12.3.2. No caso de estrangeiro, estar em situação regular no território nacional, dentro do prazo das inscrições, e conforme o estabelecido na Lei Estadual Complementar nº 13.763/2011;

12.3.3. Estar em dia com o Serviço Militar, quando do sexo masculino, até a data da posse;

12.3.4. Estar em dia com as obrigações eleitorais até a data da posse;

12.3.5. Ter completado 18 (dezoito) anos até a data da posse;

12.3.6. Possuir a escolaridade exigida, comprovando a habilitação legal para o exercício do cargo, e atender aos outros requisitos estabelecidos nos Anexos 1 e 7 deste Edital, na data da posse;

12.3.7. Ser aprovado em exame admissional realizado pelo Departamento Médico do Estado (DMEST);

12.3.8. Apresentar a documentação que comprove as exigências estabelecidas neste Edital;

12.4. Os candidatos nomeados por meio de Ato do Governador publicado no Diário Oficial do Estado e divulgado no site da SEDUC ( www.educacao.rs.gov.br), deverão, a partir da data de publicação, comparecer na respectiva Coordenadoria Regional de Educação para a qual fez a inscrição, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, para manifestar o seu interesse em relação à posse, portando a seguinte documentação e/ou outras exigidas pela legislação:

12.4.1. Certificado de regularidade de situação militar, se do sexo masculino (original e cópia);

12.4.2. Carteira de Identidade (original e cópia);

12.4.3. Documento oficial que contenha o CPF (original e cópia);

12.4.4. Certidão de Casamento / União Estável / Divórcio;

12.4.5. Comprovante do PIS/PASEP (se cadastrado);

12.4.5. Título de Eleitor e comprovante de quitação eleitoral (original e cópia);

12.4.6. Comprovação de escolaridade, mediante a apresentação de diploma ou certificado de conclusão emitido pela Instituição de Ensino, contendo a data de conclusão do curso e assinatura do responsável (original e cópia);

12.4.7. Carteira de Trabalho - cópia da 1ª página com número, série e foto; qualificação civil e registro do 1º emprego (original e cópia);

12.4.8. Laudo Médico Pericial para ingresso no serviço público fornecido pelo DMEST/SARH - original, conforme encaminhamento feito pela DRH/SEDUC;

12.4.9. Alvará de Folha Corrida expedido pelo Poder Judiciário Estadual;

12.4.10. Comprovante de residência (original e cópia);

12.4.11. Declaração expedida pelo RH do órgão empregador municipal, estadual ou federal, contendo o nome do cargo ou função, número da Portaria, Decreto ou Boletim de nomeação/admissão com data, carga horária semanal, turno e regime previdenciário, se exercer cargo ou função pública (original).

12.4.12. Comprovante de exoneração de cargo público ou protocolo de pedido, no caso de acúmulo de cargo/função pública vedado pela Constituição Federal, Art. 37, Inciso XVI (cópia).

12.5. O candidato que não tenha interesse em assumir a vaga poderá solicitar o remanejamento, uma única vez, para o final da lista de classificação, devendo fazê-lo por escrito.

12.6. O candidato que não comparecer no prazo estabelecido, não apresentar qualquer um dos documentos citados no subitem 12.4 ou não solicitar o remanejamento por escrito para o final da lista de classificação do respectivo cargo, prevista no subitem 12.5. deste Edital, ficará automaticamente excluído do Concurso Público.

12.7. É de responsabilidade exclusiva do candidato manter atualizado o seu endereço na Coordenadoria Regional de Educação da SEDUC.

12.8. A alteração de endereço deve ser comunicada na forma estabelecida no subitem 12.8.1 e deve conter a identificação do concurso, o nome do candidato, o número de inscrição, o número do documento de identidade, o número do CPF, além da data, assinatura e novo endereço completo.

12.8.1. Se a mudança de endereço tiver acontecido antes da data de publicação da lista de classificação final, o comunicado deve ser encaminhado à Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos - Divisão de Concursos Públicos, Av. Praia de Belas, 1595, Porto Alegre - RS, CEP 90.110-001, por Aviso de Recebimento (AR) ou para o e-mail: concursos@fdrh.rs.gov.br.

12.8.2. Se a mudança de endereço tiver acontecido após a publicação dos resultados finais, o comunicado deve ser encaminhado à Coordenadoria Regional de Educação para a qual o candidato fez a inscrição, cujos endereços constam no Anexo 11, pessoalmente, ou, sendo por correspondência, por Aviso de Recebimento (AR).

13. DA VIGÊNCIA DO CONCURSO PÚBLICO:

13.1. O prazo da vigência para aproveitamento dos candidatos classificados será de 2 (dois) anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final deste Concurso, podendo ser prorrogado por igual período.

14. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS:

14.1. A FDRH é responsável por constituir a Comissão de Concurso com a competência exclusiva de resolver as questões definidas neste Edital.

14.2. Constatada, a qualquer tempo, inexatidão e/ou irregularidade nas informações e documentos, o candidato será eliminado do concurso, sendo declarados nulos todos os atos daí decorrentes.

14.3. A inobservância, por parte do candidato, de qualquer chamamento ou de prazo estabelecido neste Edital, será considerada como desistência.

14.4. Em caso de anulação de prova(s), não haverá qualquer forma de ressarcimento ao candidato.

14.5. É responsabilidade do candidato acompanhar todas as publicações, avisos, atos, editais e comunicados referentes a este Concurso.

14.5.1. Após o término do certame, as informações ficarão disponíveis no site da Secretaria da Educação (www.educacao.rs.gov.br).

14.6. A Secretaria de Estado da Educação - SEDUC e a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos - FDRH não se responsabilizam pelas publicações, apostilas e outros materiais elaborados por terceiros relativos a este concurso.

14.7. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão do Concurso da FDRH, observada a legislação pertinente, cabendo recurso ao Secretário de Estado da Educação.

14.8. São partes integrantes deste Edital os seguintes anexos:

Anexo 1 - Quadro demonstrativo das áreas, habilitação legal e requisitos obrigatórios e carga horária;

Anexo 2 - Quadro das Vagas por Coordenadoria Regional de Educação;

Anexo 3 - Requerimento de Condições Especiais para a realização das provas;

Anexo 4 - Modelo de Atestado Médico para Pessoa com Deficiência;

Anexo 5 - Modelo de Declaração de pertencimento a Comunidade Indígena;

Anexo 6 - Tabela de Remuneração e Níveis;

Anexo 7 - Descrição das atribuições do cargo;

Anexo 8 - Quadro demonstrativo das provas, nº de questões e seus valores, pontuação mínima e máxima nas provas; (Retificado pelo Edital 02/2013 publicado em 27.02.2013).

Anexo 9 - Formulário da relação de títulos entregues;

Anexo 10 - Programas e bibliografias recomendadas;

Anexo 11 - Listagem das Coordenadorias Regionais de Educação - CREs;

Anexo 12 - Quadro dos Eixos, Cursos e Habilitações da Área da Educação Profissional.

Porto Alegre, 06 de fevereiro de 2013.

Jose Clovis de Azevedo
Secretário de Estado da Educação

ANEXO 1 - Quadro Demonstrativo das Áreas, Habilitação Legal e Requisitos Obrigatórios e Carga Horária.

ÁreasHabilitaçãoRequisitos ObrigatóriosC. H. Semanal
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.1 Licenciatura Plena - Letras / Português e Literatura da Língua Portuguesa.Diploma de Curso Superior20h
1.2. Licenciatura Plena - Letras/ Inglês e Literatura da Língua Inglesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Inglesa com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade.Diploma de Curso Superior20h
1.3. Licenciatura Plena - Letras/ Espanhol e Literatura da Língua Espanhola ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Espanhola com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade.Diploma de Curso Superior20h
1.4. Licenciatura Plena Letras/ Alemão e Literatura da Língua Alemã ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Alemã com Complementação Pedagógica fornecida por UniversidadeDiploma de Curso Superior20h
1.5. Licenciatura Plena Letras / Italiano e Literatura da Língua Italiana ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Italiana com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade ou qualquer Licenciatura Plena com Certificação de Italiano como Língua Estrangeira.Diploma de Curso Superior20h
1.6. Licenciatura Plena - Letras / Francês e Literatura da Língua Francesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Francesa com Complementação Pedagógica fornecida por UniversidadeDiploma de Curso Superior20h
1.7. Licenciatura Plena em Artes (Teatro/ Visuais/ Música/ Dança) ou LP em Educação Artística (Cênicas/ Plástica/ Música/ Dança)Diploma de Curso Superior20h

20h

1.8. Licenciatura Plena em Educação FísicaDiploma de Curso Superior
2 - MATEMÁTICA e suas Tecnologias2.1. Licenciatura Plena em Matemática ou LP em Ciências/MatemáticaDiploma de Curso Superior20h
3 - CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologias3.1. Licenciatura Plena em Biologia, ou LP em Ciências Biológicas, ou LP em Ciências/Biologia ou LP em História NaturalDiploma de Curso Superior20h
3.2. Licenciatura Plena em Física ou LP em Ciências/FísicaDiploma de Curso Superior20h
3.3. Licenciatura Plena em Química ou LP em Ciências/QuímicaDiploma de Curso Superior20h
4 - CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias4.1.Licenciatura Plena em História ou LP em Ciências SociaisDiploma de Curso Superior20h
4.2. Licenciatura Plena em Geografia ou LP em Ciências SociaisDiploma de Curso Superior20h
4.3. Licenciatura Plena em Sociologia ou LP em Ciências SociaisDiploma de Curso Superior20h
4.4.Licenciatura Plena em Filosofia ou Bacharel em Filosofia + Licenciatura Plena.Diploma de Curso Superior20h
5 - Educação Básica: etapas e modalidades5.1. Anos Iniciais Ensino Fundamental - Curso Normal de Nível Médio e/ou pós-médio e/ ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia ou Normal SuperiorDiploma de Nível Médio - Curso Normal ou Certificado de pós-médio ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia ou Normal Superior20h
5.2. Curso Normal de Nível Médio mais capacitação na área da Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas. Pedagogia com ênfase na Educação Especial Licenciatura na área da Educação mais capacitação ou Pós- Graduação na área da Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas.Diploma de Curso Superior ou Diploma de Nível Médio - Normal com Capacitação mínima de 360 horas em Educação Especial ou Diploma de Curso Superior em Educação Especial
5.3. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Guarani - Magistério Indígena Guarani ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia.1)Diploma de Nível Médio - Curso Normal - Magistério Indígena Guarani, ou Curso Normal de Nível Médio, e/ou Licenciatura em Pedagogia; e

2) declaração de pertencimento à comunidade indígena.

20h
5.4. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Kaingang Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia1)Diploma de Nível Médio - Curso Normal - Magistério Indígena Kaingang ou Diploma de Nível Médio - Curso Normal ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia (incluindo terminalidades em Anos Iniciais, Educação Especial ou especialização em Educação Especial); e

2) declaração de pertencimento à comunidade indígena.

20h
5.5. Anos Iniciais do Ensino Fundamental / Língua Portuguesa com conhecimento de Língua Kaingang - Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia1)Diploma de Nível Médio - Curso Normal - Magistério Indígena Kaingang ou Diploma de Nível Médio - Curso Normal ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia (incluindo terminalidades em Anos Iniciais, Educação Especial ou especialização em Educação Especial); e

2) declaração de pertencimento à comunidade indígena.

20h
5.6. Anos Finais e Ensino Médio - Educação Indígena, nas áreas do conhecimento e suas Tecnologias: 1- Linguagens, 2- Matemática, 3- Ciências da Natureza e 4 - Ciências Humanas1) Diploma de Licenciatura na área ou Bacharel na área com Especialização em Proeja Indígena; e

2) declaração de pertencimento à comunidade indígena.

20h
5.7. Matérias Pedagógicas Licenciatura em PedagogiaDiploma de Curso Superior (incluindo as terminalidades em Supervisão escolar e Orientação Educacional)20h
5.8. LIBRAS
Licenciatura Plena - Letras LIBRAS Ou em Letras: LIBRAS/Língua Portuguesa, Ou Licenciatura Plena com certificação De proficiência em LIBRAS
Diploma de Curso Superior20h

 

ÁreaEixosCursoHABILITAÇÃORequisito ObrigatórioC. H. Semanal
6-Educação Profissional e suas Tecnologias6.1. Produção alimentíciaAgroindústriaCiências Agrárias, Ciências Agrícolas, Engenharia de Alimentos, Medicina Veterinária, Nutrição, Pedagogia com Formação Técnica na Área.TODOS COM LICENCIATURA OU BACHARELADO COM FORMAÇÃO PEDAGÓGICA OU PÓS GRADUAÇÃO NA ÁREA PEDAGÓGICA Conforme Parecer CNE/CEB nº 37/200220h
6.2. Recursos naturaisAgronegócioAgronomia; Agropecuária; Ciências Agrárias; Ciências Agrícolas; Ciências Biológicas; Engenharia Agrícola; Engenharia Ambiental; Engenharia Florestal; Geografia; Geologia; Gestão Ambiental; Medicina Veterinária; Pedagogia com Formação Técnica na Área. Química Agrícola; Zootecnia;20h
Agricultura
Agropecuária
Florestal
Meio Ambiente
Controle Ambiental
Zootecnia
6.3.Controle e processos industriaisMecânicaCurso Superior Tecnológico em Soldagem, Mecatrônica e Eletrotécnica; Engenharia de Fundição; Engenharia de Produção; Engenharia Elétrica; Engenharia Eletrônica; Engenharia Mecânica; Engenharia Metalúrgica; Engenharia Química; Pedagogia com Formação Técnica na Área; Química; Química Industrial;20h
Eletrotécnica
Eletrônica
Eletromecânica
Metalurgia
Química
6.4. InfraestruturaEdificaçõesArquitetura e Urbanismo; Engenharia Civil; Engenharia Cartográfica, Engenharia Sanitária e Pedagogia com Formação Técnica na Área.20h
Estradas
6.5. Informação e comunicaçãoInformática; Informática para internet; Manutenção e suporte em informática; Rede de ComputadoresCiências da Computação; Engenharia da Computação; Informática; Pedagogia com Formação Técnica na Área; Processamento de dados; Sistemas de Informação; Curso Superior Tecnológico em Processamento de Dados..20h
6.6. Gestão e negóciosAdministraçãoAdministração; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Comércio Exterior; Engenharia de Segurança do Trabalho; Estatística; Curso Superior Tecnológico em Gestão em Logística; Pedagogia com Formação Técnica na Área; Secretariado.20h
Contabilidade
Secretariado
Comércio Exterior
Comércio
Segurança do Trabalho
Vendas
Logística
6.7. SaúdeGerência em saúdeAdministração em Saúde ou Administração com Especialização em Saúde; Administração em Gestão Pública; Biomedicina; Bioquímica; Biotecnologia; Ciências Biológicas; Curso Superior Tecnológico em Radiologia; Enfermagem; Farmácia; Físico-Médico; Medicina; Médico Radiologista; Nutrição; Odontologia; Pedagogia com Formação Técnica na Área.20h
Nutrição e Dietética
Análises Clínicas
Radiologia
Prótese Dentária
Enfermagem
6.8. Hospitalidade e lazerTurismo e Hospedagem; Eventos e Hotelaria.Turismo; Tecnologia em Turismo; Museologia e Pedagogia com Formação Técnica na Área..20h
6.9. Produção cultural e designDesign de InterioresArtes Plástica Comunicação Social; Design; Jornalismo; Publicidade e Propaganda e Pedagogia com Formação Técnica na Área.20h
Design de Móveis
Publicidade
6.10. Produção IndustrialMóveisDesign; Engenharia Florestal; Engenharia Ambiental, Química Industrial e Pedagogia com Formação Técnica na Área.20h
Celulose e papel
6.11. Eixo InterdisciplinarDireitoDireito
PsicologiaPsicologia

ANEXO 2 - DAS VAGAS POR COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO

CREs

Áreas Habilitação 10ª11ª12ª13ª14ª 15ª
1
-
L
I
N
G
U
A
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1.1.Licenciatura Plena - Letras / Português e Literatura da Língua Portuguesa19419835 13933813221 1231417313 1123
1.2.Licenciatura Plena - Letras/ Inglês e Literatura da Língua Inglesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Inglesa com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade10676 15 416212184721205516
1.3. Licenciatura Plena - Letras/ Espanhol e Literatura da Língua Espanhola ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Espanhola com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade21164 511171011534457
1.4.Licenciatura Plena Letras/ Alemão e Literatura da Língua Alemã ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Alemã com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade  1            
1.5.Licenciatura Plena Letras / Italiano e Literatura da Língua Italiana ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Italiana com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade ou qualquer Licenciatura Plena com Certificação de Italiano como Língua Estrangeira  1            
1.6. Licenciatura Plena - Letras / Francês e Literatura da Língua Francesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Francesa com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade    1          
1.7.Licenciatura Plena em Artes
1.7.1 Licenciatura Plena em Artes Visuais ou LP em Educação Artística (Plástica)
17142 652331232311
1.7.2 Licenciatura Plena em Teatro ou LP em Educação Artística (Cênicas)16142 632331232211
1.7.3 Licenciatura Plena em Música ou LP em Educação Artística (Música)19162 853441343311
1.7.4 Licenciatura Plena em Dança ou LP em Educação Artística (Dança)16142 632331222211
1.8.Licenciatura Plena em Educação Física817126 701622101072020 3212520
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2.1Licenciatura Plena em Matemática ou LP em Ciências/Matemática193 18832 10343443831 1131427123 1426
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3.1. Licenciatura Plena em Biologia, ou LP em Ciências Biológicas, ou LP em Ciências/ Biologia ou LP em História Natural4181 10 302020101131520 167310
3.2.Licenciatura Plena em Física ou LP em Ciências/ Física6130 10 2512810102102091045
3.3.Licenciatura Plena em Química ou LP em Ciências/ Química3640 15 301215101561212 1211510
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4.1.Licenciatura Plena em História ou LP em Ciências Sociais7785 20 704271515 1020253015910
4.2.Licenciatura Plena em Geografia ou LP em Ciências Sociais9635 15 30615201038203010512
4.3. Licenciatura Plena em Sociologia ou LP em Ciências Sociais811 11111111111 
4.4. Licenciatura Plena em Filosofia ou Bacharel em Filosofia + Licenciatura Plena.18101 811181111111
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5.1.Anos Iniciais Ensino Fundamental - Curso Normal de Nível Médio e/ou pós-médio e/ ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia ou Normal Superior45111147 173113 11171813181 7181713166
5.2.Educação Especial - Educação Especial: Licenciatura Plena com Pós-Graduação em Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas ou Curso Normal de Nível Médio com Pós-Graduação em Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas ou Licenciatura Plena em Educação Especial2061 118111111111
5.3..Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Guarani: Magistério Indígena Guarani ou Curso Normal em Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia1   1  11 11 11
5.4. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Kaingang: Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia111 1  311     3
5.5.Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa com conhecimento de Língua Kaingang: Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia111 1  311     3
5.6. Anos Finais e Ensino Médio - Educação Indígena, nas áreas do conhecimento e suas Tecnologias:
5.6.1 - Linguagens
1     1 1     1
5.6. 2 - Matemática1     1 1     1
5.6. 3 - Ciências da Natureza1     1 1     1
5.6.3 - Ciências Humanas1     1 1     1
5.7. Matérias Pedagógicas .Licenciatura em Pedagogia141 111 111111 1
5.8. LIBRAS - Licenciatura Plena - Letras: LIBRAS ou em Letras: LIBRAS/ Língua Portuguesa, ou Licenciatura Plena com certificação de proficiência em LIBRAS111 11111111111 

 

Áreas Habilitação 16ª 17ª18ª19ª20ª21ª23ª24ª25ª27ª28ª32ª35ª36ª39ª
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1.1.Licenciatura Plena - Letras / Português e Literatura da Língua Portuguesa36191641 2626161613 43141181321 18
1.2.Licenciatura Plena - Letras/ Inglês e Literatura da Língua Inglesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Inglesa com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade104910105567306224119
1.3. Licenciatura Plena - Letras/ Espanhol e Literatura da Língua Espanhola ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Espanhola com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade113107111310135756
1.4.Licenciatura Plena Letras/ Alemão e Literatura da Língua Alemã ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Alemã com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade               
1.5.Licenciatura Plena Letras / Italiano e Literatura da Língua Italiana ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Italiana com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade ou qualquer Licenciatura Plena com Certificação de Italiano como Língua Estrangeira               
1.6. Licenciatura Plena - Letras / Francês e Literatura da Língua Francesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Francesa com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade               
1.7.Licenciatura Plena em Artes
1.7.1 Licenciatura Plena em Artes Visuais ou LP em Educação Artística (Plástica)
111221111231131
1.7.2 Licenciatura Plena em Teatro ou LP em Educação Artística (Cênicas)111221111231121
1.7.3 Licenciatura Plena em Música ou LP em Educação Artística (Música)111321111341131
1.7.4 Licenciatura Plena em Dança ou LP em Educação Artística (Dança)111221111231121
1.8.Licenciatura Plena em Educação Física158101514158863045108108
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2.1 Licenciatura Plena em Matemática ou LP em Ciências/ Matemática31211731 3123161611 86121182316 18
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3.1. Licenciatura Plena em Biologia, ou LP em Ciências Biológicas, ou LP em Ciências/ Biologia ou LP em História Natural123691010772256081079
3.2.Licenciatura Plena em Física ou LP em Ciências/ Física10587107171202017105
3.3.Licenciatura Plena em Química ou LP em Ciências/ Química1552312338820254454
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4.1.Licenciatura Plena em História ou LP em Ciências Sociais14862014 137983058810109
4.2.Licenciatura Plena em Geografia ou LP em Ciências Sociais20578127357254066105
4.3. Licenciatura Plena em Sociologia ou LP em Ciências Sociais111111111111111
4.4. Licenciatura Plena em Filosofia ou Bacharel em Filosofia + Licenciatura Plena.111211111181111
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5.1.Anos Iniciais Ensino Fundamental - Curso Normal de Nível Médio e/ou pós-médio e/ ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia ou Normal Superior44264389 5643393135 86176342141 28
5.2.Educação Especial - Educação Especial: Licenciatura Plena com Pós-Graduação em Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas ou Curso Normal de Nível Médio com Pós-Graduação em Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas ou Licenciatura Plena em Educação Especial5 131 11 3 1 1 
5.3..Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Guarani: Magistério Indígena Guarani ou Curso Normal em Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia    11 1  1    
5.4. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Kaingang: Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia    33        3
5.5.Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa com conhecimento de Língua Kaingang: Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia    33        3
5.6. Anos Finais e Ensino Médio - Educação Indígena, nas áreas do conhecimento e suas Tecnologias:
5.6.1 - Linguagens
    11        1
5.6. 2 - Matemática    11        1
5.6. 3 - Ciências da Natureza    11        1
5.6.3 - Ciências Humanas    11        1
5.7. Matérias Pedagógicas .Licenciatura em Pedagogia111111 111111  
5.8. LIBRAS - Licenciatura Plena - Letras: LIBRAS ou em Letras: LIBRAS/ Língua Portuguesa, ou Licenciatura Plena com certificação de proficiência em LIBRAS 11 1   111   1

ANEXO 3 - EDITAL Nº 01/2013

REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS

NOME DO CANDIDATO

Nº DA INSCRIÇÃO

DOCUMENTO DE IDENTIDADE

CPF nº

CANDIDATO AO CARGO

LOCAL ONDE FOI CONVOCADO PARA REALIZAR A PROVA:

Senhor Presidente da Comissão do Concurso: O candidato acima identificado, concorrendo a uma vaga no cargo do Quadro de Pessoal do Magistério Público Estadual, vem requerer a V. Sª que lhe sejam concedidas condições especiais para realizar a prova escrita, em virtude de:

1. NECESSITAR DE ACOMPANHANTE PARA AMAMENTAR SEU BEBÊ:

Nome completo da pessoa que irá acompanhar o bebê para ser amamentado: ________________________________________, nº do RG ____________ /_____, emitido por ________________.

Obs.: O original do documento informado deverá ser apresentado no dia da prova.

2. ESTAR TEMPORARIAMENTE COM PROBLEMAS GRAVES DE SAÚDE:

Que o impossibilita realizar a prova escrita em condições normais, por estar [_] acidentado [_] operado [_] outros, de acordo com atestado anexo, necessitando que lhe sejam disponibilizadas, no local de realização das provas escritas, as seguintes condições:

3. PESSOA COM DEFICIÊNCIA:

Descrever as condições especiais que necessita:

Nestes termos, pede deferimento.

Porto Alegre, _____/de _______________ de 2013.

Assinatura do(a) candidato(o)

ANEXO 4 - Modelo de Atestado Médico para Pessoa com Deficiência

CONCURSO MAGISTÉRIO - SEDUC/RS

ATESTADO PARA CANDIDATO QUE DESEJA CONCORRER À RESERVA

ESPECIAL DE VAGAS PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Atesto, para os devidos fins, que __________________________________, candidato ao cargo de _____________________________ apresenta a seguinte deficiência:

Nome da Deficiência ____________________________________________________________

CID _________________________________________________________________________

Provável Causa da Deficiência _____________________________________________________

________________________,_______________de ___________ de 2013.

____________________________________
Assinatura do Médico
Carimbo com nome e CRM do Médico.

Obs: Este documento é um modelo referencial de atestado médico, podendo ser utilizado ou não, a critério do médico. No entanto, deverá conter todos os dados acima.

ANEXO 5 - Modelo de declaração de pertencimento a comunidade indígena

Declaro, para fins específicos de atender ao item 6.2 do Edital 01/2013 - Concurso Magistério - Processo Seletivo para professor de Educação Indígena da Secretaria de Estado da Educação que _________________________ (nome do candidato) CI _________________ é membro da Comunidade Indígena __________________ (etnia) da _____________________________ (nome da Terra Indígena, ou Acampamento),situada no(s) Município(s) de __________________________________, ___________________________ (Estado). Estou ciente que se for detectado inveracidade na declaração, o candidato estará sujeito à penalidade prevista no item 14.2 do referido edital.

________________________, _______ de ___________________ de 2013.

Liderança da Comunidade Indígena:
Nome: ______________________________________________________________
CI: _______________________ Assinatura: ________________________________

Espaço reservado ao representante da FUNAI (Fundação Nacional do Índio)ou do CEPI (Conselho Estadual dos Povos Indígenas).

Afirmo que a declaração constante neste documento é verdadeira

Instituição: __________________________________________________________

Representante da Instituição: ____________________________________________

CI: _______________________ Assinatura: ________________________________

Carimbo:

____________________________, ________ de ________ de 2013.

ANEXO 6 - Tabela da Remuneração e Níveis

20 horas semanais

TABELA DE VENCIMENTOS BÁSICOS *

HABILITAÇÃO

Nível 1 - Ensino Médio

Inicio de Carreira

R$ 488,52

Fim de Carreira

R$ 732,78

Nível 2 - Ensino Médio + estudos adicionais

Inicio de Carreira

R$ 561,80

Fim de Carreira

R$ 842,70

Nível 3 - Grau Superior/Habilitação Específica Licenciatura Curta

Inicio de Carreira

R$ 635,08

Fim de Carreira

R$ 952,61

Nível 4 - Grau superior/Habilitação Específica Licenciatura Curta + estudos adicionais

Inicio de Carreira

R$ 732,78

Fim de Carreira

R$ 1.099,17

Nível 5 - Grau Superior/Habilitação Específica Licenciatura Plena

Inicio de Carreira

R$ 903,76

Fim de Carreira

R$ 1.355,64

Nível 6 - Pós Graduação/Habilitação Específica Mestrado / Doutorado

Inicio de Carreira

R$ 977,04

Fim de Carreira

R$ 1.465,56

OBS: *O completivo salarial integraliza o valor de R$ 783,50 para aqueles cujo salário básico não alcançar esse valor.

Unidocência

R$ 244,26

Classe Especial

R$ 244,26

Triênios

Até 50% do vencimento básico do professor

Gratificação de Função

Percentual varia de acordo a função

Gratificação de Permanência

80% do vencimento básico + 50% do básico do professor

Auxilio Alimentação

R$ 155,32

Auxílio Transporte

Equivalente a 2 passagens municipais por dia útil

OBS: Valores em vigência na data de 31/01/2013 sujeitos a acréscimos decorrentes de promoções, tempo de serviço e reajustes salariais.

ANEXO 7 DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DO CARGO

Professor é o membro do Magistério que exerce atividade docente, oportunizando a educação do aluno, cujas atribuições do cargo encontram-se elencadas no Decreto Nº 23.354, de 11 de outubro de 1974,os deveres relacionados no artigo 120, da Lei 6.672/74, as incumbências determinadas no artigo 13 da Lei nº 9394/96 e a organização da jornada de trabalho nos termos do artigo 2º, § 4º da Lei nº 11.738/2008 e do Decreto nº 48.724.

1 - ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE PROFESSOR:

a) Planejar e executar o trabalho docente, em consonância com o plano curricular da escola e atendendo ao avanço da tecnologia educacional;

b) Levantar e interpretar dados relativos à realidade de sua classe;

c) Definir, operacionalmente, os objetivos do plano curricular, a nível de sua sala de aula;

d) Selecionar e organizar formas de execução - situações de experiências;

e) Definir e utilizar formas de avaliação, condizentes com o esquema de referências teóricas utilizado pela escola;

f) Realizar sua ação cooperativamente no âmbito escolar;

g) Participar de reuniões, conselho de classe, atividades cívicas e outras;

h) Atender a solicitações da direção da escola referentes a sua ação docente desenvolvida no âmbito escolar.

2 - ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS DENTRO DO REGIME DE TRABALHO:

1 - desempenho junto ao aluno; treze horas = setecentos e oitenta minutos (13 horas = 780 minutos) a serem cumpridas na escola, em atividades letivas, incluindo o período de recreio;

2 - desempenho de atividades relacionadas direta ou indiretamente com a docência: sete horas = quatrocentos e vinte minutos (7 horas = 420 minutos) de atividades, distribuídas a critério da SEDUC.

a) Planejar suas atividades e preparar o material necessário à execução das mesmas;

b) Manter o registro das atividades de classe e delas prestar contas quando solicitado;

c) Avaliar sistematicamente o seu trabalho e o aproveitamento dos alunos;

d) Exercer a coordenação de matérias;

e) Integra-se aos órgãos complementares da escola;

f) e outras atividades correlatas.

3 - INCUMBÊNCIA DOS PROFESSORES:

a) Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

b) Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

c) Zelar pela aprendizagem dos alunos;

d) Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;

e) Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;

f) Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.

4 - SÍNTESE DOS DEVERES:

a) Orientar a aprendizagem do aluno;

b) Participar no processo de planejamento das atividades da escola;

c) Contribuir para aprimorar a qualidade do ensino.

d) Deveres e responsabilidades elencados no art. 120, da Lei 6.672/74.

ANEXO 8 - Quadro demonstrativo das provas, nº de questões e seus valores, pontuação mínima e máxima nas provas

ÁREAHabilitação PROVAS

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1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.1. Licenciatura Plena - Letras / Português e Literatura da Língua Portuguesa Prova ObjetivaM
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Língua Portuguesa35 221 4260% 70100 80%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
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II
Conhecimentos da Área25 1,215 1860% 30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - -100100 20%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.2. Licenciatura Plena - Letras/ Inglês e Literatura da Língua Inglesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Inglesa com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade.Prova Objetiva M
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I
Língua Portuguesa35 221 4260% 70100 80%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
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O

II
Conhecimentos da Área25 1,215 1860% 30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.3. Licenciatura Plena - Letras/ Espanhol e Literatura da Língua Espanhola ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Espanhola com Complementação Pedagógica fornecida por UniversidadeProva Objetiva M
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I
Língua Portuguesa35 221 4260% 70100 80%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
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II
Conhecimentos da Área25 1,215 1860% 30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.4. Licenciatura Plena Letras/ Alemão e Literatura da Língua Alemã ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Alemã com Complementação Pedagógica fornecida por UniversidadeProva Objetiva M
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I
Língua Portuguesa35 221 4260% 70100 80%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
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O

II
Conhecimentos da Área25 1,215 1860% 30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- ---- 10010020%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.5. Licenciatura Plena Letras/ Italiano e Literatura da Língua Italiana ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Italiana com Complementação Pedagógica fornecida por Universidade ou qualquer Licenciatura Plena com Certificação de Italiano como Língua EstrangeiraProva Objetiva M
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I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
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O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.6. Licenciatura Plena - Letras/ Francês e Literatura da Língua Francesa ou Habilitação através de Curso Especial de Língua Francesa com Complementação Pedagógica fornecida por UniversidadeProva Objetiva M
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I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
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O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.7. Licenciatura Plena em Artes ou em Educação Artística:

1.7.1 Licenciatura Plena em Artes Visuais ou LP em Educação Artística (Plástica)

1.7.2 Licenciatura Plena em Teatro ou LP em Educação Artística (Cênicas)

1.7.3 Licenciatura Plena em Música ou LP em Educação Artística (Música)

1.7.4 Licenciatura Plena em Dança ou LP em Educação Artística (Dança)

Prova ObjetivaM
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I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 10010020%
1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias1.8. Licenciatura Plena em Educação FísicaProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
2 - MATEMÁTICA e suas Tecnologias2.1. Licenciatura Plena em Matemática ou LP em Ciências/ Matemática Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
3 - CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologias 3.1. Licenciatura Plena em Biologia, ou LP em Ciências Biológicas, ou LP em Ciências/ Biologia ou LP em História NaturalProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
3 - CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologias 3.2. Licenciatura Plena em Física ou LP em Ciências/ Física Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
3 - CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologias 3.3. Licenciatura Plena em Química ou LP em Ciências/ Química Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
4 - CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias 4.1. Licenciatura Plena em História ou LP em Ciências Sociais Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
4 - CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias 4.2. Licenciatura Plena em Geografia ou LP em Ciências Sociais Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
4 -CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias 4.3. Licenciatura Plena em Sociologia ou LP em Ciências Sociais Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
4 - CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias 4.4. Licenciatura Plena em Filosofia ou Bacharel em Filosofia + Licenciatura Plena.Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.1. Anos Iniciais - Curso Normal de Nível Médio e/ou pós-médio ou Diploma de Curso Superior em Pedagogia ou Normal SuperiorProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa251,2151860%3010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área352214260%70
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5ª Educação Especial - Educação Especial - Educação Especial: Licenciatura Plena com Pós-Graduação em Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas ou Curso Normal de Nível Médio com Pós-Graduação em Educação Especial com carga horária mínima de 360 horas ou Licenciatura Plena em Educação Especial.Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa251,2151860%3010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área352214260%70
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.3. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Guarani: Magistério Indígena Guarani ou Curso Normal em Nível Médio e/ou Licenciatura em PedagogiaProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Proficiência em língua específica e conhecimentos da língua portuguesa251,2151860%3010080%
Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena352214260%70
Legislação da educação indígena
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.4. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Kaingang: Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em PedagogiaProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Proficiência em língua específica e conhecimentos da língua portuguesa251,2151860%3010080%
Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena352214260%70
Legislação da educação indígena
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.5. Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa com conhecimento de Língua Kaingang: Magistério Indígena Kaingang ou Curso Normal de Nível Médio e/ou Licenciatura em Pedagogia Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Proficiência em língua específica e conhecimentos da língua portuguesa251,2151860%3010080%
Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena352214260%70
Legislação da educação indígena
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.6. Anos Finais e Ensino Médio Língua Kaigang

5.6.1 - Linguagens e suas Tecnologias

5.6.2 -Matemática e suas Tecnologias

5.6.3 - Ciências da Natureza e suas Tecnologias

5.6.4 - Ciências Humanas e suas Tecnologias

Prova ObjetivaM
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.7. Matérias Pedagógicas .Licenciatura em Pedagogia Prova Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
5 - Educação Básica: etapas e modalidades 5.8. LIBRAS - Licenciatura Plena - Letras: LIBRAS ou em Letras: LIBRAS/ Língua Portuguesa, ou Licenciatura Plena com certificação de proficiência em LIBRASProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Conhecimentos da Área251,2151860%30
Habilitação do Professor
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.1. Produção alimentíciaProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.2. Recursos naturaisProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.3. Controle e processos industriaisProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.4. InfraestruturaProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.5. Informação e comunicaçãoProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6- Educação Profissional e suas Tecnologias 6.6. Gestão e negóciosProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6- Educação Profissional e suas Tecnologias 6.7. SaúdeProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6- Educação Profissional e suas Tecnologias 6.8. Hospitalidade e lazerProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6- Educação Profissional e suas Tecnologias 6.9. Produção cultural e designProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.10. Produção IndustrialProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias 6.11. Eixo InterdisciplinarProva Objetiva M
O
D
U
L
O

I
Língua Portuguesa352214260%7010080%
Conhecimentos Pedagógicos
Legislação
M
O
D
U
L
O

II
Área: Educação Profissional e suas Tecnologias251,2151860%30
Eixos Tecnológicos
Prova de Títulos- - - - - 100100 20%

ANEXO 9 - Prova de Títulos

FORMULÁRIO DA RELAÇÃO DE TÍTULOS

1. Este Formulário deve ser preenchido em 2 (duas) vias.

2. Uma via será assinada pelo responsável pelo recebimento do envelope e devolvida ao candidato.

3. A outra via, preenchida e assinada pelo candidato, deve ser colocada dentro do envelope, junto com as respectivas cópias autenticadas dos documentos para a prova de títulos, o qual deve ser entregue fechado no local e no prazo indicados no Edital ou enviado por SEDEX.

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS ENTREGUES (a ser preenchida pelo candidato)

NOME: ___________________________________________________________________

Nº INSCRIÇÃO:____________

CARGO DE PROFESSOR

RELAÇÃO DOS COMPROVANTES:

ALÍNEA

ESPECIFICAÇÃO

QUANTIDADE DE TÍTULOS (MÁXIMO)

VALOR UNITÁRIO (PONTOS)

(VALOR MÁXIMO (PONTOS)

A

Curso Superior em Licenciatura Plena, ou de outro curso de graduação, exceto do curso que é requisito para inscrição no concurso.

1

6

6

B

Curso de Pós-Graduação em nível de Especialização na área da Educação, com carga horária mínima de 360 horas.

1

8

8

C

Curso de Pós-Graduação em nível de Mestrado na área da Educação.

1

10

10

D

Curso de Pós-Graduação em nível de Doutorado na área da Educação.

1

13

13

E

Participação em cursos de qualificação em informática, com o mínimo de 40 (quarenta) horas.

5

2

10

F

Participação em congressos, seminários, simpósios ou outros eventos na área da Educação, com o mínimo de 40 (quarenta) horas.

5

1

5

G

Participação como palestrante em congresso, seminários, simpósios ou outros eventos na área da Educação.

4

2

8

H

Publicações de artigos, na área da educação, em revistas, jornais e livros.

4

1

4

I

Publicações de artigos, na área da educação, em periódicos reconhecidos pela CAPES.

4

3

12

J

Tempo anual de experiência profissional em instituição regular de ensino como não docente.

4

2

8

K Tempo anual de experiência profissional no
magistério em instituição regular de ensino,
em regência de classe.
44 16
 PONTUAÇÃO MÁXIMA--100

Encaminhou CÓPIA do documento comprovando alteração de nome: [_] SIM [_] NÃO

Declaro serem verdadeiras as informações aqui descritas, bem como a validade dos documentos encaminhados.

_________________________, _____ de ______________________ de 2013.

____________________________
Nome do Candidato

________________________________
Assinatura do Candidato

ANEXO 10

MÓDULO I :

1 - LÍNGUA PORTUGUESA

Programa:

Interpretação e compreensão global de texto. Tipologia do texto:informativo, narrativo, descritivo, literário, argumentativo.

Vocabulário: sentido e substituição de palavras e de expressões no texto. Sinônimos, antônimos, polissemia. Homônimos e Parônimos.

Estruturação do texto e dos parágrafos. Recursos de coesão e coerência textual. Informações literais e inferências.

Significação contextual de palavras e expressões: denotação e conotação. Figuras de linguagem. Ortografia: Sistema oficial vigente. Relações entre fonemas e grafias, acentuação gráfica. Tonicidade. Formação de palavras: prefixos e sufixos.

Morfologia: Estrutura e formação de palavras. Classes de palavras e seu emprego. Flexão nominal de gênero e número. Flexão verbal: verbos regulares e irregulares. Vozes verbais. Emprego de modos e tempos verbais. Emprego dos pronomes pessoais e das formas de tratamento. Emprego do Pronome Relativo. Emprego das conjunções e das preposições. Colocação pronominal.

Sintaxe: Funções sintáticas de termos e orações. Processos de coordenação e de subordinação. Construção do período. Nexos semânticos e sintáticos. Equivalência e transformação de estruturas. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal.

Emprego da crase. Emprego dos sinais de pontuação.

Bibliografia:

Acordo Ortográfico promulgado pelo Decreto n.º 583, de 29/09/2008 (sobretudo as mudanças nas regras de acentuação e no uso do hífen).

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 4ª ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.

CINTRA, Lindley; CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa. 8. ed. Curitiba: Positivo, 2011.

FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 16. ed. São Paulo: Ática, 2003.

GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro:FGV. 2010.

GERALDI, João Wanderley. O Texto na Sala de Aula. São Paulo:Ática.2006.

GUEDES, Paulo. Manual de Redação.Porto Alegre, :UFRGS.2003

KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo:Contexto, 2008.

LUFT, Celso Pedro. Dicionário Prático de Regência Nominal. São Paulo:Ática, 1999.

____. Dicionário Prático de Regência Verbal. São Paulo:Ática, 1999.

2 - CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS

Programa:

A prática docente e a gestão escolar como fator de aperfeiçoamento do trabalho coletivo.

Prática profissional e projeto educativo: os professores, suas concepções e opções didático-pedagógicas.

O currículo e a globalização do conhecimento: impasses e polêmicas entre conteúdo e metodologia na sala de aula.

A avaliação e o processo de ensino e aprendizagem: em busca de uma coerência e integração.

O processo de avaliação do desenvolvimento e do desempenho escolar como instrumento de análise e de acompanhamento, intervenção e reorientação da ação pedagógica e dos avanços da aprendizagem dos alunos.

O cotidiano escolar: A construção de valores de uma vida cidadã que possibilita aprender e socializar saberes, desenvolver atitudes cooperativas, solidárias e responsáveis;

A ação coletiva e o diálogo com a comunidade educativa como fator de fortalecimento institucional para a promoção da cidadania;

A construção coletiva da proposta pedagógica da escola: demandas sociais, das características multiculturais e das expectativas dos alunos e dos pais, como fator de aperfeiçoamento da prática docente e da gestão escolar.

Desenvolvimento e Sustentabilidade: caminho possível? Os Problemas Ambientais de dimensão global.

Educação e diversidade sociocultural.

A inclusão da pessoa com deficiência.

Organização dos tempos e espaços escolares.

A infância como tempo de formação.

A adolescência como tempo de formação.

A experiência social dos alunos e o cotidiano.

Saberes e práticas voltadas para o desenvolvimento de competências cognitivas, afetivas, sociais e culturais;

A biodiversidade brasileira: as diferenças culturais, econômicas, miscigenação e a diversidade territorial. A linguagem e os códigos cartográficos.

A Educação e as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação: Ensinar na era da Informação;

A formação do profissional da educação: conceitos e dimensões.

Gestão Escolar para o sucesso do ensino e da aprendizagem.

A escola como espaço de formação continuada e de aperfeiçoamento profissional;

O desenvolvimento curricular: Planejamento da ação didática e o Projeto Pedagógico; Desenvolvimento e crise ambiental: O dilema da sociedade moderna.

Questão ambiental e política internacional: Posicionamentos e divergências.

Concepção sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem;

Organização dos conteúdos de aprendizagem;

Finalidades da educação.

Cidadania no mundo globalizado

Bibliografia:

ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. São Paulo: Cortez, 2003.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva: com os "pingos nos is". Porto Alegre, Mediação, 2004, Capítulo 10.

CASTORINA, J.A. et alii. Piaget e Vigostsky - novas contribuições para o debate. São Paulo: Ed Atica, 2001.

FAZENDA, I. C. A. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1979.

________. Práticas Interdisciplinares na Escola. 2ª Edição, São Paulo: Cortez, 1993.

________. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Campinas, SP. Papirus, 1994.

________. A virtude da força nas práticas interdisciplinares. Campinas, SP. Papirus, 1999.

FREIRE, PAULO. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, RJ: Paz e Terra, 2000.

FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, Seriação e Avaliação: Confrontos de Lógicas, SP, Moderna, 2003.

GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira & SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves. O jogo das diferenças: o multiculturalismo e seu contextos. Belo Horizonte; Autêntica, 3ª Ed., 2001

HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001.

HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.

KAHHALE, Edna M.P. A diversidade da psicologia: uma construção teórica. São Paulo:Cortez, 2002

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - Teoria e Prática. Editora Alternativa. 5 edição. Goiânia. 2004.

LOURO, Guacira Lopes (org). Corpo, Gênero e Sexualidade: um debate contemporâneo na Educação, Petrópolis RJ: Vozes, 2003.

MACEDO, LINO. Ensaios Pedagógicos: Como Construir uma Escola Para Todos, Porto Alegre, Artmed, 2005.

MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand, 1999.

MUNANGA, Kabengele e GOMES, Nilma Lino. Para entender o negro no Brasil: Histórias, realidades, problemas e Caminhos. São Paulo: Global Editora e Ação Educativa, 2004.

OLIVEIRA, Zilma. O desenvolvimento da motricidade, linguagem e cognição. Educação Infantil: Fundamentos e Métodos. Ed. Cortez, 2002.

PERRENOUD, Phillipe. Dez novas competências para ensinar: convite à viagem. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SACRISTÁN J.GIMENO, Compreender e Transformar o Ensino, 4ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2000.

SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1997.

VASCONCELLOS, Celso S. Vasconcellos. Planejamento - Avaliação da aprendizagem: Práxis de mudança - Por uma práxis transformadora, São Paulo: Libertad, 2003.

VYGOTSKY, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

VYGOSTSKY, L. S. Construção Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática 2000.

ZABALA, Antoni, Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo - Uma proposta para o currículo escolar, Artmed 2002.

ZABALA, A. A prática educativa- como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998.

3. LEGISLAÇÃO

LEGISLAÇÃO FEDERAL EDUCAÇÃO BÁSICA:

Constituição da República Federativa do Brasil -promulgada em 5 de outubro de 1988, Artigos 5º, 37 ao 41,205 ao 214, 227 ao 229, e suas atualizações.

Lei Federal n.º 8.069, de 13/07/90 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigos 53 a 59 e 136 a 137.

Lei Federal n.º 9.394, de 20/12/96 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. para o Sistema Estadual de Ensino.

Lei Federal 10.436, de 24/04/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.

Lei Federal nº 10.793, de 01/12/03 - Altera a redação do art. 26, § 3º, e do art. 92 da Lei 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional;

Lei Federal n.º 10.639 de 2003. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira".

Lei Federal nº 11.114, de 16/05/05 - Altera os artigos 69, 30, 32 e 87 da Lei 9.394/96, com o objetivo de tornar obrigatório o início do ensino fundamental aos seis anos de idade.

Lei Federal nº 11.274, de 06/02/06 - Altera a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da Lei nº 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6(seis) anos de idade.

Lei Federal nº 11.645, de 10/03/08 - Altera a Lei 9.394/96, modificada pela Lei 10.639/03, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.

Lei Federal nº 11.494, de 20/06/07 que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB.

Resolução CNE/CEB nº 02/98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 02/2012 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

Resolução CNE/CEB nº 03/99 - Fixa Diretrizes Nacionais para o funcionamento das Escolas Indígenas.

Parecer CNE/CEB nº 7/2010, aprovado em 7 de abril de 2010. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

Lei nº 6.672/74 - Estatuto e Plano de Carreira do Magistério Público do Rio Grande do Sul.

BIBLIOGRAFIA PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Decreto nº 5.154/2004 - Conjuga a oferta de Ensino Técnico Profissional de Nível Médio ao Ensino Médio Regular e revoga o Decreto nº 2.208/1997.

Parecer CNE/CEB nº 39/2004 - Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio.

Resolução CNE/CEB nº 6, de 20/09/2012 - Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio.

Decreto nº 5.840/2006 - Institui, no âmbito federal, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos - PROEJA, e dá outras providências.

MÓDULO II :

1 - ÁREA DE CONHECIMENTO

1 - LINGUAGENS e suas Tecnologias

Resolução CNE/CEB nº 02/98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 02/2012 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

Parecer CNE/CEB nº 11/2010, aprovado em 7 de julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino Fundamental Documento Introdutório, 1997.

Linguagens, códigos e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 239 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 1)

ALARCÃO, I. et alii. Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre, Artmed, 2001.

CARRETERO, M. Construtivismo e educação. Porto Alegre, Artmed, 1997.

KLEIMAN, A. MORAES, S. Leitura e Interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. 1996. Campinas: Mercado de letras.

MORAES, R. & LIMA, V.M. R. (orgs.) Pesquisando em sala de aula - tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre, Edipucrs, 2004.

MOREIRA, A.F. & SILVA, T.T. (orgs.) Currículo, cultura e sociedade. São Paulo, Ed. Cortez, 1995.

SACRISTÁN, J.G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre, Artmed, 2000.

SACRISTÁN J.GIMENO, Compreender e Transformar o Ensino, 4ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2000.

SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1997.

VASCONCELLOS, Celso S. Vasconcellos. Planejamento - Avaliação da aprendizagem: Práxis de mudança - Por uma práxis transformadora, São Paulo: Libertad, 2003.

VYGOTSKY, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

VYGOSTSKY, L. S. Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática 2000.

ZABALA, Antoni, Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo - Uma proposta para o currículo escolar, Artmed 2002.

ZABALA, A. A prática educativa- como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998.

2 - MATEMÁTICA e suas Tecnologias

Resolução CNE/CEB nº 02/98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 02/2012 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

Parecer CNE/CEB nº 11/2010, aprovado em 7 de julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 135 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 2)

ALARCÃO, I. et alii. Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre, Artmed, 2001.

ALVES, E.M.S. A ludicidade e o ensino de matemática: uma prática possível. Campinas, SP: Papirus, 2001.

BICUDO, M.A.V. (org) Educação Matemática. São Paulo: Centauro, 2005.

BICUDO, M.A.V.; BORBA, M.C. (orgs.) Educação Matemática: pesquisa em movimento. São Paulo: Cortez, 2004.

CARRETERO, M. Construtivismo e educação. Porto Alegre, Artmed, 1997.

DERTOUZOS, Michael. O que será? Como o novo mundo da informação transformará nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

LIZARZABURU, A.E.; SOTO, G.Z. e cols. Pluriculturalidade e Aprendizagem da Matemática na América Latina. Porto Alegre: Artmed, 2006.

MOREIRA, A.F. & SILVA, T.T. (orgs.) Currículo, cultura e sociedade. São Paulo, Ed. Cortez, 1995.

SACRISTÁN, J.G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre, Artmed, 2000.

SACRISTÁN J.GIMENO, Compreender e Transformar o Ensino, 4ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2000.

SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1997.

VASCONCELLOS, Celso S. Vasconcellos. Planejamento - Avaliação da aprendizagem: Práxis de mudança - Por uma práxis transformadora, São Paulo: Libertad, 2003.

VYGOTSKY, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

VYGOSTSKY, L. S. Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática 2000.

ZABALA, Antoni, Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo - Uma proposta para o currículo escolar, Artmed 2002.

ZABALA, A. A prática educativa- como ensinar Porto Alegre, Artmed, 1998.

3 - CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologias

Resolução CNE/CEB nº 02/98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 02/2012 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. BRASIL.

Parecer CNE/CEB nº 11/2010, aprovado em 7 de julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 135 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 2)

ALARCÃO, I. et alii. Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre, Artmed, 2001.

CACHAPUZ, A, CARVALHO, A. M. P., GIZ-PÉREZ, D. A Necessária renovação do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 2005.

CARRETERO, M. Construtivismo e educação. Porto Alegre, Artmed, 1997.

CARVALHO, A. M. P.; GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de Ciências. São Paulo: Cortez, 2003. Col. Questões da Nossa Época. Nº 26.

CARVALHO, ISABEL C. M., Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2006.

CHASSOT, Attico. A Ciência através dos Tempos. São Paulo. 2ª edição. Editora Moderna. 2004.

DELIZOICOV, D; ANGOTTI, J. A e PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2002.

KORMONDY, E. J. & BROWN, D.E. Ecologia humana. São Paulo: Atheneu Editora, 2002.

MORAES, Roque& MANCUSO, Ronaldo (orgs.). Educação em Ciências. 1ª Edição. Ijuí, Editora UNIJUÍ. 2004.

MORAES, R. & LIMA, V.M. R. (orgs.) Pesquisando em sala de aula - tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre, Edipucrs, 2004.

MOREIRA, A.F. & SILVA, T.T. (orgs.) Currículo, cultura e sociedade. São Paulo, Ed. Cortez, 1995.

OLIVEIRA, Dayse Lara de (org.). Ciências na Sala de Aula. Coleção Cadernos Educação Básica Porto Alegre,. Ed. Mediação. 1997.

SACRISTÁN, J.G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre, Artmed, 2000.

WORTMANN, Maria Lucia C. Currículo e Ciências - As Especificidades Pedagógicas do Ensino de Ciências. In: COSTA, Marisa V. (Org.). O Currículo nos limiares do contemporâneo. RJ. 3ª Edição. DP&A. 2001. p. 129 - 157.

4 - CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias

Resolução CNE/CEB nº 02/98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 02/2012 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

Parecer CNE/CEB nº 11/2010, aprovado em 7 de julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais

PCN- ENSINO MÉDIO -Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais- Ciências Humanas e suas Tecnologias Disponível: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CiênciasHumanas.pdf

CANDAU, V. M. (org.). Reinventar a escola. Petrópolis: Vozes, 2000.

CASTROGIOVANNI, A. C.; COSTELLA, R. Z. Brincar e cartografar com os diferentes mundos geográficos: a alfabetização espacial. Porto Alegre: EDPUCRS. Edição 2006 ou de 2012.

CIAVATTA, Maria, FRIGOTTO, Gaudêncio (Orgs.) Ensino Médio: Ciência, cultura e trabalho. Brasília: MEC, SENTEC, 2004. 338p.

CHAUÍ, M.. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1999.

FRIGOTTO, Gaudêncio. A polissemia da categoria trabalho e a batalha das idéias nas sociedades de classe. Revista Brasileira de Educação, v. 14, nº 40, jan/abr. 2009

GIDDENS, A.; TURNER, J. (orgs.). Teoria social hoje. São Paulo: UNESP, 1999.

HORN, Geraldo B. O Ensino da História e seu Currículo. Rio de Janeiro. Vozes, 2006.

NIDELCOFF, M. T. As Ciências sociais na escola. 2 ed. São Paulo: Brasiliense, 1991.

NIDELCOFF, M. T. Uma Escola para o Povo. São Paulo: Brasiliense, 1991

OBIOLS, Guillermo. Uma introdução ao ensino da Filosofia. Ijuí: Unijuí, 2002.

SANTOS, M. A.. A Natureza do Espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 3 ed. São Paulo: HUCITEC, 2002.

SAVIANI, Demerval. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, v. 12, nº 34, jan/abr.2007.

REGO, Nelson. CASTROGIOVANNI, Antônio C., KAERCHER, Nestor A. (orgs). Práticas Pedagógicas para o Ensino Médio. Geografia vol. 2. Porto Alegre, Penso, 2011.

ASPIS, Renata Lima; GALLO, Silvio. Ensinar Filosofia: um livro para professores. São Paulo: Atta, 2009.

ROCHA, Ronai Pires. Ensino de Filosofia e currículo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

RODRIGO, Lídia Maria. Filosofia em sala de aula: teoria e prática para o Ensino Médio. São Paulo: Autores Associados, 2009.

ZABALA, Antoni. ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências.Porto Alegre: Artmed, 2010.

6 - EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E SUAS TECNOLOGIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CEB n º 39/2004, aprovado em 8 de dezembro de 2004. Aplicação do Decreto 5154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Leis e Decretos. Decreto nº. 11.741, de 16 de junho de 2008, que altera dispositivos da lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelecem diretrizes e bases da educação nacional para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos, e da educação profissional e tecnológica.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Profissional e Tecnológica. Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrada ao Ensino Médio - Documento Base, 2007.

KUENZER, Acácia Z. Conhecimento e Competências no Trabalho e na Escola. Boletim Técnico do Senac, Rio de Janeiro, 28h2p2-11, maio/agosto, 2002.

KUENZER, Acácia Z. A Educação Profissional nos anos 2000: a dimensão subordinada das políticas de inclusão. Educação e Sociedade, Campinas, Volume 27, nº 96 - ESPECIAL p.877- 910, outubro 2006.

FRIGOTTO, Gaudêncio. A polissemia da categoria trabalho e a batalha das idéias nas sociedades de classe. Revista Brasileira de Educação, v. 14, nº 40, jan/abr. 2009.

FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria. (Org.) Ensino médio: Ciência, Cultura e Trabalho. Brasília, 2004.

KUENZER, Acácia Z. O ensino médio no plano nacional de educação 2011- 2020: superando a década perdida? Educação e Sociedade. Campinas, v.31, nº 112, p.851-873, jul/set 2010.

KUENZER, Acácia Z. Competência como práxis: os dilemas da relação entre teoria e prática na educação dos trabalhadores. Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v.29, nº 1, jan/abr 2003. RAMOS, Marise. O " novo" ensino médio à luz de antigos princípios: trabalho, ciência e cultura. Boletim Técnico SENAC, 29(2): 19-27, maio-ago., 2003.

RAMOS, Marise. O projeto unitário de ensino médio sob os princípios do trabalho, da ciência e da cultura. In: SAVIANI, Demerval. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, v. 12, nº 34, jan/abr.2007.

2 - CONHECIMENTOS DA HABILITAÇÃO

1.1. Língua Portuguesa

LÍNGUA PORTUGUESA

Programa:

Interpretação e compreensão global de texto. Tipologia do texto:informativo, narrativo, descritivo, literário, argumentativo.

Vocabulário: sentido e substituição de palavras e de expressões no texto. Sinônimos, antônimos, polissemia. Homônimos e Parônimos.

Estruturação do texto e dos parágrafos. Recursos de coesão e coerência textual. Informações literais e inferências.

Significação contextual de palavras e expressões: denotação e conotação. Figuras de linguagem. Ortografia: Sistema oficial vigente. Relações entre fonemas e grafias, acentuação gráfica. Tonicidade. Formação de palavras: prefixos e sufixos.

Morfologia: Estrutura e formação de palavras. Classes de palavras e seu emprego. Flexão nominal de gênero e número. Flexão verbal: verbos regulares e irregulares. Vozes verbais. Emprego de modos e tempos verbais. Emprego dos pronomes pessoais e das formas de tratamento. Emprego do Pronome Relativo. Emprego das conjunções e das preposições. Colocação pronominal.

Sintaxe: Funções sintáticas de termos e orações. Processos de coordenação e de subordinação. Construção do período. Nexos semânticos e sintáticos. Equivalência e transformação de estruturas. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal.

Emprego da crase. Emprego dos sinais de pontuação.

LITERATURA BRASILEIRA

Programa:

Compreensão dos textos e dos autores literários propostos: Qorpo-Santo, Mário Quintana e Érico Veríssimo. Análise e crítica da literatura proposta; Conceitos de literatura; Teorias e gêneros literários; Escolas literárias; Figuras de linguagem; Linguagem literária e não literária; Intertextualidade; Interpretação e compreensão global de texto, tipologia do texto(informativo, narrativo, descritivo, literário e argumentativo).

Bibliografia:

Acordo Ortográfico promulgado pelo Decreto n.º 583, de 29/09/2008 (sobretudo as mudanças nas regras de acentuação e no uso do hífen).

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 4ª ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.

CINTRA, Lindley; CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa. 8. ed. Curitiba: Positivo, 2011.

FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 16. ed. São Paulo: Ática, 2003.

GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro, FGV. 2010.

GERALDI, João Wanderley. O Texto na Sala de Aula. São Paulo, :Ática.2006.

GUEDES, Paulo. Manual de Redação..Porto Alegre, :UFRGS, .2003

KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo:Contexto, 2008.

LUFT, Celso Pedro. Dicionário Prático de Regência Nominal. São Paulo, :Ática, 1999.

_______. Dicionário Prático de Regência Verbal. São Paulo, :Ática, 1999.

KLEIMAN, A. MORAES, S. Leitura e Interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. 1996. Campinas: Mercado de letras.

GONZAGA, Sergius. Curso de Literatura Brasileira.201ª Editora Leitura XXI. 5ª Edição. Porto Alegre/RS

QORPO-SANTO. Um Credor na Fazenda Nacional. Porto Alegre: 1866. Disponível em www.biblio.com.br/conteudo/qorposanto/mucredor.htm

QUINTANA, Mário. Caderno H. Rio de Janeiro: Alfaguara/Objetiva, 2013.

VERÍSSIMO, Érico. Incidente em Antares. São Paulo Companhia das Letras, 2006.

1.2 - 1.3.- 1.4. - 1.5. e 1.6. LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA E SUAS LITERATURAS

Programa: (Alemão - Espanhol - Francês - Inglês - Italiano)

A prova de Língua Estrangeira Moderna conterá questões elaboradas em português ou na respectiva língua estrangeira, abordando:

- compreensão de textos atuais, veiculados em livros, revistas, jornais, etc. e os elementos de contextualização. Relação texto-contexto para captação do significado.

- domínio de vocabulário e expressões idiomáticas usadas no texto - conhecimentos gramaticais essenciais ao funcionamento da língua descrita pela gramática.

Bibliografia:

1.2. LÍNGUA INGLESA

ABRAHÃO, M.H.V. (org). Prática de ensino de línguas estrangeiras: experiências e reflexões. Campinas: Pontes, 2004.

BARCELOS, A.M.F. Reflexões acerca da mudança de crenças sobre ensino e aprendizagem de línguas. Revista Brasileira de Lingüística Aplicada. v. 7. nº 2. 2007. p. 109-38. (Opção de acesso: www.letras.ufmg.br/rbla/2007_2/05-Ana-Maria-Barcelos.pdf.)

HADFIELD, Jill. Classroom Dynamics. Oxford: Oxford University Press, 1992.

MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 1994. 2nd Edition.

PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org.). Ensino de Língua Inglesa: Reflexões e Experiências. Campinas: Editora Pontes, 1996.

SOARES, Magda. Linguagem e Escola. Uma Perspectiva Social. São Paulo: Ática, 1992.

SWAN, M.. Practical English Usage. Oxford: Oxford University Press, 2005.

TEMPLE, C. Critical Thinking and Critical literacy. Thinking Classroom, v.6, nº 2, april 2005. P.15-20. Newark: International Reading Association, 2005.

TRAMONTE, Cristiana. Ensino de língua estrangeira e socialização do saber: abrindo caminhos para a cidadania. Ciudad Virtual de Antropología y Arqueologia. Disponível em: www.naya.org.ar/congreso2002/ponencias/ cristiana_tramonte2.htm. Acesso em: 14/02/2003.

VYGOTSKY, L. S. Thougth and language. Cambridge, MA: The M.I.T press, 1985.

1.3. LÍNGUA ESPANHOLA

BARALO, Marta. La adquisición de español como lengua extranjera. Madrid, Arco/Libros, 2004.

BOM, Francisco Matte. Gramática comunicativa Del español: de la Lengua a la Idea. Tomo I. Nueva edición revisada. Madrid: Edelsa, 1995. 386 p.

__________. Gramática comunicativa Del español: de la Idea a la Lengua. Tomo II. Nueva edición revisada. Madrid: Edelsa, 1995. 389 p

BOROBIO, Virgilio. Curso de español para extranjeros. Nuevo ELE. Inicial 2. Madrid: SM, 2001.

BRUNO, F.C. (org.). Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos, SP. Claraluz, 2005.

BUSNARDO, J.; MORAES, M. G. Negociando o sentido: elogio da ignorância. Trabalhos em Lingüística Aplicada. Campinas, nº 1, p. 9-38, maio, 1983.

FIGUEIREDO, F.J.Q. Aprendendo com os erros. Uma perspectiva comunicativa de ensino de línguas. 2. ed. Goiânia: UFG, 2002.

GÓMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. Madrid, Ed. SM, 9. Ed., 2007.

HERNÁNDEZ, Guillermo. Análisis gramatical: Teoria y práctica; ejercicios y actividades de autoaprendizaje. Madrid, SGEL, 2008.

MARTIN, Ivan. Saludos. Libro 1. São Paulo: Ática, 2005.

MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños. São Paulo, Ed. Parábola, 2010.

MATTEBON, Francisco. Gramática comunicativa de español. Tomos I e II. Madrid, Edelsa, 2009.

LOPES, Luiz Paulo Moita. Oficina de Lingüística Aplicada. Campinas, Mercado de Letras, 2002.

ROTTAVA, Lucia & LIMA, Marília dos Santos (orgs.). Linguística Aplicada: Relacionando Teoria e Prática NO Ensino de Línguas. Ijuí, Ed. Unijuí, 2004.

SEDYCIAS, João (org.). O ensino do espanhol no Brasil. São Paulo, Ed. Parábola, 2005.

1.4. LÍNGUA ALEMÃ

HUEBER, Monika Reimann. Grundstunfen-Grammatik für Deutsch als Fremdsprache. Munique: Hueber, 2009.

LEMCKE, Christiane, ROHRMANN, Lutz; SCHERLING, Theo.Berliner Platz 1 NEU Langenscheidt

LEMCKE, Christiane, ROHRMANN, Lutz; SCHERLING, Theo.Berliner Platz 2 NEU Langenscheidt

LEMCKE, Christiane, ROHRMANN, Lutz; SCHERLING, Theo.Berliner Platz 3 NEU Langenscheidt

STAFF, Hueber Redaktion Themenaktuell 1 - kursbuch Hueber

STAFF, Hueber Redaktion Themenaktuell 2 - kursbuch Hueber

STAFF, Hueber Redaktion Themenaktuell 3 - kursbuch Hueber

KNOPP, G. BÜTNER, S. & ALBERTI, J. Planetino 1, A1, ArbeitsbuchArbeitsbuch A1: 1

Ismaning: Hueber, 2009. 111 S.: III.

1.5. LÍNGUA ITALIANA

BALBONI, P. Didatticadell'Italiano a stranieri. Roma: Bonacci Editore, 1994.

DARDANO, Maurizio& PIETRO, Trifone. Grammatica italiana; connozioni di linguistica. 3ª ed. Bologna: Zanichelli, 1999

LEPSCHY, G. & LEPSCHY, A.L. La Lingua Italiana. Milano: Bompiani, 2002.

SERIANNI, Luca. Italiano. Grammatica, sintassi, dubbi. Milano: GarzantiLibri, 2000.

1.6. LÍNGUA FRANCESA

BÉRARD, Evelyne. Mode d'emploi: grammaire utile du français. Paris, Didier, 1991.

BESCHERELLE. La Grammaire pour tous. Paris, Hatier, 2006..

TAGLIANTE, Christine,. La classe de langue. Paris, Cle International, 1994.

1.7. ARTES (TEATRO, VISUAIS, MÚSICA, DANÇA)

TEATRO

Programa

Teoria do jogo: natureza e significado, características fundamentais e relações com a educação. O jogo simbólico, o Jogo Dramático e o Jogo Teatral.

O ensino do teatro: perspectiva inclusiva do teatro na educação, valorização da diversidade cultural brasileira.

A linguagem cênica: ação, espaço, personagem.

Dramaturgia e encenação: da literatura dramática ao espetáculo.

A performance como linguagem: sentido e estrutura.

Bibliografia:

APIASSU, Ricardo. Metodologia de ensino de teatro. Campinas, Papirus, 2001.

ARAÚJO, Geraldo Salvador de. O Teatro na Educação: O espaço de construção da consciência político-estética. Doutorado, ECA/USP, 1999.

BARBA, Eugenio. A Canoa de Papel. São Paulo, Ed. Hucitec, 1994.

CHACRA, Sandra. Natureza e sentido da improvisação teatral. São Paulo: Perspectiva, 1983.

COURTNEY, Richard Jogo, teatro e pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980.

GROTOWSKI, Jerzy. Em Busca de um Teatro Pobre. Rio de Janeiro, Ed. Civilização Brasileira, 1987.

KOUDELA, Ingrid Dormien. Jogos Teatrais. São Paulo, Editora Perspectiva, 1991.

ROUBINE, Jean-Jacques. Introdução às grandes teorias do teatro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003

SANTOS, Vera Lúcia Bertoni dos. Brincadeira e conhecimento - do faz -de-conta à representação teatral. Porto Alegre, Mediação, 2002.

SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.

ARTES VISUAIS

Programa

História da Arte: da pré- história a contemporaneidade;

Princípios básicos da linguagem visual e da crítica;

Abordagens conceituais e metodológicas da arte na educação; Desenvolvimento da linguagem plástica na criança e no adolescente; O ensino da arte no cotidiano escolar;

O papel do professor no ensino da arte.

Bibliografia:

BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte. São Paulo: Editora Perspectiva, 2007.

BARBOSA. Ana Mae & CUNHA, Fernanda Pereira da (orgs). Abordagem Triangular no Ensino das Artes e Cultura Visuais. São Paulo: Cortez, 2010.

BARBOSA, Ana Mae (org.). Ensino da Arte: Memória e História, São Paulo: Editora Perspectiva, 2008.

CAMARGO, Luis. Arte-educação: da pré-escola à universidade. São Paulo: Studio Nobel, 1994.

FERRAZ, Maria H: FUSARI, Maria F. de R. Metodologia do ensino de arte. São Paulo: Cortez, 1993.

FUSARI, Maria F. de R.; FERRAZ, Maria Heloisa de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

HERNÁNDEZ, Fernando. Catadores da Cultura Visual. Porto Alegre, Mediação, 2007.

MARTINS, Mirian Celeste et AL. - Didática do Ensino da Arte - a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo, FTD, 1998.

OSTROWER, Fayga "Universos da Arte". Rio de Janeiro: Editora Campus, 1996.

PILLAR, Analice Dutra (org). A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Mediação, 1999.

MÚSICA

Programa

Educação Musical Contemporânea Avaliação em Música

Saberes Formais e Informais Musicais Educação Básica e Música

História da Música

Teoria Musical

Bibliografia:

BENNETT, Roy. Uma breve história da música. Zahar.

BEYER, Esther (Org.); KEBACH, Patricia Fernanda Carmem (Org.). Pedagogia da Música: experiências de apreciação musical. Porto Alegre: Mediação, 2009.

HENTSCHKE, Liane (Org.); DEL BEM, Luciana (Org.). Ensino de música: propostas para pensar a agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, 2003.

MANN, Henrique. Som do Sul: a história da música do Rio Grande do Sul no século XX. Porto Alegre: Tchê, 2002.

MED, Bohumil. Teoria da Música. Brasília: Musimed, 1996.

PENNA, Maura. Música(s) e seu ensino. 2. Ed. Porto Alegre: Sulina, 2010.

SOUZA, Jusamara Vieira. (Org.); HENTSCHKE, Liane (Org.). Avaliação em Música: Reflexões e Práticas. São Paulo: Moderna, 2003.

REVISTA MÚSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA. Rio de Janeiro: ABEM, v.2, nº 2010.

REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. Rio de Janeiro: ABEM, n..23, mar. 2010.

REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. Rio de Janeiro: ABEM, n..24, set. 2010.

REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. Rio de Janeiro: ABEM, n..235, jan-jun. 2011.

DANÇA

Programa:

A história da dança

A dança na contemporaneidade

Etnocoreologia e Estudos Culturais em Dança

O ensino da dança nas escolas brasileiras

Metodologia e prática de ensino da dança

Conscientização corporal: habilidade técnica, coreografia e performance Dança e tecnologia: novos meios de comunicação

Bibliografia:

BOURCIER, Paul. História da dança no ocidente. São Paulo: Martins Fontes, 1987

CALAZANS, Julieta ET alli. Dança e educação em movimento. São Paulo: Cortez, 2003.

FREIRE, Ana Vitória. Avaliação: caminho ou saída? In: Lições de Dança 3. Rio de Janeiro. Universidade editora, 2001.

HASELBACH, Bárbara. Dança, improvisação e movimento. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1989.

KATZ, Helena. Brasil descobre a dança, a dança descobre o Brasil. São Paulo: DBA, 1999.

NANNI, Dionísia. Dança educação: princípios, métodos e técnicas. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.

1.8. EDUCAÇÃO FÍSICA

Programa:

A importância do lúdico para o desenvolvimento humano. Educação Física e culturas corporais.

O esporte e o lazer na sociedade.

A Educação Física, os Jogos e as vertentes do Esporte. Políticas públicas para esporte, recreação e lazer. Atuação, competências e formação do professor. Objetivos e finalidades da Educação Física Escolar.

Bibliografia

ALMEIDA, Telma Teixeira de Oliveira & Monteiro Alessandra Andrea - Educação Física no Ensino Fundamental. 200ª Editora: Cortez

BRACHT, V. Esporte na escola e esporte de rendimento. Revista Movimento. nº 12 V. 6 , p. XIV-XXIV, jan-jun/2000. Porto Alegre: ESEF/UFRGS. www.esef.ufrgs.br/movimento

CAPARRÓZ, Francisco Eduardo. Entre a Educação Física na escola e a Educação Física da escola Campinas, Editora Autores Associados, 2005.

CASTELLANI FILHO, L.; SOARES, C. L.; TAFFAREL, C.; VARJAL, E.; ESCOBAR, M. O.; BRACHT, V.. Metodologia do ensino de educação física. 2. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2009.

DARIDO, S. C. et alii.."A Educação Física, a formação do cidadão e os parâmetros curriculares nacionais". Revista Paulista de Educação Física, v. 15, nº 1, p. 17 - 32. São Paulo, UFSCAR , 2001. www.ufscar.br

GAYA, Adroaldo." Sobre o esporte para crianças e jovens".Revista Movimento, v. 6,. nº 13, p.I - XIV. Ago-dez/2000. Porto Alegre: ESEF/UFRGS. www.esef.ufrgs.br/movimento

GAYA, Adroaldo Cezar Araújo." O corpo que não vai à escola". In: SILVA, Luiz Heron da et alii (orgs). Identidade Social e a Construção do Conhecimento. Porto Alegre: SMED - PMPA, Vc Artes Gráficas, 1997.

GOELLNER, Silvana. Gênero, Educação Física e Esporte. In: VOTRE, Sebastião. Imaginário e representações sociais em Educação Física, Esporte e Lazer. Rio de Janeiro: Ed. Gama Filho, 2001.

_______ ." A Educação Física e a construção de imagens de feminilidade no Brasil dos anos 30 e 40 ".: Revista Movimento, v. 6, nº 13, p. 61-70, Porto Alegre, ESEF/UFRGS, 2002. www.esef.ufrgs.br/movimento

_______ " A produção cultural do corpo". In: LOURO, G. L.; NECKEL, J. F. e GOELLNER, S.V. Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003.

ISRAEL, Vera Lúcia & BERTOLDI, Andréa Lúcia Sério. Deficiência Físico-Motora: Interface entre Educação Especial e Repertorio Funcional. Curitiba, Editora IBPEX, 2010.

MARCELLINO, Nelson Carvalho. Lúdico, Educação e Educação Física. Ijuí, Editora Unijuí, 2003.

MARCELLINO, Nº C. "Lazer e Educação Física". In: DE MARCO, A. (Org.) Educação Física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006.

MARTINS, Ida C. et alii. Aulas de Educação Física no Ensino Médio. Campinas, Editora Papirus, 2010.

MATTOS, Mauro Gomes de & NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física na Adolescência. São Paulo, Phorte Editora, 2008.

MEDINA, João Paulo Subira- A Educação Cuida do Corpo e ... Mente. Campinas,. Editora Papirus, 2010.

MOLINA NETO, Vicente & MOLINA, Rosane." Capacidade de escuta: questões para a formação docente em educação física". Revista Movimento, v.8, nº 1, jan-abr/2002. p.57-66. Porto Alegre: ESEF/UFRGS, 2002. www.esef.ufrgs.br/movimento

PAES, R. R. & BALBINO, H. F. "A pedagogia do esporte e os jogos coletivos". In: DE ROSE JR, Dante (org.). Esporte e atividade física na infância e na adolescência: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2009.

SCALON, Roberto Mário. A Psicologia do Esporte e a Criança.. Porto Alegre:, Editora: EdiPucrs, 2004.

2.1. MATEMÁTICA

Programa:

- números naturais e inteiros: primos e compostos, decomposição em fatores primos, divisibilidade, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum.

- números racionais: operações com frações, com representação decimal w em notação cientifica, razões, proporções, porcentagem e variação percentual.

- números reais: operações e propriedades; intervalos. Expressões numéricas e cálculos com aproximações.

- expressões algébricas: simplificação e representação geométrica.

- variáveis discretas e continuas; construção e interpretação de gráficos (cartesianos, por setores, circulares, de barras), de tabelas numéricas e de diagramas.

- funções reais de variável real: domínio e imagem; crescimento. Representação gráfica de y=f(x) e suas transformadas (y=f(x+k), y=f(x) +k, y=f(k*x) e y=k*f(x), com k constante real nula)

- função linear e afim: expressão algébrica; construção e interpretação de gráficos (raiz, coeficientes angular e linear); resoluções algébricas e gráficas de equações e de inequações.

- seqüências numéricas: descrição pelo termo geral e por recorrência; progressões aritméticas (termo geral, interpolação e soma dos termos).

- arcos e ângulos: medidas e operações.

- Relações Métricas nos triângulos retângulos; seno, cosseno e tangente; identidades trigonométricas simples.

- resolução de triângulos quaisquer: lei dos senos e cossenos.

- figuras geométricas planas: retas, segmentos; ângulos; elementos, propriedades e construção de polígonos. Rotações, translações e reflexões.

- relações métricas nos polígonos e no circulo (polígonos inscritos e circunscritos, ângulos e arcos). Construções com régua e compasso.

- áreas e perímetros: polígonos, círculos e partes do circulo.

- figuras geométricas espaciais, áreas de superfície e volumes, planificação: poliedros, cilindros, cones e esferas.

- analise combinatória: princípios de contagem; permutações, arranjos e combinações simples.

- probabilidade: espaço amostral, resultados equiparáveis e propriedades das probabilidades. Probabilidade geométrica. Probabilidade condicional e eventos independentes.

- Matemática Financeira: juro simples e composto.

Bibliografia

ALVES, E.M.S. A ludicidade e o ensino de matemática: uma prática possível. Campinas, SP: Papirus, 2001.

BONGIOVANNI, Vicenzo et al. Histórias de matemática e de vida. São Paulo: Ática, 1992.

BESSON, Jean-Louis (Org.). A ilusão das estatísticas. São Paulo: Editora da UNESP, 1995.

BICUDO, M.A.V. (org) Educação Matemática. São Paulo: Centauro, 2005.

BICUDO, M.A.V.; BORBA, M.C. (orgs.) Educação Matemática: pesquisa em movimento. São Paulo: Cortez, 2004.

_______. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora UNESP, 1999.

CARAÇA, Bento de Jesus. Conceitos Fundamentais da Matemática. Lisboa: Gradiva, 1998.

DANTE, L.R. Matemática: contexto e aplicações. 3 volumes. 4. ed. São Paulo: Editora Ática, 2007.

DAVIS, Philip J., HERSH, Reuben - O Sonho de Descartes. O mundo de acordo com a Matemática. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.

DERTOUZOS, Michael. O que será? Como o novo mundo da informação transformará nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

GARBI, Gilberto G. A Rainha das Ciências - Um passeio histórico pelo maravilhoso mundo da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2007.

GONÇALVES Jr., O. Matemática por assunto: geometria plana e espacial. São Paulo: Editora Scipione, 1991.

IMENES, L.M. Problemas curiosos. São Paulo: Scipione, 1991.

KALEFF, Ana Maria M. R. Vendo e entendendo poliedros: do desenho ao cálculo do volume através de quebra-cabeças e outros materiais concretos. Niteroi: Ed. da Universidade Federal Fluminense, 2003.

LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C. P.; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio. Vols. I a III (Coleção Professor de Matemática). Rio de Janeiro: IMPA / VITAE, 1998.

LIZARZABURU, A.E.; SOTO, G.Z. e cols. Pluriculturalidade e Aprendizagem da Matemática na América Latina. Porto Alegre: Artmed, 2006.

MACEDO, L.;PETTY, A.L.S. Aprender com jogos e situações problemas. Porto Alegre: Artmed sul, 2000.

MORGADO, A.C.; CÉSAR, B. Raciocínio Lógico-Quantitativo: questões resolvidas, questões de concursos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

MURAKAMI, Carlos; IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo. Fundamentos de matemática elementar. 8. ed. São Paulo: Atual, 1993. (Coleção)

SATOY, Marcus Du. A música dos números primos. A história de um problema não resolvido na matemática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2007.

ZUNINO, Delia Lerner. A matemática na escola: aqui e agora. Porto Alegre: Artmed, 1995

3.1. BIOLOGIA

Programa:

Organização básica das células, metabolismo celular, estrutura e função das substâncias orgânicas e inorgânicas que compõem os seres vivos;

Embriologia, reprodução assexuada e sexuada;

Fundamentos da genética; hereditariedade, natureza do material hereditário;

Bases moleculares;

Teorias da evolução, processos da evolução, seleção e adaptação;

Genética de populações;

Vírus, Monera, Protista e Fungi - características gerais e aspectos básicos da reprodução, importância ecológica e econômica;

Plantas - características gerais dos principais grupos de plantas, evolução, organização morfológicas e reprodutivas das plantas;

Animais - características gerais e habitats dos principais grupos, evolução e fisiologia comparada; Os seres vivos e o ambiente - populações, comunidades e ecossistemas;

Ecologia humana - atividades humanas e as alterações provocadas nos ecossistemas; Utilização dos recursos naturais;

Geração de resíduos sólidos em excesso - reciclagem e o tratamento adequado dos resíduos e seus efluentes;

Problema do esgoto e o tratamento da água;

Genética e clonagem - aspectos éticos, ecológicos e econômicos.

Interação entre os seres humanos e os sistemas naturais, ligação que há entre nossas ações e seus impactos no planeta;

Escolhas sustentáveis, discutindo biodiversidade, o uso da terra, da água e aquecimento global;

Bibliografia:

BUARQUE, C.; SACHS, J. & BECKER, B.K. Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. São Paulo: Garamond, 2007.

CALIL, P. Metodologia do Ensino de Biologia e Química. Vol. 2. Curitiba: Ibpex, 2008.

CAPRA, F. et alii Alfabetização ecológica: a educação das crianças para um mundo sustentável. São Paulo: Cultrix, 2006.

CHIARAVALLOTI, R.M. & PÁDUA, C.V. Escolhas sustentáveis: discutindo biodiversidade, uso da terra, água e aquecimento global. São Paulo: Matrix Editora, 2011.

GODEFROID, R.S.. O Ensino de Biologia e o Cotidiano. Curitiba: Ibpex. 2010

GOLEMAN, D. Inteligência Ecológica. Rio de Janeiro: Campus, 2009.

MILLER JR. G.T. Ciência Ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

ODUM, E.P. & BARRETT, G.W. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

PAULINO, W. R. Novo Ensino Médio - Biologia. Volume único - Conforme Nova Ortografia. São Paulo: Atica. 2008

SILVA JR, C.; SASSON, S. & CALDINI JR, Nº Biologia. Volume único. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011.

3.2. FÍSICA

Programa:

Sistemas de unidades, medidas e referência; Dinâmica - Leis de Newton, suas aplicações e consequências; Cinemática escalar, MRU, MRUV, gráficos, trajetória, tempo, deslocamento, velocidade média; Cinemática vetorial, MCD, álgebra vetorial, velocidade e aceleração, lançamento horizontal e oblíquo; Energia e conservação; Hidrostática: princípio de pascal, Arquimedes; Ondas: características, comprimento, movimento, tipos, formas de propagação e dimensões; Quantidade de movimento: impulso, conservação; Gravitação Universal: Leis de Kepler; Estática; Oscilações: movimento harmônico simples, frequências e gráficos, ressonância; Óptica Geométrica; Termodinâmica; Eletromagnetismo; Física Moderna.

Bibliografia:

GASPAR, A. Física. Vol. 1 - Mecânica. Editora Ática, 2000.

GASPAR, A. Física. Vol. 2 - Ondas, Óptica, Termodinâmica. Editora Ática, 2000.

GASPAR, A. Física. Vol. 3 - Eletromagnetismo, Física Moderna. Editora Ática, 2000.

CARRON, Wilson. As faces da física: volume único, 2ª edição, editora Moderna, 2002.

SAMPAIO, José Luiz; CALÇADA, Caio Sérgio. Universo da física, vols. 1,2 e 3. Vol. 1: Mecânica; Vol. 2: Hidrostática, Termologia e Óptica; Vol. 3: Ondulatória, Eletromagnetismo e Física Moderna. Editora Atual, 2001.

RAMALHO; NICOLAU; TOLEDO. Os fundamentos da física, vols. 1,2 e 3. Vol. 1: Mecânica; Vol. 2: Termologia, Óptica e Ondas; Vol. 3: Eletricidade, 7ª edição. Editora Moderna, 2001.

MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de física, Vols. 1,2 e 3, 5ª edição. Editora Scipione, 2000.

MARCOS, CHIQUETO, BÁRBARA VALENTIN, ESTÉFANO PAGLIARI. Aprendendo física, Vols. 1,2 e 3. Vol. 1: Mecânica; Vol. 2: Física Térmica e Ondas; Vol. 3: Eletromagnetismo e Introdução à Física Moderna. Editora Scipione, 1996.

3.3 QUÍMICA:

Programa:

Dimensão Histórica da Disciplina: contribuições da alquimia; fatos marcantes da história do conhecimento químico e suas inter relações de natureza econômica, política e social. Ensino de Química: constituição da química como disciplina escolar; as reformas de ensino e suas implicações no ensino de Química no Brasil. Fundamentos teórico-metodológicos: construção e reconstrução de significados dos conceitos científicos a partir do contato do objeto de estudo da química - matéria e suas transformações; abordagem experimental; contextualização; superação do método tradicional de ensino.

Conteúdos estruturantes: Matéria e sua natureza - estudo dos aspectos microscópicos dos materiais para compreensão dos aspectos macroscópicos. Propriedades da matéria, Tabela Periódica, Ligações químicas, Propriedade dos gases, sólidos e líquidos, Reações Químicas, Cálculos Estequiométricos, Funções Inorgânicas e Orgânicas.

Bibliografia:

ATKINS, Peter & JONES, Loretta.. Princípios da Química, questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre, Ed. Bookman, 5ª Edição, 2011

BORGES, R.M.R (org.). Filosofia e história da ciência no contexto da educação em ciências: vivências e teorias. Porto Alegre, Edipucrs, 2007.

CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: questões e desafios para educação. Ijuí, Ed. UNIJUI, 2010..

ELY, C. et alii. Diversificando em química - propostas de enriquecimento curricular. Porto Alegre, Mediação, 2009.

FELTRE, R. Química - Volumes 1,2 e 3. São Paulo: Editora Moderna, 1995.

FERREIRA, M. et alii Química Orgânica.Porto Alegre, Artmed, 2007.

PESSOA de CARVALHO, A. M.; GIL- PEREZ, D. Formação de Professores de Ciências. São Paulo; Ed. Cortez, 10ª edição, 2011.

SANTOS, Wilson Luiz Pereira dos; MALDANER, Otávio Aloísio (orgs). Ensino de Química em Foco. Ed. UNIJUI, 2010

SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica, vol.1 e 2, Rio de Janeiro: J LTC, 2009.

ZANON, L. B. (org). Fundamentos e Propostas de Ensino de Química para Educação Básica no Brasil. Ijuí: UNIJUI, 2007.

4.1. HISTÓRIA

Programa:

Teorias da História e metodologias.

Positivismo, marxismo, Escola dos Anais, Nova História Cultural; Micro-história; História oral; História Antiga, História Medieval, História Moderna, História Contemporânea, História da América e História da África.

História do Brasil

História do Rio Grande do Sul

Bibliografia:

ANDERSON, Perry. As Linhagens do estado absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1989.

BITENCOURT, Circe Maria F. Ensino de História - fundamentos e métodos. 1ª Ed. , SP: Cortez, 2005.

BURKE, Peter. A escrita da história. São Paulo: UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion. Sociedades do Antigo Oriente Próximo. São Paulo: Ática, 1986. Série Princípios, nº 47.

DARNTON, Robert. O grande massacre dos gatos. Rio de janeiro: Graal, 1986.

FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2001.

HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: O breve século XX (1924-1991). São Paulo: Cia das Letras, 2008.

HOBSBAWM, Eric J. A Era das revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

JUNIOR, Hilário Franco. A Idade Média. O Nascimento do Ocidente. São Paulo: BRASILIENSE, 2001.

KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003.

KERN, Arno Alvarez. Antecedentes Indígenas. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 1994.

KUHN, Fábio. Breve História do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Ed. Leitura XXI, 2002.

LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas, UNICAMP, 2010.

LUCINI, Marizete. Tempo, narrativa e ensino da história. Porto Alegre: Mediação, 2000.

PINSKY, J.(org). Modos de Produção na Antiguidade. São Paulo: Global, 1982.

REIS, João José & GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1996.

ROLAND, Oliver. A experiência africana: da pré-história aos dias atuais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.

THOMPSON, E.P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América. A questão do Outro. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

ZARTH, Paulo Afonso. Do Arcaico ao Moderno: O Rio Grande do Sul Agrário do Século XIX. Ijuí: UNIJUÍ, 1999.

WASSERMAN, Claudia (Coord.). História da América Latina: Cinco Séculos. Porto Alegre: UFRGS, 2000.

4.2. GEOGRAFIA

Programa:

O ensino da Geografia na formação da cidadania.

História do pensamento geográfico.

Conceitos fundamentais da Geografia: espaço, território, região, paisagem e ambiente. A representação do espaço e suas leituras.

Dinâmica climática e geomorfológica: formações vegetais e paisagens naturais.

Natureza e sociedade: impactos das atividades produtivas.

Mudanças locais e globais e a defesa do ambiente.

Crescimento e mobilidade da população: a transição demográfica e a pluralidade étnica e cultural. A ocupação produtiva do espaço rural: as relações campo-cidade.

Urbanização e metropolização: desigualdades sócio-espaciais.

A sociedade em rede e as novas regionalizações: integrações regionais, mudanças nos limites e fronteiras.

Bibliografia:

CARLOS, Ana Fani e LEMOS, Amália Inês G. (orgs.). Dilemas Urbanos. Novas abordagens sobre as cidades. 2ª.ed. São Paulo: Contexto, 2005.

CARLOS, Ana Fani e OLIVEIRA, Ariovaldo, Umbelino de O. (orgs.) Geografia das Metrópoles. São Paulo, Contexto, 2006.

CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos, TONINI, Ivaine Maria (et all.). O ensino da Geografia e suas composições curriculares. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2011.

CAZZOLATO. José Donizete. Novos Estados e a divisão territorial do Brasil- uma visão geográfica. São Paulo: São Paulo: Oficina de textos, 2011.

CORRÊA, Roberto Lobato. Trajetórias Geográficas. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Bertrand-Brasil, 2005.

HAESBAERT, Rogério. Regional-Global. Dilemas da Região e da Regionalização na Geografia Contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand-Brasil, 2010.

MENEGAT, Rualdo e ALMEIDA, Gerson (orgs.). Desenvolvimento Sustentável e Gestão nas Cidades. Estratégias a partir de Porto Alegre. Porto Alegre: Editora da UFGRS, 2004.

MOREIRA, Ruy. O pensamento Geográfico Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2008.

OLIVEN, Ruben. A diversidade cultural no Brasil-Nação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.

ROMARIZ, Dora de Amarante. Biogeografia. São Paulo: Dora de Amarante, 2008.

SANTOS, Milton. Técnica, Espaço, Tempo. 5ª.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.

SANTOS, Milton e SILVEIRA, María Laura. O Brasil-Território e Sociedade no início do Século XXI. Rio de Janeiro, 2001.

SAQUET, Marcos Aurélio. Abordagens e concepções de território. São Paulo: Expressão Popular, 2007.

SCHAFFER, Neiva Otero (et all.) Um globo em suas mãos. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 2003.

4.3. SOCIOLOGIA

Programa:

Contexto histórico do surgimento da sociologia, o campo e objeto da sociologia;

Principais precursores do pensamento sociológico, conceitos básicos das teorias de: Durkheim, Marx e Weber;

Sociedade e cultura: o Estado, a família, as religiões, processo de socialização; o mundo do trabalho; o trabalho e a desigualdade social;

As formas de participação e os direitos do cidadão; a exclusão social e a cidadania; A escola, a violência e as diferenças sociais;

Os principais temas do pensamento sociológico no Brasil: a formação e a identidade nacional; Desafios da sociedade na era da globalização;

Racismo- Relações de Poder;

Relações de poder e democracia;

Sociedades Rurais;

Bibliografia:

ABRAMOVAY, Miriam et al. Violência nas escolas. Brasília: UNESCO, Coordenação DST/AIDS do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos do Ministério da Justiça, CNPq, Instituto Ayrton Senna, UNAIDS, Banco Mundial, USAID, Fundação Ford, CONSED, UNDIME, 2002. Disponível: http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001287/128717por.pdf

BOBBIO, Nº Estado, governo, sociedade, para uma teoria geral da política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

BOURDIEU, Pierre. A dominação masculina. Rio de Janeiro: Berfrand Brasil, 1999.

BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Berfrand Brasil, 2011.

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1995.

ELIAS, Norbert. Os estabelecimentos e os outsiders. Sociologia das relações de poder de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro; Zahar, 2000.

GIDDENS, Anthony. Sociologia. São Paulo: Artemed Editora AS, 2008.

GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Editora Vozes, 1983.

GUIMARÃES, Antônio Sergio. Racismo e antirracismo no Brasil. São Paulo: Fundação de Apoio à USP, 1999.

IANNI, O. Sociologia e sociedade no Brasil. SP, Alfa-Ômega, 1975.

LARAIA, Roque de Barros.Cultura: um conceito antropológico. 23 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2009

MARRA, Célia A. dos Santos. Violência escolar- a percepção dos atores escolares e a repercussão no cotidiano da escola. São Paulo: Annablume, 2007.

MARX, Karl; ENGELS, Friedriech. A ideologia alemã. São Paulo: Hucitec, 1984.

OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 2000.

WANDERLEY, Maria de Nazareth Baudel. O mundo rural como espaço de vida: reflexões sobre a propriedade da terra, agricultura familiar e ruralidade. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo> Martin Claret, 2002.

4.4. FILOSOFIA

Programa:

Origens da Filosofia- histórico-definição; Filosofia como criação de conceitos; os conceitos fundamentais; o problema filosófico; filosofia como exercício de análise, investigação e crítica; Correntes filosóficas: idealismo, materialismo, positivismo, existencialismo, fenomenologia, hermenêutica, dialética, estruturalismo e pós-modernidade; A Filosofia na América Latina e as questões relacionadas ao inter/multiculturalismo; A construção do sujeito moral; As teorias da Filosofia da educação; os objetivos da Filosofia na educação e sua contribuição para o desenvolvimento do senso crítico.

Bibliografia:

ADORNO, T. W & HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.

ALVES, R. Filosofia da ciência. São Paulo: Brasiliense, 1993.

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando, introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1993.

BRASIL. Orientações curriculares para o Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias. MEC/SEB, Brasília, 2008.

BUFFA, Ester, ARROYO, Miguel & G. NOSELLA, Paolo. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? 5ª ed. - São Paulo: Cortez, 1995. (Coleção questões da nossa época; v. 19)

CHÂTELET, François. História da Filosofia, idéias, doutrinas - o século XX. Rio de Janeiro: Zahar , s/d, 8 volumes.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.

CORBISIER, R. C. A. Introdução à filosofia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983

FÁVERO, Altair ET alli (orgs.). Um Olhar sobre o ensino da Filosofia. Ijuí: Unijuí, 2002.

GALLO, S.& KOHAN, W. O. (orgs): Filosofia no Ensino Médio. Petrópolis: Vozes, 2000.

JASPER, K. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 1988.

LUCKESI, C.C.. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.

MARCUSE, Herbert. A ideologia da sociedade industrial. 4 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

________ Os Pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1973.

PLATÃO. A República. Lisboa: Calouste Gulbekian, 9ª ed. 2001.

REALE, Giovani e ANTISERI, Dario. História da Filosofia. Vol. I-III. SP: Paulinas, 1990.

ROUANET, S. P. As razões do iluminismo, São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

VÁSQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1970.

5.1. ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL (MAGISTÉRIO/ NORMAL)

Programa:

Ação pedagógica da escola e a sociedade; Currículo e contextualização; Áreas do conhecimento e o conteúdo - interdisciplinaridade; Avaliação no processo educativo; Ação docente mediadora; Inclusão na perspectiva do tratamento das diferenças;

Educação do Campo;

Língua Escrita

Alfabetização e letramento; A expressão escrita - texto; Ortografia

Matemática

Construção do número; Operações matemáticas; Resolução e formação de problemas;

Ciências Sociais e Ciências Naturais

Conhecimento espontâneo e conceitos científicos; Pesquisa e as diversas concepções sobre os temas; A ação da escola no meio social

Formação Social do Rio Grande do Sul; Bioma pampa e bioma Mata Atlântica;

Artes e Música

Diversidade artística e cultural na escola; Música e currículo.

Bibliografia:

ARROYO, Miguel Gonzalez; CALDART, Roseli Salete e MOLINA, Mônica Castagna (orgs.). Por uma educação do campo. Petrópolis; Editora Vozes, 2011.

BRASIL. Ministério da Educação. Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: FNDE, Estação Gráfica, 2006.

BEYER, Esther (org.). Idéias em educação musical. POA: Ed. Mediação, 1999.

BUORO, Anamelia Bueno. O olhar em construção - uma experiência de ensino e aprendizagem da arte na escola. SP: Cortez, 1998.

CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos (org.). Iniciação em ciências sociais, geografia e história - (Re)inventando saberes e fazeres. São Leopoldo: Oikos, 2011.

CAVALCANTI, Zélia (coord.). Cadernos da Escola da Vila. Vol 1 - Arte na sala de aula. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1997 a 2001.

CAVALCANTI, Zélia (coord.). Cadernos da Escola da Vila. Vol 4 - Alfabetizando. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.

CAVALCANTI, Zélia (coord.). Cadernos da Escola da Vila. Vol 5 - Aprender matemática resolvendo problemas. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.

CARRETERO, Mario. Construir e ensinar - as ciências sociais e a história. POA: Artmed, 1997.

COLL, César ET alli. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ed. Ática. 1999.

DEMO, Pedro. Avaliação Qualitativa. 2º ed. São Paulo: Cortez, 1988.

_______ Educar pela pesquisa. Campinas: Autores Associados, 2007.

ESTEBAN, Maria Teresa. O que sabe quem erra? reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

FERRARI, Andrea Gabriela Ferrari. A criança de seis anos no ensino fundamental. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2009.

FERREIRO, Emília e TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. POA: Artmed, 1999.

FERREIRO, Emília & TEBEROSKY, Ana. Reflexões sobre Alfabetização. Cortez, 2010.

FORQUIN, Jean Claude. Escola e Cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre, Artes Médicas, 1993.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

FRIGOTO, G. CIAVATTA, M (org.). Ensino Médio: Ciência, Cultura e Trabalho. Brasília: MEC­SEMTEC, 2004.

GALLO, Silvio; RIVERO, Cléia Maria L. A Formação de Professores na Sociedade do Conhecimento. Santa Catarina. EDUSC, 2005.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. POA: Educação e Realidade, 1993.

KAMII, Constance. A criança e o número - implicações educacionais da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas: Papirus, 1990.

KRAMER, Sônia. Alfabetização, leitura e escrita: formação de professores em curso. São Paulo: Ática, 2010.

KUHN, Fábio. Breve História do Rio Grande do sul. Porto Alegre: Ed. Leitura XXI, 2002.

LERNER, Delia. Ler e escrever na escola - o real, o possível e o necessário. POA: Artmed, 2002.

LERNER, Delia. Matemática na escola: aqui e agora. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1995.

LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2010.

MATA ATLÂNTICA: patrimônio nacional dos brasileiros / Ministério do Meio Ambiente, Secretaria de Biodiversidade e florestas. Brasília: MMA, 2010. Disponível no site do MMA.

MORAIS, Artur Gomes de. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 1998.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.

MIZUKAMI, Maria da Graça. Ensino: As abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

PACHECO, José. Caminhos para a inclusão: guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre, Artmed, 2007.

PIAGET, J: INHELDER, B.A. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil

PILLAR, Valério de Patta et all. Campos Sulinos - conservação e uso sustentável da biodiversidade, Pillar, Valério de Patta et. All. - Editores. Brasília: MMA, 2009.Disponível no site do MMA.

RANGEL, Ana Cristina S. Educação matemática e a construção do número pela criança. Porto Alegre: Artmed, 1992.

SACRISTAN, J. Gimeno; Gómez A. I. Peres. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 1988.

SANTOMÉ, Iurjo Torres. Globalização e interdisciplinaridade. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SCHMIDT, Sarai (org.). A educação em tempos de globalização. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

SCHÖN, Donald A. Educando o profissional reflexivo - Um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre. Artes Médicas Sul, 2000.

TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever: perspectivas psicológicas e implicações educadionais. São Paulo: Ática, 1995.

TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. SP: Cortez, 2000.

TOLCHINSKY, Liliana. Aprendizagem da linguagem escrita. SP: Ática, 1995.

VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Superação da lógica classificatória e excludente da avaliação: do "é proibido reprovar" ao é preciso garantir a aprendizagem. São Paulo: Libertad, 1998. (Coleção Cadernos Pedagógicos do Libertad)

VYGOSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

VYGOSKY, L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Editora, 2011.

WEISSMANN, Hilda (org.). Didática das ciências naturais - contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artmed, 1998.

ZABALZA, Miguel Angel. Diários de Aula - Um instrumento de Pesquisa e Desenvolvimento Profissional. Porto Alegre, ARTMED, 2004.

5.2. EDUCAÇÃO ESPECIAL (ATUAÇÃO EM SALA DE RECURSOS - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO)

Programa:

A função da escola na sociedade e a relação com a prática docente;

A formação do educador e seu compromisso político frente à realidade educacional; Concepções teóricas da Psicologia e suas contribuições no campo educacional;

Desenvolvimento e Aprendizagem da criança e suas abordagens teóricas: Piaget, Wallon, Vygotsky.

Avaliação da Aprendizagem;

Educação e Diversidade: a pluralidade no âmbito da escola;

Educação Especial: aspectos legais, históricos, a Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e o Atendimento Educacional Especializado;

A cultura corporal e do movimento no desenvolvimento psicológico e na aprendizagem da criança;

O caráter social e histórico da comunicação e da escrita;

Linguística e Alfabetização;

Processos cognitivos envolvidos na Alfabetização;

A construção e desenvolvimento da Leitura e Escrita;

A formação do pensamento lógico da criança;

Ética profissional;

Tecnologia Assistiva e a contribuição no campo educacional;

O papel e a função do professor do Atendimento Educacional Especializado.

Bibliografia:

BAPTISTA, C.R. (org). BOSA, C. (org). Autismo e Educação: Reflexões e Propostas de Intervenção. 2ª ed. POA: ARTMED, 2007, v.1.

BERSCH, Rita; MACHADO, Rosângela. Atendimento Educacional Especializado do Aluno com Deficiência Física. São Paulo: EDITORA Moderna, 2010.

BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, janeiro de 2008. Inclusão: Revista da Educação Especial. Brasília, v. 4, 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Básica. Resolução Nº 4, de 2 de Outubro de 2009. Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Universidade Federal do Ceará, 2010. Volumes 1 a 10. (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).

BRASIL, Ministério da Educação. Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência

BRASIL, Ministério da Educação. Decreto 5296 de 02 de dezembro e 2004.

BRASIL, Ministério da Educação. Lei n º10.098, de 19 de dezembro de 2000.

CORDE. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. CORDE: Brasília, 2007.

GUATEMALA. Assembléia Geral, 29º período ordinário de sessões, tema 34 da agenda. Convenção interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência, 1999.

DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento educacional Especializado do Aluno com Surdez. São Paulo: Editora Moderna, 2010.

FIGUEIREDO, R.V. de; GOMES, A.L.L. A emergência da leitura e da escrita em alunos com deficiência intelectual. In: GOMES, A.L.L. Deficiência Mental. São Paulo: MEC/SEESP, 2007

MANTOAN, M. T. E. O direito de ser, sendo diferente, na escola. In: Revista de Estudos Jurídicos. Brasília: nº 26, 2004.

MANTOAN, M. T. E. (org.) O desafio das diferenças nas escolas. Petrópolis: Editora Vozes, 2008.

MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Editora Moderna,

MANTOAN, M. T. E. SANTOS, M.T.T. Atendimento Educacional Especializado: políticas públicas e gestão nos municípios. São Paulo: Editora Moderna, 2010.

SÁ, Elizabeth Dias; Silva, Myriam Beatriz; Simão, Valdirene. Atendimento educacional Especializado.

SANTAROSA, Lucila Maria Costi, (org.) Tecnologias digitais acessíveis. Porto Alegre: JSM Comunicação, 2010.

SOARES, M. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

WERNECK, Cláudia. Sociedade Inclusiva. Quem cabe no seu TODOS? Rio de Janeiro: WVA, 2006.

5.3. ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL - LÍNGUA GUARANI

Programa:

Proficiência em língua guarani.

Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena. Legislação da educação indígena.

Bibliografia:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002.

5.4. ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL - LÍNGUA KAINGANG

Programa:

Proficiência em língua kaingang e conhecimentos de língua portuguesa. Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena. Legislação da educação indígena.

Bibliografia:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

CLAUDINO, Zaqueu Key Educação Indígena em Diálogo. Pelotas, UFPel, 2010.

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

INÁCIO, Andila Nĩvygsãnh et alii Pensando a Educação Kaingang. Pelotas, UFPel, 2010.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002.

5.5. ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL - LÍNGUA PORTUGUESA COM CONHECIMENTO DE LÍNGUA KAINGANG

Programa:

Proficiência em língua portuguesa e conhecimentos de língua kaingang. Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena. Legislação da educação indígena.

Bibliografia:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

CLAUDINO, Zaqueu Key Educação Indígena em Diálogo. Pelotas, UFPel, 2010.

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

INÁCIO, Andila Nĩvygsãnh et alii Pensando a Educação Kaingang. Pelotas, UFPel, 2010.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002.

5.6.1. ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO - EDUCAÇÃO INDÍGENA - LINGUAGENS e suas Tecnologias

Programa do Módulo I:

Conhecimento de língua kaingang e de língua portuguesa

Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena Legislação da educação indígena.

Bibliografia do Módulo I:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

CLAUDINO, Zaqueu Key Educação Indígena em Diálogo. Pelotas, UFPel, 2010.

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

INÁCIO, Andila Nĩvygsãnh et alii Pensando a Educação Kaingang. Pelotas, UFPel, 2010.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 02 de 30 de janeiro de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002

Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007.

Programa do Módulo II:

Parâmetros curriculares nacionais e parâmetros curriculares nacionais complementares da área de conhecimento.

Referencial curricular nacional para as escolas indígenas. Linguagens e arte indígena.

Bibliografia do Módulo II:

BRASIL. Ministério da Educação /SEB. Linguagens, códigos e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

PCN- ENSINO MÉDIO -Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (PCN +).

RCNEI - Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília, MEC/SEF, 1998. Disponível em www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002078.pdf VIDAL, Lux (org.) Grafismo Indígena. São Paulo, Edusp, 2007

5.6.2. ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO - EDUCAÇÃO INDÍGENA - MATEMÁTICA e suas Tecnologias.

Programa do Módulo I:

Conhecimento de língua kaingang e de língua portuguesa

Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena Legislação da educação indígena.

Bibliografia do Módulo I:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

CLAUDINO, Zaqueu Key Educação Indígena em Diálogo. Pelotas, UFPel, 2010.

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

INÁCIO, Andila Nĩvygsãnh et alii Pensando a Educação Kaingang. Pelotas, UFPel, 2010.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 02 de 30 de janeiro de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002

Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007.

Programa do Módulo II:

Parâmetros curriculares nacionais e parâmetros curriculares nacionais complementares da área de conhecimento.

Referencial curricular nacional para as escolas indígenas.

Etnomatemática e Povos Indígenas.

Bibliografia do Módulo II:

D'AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

PCN- ENSINO MÉDIO -Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias (PCN +).

RCNEI - Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília, MEC/SEF, 1998. Disponível em www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002078.pdf

5.6.3. ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO - EDUCAÇÃO INDÍGENA - CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologias

Programa do Módulo I:

Conhecimento de língua kaingang e de língua portuguesa

Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena Legislação da educação indígena.

Bibliografia do Módulo I:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

CLAUDINO, Zaqueu Key Educação Indígena em Diálogo. Pelotas, UFPel, 2010.

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

INÁCIO, Andila Nĩvygsãnh et alii Pensando a Educação Kaingang. Pelotas, UFPel, 2010.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 02 de 30 de janeiro de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002

Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007.

Programa do Módulo II:

Parâmetros curriculares nacionais e parâmetros curriculares nacionais complementares da área de conhecimento.

Referencial curricular nacional para as escolas indígenas.

Povos Indígenas e questões ambientais.

Bibliografia do Módulo II:

FREITAS, Ana Elisa & FAGUNDES, Luiz Fernando (orgs.) Povos Indígenas na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba. Porto Alegre, SMJDH, 2008.

Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

PCN- ENSINO MÉDIO -Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias (PCN +).

RCNEI - Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília, MEC/SEF, 1998. Disponível em www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002078.pdf

5.6.4. ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO - EDUCAÇÃO INDÍGENA - CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias

Programa do Módulo I:

Conhecimento de língua kaingang e de língua portuguesa

Conhecimentos pedagógicos da modalidade educação escolar indígena Legislação da educação indígena.

Bibliografia do Módulo I:

BERGAMASCHI, Maria Aparecida (org) Povos Indígenas e Educação. Porto Alegre, Mediação, 2008

CLAUDINO, Zaqueu Key Educação Indígena em Diálogo. Pelotas, UFPel, 2010.

FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.

INÁCIO, Andila Nĩvygsãnh et alii Pensando a Educação Kaingang. Pelotas, UFPel, 2010.

SILVA, Aracy Lopes da et alii Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo, Global, 2002.

Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre Povos Indígenas e Populações Tribais.

Resolução CNE/CEB nº 02 de 30 de janeiro de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 05 de 22 de junho de 2012.

Resolução CNE/CEB nº 07 de 14 de dezembro de 2010.

Parecer CEED/RS nº 383/2002

Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007.

Programa do Módulo II:

Parâmetros curriculares nacionais e parâmetros curriculares nacionais complementares da área de conhecimento.

Referencial curricular nacional para as escolas indígenas.

Culturas Indígenas no Rio Grande do Sul.

Bibliografia do Módulo II:

Hidrográfica do Lago Guaíba. Porto Alegre, SMJDH, 2008.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura / SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências Humanas e suas Tecnologias - Brasília, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

PCN- ENSINO MÉDIO -Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais- Ciências Humanas e suas Tecnologias (PCN +)

RCNEI - Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília, MEC/SEF, 1998. Disponível em www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002078.pdf

5.7. MATÉRIAS PEDAGÓGICAS

A prova pretende verificar a capacidade de análise crítica dos candidatos em relação às questões atuais da educação, a partir de várias situações vividas no cotidiano escolar, buscando ações pedagógicas que aprimorem a relação ensino-aprendizagem.

Programa:

A prática docente e a gestão escolar como fator de aperfeiçoamento do trabalho coletivo.

O currículo e a globalização do conhecimento: impasses e polêmicas entre conteúdo e metodologia na sala de aula.

A avaliação e o processo de ensino e aprendizagem: em busca de uma coerência e integração. Teorias da aprendizagem.

O processo de avaliação do desenvolvimento e do desempenho escolar como instrumento de análise e de acompanhamento, intervenção e reorientação da ação pedagógica e dos avanços da aprendizagem dos alunos.

O cotidiano escolar: A construção de valores de uma vida cidadã que possibilita aprender e socializar saberes, desenvolver atitudes cooperativas, solidárias e responsáveis;

A ação coletiva e o diálogo com a comunidade educativa como fator de fortalecimento institucional para a promoção da cidadania;

A construção coletiva da proposta pedagógica da escola: demandas sociais, das características multiculturais e das expectativas dos alunos e dos pais, como fator de aperfeiçoamento da prática docente e da gestão escolar.

Desenvolvimento e Sustentabilidade: caminho possível? Os Problemas Ambientais de dimensão global.

A inclusão da pessoa com deficiência.

Organização dos tempos e espaços escolares.

A experiência social dos alunos e o cotidiano.

A biodiversidade brasileira: as diferenças culturais, econômicas, miscigenação e a diversidade territorial. A linguagem e os códigos cartográficos.

Culturas indígenas e afrobrasileiras na escola.

A Educação e as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação: Ensinar na era da Informação;

A formação do profissional da educação: conceitos e dimensões.

Gestão Escolar para o sucesso do ensino e da aprendizagem.

A escola como espaço de formação continuada e de aperfeiçoamento profissional;

O desenvolvimento curricular: Planejamento da ação didática e o Projeto Pedagógico;

Desenvolvimento e crise ambiental: O dilema da sociedade moderna.

Questão ambiental e política internacional: Posicionamentos e divergências.

Concepção sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem;

Diferentes dimensões do desenvolvimento humano.

Organização dos saberes escolares e sua complexidade.

Organização dos conteúdos de aprendizagem; Finalidades da educação.

A função social do ensino.

Cidadania no mundo globalizado

Educação no Campo.

Educação de jovens e adultos.

Bibliografia:

ARROYO, Miguel G.; CALDART, Roseli Salete e MOLINA, Mônica Castagna (org). Por uma educação do campo. Petrópolis: Ed. Vozes, 2011.

ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. São Paulo: Cortez, 2003.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A cultura do povo e a educação popular. In: A questão política da educação popular. 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1980.

BRANDAO, C. R.; ALVES, Rubem. Encantar o mundo pela palavra. Campinas: Papirus, 2006.

BRANDAO, C. R. (Org.); STRECK, Danilo (Org.). Pesquisa participante: o saber da partilha. Aparecida: Idéias & Letras, 2006.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pesquisa Participante. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva: com os "pingos nos is". Porto Alegre, Mediação, 2004.

CASTORINA, J.A. et alii. Piaget e Vigostsky - Novas contribuições para o debate. São Paulo: Ed Atica, 2001.

FAZENDA, I. C. A. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1979.

_______. Práticas Interdisciplinares na Escola. 2ª Edição, São Paulo: Cortez, 1993.

_______. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Campinas, SP. Papirus, 1994.

_______. A virtude da força nas práticas interdisciplinares. Campinas, SP. Papirus, 1999.

FREIRE, PAULO. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, RJ: Paz e Terra, 2000.

FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, Seriação e Avaliação: Confrontos de Lógicas, SP, Moderna, 2003.

GADOTTI, M.; ROMÃO, J.E. (org.). Educação de Jovens e Adultos: teoria, prática e proposta. São Paulo: CORTEZ; Instituto Paulo Freire, 2001.

GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira & SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves. O jogo das diferenças: o multiculturalismo e seu contextos. Belo Horizonte; Autêntica, 3ª Ed., 2001.

HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001.

Educação de Jovens e adultos: Uma memória contemporânea (1996-2004). Coleção Evolução para Todos.

Organização das nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Ministério da Cultura. Disponível no site do MEC.

HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - Teoria e Prática. Editora Alternativa. 5 edição. Goiânia. 2004.

LOURO, Guacira Lopes (org). Corpo, Gênero e Sexualidade: um debate contemporâneo na Educação, Petrópolis RJ: Vozes, 2003.

MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand, 1999.

MUNANGA, Kabengele e GOMES, Nilma Lino. Para entender o negro no Brasil: Histórias, realidades, problemas e Caminhos. São Paulo: Global Editora e Ação Educativa, 2004.

OLIVEIRA, Zilma. O desenvolvimento da motricidade, linguagem e cognição. Educação Infantil: Fundamentos e Métodos. Ed. Cortez, 2002.

PAIVA, V.P. Educação Popular e Educação de Jovens e Adultos. Rio de janeiro: Edições Loyola, 1973.

SACRISTÁN J.GIMENO, Compreender e Transformar o Ensino, 4ª Ed. Artmed, Porto Alegre, 2000.

SANTOS, Joel Rufini dos. A Questão do Negro na Sala de Aula. São Paulo, Àtica, 1990.

SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1997.

SILVA, Aracy Lopes da & GRUPIONI, Luis Donisete Benzi (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. MEC/ MARI/UNESCO, 1995.

VASCONCELLOS, Celso S. Vasconcellos. Planejamento - Avaliação da aprendizagem: Práxis de mudança - Por uma práxis transformadora, São Paulo: Libertad, 2003 .Cap.1

VYGOTSKY, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

VYGOSTSKY, L. S. Construção Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática 2000.

ZABALA, Antoni , Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo - Uma proposta para o currículo escolar, Artmed 2002.

5.8. LIBRAS

Programa:

O sujeito surdo: conceitos, cultura e relação histórica da surdez com a língua de sinais. Libras como marcador identitário e cultural.

Alfabetização e letramento em Libras.

Formação de professores em língua de sinais.

Noções linguísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no discurso.

A gramática da língua de sinais: aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos. Universais linguísticos e as línguas de sinais.

Expressões faciais em Libras: modulações dos sinais, expressões gramaticais e expressões afetivas.

Bilinguismo: uma proposta de ensino

Português escrito e LIBRAS - implicações na formação do usuário competente.

Aspectos históricos e culturais da Surdez e da deficiência auditiva;

Classificação e etiologia da deficiência auditiva e surdez;

A escolarização da pessoa com deficiência auditiva e surdez;

Políticas educacionais e ensino de LIBRAS: Legislação

Bilinguismo e escola;

A LIBRAS e a educação de surdos na perspectiva da Educação Inclusiva;

Bibliografia:

BRASIL. Decreto nº. 5626. Regulamenta a Lei nº. 10436, de 24 de abril de 2002, e o artigo 18 da Lei Nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília: SEESP/MEC, 2005.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC /SEESP, Brasília, 2008.

BRITO, L. F. Por uma gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

FELIPE, T. A. LIBRAS em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC; SEESP, 2001.

FERREIRA-BRITO, L. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

HARLAN Lane: A Máscara da Benevolência, a Comunidade Surda Amordaçada. Lisboa: Instituto Piaget, 1997.

LEITE, Emeli Marques Costa. Os papéis do Intérprete na sala de aula inclusiva. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2004.

QUADROS, Ronice .M.; KARNOPP, L.B. Língua de Sinais Brasileira - estudos linguísticos. Porto Alegre, RS.:ARTMED, 2004.

______. Educação de Surdos: a Aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005.

______. (org..) Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2006.

______. (org.) Estudos Surdos II. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2007.

______. (org.) Estudos Surdos III. Petropolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2008.

______. (org.) Estudos Surdos IV. Petropolis, Rio de janeiro: Arara Azul, 2009.

QUADROS, Ronice M.; CRUZ, Carina Rebello. Língua de Sinais: Instrumento de avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011.

ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2008.

Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para Educação Infantil e Ensino Fundamental: Língua Brasileira de Sinais -LIBRAS. São Paulo: SME/DOT, 2008.

SOUZA, Regina Maria; SILVESTRE, Nuria. Educação de Surdos: Pontos e contrapontos. In:. ARANTES, Valeria Amorim. (Org.). Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo, Summus, 2007.

SKLIAR, Carlos. Estudos Surdos e Estudos Culturais em Educação: Um debate entre professores ouvintes e Surdos sobre o currículo escolar. In: SKLIAR, C. (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.

SANTANA, Ana Paula. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Editora SUMMUS, 2007.

VERGAMINE, S. A. A (org). Mãos fazendo história. Editora Arara Azul, 2003.

WILCOX, S.; WILCOX, P.P. Aprender a ver. Rio de Janeiro: Editora Arara Azul, 2005.

6. PROGRAMA PARA CONCURSO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

6.1. EIXO/CURSO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA

AGROINDÚSTRIA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Obtenção higiênica da matéria prima para a agroindústria de vegetais, carne, leite, ovos, pescado e rações; processamento agroindustrial de vegetais, carne, leite, ovos, pescados e rações; controle de qualidade em produtos vegetais, derivados de carne, leite, ovos, pescados e rações; conservação e armazenamento de produtos derivados de vegetais, carne, leite, ovos, rações e pescado; manejo ambiental na agroindústria e legislação ambiental, sanitária e de serviço de inspeção. Extensão Rural: Trabalhos em grupo; problematização; realidade social; associativismo. Desenvolvimento rural. Produção de alimentos por camponeses. Desenvolvimento sustentável. Produção capitalista de alimentos.

ALMEIDA, J. NAVARRO, Z. (org.). Reconstruindo a agricultura. Ideias e ideias na perspectiva do desenvolvimento rural sustentável. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2009.

BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P. A. Introdução à química de alimentos. 3. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2003.

BUARQUE, S.C. Construindo o Desenvolvimento Local Sustentável: metodologia de planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.

CASTRO, F. P. M.; ATHIÉ, I.;OLIVEIRA, J. J. V.; OKAZAKI, M. M. Segurança em laboratórios: riscos e medidas de segurança em laboratórios de microbiologia de alimentos e de química, recomendações para construção e layout. Campinas: ITAL, 2003. 92p.

CECCHI, M. H. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. São Paulo: Unicamp, 2ed. 2003.

FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 182p. 2008.

GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, 1998. 284 p.

GOODMAN, D.; SORJ, B. Wilkinson, J. Da lavoura às biotecnias: agricultura e indústria no sistema internacional. CAMPUS. Disponível em :< www.bvce.org/DowloadArquivo.asp?...Lavoura...Biotecnologias> Acesso em 10/01/13.

KAGEYAMA, A. Desenvolvimento rural: Conceitos e aplicações ao caso brasileiro. Porto Alegre: Ed. Da UFRGS, 2008.

LEHNINGER, A. L. Princípios de Bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2003.

MARZZOCO, A. Bioquímica Básica. 2. ed. São Paulo: Guanabara, 1999.

OETTERER, M.; D'ARCE, M. A. B. R; SPOTO, M. Fundamentos de ciência e tecnologia de alimentos. Manole SP. 2006. 632p.

PELCZAR, M. Microbiologia: conceitos e aplicações. Vol. I. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1996.

PLOEG, J.D.V.D. Camponeses e Impérios agroalimentares: lutas por autonomia e sustentabilidade na e da globalização. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.

SACHS, I. Desenvolvimento Includente, sustentável, sustentado. Rio de janeiro: Garamond, 2008.

SILVA, Nº Manual de métodos e análises microbiológicas de alimentos. 2 ed. São Paulo: Varela, 2001.

TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.

VOET, D.; VOET, J. G. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed - Bookman, 2006.

6.2. EIXO/CURSO: RECURSOS NATURAIS

AGRICULTURA, AGROPECUÁRIA, ZOOTECNIA, e AGRONEGÓCIO

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Solos: Gênese, morfologia e classificação; perfil do solo; análise de solo; adubos e adubação; acidez e calagem; capacidade de uso; plantio direto; outras práticas conservacionistas. Horticultura e Culturas: Classificação botânica; sementes; plantio; preparo do solo; tratos culturais; plantas daninhas, pragas e doenças; colheita; beneficiamento; armazenamento; comercialização. Mecanização Agrícola: Manutenção; regulagem; operação de motores, máquinas, equipamentos e implementos; tração motorizada, humana e animal. Irrigação e Drenagem: Água no solo; ponto de murcha; evapotranspiração; turno de rega; equipamentos; métodos; drenagem; fertirrigação. Topografia: Levantamento; plantas topográficas; curvas de nível; terraços; estradas; aerofotogrametria. Construções e Instalações rurais: Construções e instalações; plantas e projetos agropecuários. Extensão Rural: Trabalhos em grupo; problematização; realidade social; associativismo. Agroecologia: Conceitos, biodiversidade; agricultura sustentável e orgânica; adubação orgânica; compostagem; controle biológico; bioindicadores; recursos naturais renováveis; conversão de sistemas produtivos convencionais em agroecológicos; certificação; manejo ambiental; produção animal, vegetal e agroindustrial, sustentabilidade, silvicultura, irrigação e drenagem, mecanização agrícola, extensão rural, políticas agropecuárias; produção animal; criação de animais; instalações zootécnicas, cooperativismo; sociologia e

extensão rural, sustentabilidade, nutrição e saúde animal; ferramentas de gestão.

Bibliografia:

ASSIS, R. L. de. Desenvolvimento rural sustentável no Brasil: perspectivas a partir da integração de ações públicas e privadas com base na agroecologia. Economia Aplicada, v. 10, nº 1, p. 75-89, jan./mar., 2006.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Introdução. In: Intercâmbio comercial do agronegócio: principais mercados de destino. Brasília: Mapa/ACS, 2010. p. 7-30. Disponível em: www.agricultura.gov.br/arqeditor/file/MAIS%20DESTAQUES/Agronegocio2011.pdf.

COMASTRI, J.A. & TULER, J.C. Topografia: altimetria. 3 Ed. Viçosa: Imprensa Universitária, 1999.

COUTINHO, L. L., ROSÁRIO, M. F. de, JORGE, E. C. Biotecnologia animal. Estudos avançados, v. 24, nº 70, 2010. (Dossiê Biotecnologia) Disponível em: www.scielo.br/pdf/ea/v24n70/a09v2470.pdf.

FERREIRA, M. D. Colheita e Beneficiamento de Frutas e Hortaliças. São Carlos: Embrapa Instrumentação Agropecuária, 2008. Disponível em: www.sebrae.com.br/setor/fruticultura/o-setor/beneficiamento/Livro_Marcos_ David.pdf.

FIGUEIREDO, E. A. P. de. Pecuária e agroecologia no Brasil. Cadernos de Ciência & Tecnologia, v. 19, nº 2, p.235-265, maio/ago. 2002. Disponível em: http://seer.sct.embrapa.br/index.php/cct/article/viewFile/8805/4947. FITZ, P. R. Cartografia Básica. 9 Ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2010.

GOMES, A. da S.; SCIVITTARO, W. B.; PETRINI, J. A.; FERREIRA, L. H. G. A água: distribuição, regulamentação e uso na agricultura, com ênfase ao arroz irrigado. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2008. (Documentos, 250). Disponível em: www.cpact.embrapa.br/publicacoes/download/documentos/documento250. pdf.

LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. 2. Ed. São Paulo: Oficina de textos, 2010.

MCCORMAC, J. Topografia. 5. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

MELLO, L. M. R. de. Vitivinicultura brasileira: panorama 2010. Disponível em: www.cnpuv.embrapa.br/publica/artigos/.

PEREIRA, M. F. Construções rurais. 4 Ed. São Paulo: Nobel, 1993.

PILLAR, V. D.; MÜLLER, S. C.; CASTILHOS, Z. M. S.; JACQUES, A. V. A. (ed.). Campos Sulinos conservação e uso sustentável da biodiversidade. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2009. Disponível em: www.mma.gov.br/estruturas/chm/arquivos/campossulinosparte114.pdf e www.bs.cca.ufsc.br/publicacoes/campossulinos/campossulinos_parte2_14.pdf.

RODRIGUES, L. R., SILVA, P. R. F. da. (Org.). Indicações técnicas para o cultivo do milho e do sorgo no Rio Grande do Sul - Safras 2011/2012 e 2012/2013. 2011. (Indicações técnicas). Disponível em: www.emater.tche.br/site/br/arquivos/area/publicacoes/indicacoes56.pdf.

SILVA, R. W. S. M. da, PORTELLA, J. da S., VERAS, M. M. Manejo correto da ordenha e qualidade do leite. 2002. (circular técnica 27). Disponível em: www.cppsul.embrapa.br/dinamicos/publicacoes/list.php?cod_public=70.

TATSCH, A. L. O arranjo de máquinas e implementos agrícolas do Rio Grande do Sul: infra-estrutura produtiva, educacional e Institucional. Ensaios FEE, v. 28, Número Especial, p. 755-774, 2008. Disponível em: http://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/viewFile/2154/2538.

TEIXEIRA, S. S.; MACHADO, A. L. T.; REIS, A. V. dos; OLDONI, A. Caracterização da produção agroecológica do Sul do Rio Grande do Sul e sua relação com a mecanização agrícola. Engenharia Agrícola, v. 29, nº 1, p.162-171, jan./mar. 2009.

6.3. EIXO/CURSO: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS ELETROMECÂNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Circuitos elétricos: circuitos elétricos de corrente contínua; circuitos elétricos de corrente alternada em regime permanente; circuitos elétricos trifásicos equilibrados; medição de potência em circuitos de corrente alternada; medição de energia elétrica.

Máquinas elétricas: circuitos magnéticos; transformadores; máquinas de indução trifásicas. Acionamentos elétricos: diagramas funcionais e de força; dimensionamentos.

Instalações elétricas: luminotécnica; dimensionamento de alimentadores determinação de carga instalada e demandada; dimensionamento de proteção em instalações elétricas.

Eletrônica analógica: circuitos de corrente contínua com diodos; retificadores monofásicos não controlados; transistores bipolares; tiristores; retificadores trifásicos não controlados; retificadores trifásicos controlados.

Tecnologia mecânica dos materiais: Metalurgia à fundição; Aço e ferro fundido e análise de gráfico tensão x deformação; Efeitos dos tratamentos térmicos e termoquímicos nos processos fabris; Diagrama de equilíbrio Fe-C (Ferro-Carbono).

Resistência dos materais: Equilíbrio de forças e momentos; Esforço de tração e compressão; Transmissões por correias polias e engrenagens; Dimensionamentos de eixos.

Máquinas mecânicas: Conceitos fundamentais aplicados à metrologia; Leitura e utilização do paquímetro e micrômetro; Análise e cálculo de parâmetros em sistemas pneumo-hidráulicos; Princípios fundamentais da Termodinâmica; Princípios fundamentais da combustão e dos combustíveis; Sistemas pneumáticos de potência e movimento.

Usinagem: Geometria da ferramenta; Materiais para ferramentas; Processos de usinagem geometria definida; Planejamento de processos de usinagem.

Soldagem: Processos utilizados para a soldagem; Tipo de processo a ser utilizado; Características dos materiais a ser utilizado.

Bibliografia:

COMANDOS: Dispositivos de controle pneumáticos e hidráulicos; Técnicas de comando pneumático e hidráulico; Sistemas pneumáticos e hidráulicos; Viabilidade té CAVALIN, Geraldo, CERVELIN, Severino. Instalações elétricas prediais. São Paulo, Erica, 2000. 4.ed. 388 p.il.

GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. Rio de Janeiro, Mcgraw-Hill, 1996. 639 p.

MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas industriais. Rio de Janeiro, LTC, 2002. 656 p. il. SENAI. RS. Instalações industriais comandos manuais. S.l, SENAI, s.d. 1 v. (CBS, Unidade modular de aprendizagem, 4).

CREDER, Helio. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro, LTC, 1997. 515 p.

ALMEIDA, Jose Luiz Antunes de. Eletrônica industrial. São Paulo, Erica, 1991. 245 p. CELESTINO, Pedro;

DANILOW, Luis Alberto. Amplificadores operacionais. São Paulo, Erica, 1990. 204 p. il.

CIPELLI, Antônio Marco Vicari. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. São Paulo, Erica, 1989. 404 p.

PERTENCE JR., Antônio. Amplificadores operacionais e filtros ativos; teoria, projetos, aplicações e laboratório. 5. ed. São Paulo, McGraw-Hill, 1996. 359 p.

FRENCH, Thomas E. Desenho técnico. Porto Alegre, Globo, 664 p.

UBRIG, Karlheinz; DEHMLOW, Martin; KIEL, Ernst. Desenho eletrotécnica básico. São Paulo, EPU/EDUSP, 1974. 63 p.

ENCICLOPEDIA Record de Eletricidade e Eletrônica. Rio de Janeiro, Record, 1968. 5 v.il. Conteúdo: V. 1. Princípios e aplicações da eletrônica V. 2. Circuitos de CA e CC, V. 3. Circuitos a válvula e transistorizados, V. 4. Instrumentos de prova.

CAVALCANTI, P. J. Mendes Fundamentos de Eletroeletrônica para técnicos em eletrônica. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 1967. 218 p. il.

MARTIGNONI, Alfonso. Transformadores. 4. ed. rev. Porto Alegre, Globo, 1979. 307 p.

REMY, A; GAY, M; GONTHIER, R.. Materiais. 2002

TELECURSO 2000. MATERIAIS (Telecurso 2000, Curso Profissionalizante, Mecânica.). 1995.

PARETO, Luis. Resistência e ciência dos materiais: formulário técnico. 2003

TELECURSO 2000 .Automação (TELECURSO 2000; Curso Profissionalizante; Mecânica).2000.

MACHADO, Aryoldo. Comando numérico aplicado a maquina-ferramenta. 1987.

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL (RS).Informações tecnológicas mecânica. 2005.

SENAI.SP. Processos de fabricação. (Formação e Aperfeiçoamento de Supervisores de Primeira Linha).SENAI.SP. 1983.

TELECURSO 2000. PROCESSOS de fabricação. 4 v. (Telecurso 2000, Curso Profissionalizante).

ELETRÔNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

ELETRICIDADE

Conceitos fundamentais da eletricidade; Unidades de medidas elétricas; Resistores; Símbolos gráficos e diagramas elétricos; Circuitos elétricos de corrente contínua; Tensão alternada; Gerador de funções; Operação do osciloscópio; Voltímetro, Amperímetro e Ohmimetro; Tensão e corrente alternadas senoidais; Capacitores; Indutores; Circuitos RLC em CA; Transformadores monofásicos; Rede trifásica; Transformador trifásico; Máquinas de corrente contínua; Máquinas de corrente alternada; Comandos elétricos; Fontes alternativas de energia; Fator de Potência; Ligações em Delta e em Estrela; Dispositivos de proteção, seccionamento e aterramento

ANÁLISE DE CIRCUITOS

Amplificadores de potência; Multivibradores; Temporizadores e osciladores; Reguladores de tensão; Fontes chaveadas; Fundamentos de amplificadores operacionais (AOPs); Realimentação negativa; Circuitos lineares básicos com AOPs; Aplicações não lineares com AOPs; Proteções e análise de falhas em circuitos com AOPs; Diferenciadores, controladores e integradores; Análise de formas de onda; Análise em freqüência de circuitos RLC; Filtros ativos: fundamentos, classificação, tipos e projetos.

ELETRÔNICA ANALÓGICA

Física dos semicondutores; Tiristores; SCR; TRIAC; Diodos; Retificadores; Análise de circuitos com diodos; Transistor bipolar; Polarização de transistores; Amplificadores de pequenos sinais e amplificadores de múltiplos estágios; Amplificadores operacionais.

DESENHO TÉCNICO

Fundamentos do desenho técnico; Construções geométricas; Desenho eletroeletrônico.

INFORMÁTICA

Terminologia básica; Componentes do sistema de microcomputador; Periféricos; Sistemas operacionais; Editor de textos; Planilha eletrônica; Banco de dados; Programa de apresentação gráfica; Internet; Vírus de computador; Consequências provocadas pela utilização do computador.

COMPUTAÇÃO

Terminologia básica; Componentes do sistema de microcomputador; Periféricos; Hardwares.

TÉCNICAS DIGITAIS

Sistemas de numeração; Álgebra de Boole e simplificação de expressões; Portas lógicas básicas;

Portas lógicas derivadas; Circuitos combinatórios; Famílias lógicas; Circuitos seqüenciais; Contadores; Registradores; FLIP-FLOPS; Dispositivos TTL; Circuitos de comutação aleatória e seqüencial; Optoeletrônica; Temporizador 555; Conversores A/D e D/A; Memórias semicondutoras; Projetos digitais com auxílio do computador. Circuitos de processamento de dados; Multiplexadores; Demultiplexadores.

DESENHO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS AUXILIADO POR COMPUTADOR

Princípios do desenho auxiliado por computador; Programa "Software" aplicativo para desenho de eletrônica; Captura de esquemático; Elaboração da placa de circuito impresso pelo método manual; Biblioteca do programa; Elaboração da placa de circuito impresso pelo método automático.

AUTOMAÇÃO HIDRÁULICA

Princípios físicos; Diagramas e símbolos normalizados; Bombas hidráulicas; Atuadores hidráulicos; Válvulas direcionais; Válvulas controladoras de pressão; Fluidos hidráulicos; Acessórios; Válvulas reguladoras de fluxo; Cálculos técnicos; Eletrohidráulica; Técnicas de comando; Elemento lógico (válvula de cartucho); Hidráulica proporcional; Servomecanismos.

AUTOMAÇÃO PNEUMÁTICA

Ar comprimido; Fontes geradoras de energia pneumática; Redes de distribuição de ar comprimido; Preparação do ar comprimido; Elementos pneumáticos de trabalho; Simbologia dos componentes pneumáticos; Válvulas distribuidoras; Válvulas de bloqueio; Válvulas reguladoras de fluxo; Válvulas controladoras de pressão; Unidades de construção especial; Combinação de válvulas; Emissão de sinais por detecção; Movimentos e esquemas de comandos pneumáticos; Métodos para elaboração de comandos pneumáticos; Eletropneumática; Normas padronizadas de simbologia lógica; Portas lógicas pneumáticas; Controladores lógicos programáveis.

AUTOMAÇÃO ELETROPNEUMATICA

Energia pneumática; Atuadores pneumáticos; Válvulas eletropneumáticas: tipos, simbologia e utilizações; Máquinas elétricas; Dispositivos elétricos: comando, proteção, sinalização e regulação; Sensores elétricos; Circuitos elétricos lógicos; Portas lógicas pneumáticas; Atuadores pneumáticos; acionamento de máquinas elétricas.

REDES DE COMUNICAÇÃO DE DADOS

Fundamentos tecnológicos de redes; Topologias; Meios físicos de transmissão; Transmissão de sinais; Métodos de acesso; Protocolos de rede; Padrões de redes industriais; "Software" de rede.

TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES

Análise de sistemas; Fluxogramas; Tipos de linguagem; Programas tradutores de linguagens; Construção de programas; Linguagem C; Ambiente de programação visual; Comparação entre as principais linguagens visuais.

ELETRÔNICA INDUSTRIAL

Transistor de efeito de campo ("J-FET"); "FET" Metal-Óxido-Semicondutor ("MOSFET"); Transistor de unijunção ("UJT"); Retificador controlado de silício ("SCR"); Tiristores especiais; Controlador lógico programável como elemento de comando; Transdutores; Teoria de controle; Servomecanismos; Circuitos retificadores monofásicos controlador; Circuitos retificadores trifásicos não controlados; Circuitos retificadores trifásicos controlados; Eletrônica de potência; Controladores de tensão CA; Conversores CC-CC ("Choppers"); Inversores; Controlador lógico programável como elemento de controle; Sistema supervisório.

ARQUITETURA DE MICROCOMPUTADORES / MICROCONTROLADORES Microcomputador; Máquinas "Hardwares" de microprocessadores de oito bits; Programas "Softwares" de microprocessadores de oito bits; Interface paralela programável; Interface serial programável; Interrupções; Contador e temporizador programável; Acionamento de motores de passo; Acionamento de motores de corrente contínua; Máquinas "Hardwares" de microcontroladores de oito bits. Programas "Softwares" de microcontroladores de oito bits; Microcontrolador de tecnologia "RISC"; Microcontroladores PIC; Microcontroladores 8051; Microcomputadores da família "PC";.

Bibliografia

AIUB, José Eduardo; Filoni, Enio. Eletrônica - Eletricidade - Corrente Contínua. São Paulo: Erica, 2004.

ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise de Circuitos em corrente contínua. São Paulo: Erica, 2004

ALMEIDA, José Luiz Antunes. Dispositivos Semicondutores: Tiristores- Controle de Potência em C.A e C.C. São Paulo: Erica, 2004.

BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL, Valdir. Automação Eletropneumática. Erica, 1997.

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CAPUANO, Franscisco G.; MARIANO, Maria A. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. São Paulo: Erica, 2004.

CIPELLI, Antônio M. Vicari; SANDRINI, W. João. Teoria e desenvolvimento de Projetos de Circuitos. São Paulo: Erica, 2004.

CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2000.

CZESLAU / BARCZAK, L. Controle Digital de Sistemas dinâmicos. EDGARD BLUCHER, 1995.

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FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação Industrial - Conceitos Aplicações e Análise. São Paulo: Erica, 2004.

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FRENCH, Thomas E.; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico. São Paulo: Globo, 2002.

GARUE, Sergio. Eletrônica Digital - Circuitos e tecnologias. São Paulo: Hemus, 2004.

GEORGINI, MARCELO Automação Aplicada - Descrição e Implementação de Sistemas Seqüenciais com PLCs - 5ª Edição. Erica, 2001.

GIMENEZ, Salvador P. Microcontroladores 8051. Pearson. São Paulo. 2002.

GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. 2 ed. São Paulo. Makron Books. 1996.

HARBOR, Royced; PHILLIPS, Charles L. Sistemas de Controle e Realimentação. Makron, 1996.

IDOETA, Ivã Valeije; CAPUANO, Francisco G.. Elementos de Eletrônica Digital. São Paulo: Erica, 2004.

MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos de Corrente contínua e Alternada. São Paulo: Erica, 2004.

MARIANO, César W. Eletromagnetismo - Fundamentos e aplicações. São Paulo: Erica, 2003.

MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. v1. São Paulo: Makron, 1997.

MARQUES, Angelo Eduardo B. Dispositivos semicondutores: diodos e transistores. 5ª ed São Paulo Erica 2000

MALVINO, Albert Paul. Eletrônica Digital Princípios e Aplicações. V.1 e V.2. São Paulo: Mc­Graw Hill, 2000.

MIZRAHI, Viviane. Treinamento em linguagem C: módulos 1,2 e avançado. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.

MIZRAHI, Viviane. Treinamento em linguagem C: módulo profissional. São Paulo: Makron Books, 1993.

PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC - Programação em C .São Paulo: Erica, 2001

PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC - Técnicas Avançadas .São Paulo: Erica, 2002

PERTENCE, Antônio Júnior. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos. BOOKMAN COMPANHIA ED, 2003.

SILVIERA, Paulo Rogério da; / SANTOS, Winderson E. Automação e Controle Discreto. Erica, 2002.

SOUZA, Davi José. Desbravando o PIC - Ampliado e atualizado. São Paulo: Érica, 2003.

SOUZA, Davi José; LAVINIA, Nicolas César; Conectando o PIC, .São Paulo: Érica, 2001.

SEDRA, Adel S. Microeletrônica. São Paulo. Makron Books. 1995. v.1 e v. 2.

WERNECK, Marcelo Martins. Transdutores e Interfaces. 1ª ed. LTC, 1996

MECÂNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Tecnologias de Usinagem Ensaios e análises técnicas: características, nomenclatura, funcionamento e aplicações, geometria de ferramentas, limpeza e conservação e destino de resíduos; Lubrificantes e fluídos de corte: tipos, aplicações, características; Ferramentas de corte: tipos, aplicações e geometrias; Ferramentas e elementos mecânicos: características, tipos e aplicações; Materiais: características físicas, químicas dos materiais utilizados na indústria metal mecânica; Esforços mecânicos: vetores, estática, centro de gravidade.

NORMALIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO

Segurança e higiene do trabalho: riscos, prevenção de acidentes, EPIs e EPCs, mapa de riscos, CIPA, GEPA; Desenho Técnico: leitura e interpretação de perspectivas, vistas essenciais, corte, escalas, cotagem, indicação de tolerâncias, simbologia, croquis, conjuntos, métodos e processos, Medição e controle dimensional: conversão de unidades, Sistema Internacional de medidas, Vocabulário Internacional de Metrologia, tipos de instrumentos, aplicações e medição; medição por coordenadas - tridimensional, tolerâncias geométricas, calibração de instrumentos; Ferramentas da qualidade: conceitos e aplicações. Controle dimensional: normas técnicas, aplicações, características e medição, CEP e MSA.

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO E CONTROLE

Ensaios e análises técnicas dos processos: características, nomenclatura, funcionamento, aplicações de usinagem, geometria de ferramentas, soldagem, fundição, injeção e conformação; Desenho assistido por computador - CAD (modelamento 3D, vistas essenciais, cortes, cotagem, escalas, indicação de tolerâncias, simbologia, perspectivas, vista explodida, conjuntos).

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

Materiais: ensaios, características físicas, químicas e obtenção dos materiais utilizados na indústria metal mecânica; Esforços mecânicos: tração, compressão, cisalhamento, flexão, torção.

AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS

Simulações de processos mecânicos: características, nomenclatura, funcionamento, programação e aplicação de máquinas com CNC; Processos especiais de corte: tipos, características e aplicações; Inovações Tecnológicas: características, funcionamento e aplicações; Princípios de Manutenção: tipos, características, princípios de manutenção e aplicações; Sistemas de Automação: conceitos, componentes, aplicações, características; Eletricidade: grandezas elétricas, circuitos elétricos, sistemas monofásicos e trifásicos, componentes elétricos; Produção mais limpa: seleção de matéria prima, resíduos industriais, normas ambientais, uso racional de energia e dos recursos naturais.

PROJETOS

Elaboração de projetos: fases e objetivos do projeto, detalhamento e dimensionamento do projeto (vistas essenciais, cortes, cotagem, escalas, indicação de tolerâncias, simbologia, perspectivas, vista explodida, conjuntos, desenho assistido por computador - CAD); Dimensionamento de elementos: de fixação, de apoio, de transmissão, de sistemas de transmissão, de elementos elásticos; Ergonomia: Princípios e normas; Relatórios técnicos: metodologia para relatórios, normas e modelos.

Bibliografia

BONACORSO, Nelso Gauze & NOLL, Valdir. Automação Eletropneumática. Érica, 2000.

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica Vol.1- Estrutura e Propriedades das Ligas Metálicas. McGrow Hill, 2º edição.

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica Vol.2- Processos de Fabricação e Tratamento. McGrow Hill, 2º edição.

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica vol.3. McGrow Hill, 2º edição.

COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. Edgard Blucher, 1989.

COSTA, Luis S. Sales & CAULLIRAUX, Heitor M. Manufatura Integrada por Computador. Campus, 1995.

DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C, e COPPINI, Nº L.Tecnologia da Usinagem dos Metais, Artliber. 2008.

FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica: Projetos, Dimensionamentos e Análise de Circuitos. Érica, 2002.

GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada: Descrição e Implementação de Sistemas Seqüenciais com PLCs. Érica, 2003.

MAGUIRE, D. E; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de desenho. Hemus. 2004.

NORTON, Robert L. Projeto de maquinas: uma abordagem integrada. Bookman. 2004

PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. PRO-TEC. 1996

SOUZA, Adriano Fagali. Engenharia Integrada por Computador e Sistemas Cad/Cam/Cnc Princípios e Aplicações. ArtLiber, 2009.

SILVA, Sidnei Domingues. CNC - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados - Torneamento. Érica, 2007.

VLACK, L.H. Van. Princípios de Ciências dos Materiais. Edgard Blucher, 1970.

Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial Albertazzi, A. G., Sousa. A. R., Manole, 2008.

ELETROTÉCNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Teoria de Circuitos Elétricos: elementos fundamentais, leis fundamentais, teoremas e metodologias de análise de circuitos elétricos; circuitos elétricos em C.C.; circuitos elétricos em C.A. monofásicos e polifásicos em regime permanente; resposta nos domínios do tempo e da freqüência para circuitos com associações RL, RC e RLC, em série, paralelo e mistas; análise de harmônicas de fontes sinusoidais;

Materiais elétricos e magnéticos: materiais condutores, isolantes, semicondutores e magnéticos; Conversão Eletromecânica de Energia e Máquinas Elétricas: circuitos magnéticos com excitação em C.C e C.A.; circuitos elétricos acoplados magneticamente; características Indução x Campo de materiais magnéticos, susceptibilidade e permeabilidade magnética; transformadores monofásicos e trifásicos: princípio de funcionamento, modelos equivalentes, ensaios de rotina e obtenção dos parâmetros representativos; autotransformador: princípio de funcionamento, modelo equivalente, ensaios de rotina e obtenção dos parâmetros representativos; transformador de três enrolamentos: princípio de funcionamento e modelos equivalentes; princípio da conversão eletromecânica de energia; máquinas de corrente contínua em regime permanente: princípio de funcionamento e modelos equivalentes das diversas configurações; máquinas síncronas: princípio de funcionamento, modelos equivalentes e comportamento em regime permanente e transitório; máquinas de indução: princípio de funcionamento, modelos equivalentes e comportamento em regime permanente e transitório; controle de velocidade de máquinas de indução;

Medidas Elétricas: sistema internacional de unidades (SI); medição de corrente, tensão, potência e energia elétrica; instrumentos de medição; transformadores para instrumentos (TCs e TPs); transdutores elétricos e de temperatura; exatidão, precisão e erro de medidas;

Instalações Elétricas de B.T. e M.T.: dimensionamento de condutores e barramentos elétricos; dimensionamento de condutos para condutores elétricos; aterramento; proteção contra descargas atmosféricas; sistemas de comando e proteção de circuitos elétricos; edificações: dimensionamento e projeto das instalações e especificações de equipamentos; correção do fator de potência: projeto e especificações; luminotécnica: projeto de sistemas de iluminação interna e externa;

Distribuição de Energia Elétrica: redes de distribuição primária e secundária: padrões e dimensionamento da rede e equipamentos; controle de tensão; medição de energia elétrica: padrões de medição e tipos de consumidores e tarifas elétricas; proteções em sistemas de distribuição;

Eletrônica Analógica: dispositivos semicondutores: funcionamento, características e aplicações de diodos, transistores, SCRs, TRIACs e DIACs; circuitos retificadores, grampeadores e ceifadores; amplificadores operacionais: funcionamento, características e aplicações em circuitos amplificadores, filtros e controladores; realimentação; circuitos chaveadores: conversores CC-CC, choppers e inversores;

Eletrônica Digital: álgebra booleana; portas lógicas; diagramas lógicos, tabelas verdade e mapas de Karnaugh; linguagens de programação Leadder, STL e FDB; circuitos combinacionais e seqüenciais; registradores e contadores; conversores A/D e D/A;

Manutenção industrial: planejamento da manutenção; tipos de manutenção; manutenção de equipamentos e máquinas elétricas;

Comercialização de energia elétrica no Brasil.

Noções de automação industrial; CLP; protocolos; linguagens de programação Leadder; pneumática e eletropneumática

Higiene e segurança do trabalho - NR 10; NR 13

Bibliografia

CAPUANO, Francisco Gabriel; IDOETA, Ivan Valeije. Elementos de Eletrônica Digital. Ed. Érica, 2002.

COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações Elétricas. McGraw-Hill.

FITZGERALD, A.E.; JR, Charles Kingsley; KUSKO, Alexander. Máquinas Elétricas. Makron Books.

GUSSOV, Milton. Eletricidade Básica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1996;

HORENSTEIN, Mark Nº Microeletrônica - Circuitos & Dispositivos. Prentice-Hall do Brasil.

J.A. Edminister - Circuitos Elétricos Coleção Schaum. McGraw;

KINDERMANN, Geraldo e CAMPAGNOLO, Jorge Mário. Aterramento Elétrico. 4ª ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1998;

KOSOW, Iving I. Máquinas Elétricas e Transformadores. 5ª ed. Porto Alegre, Globo, 1985;

MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. LTC Editora.

NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. Editora Érica Ltda.

NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. 4ª ed. São Paulo: Érica, 2000;

NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão - Procedimento.

NBR 5419 - Proteção de Estruturas Contra Descargas Elétricas.

NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

NR 33 - Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.

NBR 5434 - 1984 - Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica Resolução nº 456 da ANEEL.

SCHMIDT, Walfredo. Materiais Elétricos vol. 1 e 2. Editora Edgar Blücher Ltda. TAUB, Herbert. Circuitos Digitais e Microprocessadores. McGraw-Hill.

TORREIRA, R.P. Instrumentos de Medição Elétrica. Hemus Editora Ltda.

VÁZQUEZ MORÁN, Angel. Manutenção Elétrica Industrial. São Paulo: Ícone, 1996;

METALURGIA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

ELETRICIDADE BÁSICA

Fontes geradoras de eletricidade; Circuito elétrico; Circuito magnético; Corrente contínua e alternada; Tipos de ligações elétricas; Dispositivos de proteção.

METALURGIA

História da Metalurgia e da obtenção dos metais; Cadeia produtiva da Metalurgia; Propriedades dos materiais (metálicos e não-metálicos); Metais ferrosos: conceitos, principais minérios, características e aplicação; Obtenção: siderurgia e fundição; Materiais não-ferrosos: conceitos, principais minérios, características e aplicação; Obtenção dos principais metais não-ferrosos; Estrutura dos metais: ligação metálica, estrutura cristalina, propriedades, solução sólida, difusão, defeitos cristalinos, mecanismos de deformação; Solidificação dos metais: solidificação do metal puro, solidificação de ligas, solução sólida, tipos de solução (substitucional e intersticial); Diagramas de metais completamente solúveis entre si; Diagramas de metais parcialmente solúveis entre si; Diagramas de combinações intermetálicas; Efeito da velocidade no resfriamento dos aços; Noções de tratamento térmico dos aços; Metais: classificação, aplicação e normalização.

DESENHO TÉCNICO

Aplicação do Desenho Técnico; Instrumentos e normas; Figuras e sólidos geométricos; Perspectiva isométrica; Projeção ortogonal em 1º diedro; Escala; Cotagem; Estado de superfícies; Construções geométricas; Planificação; Cortes; Casos especiais de projeção ortogonal; Elementos padronizados de máquinas; Tolerância dimensional; Tolerância geométrica; Desenho de conjunto.

SOLDAGEM

Cortes; Soldagem: conceitos e processos; Simbologia; Preparação de junta; Processos de soldagem: oxiacetilênico e eletrodo revestido; Normas técnicas, ambientais e de segurança; Metalurgia da soldagem: aspectos térmicos, pré-aquecimento, pós-aquecimento, soldabilidade dos aços, ferros fundidos e metais não-ferrosos; Descontinuidades; Processos: TIG, MIG/MAG, arco submerso e por resistência; Normas técnicas, ambientais e de segurança.

QUÍMICA

Átomo; Classificação periódica; Ligações e funções químicas; Massas moleculares; Soluções; Normas técnicas, ambientais e de segurança.

USINAGEM

Erros de medição; Paquímetros; Micrômetros; Goniômetros; Relógios apalpadores; Relógios comparadores; Gabaritos e calibradores; Tolerância e ajuste (Sistema ISO). Operações de: tornear superfícies; facear e fazer furo de centro; facear rebaixo; usinar côncavo com ferramenta de forma; furar com cabeçote móvel; roscar; tornear com ferramenta de carboneto metálico; limar superfície; traçar; puncionar; furar e escarear; esmerilhar superfície plana em ângulo; serrar; retificar superfície; fresar; brochar; Preparação de corpo de provas; Normas técnicas e de segurança.

METALOGRAFIA

Ensaios metalográficos: conceitos e aplicação; Tipos de ensaios: micrografia e macrografia; Amostras: tipos e obtenção. Preparação de amostras: corte, lixamento, polimento, ataque; Equipamentos: tipos, preparação e operação; Visualização das estruturas da amostra; Registro de imagens metalográficas fotográficas e eletrônicas; Manutenção produtiva; Normas técnicas e de segurança;. Análise e interpretação de ensaios metalográficos em aço, ferro fundido e não-ferrosos.

ENSAIOS DESTRUTIVOS

Ensaios destrutivos: conceito e aplicação; Ensaios de: tração convencional, impacto (Charpy e Izod) e dureza (Brinell, Rockwell, Vickers); embutimento, flexão e dobramento; Noções de ensaios de: compressão, torção, fadiga, fluência e cisalhamento; Manutenção produtiva; Normas técnicas, ambientais e de segurança.

QUÍMICA ANALÍTICA

Análise quantitativa: acidimetria, alcalimetria, permanganometria, volumetria de precipitação; Análise gravimétrica; Análise quantitativa em ferro fundido por via úmida; Princípios de análise química instrumental: colorimetria e espectrofotometria; Interpretação de normas técnicas e de segurança.

CONFORMAÇÃO MECÂNICA

Conceitos de: plasticidade, trabalho a quente e a frio, encruamento, mecanismos de deformação; Processos de conformação: laminação, estampagem, forjamento, extrusão, trefilação, metalurgia do pó.

TRATAMENTO TÉRMICO

Tratamento de: recozimento, têmpera, revenimento, normalização, têmpera superficial e tratamentos termoquímicos (cementação, nitretação, carbonitretação, alívio de tensão); Solubilização e precipitação; Normas técnicas, ambientais e de segurança.

FUNDIÇÃO

Processos de fundição: gravidade e injeção; Modelo; Macho; Molde; Cálculo de canais e de alimentadores; Prática de modelação; Equipamentos; Normas técnicas, ambientais e de segurança; Processos de moldagem e macharia; Ensaios em areia; Fundição de metais ferrosos e não-ferrosos; Normas técnicas, ambientais e de segurança.

SISTEMAS DA QUALIDADE

Política da qualidade; Estrutura básica do sistema da qualidade; Ciclo PDCA (planejar, fazer, verificar, corrigir); Ferramentas da qualidade: histograma, diagrama de Pareto, diagrama de causa e efeito, controle estatístico do processo, diagrama de dispersão.

CORROSÃO

Corrosão: conceito, mecanismos, tipos e formas. Proteção contra a corrosão.

TRATAMENTO DE SUPERFÍCIES

Conceitos básicos de eletroquímica; Pré-tratamentos mecânicos; Processos de: anodização, cobreação, niquelação e cromeação; Noções de pintura industrial.

TRATAMENTO DE EFLUENTES

Caracterização de efluentes; Normas ambientais; Tratamento dos efluentes: oxidação do cianeto e neutralização geral; Preparação das soluções; Normas técnicas, ambientais e de segurança. ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS

Ensaio visual; Líquidos penetrantes; Partículas magnéticas; Ensaio radiográfico; Ensaio por ultra-som; Preparação de corpo de provas; Interpretação de normas técnicas e de segurança.

Bibliografia

ALBERTAZZI, Armando. SOUSA, Andre R. Fundamentos da Metrologia. Manole. 2008.

Jorge Torre: Manual Prático de Fundição - (ISBN-10: 8528905225) Ano Publicação: 2004

BARROS, Paulo Mesquita de. Metalurgia de Soldagem. São Paulo: Associação Brasileira de Soldagem.

BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o design de novos produtos. 2.Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 260 p.

CALLISTER, William. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. LTC. 7ª Ed.

CETLIN, Paulo Roberto e HELMAN, Horacio. Fundamentos de Conformação mecânica dos metais. ArtLiber.

CHIAVERINI, Vicente. Aços e Ferros Fundidos. ABM.

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica. São Paulo: McGraw-Hill.

CHIAVERINI, Vicente. Metalurgia do Pó. ABM.

COLLINS. Jack A. Projeto Mecânico de elementos de máquinas. LTC.

FERREIRA, José M.G. de Carvalho. Tecnologia da Fundição. Fundação Calouste Gulben-kian.

FERRARESI, Dino. Fundamentos da Usinagem dos Metais. São Paulo: Edgard Blücher, 1977.

FOX, Robert, PRITCHARD, Philip J., MCDONALD, Alan T. Introdução a Mecânica dos Fluidos. LTC, 2010.

GARCIA, Amauri. SPIM, Jaime Álvares. SANTOS, Carlos Alexandre dos. Ensaios dos Materiais.LTC. 2000.

GENTIL, Vicente. Corrosão. LTC. 2007.

GEMELLI, Enori: Corrosão de Materiais Metálicos e sua Caracterização. LTC 2001

GIOVANNI, Manfé; POZZA, Rino e SCARATO, Giovani. Desenho Técnico Mecânico. Hemus.

INCROPERA, Frank P., WITT, David P. Fundamentos de Transferência de calor e de massa. LTC.

KONDIC, V. Princípios Metalúrgicos de Fundição. São Paulo, Polígono, 1973.

LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. Érica.

MARCUS, F.de. Corte e Dobragem de Chapas. Hemus.

MICELLI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2. Ed. - rev. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2008.

MODENESI, P.J. et al. Soldagem: Fundamentos e Tecnologia. 2009. 3ªEd. UFMG.

MOURÃO, Marcelo Breda. Introdução a siderurgia. ABM. 2007.

PADILHA, Angelo Fernando e SICILIANO Jr. Fulvio. Encruamento, Recristalização, Crescimento de Grão e Textura. 2005. ABM.

PORTER, Michael E. Estratégia competitiva. 12.Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

ROMANUS, Arnaldo. Manual de Defeitos & Soluções - Moldagem em Areia

RIZZO, Ernandes Marcos da Silveira. Introdução aos Processos de Preparação de Matérias-Primas para o Refino do Aço. 2005. ABM.

STANITSKI, Conrad L., MASTERTON, William L. Princípios de Química. LTC.

SOUZA, Sergio Augusto de. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. Edgard Blücher. 1982.

SILVA, André Luiz V. da Costa e MEI, Paulo Roberto. Aços e Ligas Especiais. ABM.

VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970

WAINER, Emilio. BRAND, Sergio Duarte. MELLO, Fabio D. Soldagem: processo e metalurgia. Edgard Blücher. 2010.

QUÍMICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO À QUÍMICA GERAL

O método científico; Medidas e suas unidades; Matéria; Propriedades da matéria; Elementos, compostos e misturas; Leis de Lavoisier e Proust.

A teoria de Dalton; Símbolos, fórmulas e equações; Energia.

ESTRUTURA ATÔMICA E TABELA PERIÓDICA.

Evolução conceitual relativa aos modelos atômicos;

Tabela periódica; Radiação eletromagnética e o espectro atômico; Mecânica ondulatória; Configurações eletrônicas dos Elementos; Distribuição espacial dos elétrons; Propriedades periódicas.

LIGAÇÕES QUÍMICAS.

Representação de Lewis; Ligação iônica; Ligação covalente; Ligações covalentes coordenadas; Moléculas polares e eletronegatividade; Formas moleculares; Ligações múltiplas; Teoria dos orbitais moleculares.

GASES, SÓLIDOS E LÍQUIDOS

Comparação das propriedades de gases, líquidos e sólidos; Forças de atração intermoleculares; Pressão de vapor; Ponto de fusão; Ponto de ebulição; Diagramas de fases.

REAÇÕES QUÍMICAS.

Equações químicas; Classificação das reações químicas; Leis das reações químicas: Lavoisier e Proust.

CÁLCULOS ESTEQUIOMÉTRICOS.

Cálculos estequiométricos; Cálculos com reagentes limitantes; Cálculos com rendimento.

NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO.

Segurança no laboratório; Primeiros socorros; Regras básicas em caso de incêndio; Organização de produtos químicos; Eliminação de resíduos; Apresentação dos resultados.

FUNÇÕES DA QUÍMICA INORGÂNICA E ORGÂNICA:

Teorias ácido-base.

Nomenclatura, propriedades físicas e químicas de ácidos, bases, sais e óxidos.

Nomenclatura, propriedades físicas e químicas e isomeria de hidrocarbonetos, alcoóis, éteres, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos e ésteres.

Bibliografia

BRADY, J.E.; HUMISTON, G.E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1986.

DEL PINO, José Cláudio; KRÜGER, Verno. Segurança no Laboratório. Porto Alegre:

CECIRS, 1997. Disponível em: www.iq.ufrgs.br/aeq/html/publicacoes/matdid/livros/pdf/Segurancalaboratorio.pdf

FELTRE, R. Química - volumes 1,2 e 3. São Paulo: Editora Moderna, 1995.

GOLDANI, E; DE BONI, L. A. B. Introdução Clássica à Química Geral. Porto Alegre: Tchêquímica Consultoria Educacional Ltda. Disponível em: http://docente.ifrn.edu.br./albinonunes/disciplinas/quimica-esperimental/livro-de-quimica­geral-grupotche-quimica

MORTIMER, E. F.; MACHADO, A. H. Química para o Ensino Médio - volume único. São Paulo: Editora Scipione, 2002.

PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. Química - volume único. São Paulo: Editora Moderna, 1999.

PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano - volumes 1,2 e 3. São Paulo: Editora Moderna, 2003.

REIS, M. Química Integral - volume único. São Paulo: Editora FTD, 2004.

RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1981.

SANTOS, W. L. P.; MÓL, G. S. (coords.). Química e Sociedade - volume único. São Paulo: Editora Nova Geração, 2005.

SARDELA, A. Química - volume único. São Paulo: Editora Ática, 2000.

USBERCO, J., SALVADOR, E. Química - volume único, 5ª ed.. São Paulo: Editora Saraiva, 2002

6.4 EIXO/CURSO: INFRAESTRUTURA

EDIFICAÇÕES

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:

DESENHO TÉCNICO

Geometria cotada, geometria descritiva, perspectivas; Plantas, vistas essenciais, escalas, simbologia e topografia.

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS

Interpretar projetos arquitetônicos de construção civil e conhecer as suas peças constituintes: projeto arquitetônico, de pavimentação, estrutural, executivos e topografia; Aplicar normas de desenho técnico na representação de um projeto de construção civil; Desenvolver a competência de desenhar com rigor e dispor com clareza as diferentes peças desenhadas.

SISTEMAS HIDRÁULICOS E ELÉTRICOS PREDIAIS

Interpretação de projetos de sistemas hidráulicos prediais: água fria, água quente, de esgotos sanitários, de águas pluviais, de gás combustível e de combate a incêndio com chuveiros automáticos; Patologia dos sistemas hidráulicos prediais; Desempenho dos sistemas prediais; Interpretação de projetos de construção civil de sistemas elétricos prediais: de ar condicionado e ventilação, de iluminação, de distribuição de energia elétrica, de proteção contra descargas atmosféricas, de detecção e alarme de incêndio, de telefonia e de comunicação (redes locais).

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Processos de fabricação, características gerais e campos de aplicação dos materiais, que são: pedras naturais, inertes/agregados, ligantes, produtos cerâmicos, aglomerados, tintas e vidros; Para cada um desses materiais referem-se ainda as exigências regulamentares e normativas a satisfazer. Materiais utilizados na execução de estruturas de concreto armado e outros materiais; Estudo das principais características, propriedades e campos de aplicação dos seguintes materiais: argamassas, concreto, betume, aço, alumínio e madeiras.

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS

Panorama atual da construção de edifícios no Brasil; O sistema tradicional de construção; Serviços preliminares; Movimento de terra; Locação; Subsistema Fundações: caracterização, elementos, classificação, funções e tecnologia de execução; Subsistema estruturas: caracterização, elementos, classificação, funções e tecnologia de execução; Subsistema Vedações: caracterização, elementos, classificação, funções e tecnologia de execução; Subsistema Esquadrias: caracterização, elementos, classificação, funções e tecnologia de execução. Subsistema Instalações: caracterização, elementos, classificação, funções e tecnologia de execução; Subsistema Revestimentos: caracterização, elementos, classificação, funções e tecnologia de execução; Coberturas, impermeabilização e isolamento térmico: tecnologia de execução; Patologia, recuperação e manutenção dos edifícios; Racionalização e industrialização da construção civil; Sistemas construtivos racionalizados e industrializados.

ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS

A indústria da construção civil: importância econômica, papel do Técnico em Edificações na construção civil; Regimes de execução de obras e organização de empresas de construção civil; Conceitos de qualidade, produtividade e racionalização na construção civil; O projeto na construção; A mão-de-obra na construção civil; Sistemas de suprimento; Equipamentos de construção; Sistemas de transporte de materiais em obras de edifícios; Canteiro de obras na construção de edifícios.

PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO

Os sistemas de gerenciamento e planejamento de empreendimentos; A organização, o ambiente e as interfaces sistêmicas com os empreendimentos; Os ciclos de empreendimentos nos diversos segmentos do setor da construção civil (empreendimentos imobiliários, de base imobiliária, obras empreitadas e concessão de serviços); Processo de planejamento da produção; Relações entre o projeto e o planejamento e controle da produção; Técnicas e modelos para o planejamento; Programação da produção utilizando técnicas de rede, método CPM, grafos e diagrama tempo-caminho, estudo de casos; Projeto para produção de obra no tempo determinado.

PLANEJAMENTO DO CANTEIRO DE OBRAS

Caracterização geral da atividade de planejamento de canteiros de obras; Serviços preliminares, Normas técnicas (Código de Obras, Plano Diretor, Norma NR-18, Leis Ambientais); Instalações provisórias; Dimensionamento do alojamento; Identificação do canteiro; Identificação e controle de materiais; Movimentação, manuseio e armazenamento de materiais dentro do canteiro; Planejamento do Layout.

ORÇAMENTO DE OBRAS

Custos de edificações: conceituação, classificação e composição, fatores que influenciam os custos de produção; Técnicas para apuração e análise de custos; Modelos de orçamentação, propostas para licitações e análise de mercado; Controle orçamental de obras; Levantamento de quantitativos com elaboração de planílhas orçamentárias, composição unitária dos serviços; Composição do BDI (Benefício Despesas Indiretas); Relação de insumos.

SISTEMA LOGÍSTICO

Planejamento do sistema logístico; Armazenagem de materiais; Equipamentos de movimentação; Sistemas de estoque; Classificação ABC; Previsões e custos de estoque; Gestão e desenvolvimento de fornecedores; Comportamento organizacional.

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

Noções básicas de segurança; Principais riscos e sua prevenção; Legislação aplicável; Elaboração de planos de segurança e saúde. Noções básicas de segurança; Principais riscos e sua prevenção; Legislação aplicável; Elaboração de planos de Segurança e saúde; Introdução; Causas e conseqüências dos acidentes; Dados estatísticos sobre acidentes na Construção Civil e Obras Públicas; Equipamentos de proteção individual; Segurança no transporte de cargas a braço; Sinalização de segurança; Segurança no trabalho com andaimes; Segurança nas escavações e demolições; D.L 155/95; Plano de Segurança e Saúde; Riscos de armazenagem; Normas Regulamentadoras Portaria 3.214, NR 4, NR 5, NR 6, NR 7, NR 8, NR 15, NR 16, 17, 18 e 21.

LEGISLAÇÃO DA CONSTRUÇÃO

Fornecer o suporte legislativo relativo ao setor da construção; Tipos de empreitadas e sua legislação (obras públicas e privadas); Legislação aplicável a obras particulares; Legislação aplicável às vias de comunicação.

Bibliografia

CHING, Francis D.K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000.

DEL RIO; Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo Pini.1990.

FIORITO; Antônio J.S. Manual de argamassas e revestimento. São Paulo. Pini.

GOLDMAN; Pedrinho. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil Brasileira. São Paulo. Pini.

LAUAND, Carlos Antônio. Manual de Fórmulas Técnicas.Hemus.2001.

Manual de saneamento e proteção ambiental para os municípios. Volume II. DESA.UFMG.FEAM.1995. www.desa.ufmg.br/livros.html#

Manuais de legislação, atlas. Segurança e medicina do trabalho. 47º edição. São Paulo, Atlas. (Esgotado no fornecedor)

MATSUMOTO, Elia Yathie. AutoCAD 2004: Fundamentos. São Paulo: Erica, 2003

MOURA, Luciano Raizer. Qualidade simplesmente total. Uma abordagem simples e prática da gestão da qualidade. Rio de Janeiro. Qualitymark.1997.

NEIZEL, Ernst. Desenho técnico para a construção civil. São Paulo. Cultura. LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS

NETTO; Antônio Vieira. Construção Civil e Produtividade. Ganhe Pontos Contra o Desperdício. São Paulo. Pini.

PARGA. Pedro. Cálculo do Preço de Venda na Construção Civil. São Paulo. Pini.1995

RIPPER, Ernesto. Como evitar erros na construção. São Paulo. Pini. Software Arqui 3D.2000. educacional.

SINDUSCON.RS Manual de segurança do trabalho na construção civil. Fiergs.Sesi. Senai.1999.Porto Alegre.

SISTEMAS HIDRÁULICOS E ELÉTRICOS PREDIAIS

TARTUCE. Ronaldo. Príncipios básicos sobre concreto de cimento portland.Ibracon/Pini.1990.

THOMAZ, Ercio. Trincas em edifícios. Causas, prevenção e recuperação. São Paulo. Pini.1989.

YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. São Paulo. Pini. 3ª edição. 2000.

ZOCCHIO, Álvaro. Prática da prevenção de acidentes. ABC da segurança do trabalho. São Paulo. Atlas.

ESTRADAS

Programa
TOPOGRAFIA
FUNDAMENTOS DE MECÂNICA DOS SOLOS
PROJETO GEOMÉTRICO
DRENAGEM DE ESTRADAS
AGREGADO MINERAL
TERRAPLENAGEM
PAVIMENTAÇÃO

Bibliografia

ANTAS, Paulo Mendes. Estradas - Projeto Geométrico e de Terraplenagem. Editora Interciência, 2010.

BERNUCCI, Ledi Bariani e outros. Pavimentação Asfáltica (Formação Basica para Engenheiros). Patrocinado pela Petrobras e Abeda, 2007. Capitulo 8:Técnicas executivas de revestimentos asfálticos- P. 373 a 397.

DAER ES - P - 08/91. Base Granular - Especificações de Serviços.

DAER ES - P - 12/91. Imprimação - Especificações de Serviços

ESPARTEL, Lelis e L"UDERITZ, João. Caderneta de Campo. 3² ed. Editora Globo, 1970. (Pag. 169 a 186 ; 202 a 209 e 221 a 226)

MICHELIN, Renato. Drenagem Superficial e Subterranea de Estradas. Estruturas de Drenagem Superficial (Pag. 18 a 58) / Estruturas de Drenagem Subterraneas (Pag. 44 a 52). 1ª ed. Editora Técnica EDEX Ltda., 1973.

PINTO, carlos de Souza. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3ª ed. Editora Ofinina de Textos, 2012. - Itens :1.2 - 1.5 - 3.1 - 3.3 - 3.6 -4.1 - 4.2 - 4.4 -4.6 -4.7 - 4.8.

RICARDO, Hélio de Souza ; CATALANI, Guilherme. Manual Prático de Escavação (Terraplenagem e Escavação de Rocha). Editora Mc Graw- Hill do Brasil,1977. Capítulo VIII - itens 4.1 a 4.4 e 6 / Capítulo IX - itens 1.1; 2.1 e 2.6 / Capíulo XI - itens 1,2 e 3 / Capítulo XII - itens 1 , 2 e 3.

SENÇO, Wlastermiller de. Manual de Técnica de Pavimentação. Editora Pini Ltda. Volume I - Pag. 264 a 318; Pag. 324 a 334.

6.5. EIXO/CURSO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

INFORMÁTICA; INFORMÁTICA PARA INTERNET; MANUTENÇÃO E SUPORTE EM INFORMÁTICA E REDE DE COMPUTADORES

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Matemática: teoria de conjuntos; relações; funções parciais e totais; álgebra de conjuntos.

Lógica: cálculo proposicional; conetivos; fórmulas, linguagem lógica e tabelas-verdade; álgebra de Boole; tautologia e contradição; implicação e equivalência; quantificadores.

Lógica de Programação e Estruturas de Dados: programação estruturada; algoritmos; tipos de dados; operações primitivas; variáveis; expressões; comandos de entrada e de saída; estruturas de controle (sequenciais, de seleção, de repetição); modularização; recursividade; vetores e matrizes; cadeias de caracteres; listas lineares; pilhas; filas; árvores; grafos; pesquisa de dados; classificação de dados.

Arquitetura de Computadores: bases numéricas, representação de números e transformação entre bases; sistemas de numeração em computação; componentes do computador; elementos funcionais básicos; modelo de Von Neumann; memória, unidade operacional e unidade de controle; microprocessadores; conjuntos de instruções e modos de endereçamento; programação em linguagem de máquina; hierarquias de memória; elementos básicos de organização; portas lógicas e equações booleanas; circuitos combinacionais e sequenciais; sistemas de entrada e saída e periféricos.

Sistemas Operacionais: conceitos básicos; multiprogramação, processos, e mecanismos de interrupção; programação concorrente, paralelismo, seção crítica, spin-lock, semáforos, mensagens e deadlock; gerência do processador, chaveamento de contexto, threads, escalonadores e algoritmos de escalonamento; entrada e saída, princípios básicos, interrupções, hardware, software e dispositivos periféricos; gerência de memória, memória lógica, memória física, partições, swapping, paginação e segmentação; memória virtual, paginação, alocação, trashing e algoritmos de substituição; sistemas de arquivos, partições, arquivos e diretórios.

Redes de Computadores: conceitos fundamentais; modelo OSI; tipos e topologias de redes de computadores; componentes de redes de computadores; cabeamento; equipamentos e dispositivos de redes de computadores; serviços de redes de computadores; comunicação e transmissão de dados; projeto, instalação, manutenção e gerenciamento de redes de computadores; ferramentas e software para redes de computadores; protocolos de comunicação.

Engenharia de Software: paradigmas de desenvolvimento e modelos de processos; princípios da engenharia de software; fases do processo de software; projeto e análise orientada a objetos; UML - Unified Modeling Language.

Linguagens de Programação e Desenvolvimento para WEB: Visual Basic; C#; HTML / XHTML, CSS, JavaScript e PHP.

Bibliografia

BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James; JACOBSEN, Ivar. UML Guia do Usuário. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000.

COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet. 4ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007.

CONVERSE, Tim; PARK, Joyce. PHP A Bíblia. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

DAMIANI, Edgard. JavaScript. São Paulo: Novatec Editora, 2001.

DEITEL, H. M. C# - Como programar. São Paulo: Pearson Makron Books, 2003

FORBELLONE, André; EBERSPACHER, Henri. Lógica de Programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. 3ª Edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.

FOUROZAN, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2008.

CAMPBELL, Sean et. al. Visual Basic 2005 - Guia Autorizado Microsoft. Rio de Janeiro: Campus - Elsevier, 2005.

FOWLER, Martin. UML Essencial: um breve guia para a linguagem padrão de modelagem de objetos. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2005.

LIPPMAN, Stanley S. C#: um guia prático. Porto Alegre: Bookman, 2003.

MENEZES, Paulo B. Matemática Discreta para Computação e Informática. 2ª Edição. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2005.

OLIVEIRA, Rômulo S; CARISSIMI, Alexandre S; TOSCANI, Simão S. Sistemas Operacionais. 2ª Edição. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001.

PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. 6ª Edição, Porto Alegre: AMGH, 2010.

SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. 8ª Edição. São Paulo: Pearson Addison-Wesley, 2007.

SILVA, Maurício S. Criando sites com HTML: sites de alta qualidade com HTML e CSS. São Paulo: Novatec Editora, 2008.

SOUZA, Lindeberg Barro de. Projeto e implementação de redes: fundamentos, soluções, arquiteturas e planejamento. São Paulo: Érica, 2007.

VELOSO, Paulo; SANTOS, Clesio dos; AZEREDO, Paulo. Estruturas de dados. Rio de Janeiro: Elsevier, 1983.

WEBER, Raul F. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. 3ª Edição. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2004.

6.6. EIXO/CURSO: GESTÃO E NEGÓCIOS

ADMINISTRAÇÃO

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Fundamentos da administração e suas perspectivas; papel do administrador. abordagem clássica da administraçâo.; abordagem humanística da administração; abordagem estruturalista da administração; abordagem neoclássica da administração; abordagem comportamental da administração; abordagem sistêmica da administração; produção; contabilidade; depreciação, exaustão e amortização; patrimônio; equivalência patrimonial; operações com mercadorias; operações financeiras; provisões, reservas e lucros retidos; demonstrações contábeis. Mercadologia.

Bibliografia

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 1999.

DORNELAS, J. C. A.Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005.

FERGUSON, C.E. Microeconomia. 1ª ed. Editora Forense-Universitária. Rio de Janeiro. 1994.

JARA, C. J. A sustentabilidade do desenvolvimento local. Brasília: IICA, 1998.

SANDRONI, P. Dicionário de Economia. 4. ed. São Paulo: Beste Seller, 1989.

TESCH, W. Dicionário básico do cooperativismo. Brasília: SESCOOP, 2000.

VASCONCELLOS, M. A S. & GARCIA, M. E. Fundamentos de Economia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005

LOGÍSTICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

A Logística - Evolução, fundamentos, importância para a gestão empresarial. Conceitos e uso da tecnologia da informação. Fluxo logístico. Supply Chain Management. Gestão da cadeia de suprimentos.

Ciclo de vida do produto. Gestão dos Estoques. Análise dos Estoques e Método ABC.

Políticas de gerenciamento de estoques. Posicionamento Logístico. Definição de políticas de atendimento ao cliente.

Recursos Logísticos. Previsões e técnicas.

Previsibilidade de demanda.

Custos Logísticos. Planejamento, controle e avaliação. Custos de Armazenagem.

Comércio Eletrônico. Características. EDI-Eletronic Data Interchange e VAN-Value Added Network. Evolução e desafios.

Canais de Distribuição. Conceito, tipos, funções.

Sistema de Distribuição. Elementos básicos.

Logística Reversa. Canal Reverso, principais áreas de atuação, embalagens.

Manuseio e Acondicionamento de Produto.

Administração de Transportes. Modais e intermodais de transportes.

Bibliografia

BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2001.

BOWERSOX, Donald; CLOSS, David. Logística empresarial: processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2001.

DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística.5ª.ed.São Paulo: Atlas, 2010.

FLEURY, P.;WANKE, P.; FIGUEIREDO, K.F.(org).Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2000.

LEITE, Paulo Roberto. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Printice Hall, 2003.

NOVAES, Antônio G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

SECRETARIADO

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Leis de regulamentação da profissão de secretariado; Histórico e evolução da profissão de secretariado; Ética profissional e seu Código específico; Competências e habilidades profissionais; Rotinas secretariais (follow-up, agenda, organização, controle e administração do tempo); Planejamento e organização de viagens; Planejamento e preparação de reuniões; Atendimento aos clientes internos e externos; Comunicação: seus processos e tecnologias; Organização de Eventos; Etiqueta, cerimonial e protocolo; Documentação e correspondência em geral; Sistemas e métodos de arquivamento; Gestão secretarial (funções gerenciais, processo decisório, cultura e comportamento organizacional, programas e ferramentas da qualidade, fluxograma, gestão de processos organizacionais).

Bibliografia

BRASIL. Decreto nº 70.274, de 9 de março de 1972. Aprova as normas do cerimonial público e a ordem geral de precedência. Disponível em: www.presidencia.gov.br/presidente/gabinete_pekssoal/cerimonial

BRASIL. Lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971. Dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais e dá outras providências. Disponível em: www.presidencia.gov.br/presidente/gabinete_pessoal/cerimonial

BRASIL. Leis nº s 7377, de 30 de setembro de 1995 e 9261, de 11 de janeiro de 1996. Disponível em: www.fenassec.com.br.

CÓDIGO de Ética do Profissional de Secretariado. Diário Oficial da União, 7 jul. 1989. Disponível em: www.fenassec.com.br/b_osecretariado_codigo_etica.html

CONARQ. Modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão de arquivística de documentos. 2006. Disponível em: www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/earqbrasilv1.pdf

CORDEIRO, Roselaine de Lima e GIOTTO, Olivo Tiago. Competências complementares: secretário executivo e administrador. Secretariado Executivo em Revist@, Revista eletrônica da Universidade de Passo Fundo, nº 5, p. 13-27, dez. 2009. Disponível em www.upf.br/secretariado/images/stories/n_5.pdf

DECKER, Diana Onofre. A secretária como agente de qualidade. Revista de Gestão e Secretariado, Vol. 1, Nº 2 (2010). Disponível em: www.revistagestaoesecretariado.org.br/ojs-2.2.4/index.php/secretariado/article/view/24 DURANTE, Daniela Giareta; FÁVERO, Altair Alberto (Coord.). Gestão secretarial: formação e atuação profissional. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, 2009. 231 p. COMPRA DIRETAMENTE COM A AUTORA POR MEIO DO EMAIL gdaniela@upf.br

DURANTE, Daniela Giareta. et al. O profissional de secretariado executivo e a visão de processos. Expectativa. Revista eletrônica da UNIOESTE. Toledo, v. VI, nº 6, p. 63-79, 2007. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/expectativa/article/view/988/840 GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo: Thomson, 2003. 256 p

KASPARY, Adalberto J. Correspondência empresarial. 6.ed. Porto Alegre: Edita, 2002. 248 p. MARIANI, Celso Antônio. Método PDCA e Ferramentas da Qualidade no Gerenciamento de Processos industriais. RAI - Revista de Administração e Inovação, v. 2, nº 2, p. 110-126, 2005. Disponível em: www.revistarai.org/ojs-2.2.4/index.php/rai/article/view/75

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia. Manual da secretária. 10ª. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 373 p.

PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004. 225 p.

RIBEIRO, Célia. Boas maneiras & sucesso nos negócios: um guia prático de etiqueta para executivos. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2004. 274 p.

TAGLIARI, Marli de Fátima Carvalho e DURANTE, Daniela Giareta. Gestão secretarial: semelhança entre competências gerenciais e secretariais. Secretariado Executivo em Revist@, Revista eletrônica da Universidade de Passo Fundo, nº 5, p. 28-43, dez. 2009. Disponível em: www.upf.br/secretariado/images/stories/n_5.pdf

VEIGA, Denize Rachel. Guia de Secretariado. 2ª Ed. São Paulo: Érica, 2007

VELOSO, Dirceu. Organização de eventos e solenidades. Goiânia: AB, 2001. 147 p

SEGURANÇA DO TRABALHO

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

A Legislação da Previdência Social aplicada ao acidente do Trabalho (Lei nº 8213, de 24 de Julho de 1991 - Art. 21, inciso I, inciso II - letras a, b, c, d, e; inciso III e IV - letras a, b, c e d; Parágrafo 1º e 2º); A Legislação da Previdência Social - Lei nº 8213, de 24 de Julho de 1991 - Art.93; Perfil profissiográfico previdenciário. Conhecimento (significado) das seguintes abreviaturas; a) CIPA; b) CAT; c) CNAE; d) DORT; e) EPI; f) EPC; g) LER; h) PCMSO; i) PPRA; j) PCMAT; k) NR; l) NRR; m) PAIR; n) SIPAT; o) SESMT; Conhecimento e relacionamento das datas, decretos, convenções e portarias com a CLT ou a OIT: Portaria de nº 3214, de 08 de Junho de 1978; Portaria de nº 3067, de 12 de abril de 1988; Portaria de nº 08, de 23 de fevereiro de 1999; Convenção de nº 148 - Decreto nº 93413, de 15 de outubro de 1986 e Convenção de nº 155 - Portaria de nº 25, de 25 de dezembro de 1994 e Decreto nº 1254, de 29 de setembro de 1994; Relacionamento das Normas Regulamentadoras (NR - 1 à NR - 34) ao seu significado; Conhecimento do Dimensionamento do SESMT e os graus de risco 1,2, 3 e 4; Profissionais do SESMT - Grau de Risco X Número de empregados; Conhecer os Artigos 165, 166, 167, 169, 175, 180, 189 a 198 da CLT; Conhecimentos das Recomendações feitas aos locais onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constante; Letras b, c e d; Conhecimentos da definição de insalubridade e periculosidade e seus respectivos adicionais; Conhecimento do que significa ANEXO 1,2, 3, 6, 7, , 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 da Norma Regulamentadora de nº 15; Conhecimento da relação da Tabela do Anexo 1 da NR-15 no que diz respeito à Máxima Exposição Diária Permissível e Nível de Ruído, para 08 horas, 04 horas, 03 horas, 02 horas e 01 hora; Conhecimento sobre a indicação de cores de segurança do trabalho: Vermelho, branco, verde, azul, lilás e cinza claro e escuro; Conhecimento das principais características dos incêndios de Classe A, B e C; CIPA e suas atribuições, processo eleitoral, funcionamento. Conhecimento de Radiações ionizantes e não ionizantes; Reconhecimento e avaliação dos riscos ocupacionais e dos agentes físicos, químicos e biológicos. Prevenção das doenças relacionadas ao trabalho, especialmente DORT/LER, perda auditiva ocupacional e intoxicações profissionais. Acidentes com afastamento, sem afastamento, dias perdidos e debitados, estatísticas e taxas ou coeficientes de acidentes do trabalho; Conhecimento dos agentes causadores às principais doenças profissionais; Conhecimento dos equipamentos de monitoramentos ambientais e a relação com os agentes ambientais; Conhecimento do cálculo do nível de pressão sonora resultante entre duas fontes de ruído equidistantes de mesmo valor; Noção de epidemiologia e toxicologia; Ergonomia. Conhecimento dos principais EPI utilizados; Relacionamento das cores dos grupos (mapa de risco) à seus riscos ocupacionais; Conhecimento de processos de extinção a ser empregado para as classes de incêndios, de acordo com o tetraedro do fogo; Conhecimento das jornadas de trabalho dos profissionais do SESMT; Definição de poeira, fumos, fumaças, neblinas e concentração (ppm) e limite de tolerância do produto químico e Tabela LT e fator de desvio; Definição aerodispersóides e citar exemplos dos sólidos e gasosos.

Bibliografia

Consolidação das Leis do Trabalho - CLT edição atualizada Fundacentro: www.fundacentro.gov.br/publicacoes/pub outros fasc.asp

Higiene e Segurança do Trabalho. Ubirajara Aluizio de Oliveira Matos e Francisco Soares Másculo (organizadores). Rio de Janeiro: Elsevier/Abepro, 2011.

Lei nº 8.213 de 24 de julho de 1991 da Previdência Social.

Legislação Previdenciária, disponível no endereço www81.dataprev.gov.br/sislex. Observação: apenas os aspectos relacionados à segurança e saúde no trabalho.

Ministério da Saúde do Brasil. Representação no Brasil da OPAS/OMS. Doenças Relacionadas ao Trabalho. Manual de O Perfil Profissiográfico Previdenciário e a Nova Instrução Normativa nº 95 do INSS. www.inss.gov.br.

Portaria 3.214, de 8 de jun. 1978. Aprova as Normas Regulamentadoras - NR do Capítulo V, Título II da CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.

Procedimentos para os Serviços de Saúde. Série A Normas e Manuais Técnicos, nº 114, Brasília, DF, Brasil, 2001.

Segurança e Medicina do Trabalho. 68ªed. São Paulo: Editora Atlas, S. A - 2011. Série Manual de Legislação Atlas.

COMÉRCIO, COMÉRCIO EXTERIOR E VENDAS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Comércio; aprovisionamento, controle e armazenagem; documentação comercial, equipamentos comerciais, rotinas trabalhistas, financeiras e contábeis, técnicas administrativas; política cambial; estratégias de compra e venda; contabilidade; comunicação; gestão financeira; produção e serviços; pesquisa de mercado; marketing; merchandising; legislação; leiaute de loja e vitrinismo, empreendedorismo.

Bibliografia

BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

DEMETRESCO, Sylvia. Vitrina: construção de encenações. São Paulo: SENAC, 2007.

DIAS, Sergio Roberto (Coord.). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2006.

DUBOIS, Alexy; KULPA, Luciana; SOUZA, Luiz Eurico da. Gestão de custos e formação de preços. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Comportamento organizacional: conceitos e práticas. São Paulo: Saraiva, 2006.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 2009.

MATTAR, Fauze Najib et al. Gestão de produtos, serviços, marcas e mercados: estratégias e ações para alcançar e manter-se Top of Market. São Paulo: Atlas, 2009.

MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à administração. São Paulo: Atlas, 2009.

REBOUÇAS, Djalma Pinho Oliveira. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas, 2010.

SOLOMON, Michael R. O comportamento do consumidor. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.

CONTABILIDADE

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:

CONTABILIDADE GERAL:

Contabilidade: conceito- objeto- objetivo- Princípios de Contabilidade

Patrimônio: conceito- equação fundamental do patrimônio- representação gráfica do patrimônio Variações patrimoniais: fatos permutativos- modificativos e mistos.

Técnicas Contábeis: escrituração- demonstrações contábeis- auditoria- análise das demonstrações financeiras

Capital: capital de terceiros- capital próprio- capital total - capital social

Escrituração contábil: conceito- métodos partidas dobradas- livro diário- livro razão- lançamentos contábeis

Conta: conceito- Classificação das Contas- débito, crédito e saldo contas do ativo- passivo- patrimônio líquido- receitas e despesas. Contas Patrimoniais e de resultado.

Plano de contas: composição plano de contas- ordenamento das contas- Demonstrações Contábeis: Balanço Patrimonial - Demonstração do Resultado do Exercício- Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido- Demonstrativo de Lucros e Prejuízos acumulados- Demonstrativo do Fluxo de Caixa- Demonstrativo do Valor Adicionado: conceito- conteúdo- estrutura- elaboração.

CONTABILIDADE PÚBLICA:

Instrumentos de Planejamento: PPA- Plano Plurianual, LDO- Lei de Diretrizes Orçamentária e LOA- Lei Orçamento Anual.

Processo Orçamentário no Rio Grande do Sul: conceitos, conteúdos, princípios orçamentários. Patrimônio Público: conceito, classificação, variações patrimoniais orçamentárias e extra-orçamentárias.

Receita Pública: conceito, classificações e estágios.

Dívida Ativa: conceito, inscrição e baixa de dívida ativa.

Despesa Pública: conceito, classificações e estágios, regime de adiantamento, suprimento de fundos, limites constitucionais e legais da despesa.

Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária: Conceito e exigências para realização.

Licitação: conceito- tipos- modalidades

Créditos adicionais: conceito, classificação, condições gerais de sua ocorrência.

Dívida Pública: conceito e classificação da dívida pública

Sistemas e Planos de Contas: conceitos, objetivo, elencos, função e funcionamento das contas, encerramento de contas, registros nos sistemas orçamentário, patrimonial, de resultados e de compensação.

Demonstrações contábeis e relatórios: conceitos, estrutura e elaboração dos balanços orçamentário, financeiro, patrimonial e da demonstração das variações patrimoniais, outros demonstrativos financeiros obrigatórios na prestação de contas anuais.

Prestação de contas, Controle interno e Controle externo: conceitos, prazos, sistema de controle interno e controle externo estadual.

Bibliografia

ARRUDA, Daniel Gomes; BARRETTO, Pedro Humberto Teixeira; SANTOS, Inaldo da Paixão. O Essencial da Contabilidade Pública. São Paulo: Saraiva, 2009.

BRASIL. Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964.

______. Lei nº 8666, de 21 de junho de 1993.

______. Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000.

______. Lei nº 10.520, de 17 julho de 2002.

______. Lei Complementar n.º 131, de 27 de maio de 2009

QUINTANA, Alexandre C.; MACHADO, Daiane P. QUARESMA, Jozi C.C. e MENDES, Roselaine C. Contabilidade Pública: De acordo com as Novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público e a Lei de Responsabilidade Fiscal. São Paulo: Atlas, 2011.

ROSA, Maria Berenice. Contabilidade do Setor Público. São Paulo: Atlas, 2011.

BRASIL. SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL. Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público: aplicado à União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 4.ed. Partes I a VIII e Anexos. Brasília: Secretaria do Tesouro Nacional, 2011. Disponíveis em <www3.tesouro.fazenda.gov.br/contabilidade_governamental/manuais.asp>.

RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica.2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009

______ .Contabilidade Intermediária. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009.

______ .Contabilidade Avançada. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009.

MONTOTO, Eugenio. Contabilidade geral esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2011.

BRASIL. CFC- Conselho Federal de Contabilidade- Resolução CFC nº 1282 de 28.5.2010

BRASIL- CFC- Conselho Federal de Contabilidade- Resolução CFC nº 750/93

6.7. EIXO/CURSO: SAÚDE

ENFERMAGEM

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Políticas de Saúde; Sistema Único de Saúde - SUS; Organização dos Serviços de Saúde; Processo de Trabalho em Saúde e em Enfermagem; História da Enfermagem; Técnicas Básicas de Enfermagem; Assistência de Enfermagem ao paciente em situações clínicas e cirúrgicas; Assistência de Enfermagem ao paciente em situações de emergência e em estado grave; Assistência de Enfermagem à mulher, criança, adolescente e idoso;Assistência de Enfermagem ao paciente psiquiátrico e atenção à saúde mental; Processamento de materiais médico-hospitalares - Esterilização - Agentes químicos; Ações de Enfermagem na coletividade; Educação em Saúde; Biossegurança; Bioética e Legislação aplicada à Enfermagem

Bibliografia

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 648, Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 4ª edição, 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde. Brasília, 2004.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Rede de Frio. 3. ed., Brasília, 2001. 80p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3. ed., Brasília, 2001. 68p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4. ed., Brasília, 2001. 316p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Manual técnico para o controle da tuberculose: cadernos de atenção básica. 6ª ed. rev. e ampl. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_controle_tuberculose.pdf

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Guia para o controle da hanseníase: cadernos de atenção básica. 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_de_hanseniase.pdf

BRASIL - Portaria 2048/GM - 5 de novembro de 2002. http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2002/Gm/GM-2048.htm

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: hipertensão arterial e diabetes mellitus / Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. - Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

BRASIL. Portaria 198 GM/MS de 13 de fevereiro de 2004. Institui a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. p. 19 e anexo II. Disponível em: http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/GM/GM-198.htm. Acesso em: 23/09/2011

BRASIL. Decreto Lei 94.406/87, de 08 de Junho de 1987. Regulamenta a Lei 7.498, de 25 de Junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da enfermagem e dá outras providências. Disponível: www.conrenmg.org.br.

BRASIL. Portaria nº 2.529 de 19 de outubro de 2006, que dispõe sobre a internação domiciliar no Âmbito do SUS.

CONSELHO Federal de Enfermagem - Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. CONSELHO Federal de Enfermagem Resolução do COFEN nº 272/2002 "Dispõe sobre a sistematização da Assistência de Enfermagem".

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Legislação e Normas. Ano 9- nº 1, setembro/2003.

COREN - MG. Código de Ética e Deontologia de Enfermagem. Brasília, 2003.

GONÇALVES, AM; SENA, RR. A Reforma psiquiátrica no Brasil: Contextualização e reflexos sobre o cuidado com o doente mental na família. Revista Latino-am. Enfermagem. 2001 março, 9(2): 48-55.

RODRIGUES, EAC & RICHTMANN, R. IRAS: Infecção relacionada à assistência à saúde-Orientações Práticas, São Paulo: Sarvier: 2008.

SILVESTRE, J.A. e COSTA Neto, M.M. Abordagem do idoso em programas de Saúde da Família. In: Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3); 839 - 84, Mai - Jun, 2003. 2. Atenção Primária.

SMELTZER, Suzanne C. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 2 v. Vol: 1,2, 3, 4

NUTRIÇÃO E DIETÉTICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Conceitos em Nutrição. Necessidades nutricionais. Cotas dietéticas recomendadas - CDR (definidas pelo Food and Nutrition Board of the National Academy of sciences USA). Anatomia e Fisiologia. Patologias relacionadas à alimentação. Qualidade nutricional dos produtos alimentícios. Composição Nutricional dos Alimentos. Biodisponibilidade dos alimentos. Métodos de Avaliação Nutricional dos Alimentos. Microbiologia. Bromatologia.

Bibliografia

BRASIL. Resolução Nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Disponível em e- legis.bvs.br/leisref/public/showAct.php?id=12546 Acesso em 04 de dezembro de 2006. Resolução do Conselho Federal de Nutricionistas nº 333, de, 03 de fevereiro de 2004. Dispõe sobre o Código de Ética Profissional dos Técnicos em Nutrição e Dietética e de outras providências. Disponível em www.cfn.org.br/legislacao/resolucao/res333.htm Acesso em 04 de dezembro de 2006.

EVANGELISTA, José, Tecnologia dos Alimentos. 2.ed. São Paulo: Editora Atheneu, 1998.

KRAUSE, Marie V. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10.ed. São Paulo: Rocca, 2002.

MARTINS, Cristina et al. Manual de dietas hospitalares - NUTROCLÍNICA. Curitiba: Nutroclínica, 2003.

ORNELLAS, Lieselotte H. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. 7.ed. São Paulo: Atheneu, 2001.

PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dietética. 1.ed. São Paulo: Editora Manole, 2003

SILVA JUNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 6.ed. São Paulo: Varela, 2005.

ANÁLISES CLÍNICAS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Parasitologia: técnicas laboratoriais. Microbiologia: técnicas laboratoriais. Imunologia: técnicas laboratoriais. Hematologia: técnicas laboratoriais. Bioquímica. Biologia molecular. Urinálise: técnicas laboratoriais. Anatomia e fisiologia. Citopatologia.

Bibliografia

HENRY, J. B. Diagnósticos Clínicos & Tratamento por Métodos Laboratoriais. São Paulo: Ed. Manole Ltda., 1999

LIMA, A. O. et al. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e interpretação. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

MOURA, R. A. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.

MOURA, R., WADA, C.S., PURCHIO, A, ALMEIDA, V.T. Técnicas de Laboratório. São Paulo: Livraria Atheneu., 3ª edição.

NR 32 - MTE de 11 de novembro de 2005 (Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde).

OLIVEIRA LIMA, A., SOARES, J.B., GRECO, J.B, GALIZZI, J., CANÇADO, J.R. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica - Técnica e interpretação. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan., 2001.

Resolução RDC/ANVISA nº 302, de 13 de outubro de 2005.

Resolução RDC/ANVISA nº 306, de 07 de dezembro de 2004.

STRASINGER, S.K. Uroanálises dos Fluidos Biológicos. São Paulo: Ed. Premier.

STRASINGER, S.K. Uroanálise e Fluidos Biológicos. São Paulo: Editorial Premier, 3ª edição, 2000.

TEIXEIRA, P. Biossegurança - Uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 3ª reimpressão, 2002.

WALLACH, J.M.D. Interpretação de Exames de Laboratório. Editora Medica Cientifica Ltda., 7ª edição, 2003.

RADIOLOGIA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

1 Anatomia geral, sistêmica, esquelética e artrologia. 2 Terminologia radiológica. 2.1 Planos, cortes e linhas corporais. 2.2 Posicionamento e posições do corpo humano de forma geral. 2.3 Posições específicas do corpo humano. 2.4 Princípios do posicionamento radiológico. 3 Física e produção das radiações ionizantes (Raios X). 3.1 O espectro dos raios X. 3.2 Fatores que modificam o espectro dos raios X. 3.3 A produção de raios X. 3.4 O tubo de raios X e seus componentes estruturais. 4 Princípios básicos da formação da imagem radiológica. 5 Proteção radiológica. 6 Dosimetria. 7 Meios antidifusores das radiações ionizantes (raios X). 7.1 Diafragma, grade, cone, filtro e cilindro. 8 Técnica radiológica. 8.1 Kvp (Kilovoltagem), Ma (Miliamperagem), T (Tempo), D (Distância). 8.2 Componentes e tipos de chassis e Ecrans. 8.3 O filme radiológico. 8.4 Fatores de controle de qualidade da imagem radiológica. 8.5 Telas intensificadoras e fluorescentes. 8.6 Exposição do paciente. 8.7 Métodos e componentes do processamento manual e automático do filme radiológico. 9 Anatomia radiológica humana e rotina para exames radiológicos do(a): 9.1 Crânio e face. 9.2 Coluna vertebral. 9.3 Membros superiores. 9.4 Membros inferiores. 9.5 Tórax (Pulmões) e Caixa torácica (componentes ósseos e articulares). 9.6 Pelve e articulações. 9.7 Abdome. 9.8 Sistema gastrointestinal. 9.9 Vesícula biliar e ductos hepáticos. 9.10 Sistema urinário. 9.11 Orto-radiografia, artrografia e mielografia. 10 Exames no traumatizado e radiografias em aparelhos portáteis. 11 Radiologia pediátrica. 12 Exames radiológicos contrastados. 12.1 Meios de contraste. 12.2 Técnicas básicas e especiais do exame contrastado. 12.3 Precauções, procedimentos e segurança do paciente no emprego de contrastes. 12.4 Contra-indicações e procedimentos genéricos. 13 Mamografia - Princípio de funcionamento dos equipamentos, seus componentes principais e posicionamento básicos para a realização de exames. 14 Tomografia computadorizada - Princípio de funcionamento e seus componentes básicos. 15 Ressonância magnética - Princípio de funcionamento e seus componentes básicos. Legislação do SUS - Sistema Único de Saúde.

Bibliografia

BONTRAGER. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada. 7ed. Elsevier. Autores: Kenneth L. Bontrager e John P. Lampignano ISBN: 9788535234381

CORNE, Jonathan. BROWN, Ivan. Descomplicando os raios X. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. KENNETH L

CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200.

BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 - Lei Orgânica da Saúde. Brasília: Diário Oficial da União, 20 set. 1990 [com redação dada pela Lei 9.836, de 23 de setembro de 1999 (Diário Oficial da União, 24 set. 1999)].

BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Brasília: Diário Oficial da União, 31 dez. 1990.

NASCIMENTO, Jorge. Temas de técnica radiológica com tópicos sobre tomografia computadorizada e ressonância magnética. Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.

SCAFF, Luís A. M. Bases físicas da radiologia, diagnóstico e terapia. São Paulo: Sarvier, 1970.

SQUIRE, Lucy Frank e outros. Fundamentos de radiologia. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. BRASIL.

GERÊNCIA DE SAÚDE

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Administração de Suprimentos em Empresa Pública. Gestão de Pessoas. Administração de Hotelaria. Administração Financeira. Faturamento. Teoria Geral da Administração. Administração predial e de equipamentos médicos hospitalares. Atribuições Administrativas na Área de Saúde. Modelos Assistenciais e Vigilância em Saúde. Base legal do Sistema Único de Saúde (SUS). Constituição Federal, a Lei nº 8080 de 19 de setembro de 1990. Lei nº 8142 de 28 de dezembro de 1990. Princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. Gestão do Sistema Único de Saúde. Sistemas de Informação em Saúde. Gerenciamento da saúde em instituições privadas e convênios.

Bibliografia

BRASIL.. Pacto pela Saúde. Brasília. 2006.

_________. Relatório Final da 12ª Conferência Nacional de Saúde. Brasília: Editora MS. 2004.

CARVALHO, S. R., CUNHA, G.T. A Gestão da Atenção na Saúde: Elementos para se pensar a mudança da organização na Saúde. In CAMPOS, G. W. S., Tratado de Saúde Coletiva. SP-RJ: Hucitec, Fiocruz; 2006. p. 837 - 868.

VASCONCELOS, C. M., PASCHE, D.F. O Sistema Único de Saúde. In CAMPOS, G. W. S., Tratado de Saúde Coletiva. In: CAMPOS, GWS et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de janeiro: Ed. Fiocruz, 2006, p. 531-562.

PRÓTESE DENTÁRIA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:

PROTÉTICO

Anatomia e escultura dental; Prótese parcial fixa; Prótese removível; Prótese total; Prótese adesiva; Aparelhos ortodônticos; Materiais odontológicos; Materiais e técnicas de moldagem e modelagem; Materiais restauradores e protéticos estéticos; Equipamento e instrumental protético; Noções básicas de oclusão dentária; Aspectos relativos à atuação profissional; Atribuições do técnico de laboratório de prótese dentária; Exercício ético e legal da função de técnico em prótese dentária no Brasil. Princípios do Sistema Único de Saúde.

Bibliografia

CRAIG, R. Materiais dentários: propriedades e manipulação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 204p;

FIORI, S. Atlas de prótese parcial removível. 3ed. São Paulo: Pancast, 1989. 464p;

FRADEANI, M. Reabilitação Estética em Prótese Fixa. [ s. l.: s. nº ], 2006.

KLIEMANN, Cláudio / Cols. Manual de prótese parcial removível. [ s. l. ]: Santos, 2002.

LOPES, L.N.F. Prótese adesiva: procedimentos clínicos e laboratoriais. São Paulo: Cid Editora, 1997.

PHILLIPS, R. W. Skinner materiais dentários. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. 334p;

MARTIGNONI, M. Precisão em prótese fixa aspectos clínicos e laboratoriais. 2. ed. [ s. l. ]: Quintessence, 2001.

MEZZOMO, Elio. Reabilitação oral contemporânea. [ s. l. ]: Santos, 2006.

MEZZOMO, Elio / Cols. Prótese parcial fixa manual de procedimentos. [ s. l. ]: Santos, 2001.

MISCH, Carl E. Título: Implantes Dentais Contemporâneos. 3. ed. [ s. l. ]: Elsevier, 2009.

OKESON, Jeffrey P. Tratamento das desordens temporomandibulares e oclusão. 6. ed. [ s. l. ]: Elsevier, 2008.

PARREIRA, Giovani Gambogi / Cols. Cerâmicas odontológicas conceitos e técnicas. [ s. l. ]: Santos, 2005.

RUTTEN, Luc, RUTTEN, Patrick. Coroas, Próteses e Implantes -A Arte da Harmonia. [ s. l. ]: Santos, 2008

SANTOS JÚNIOR, J. Escultura e modelagem dental: na clínica e no laboratório. São Paulo: Liv. Santos, 1989. 234p; E Livros Técnicos/Específicos da Área.

TODESCAN, Reynaldo / Cols. Atlas de prótese parcial removível. [ s. l. ]: Santos, 2003.

TURANO, José C., TURANO, Luiz M. Fundamentos de Prótese total. 8. ed. [ s. l. ]: Santos, 2007.

6.8. EIXO/CURSO: HOSPITALIDADE E LAZER TURISMO E HOTELARIA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Fundamentos do Turismo; Evolução histórica do Turismo; Importância sócio-econômica da atividade turística; Terminologia turística; Tipologia do Turismo; Motivações Turísticas; Estrutura do mercado turístico (oferta e demanda); Organizações turísticas; Produto turístico; Conhecimentos básicos sobre transportes, meios de hospedagem, agenciamento, gastronomia, lazer e eventos; Efeito Multiplicador; Impactos do Turismo (Sociais, Econômicos, Ambientais, Culturais); Patrimônio Turístico do Rio Grande do Sul; Turismo Sustentável; Política Nacional de Turismo; Roteiros Turísticos Riograndenses; meios de hospedagem; fluxos operacionais de reserva; recepção e governança.

Bibliografia

BARRETO, Margarita. Manual de Iniciação ao Estudo do Turismo. Campinas: Papirus, 2000.

BARRETTO, Margarita e TAMANINI, Elizabete. (org) Redescobrindo a Ecologia do Ecologia do Turismo. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.

BENI, Mario Carlos. Analise Estrutural do Turismo: São Paulo: Senac, 2006.

CIRILO, Lucy. Turismo e hotelaria: Uma visão multidisciplinar. São Paulo. Anhembi, 2007.

COOPER, Chris. Turismo Contemporâneo. São Paulo: Campus, 2011.

SANTANA, Agustin. Antorpologia do Turismo. São Paulo: Aleph, 2009.

SWARBROOKE, John. Comportamento do consumidor do Turismo. São Paulo, Aleph, 2002

SWARBROOKE, John. Turismo sustentável, Volume 3. São Paulo. 2000.

SWARBROOKE, John. Turismo sustentável, Volume 4. São Paulo. 2000.

Turismo: Como aprender, como ensinar. São Paulo: Senac São Paulo: 2009

Segmentação do Mercado Turístico. São Paulo: Manole, 2008.

Turismo: Interfaces, desafios e incertezas. Caxias do Sul: Educs, 2003.

Turismo: Uma Visão empresarial. São Paulo: Manole, 2003.

6.9. EIXO/CURSO: PRODUÇÃO CULTURAL E DESIGN

DESIGN DE MÓVEIS E DESIGN DE INTERIORES

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Aplicação de princípios de ergonomia, desenho geométrico, desenvolvimento e leitura de plantas; conceito e método de projetos; processo criativo no projeto de interiores, concepção espacial;- composição visual (cor, forma, estrutura e proporção); estética; técnicas de representações bi e tridimensional: desenhos e estudos volumétricos; história da arte e do design de móveis; ergonomia; processos de fabricação de móveis; marketing.

Bibliografia

ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

ARHEIN, Rudolf. Arte e percepção visual. 9ª Edição. São Paulo: Pioneira, 1995.

AZEVEDO, Wilton. O que é design. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1994.

BÜRDEK, Bernhard E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.

CARVALHO, B. de A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1982.

DENIS, Rafael Cardoso. Uma Introdução à História do Design. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.

FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Rio de Janeiro, Globo. 1995.

GURGEL, Miriam. Projetando Espaços: design de interiores. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.

IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. ed. rev. e aum. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.

LEON, Ethel. Design Brasileiro - quem fez, quem faz. Rio de Janeiro: Viana & Mosley, 2005.

LIMA, Marco Antônio Magalhães. Introdução aos Materiais e Processos para Designers. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2006.

MORAES, Anamaria de. MONT'ALVÃO, Cláudia. Ergonomia: conceitos e aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: 2AB, 2000.

MORAES, Dijon de. Análise do Design Brasileiro: entre mimese e mestiçagem.

MUNARI, Bruno. Das Coisas Nascem Coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

RANGEL, A. P. Projeções cotadas - Desenho Projetivo. Livros Técnicos e Científicos, 1976.

ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho Técnico. v. 1", 4.ed. Plêiade, 2008.

SILVA, A.; RIBEIRO, DIAS. C. T.; J., SOUSA, L. Desenho Técnico Moderno, 8.Ed. Lidel, 2008.

SILVA, G.S. Curso de Desenho Técnico. 1.ed.. Sagra-Luzzatto, 1993.

WONG, W. Princípios da forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

PUBLICIDADE

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Princípios de comunicação; linguagem e funcionalidade dos meios de comunicação; métodos e ferramentas do marketing; operacionalização de equipamentos audiovisuais, estética.

Bibliografia

BAUER, Martin W., GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes: 2002

BARTHES, Roland. Elementos de Semiologia. 15ª edição, 2003.

KELLER, Kevin Lane. Gestão estratégicas de marcas. São Paulo: Person Prentice Hall, 2006

KOTLER, Philip. Administração de Marketing

Os meios de comunicação como extensões do homem (Understanding Media).

Editora Cultrix. Marschall McLuhan com tradução: Décio Pignatari 196917ª edição, 2011.

RANDAZZO, Sal. A Criação de Mitos na Publicidade. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.

SANT`ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira, 1998.

SOLOMON, Michael R. O comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo. Porto Alegre: Bookman, 2002

6.10. EIXO/CURSO: PRODUÇÃO INDUSTRIAL MÓVEIS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Estilos e Tendências do Mobiliário, Sistemas de Medidas e Representação Gráfica, Processo Produtivo Moveleiro - Madeira, Relações Humanas, Tecnologia Moveleira, Processo Produtivo Moveleiro - Estofados, Projetos de Desenho de Móveis e Ambientes, Processo Produtivo Moveleiro - Metal, Segurança e Preservação Ambiental, Gestão de Pessoas e da Qualidade, Projetos de Produção Moveleira; Planejamento e coordenação de processos de produção moveleira, relacionado a empresas fabricantes de móveis estofados, de madeira e metais. Conhecimento de tratamentos químicos da madeira e sua transformação; Conhecimento de máquinas da área moveleira; Técnicas de representação à mão livre para desenvolvimento e apresentação de projetos; Conhecimento de acessórios de montagem para móveis utilizados na indústria moveleira; Informações técnicas e composições de produtos da área moveleira; Conhecimento de máquinas e equipamentos do ramo moveleiro; Características das madeiras utilizadas na indústria moveleira, Processos de obtenção, transformação e produção de placas de madeira; Preparação da madeira para exportação; Desenho Técnico de Móveis Conhecimento de Marcenaria. Montagem e Instalação de Móveis. Pintura de Móveis. Programador Máq. CNC Moveleira. Processo de Fabricação dos Móveis Sob Medida. Secagem da Madeira. Melhoramento de métodos e processos, Assessoria em projetos de leiaute/instalações, Design e desenvolvimento de produtos Secagem de madeira, Acabamento e pintura de móveis e componentes, Usinagem de Madeira. Engenharia florestal e sistemas da qualidade. Processo de Industrialização do Móvel - maior deficiência dos profissionais que hoje estão no mercado; Criação - desenvolvimento do produto, desenvolvimento da inventividade; Distribuição - planejamento de embalagens, transporte, organização de manuais de montagem.

Bibliografia

BAXTER, M. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: Edgar Blücher, 1998.

BERNARDI, Renato. Uso de Painéis de Madeira Reconstituída. Bento Gonçalves:

BURGER, L. M. Anatomia da Madeira. São Paulo: Nobel, 1991.

DAL PIVA. Ricardo. Processo de Fabricação dos Móveis Sob Medida. Porto Alegre: SENAI-RS.2006. 243p.

DENIS, Rafael Cardoso. Uma Introdução à História do Design. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.

HESKETT, John. Desenho Industrial. Rio de Janeiro: José Olympio, 1997.

JIM, Lesko. Design Industrial Materiais e Processos de Fabricação. São Paulo: Edgar, 2004.

LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa (Meio Ambiente e Competitividade). São Paulo: Pearson Education, 2003.

NENNEWITZ. I. Manual de Tecnologia da Madeira. São Paulo: Edegar Blücher, 2008.

SANTOS, Maria Cecília Loschiavo dos. Móvel Moderno no Brasil. São Paulo: Studio Nobel, 1995.

SENAI CETEMO, 2003.BLUMM, Hédio. Pintura a pistola em móveis. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 59 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

BOMBASSARO, Luana; COSTA, Marcos Abdo. Desenvolvimento de embalagem para móveis. Porto Alegre: SENAI-RS, 2008. 69 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

BONACINA, Darlan Michel. Vergamento de madeira. Porto Alegre: SENAI-RS, 2010. 60 p.

FERNANDES JUNIOR, Ricardo Corrêa. Controle e descarte de resíduos na área de pintura.Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 47 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

GANTERT, Manuel; KATZ, Christian. Gestão industrial no setor moveleiro. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 55 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

NONDILLO, Gemile; BERNARDI, Renato. Fabricante de móveis personalizados. Porto Alegre: SENAI-RS, 2011. 60 p.

PAIM, Nelson de Sousa; SCOTTON, Taiane. Materiais para o setor moveleiro. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 76 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

PAULS, Manfred. Ferramentas para máquinas de usinagem de madeira. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 72 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

PAULS, Manfred. Manutenção de máquinas na indústria moveleira. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 68 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

PIANEZZOLA, Gilberto. Custos na indústria moveleira. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 44 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

RANK, Adriano; BEZ BATTI, Cleder. Usinagem de madeira em máquinas CNC. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 72 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

RECH. Marilsa. Colagem da madeira. Porto Alegre: SENAI-RS, 2007. 68 p. (Coleção Cartilhas Moveleiras).

NONDILLO, Gemile; BERNARDI, Renato. Fabricante de móveis personalizados. Porto Alegre: SENAI-RS, 2011. 60 p.

CELULOSE E PAPEL

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

História do papel e desenvolvimento tecnológico da indústria de celulose e papel no Brasil e no mundo. Matérias primas para fabricação de celulose e papel. Fabricação da celulose: processos e reações químicas envolvidas na obtenção e processamento. Máquinas para formação do papel: formação, secagem e acabamento. Tipos de papel e avaliação de suas características. Reciclagem de papel. Fontes de poluição na indústria de celulose e papel e sua tratabilidade.

Bibliografia

D' Almeida, M.L.O. e colaboradores - "Tecnologia de fabricação de pasta celulósica e do papel". Volumes 1 e 2. 2ª Edição. São Paulo, SENAI/IPT. 1988(referenciado em livraria virtual com descrição do conteúdo) www.traca.com.br/livro/66382/celulose-e-papel-em-dois-volumes

Foelkel, C.E.B. & Barrichelo, L.E.G. - "Tecnologia de celulose e papel". USP. 1975 www.celso-foelkel.com.br/artigos/outros/TecnologiaCelulosePapel_ESALQ_1975.pdf

Foelkel, C. - "Eucalyptus Online Book". Capítulos 01 a 25. 2005 - 2011 www.eucalyptus.com.br/disponiveis.html

Foelkel, C. - "Eucalyptus Newsletter". Mini-artigos das edições 01, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 26, 28, 29, 30, 34, 35, 36. 2005 - 2011 www.eucalyptus.com.br/miniartigos.html

Foelkel, C. - "Provas curso Celulose e Papel". UFSM - Universidade Federal de Santa Maria. Acesso em 15.01.2012 www.celso-foelkel.com.br/artigos/ufsm/1.%20Apostilas%20UFSM.pdf

Gomide, J.L. - "Estrutura anatômica da madeira". UFV - Universidade Federal de Viçosa. Acesso em 15.01.2012 www.celso-oelkel.com.br/artigos/outros/Arquivo%2001.%20Estrutura%20Anat%F4mica%20e%20Densidade%20da%20Madeira.pdf

Gomide, J.L. - "Estrutura anatômica e qualidade da madeira". UFV - Universidade Federal de Viçosa. Acesso em 15.01.2012 www.celso-foelkel.com.br/artigos/outros/Arquivo%2002%20-%20Anat%F4mia_e_Qualidade_e_da_Madeira-Agosto2007.pdf

Gomide, J.L. - "Tecnologia e química da produção de celulose. Partes 1 e 2". UFV - Universidade Federal de Viçosa. Acesso em 15,01.2012 www.celso-foelkel.com.br/artigos/outros/Arquivo%2003-%20Tecnologia_e_Quimica_da_Produ%E7%E3o_de_Celulose_-_P.pdf (Parte 1) www.celso-foelkel.com.br/artigos/outros/Arquivo%2004%20-Tecnologia_e_Quimica_da_Produ%E7%E3o_de_Celulose_-_P.pdf (Parte 2) Jaeger, P. - "Material didático da disciplina Celulose e Papel". Engenharia Industrial da Madeira.

UNIUV - Centro Universitário de União da Vitória. Acesso em 15.01.2012 http://jaeger.synthasite.com/celulose.php Klock, U. - "Material didático da disciplina Química da madeira". Engenharia Industrial

Madeireira. UFPR - Universidade Federal do Paraná. Acesso em 15.01.2012 www.madeira.ufpr.br/ceim/index.php?option=com_content&view=category&id=18:quimica-da-madeira&Itemid=81&layout=default

Klock, U. - "Morfologia da fibra e propriedades do papel". Engenharia Industrial Madeireira.

UFPR - Universidade Federal do Paraná. Acesso em 15.01.2012 www.madeira.ufpr.br/disciplinassilvana/indicepapel.pdf

Klock, U. - "Defeitos da madeira". Engenharia Industrial Madeireira. UFPR - Universidade Federal do Paraná. Acesso em 15.01.2012 www.madeira.ufpr.br/disciplinassilvana/defeitos.pdf

Klock, U. "Material didático da disciplina Polpa e Papel". Engenharia Industrial Madeireira. UFPR - Universidade Federal do Paraná. Acesso em 15.01.2012 www.madeira.ufpr.br/ceim/index.php?option=com_content&view=article&id=141:polpa-e-papel&catid=20:polpa-e-papel&Itemid=81

6.11. EIXO INTERDISCIPLINAR

DIREITO

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Direito Constitucional, Direito Administrativo, formação de Estado; Direito Agrário; direito da Informática; Código da ética Médica; Direito do Turismo e Sociologia Jurídica. Legislação e Ética, Direito Ambiental, Direito civil, Direito empresarial, Direito do Consumidor, Principiologia Jurídica.

Bibliografia

ÁVILA, Humberto. Teoria dos Princípios - da definição dos princípios jurídicos. Malheiros: 12ª edição. 2011. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal.. BITTAR, Eduardo C. B. Curso de Ética Jurídica - Ética Geral e Profissional. Editora Saraiva: 8ª Edição. 2011.

BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Malheiros. 26ª edição. 2011.

COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial - Direito da empresa. Editora Saraiva. 24ª edição. 2012.

DE ALMEIDA. João Batista. Manual de Direito do Consumidor. Editora Saraiva: 5ª edição. 2011

GASPARINI, Diógenes. Direito Administrativo. São Paulo: Saraiva. 16ª edição. 2011.

GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro. Parte geral. Editora Saraiva: 10ª edição. 2012

IORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Editora Saraiva: 13ª edição. 2012.

JUSTEN FILHO, Marçal. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros. 7ª edição. 2011.

MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. São Paulo: Atlas. 27ª edição. 2011.

MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente: doutrina, pratica, jurisprudência, glossário / Edis Milaré. 7. ed. rev. atual. e ampl. - São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2011.

PELLEGRINI GRINOVER, Ada et allii. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor - Comentado pelos Autores do Anteprojeto. Forense Universitária: 10ª edição. 2011.

RIO GRANDE DO SUL. Constituição (1989) Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, de 3 de outubro de 1989

PSICOLOGIA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Prática do psicólogo escolar; habilidades sociais e relacionamento interpessoal; relação professor-aluno; habilidades sociais; psicologia escolar.

Bibliografia

ANDRADA, E. G. C.; Novos paradigmas na prática do psicólogo escolar. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 18, nº 2, p.196-199, 2005.

BANDEIRA, M.; DEL PRETTE, Z. A. P.; DEL PRETTE, A. (orgs). Estudos sobre habilidades sociais e relacionamento interpessoal. São Paulo: Casa do psicólogo, 2006.

COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J & outros. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

DEL PRETTE, A. & DEL PRETTE, Z.A.P. Psicologia das Habilidades Sociais - Terapia e Educação. Ed. Vozes, 2001.

FREIRE, P. A importância do ato de ler. Coleção polêmicas do nosso tempo. São Paulo: Cortez Editora, 1992.

MEIRA, Antunes M. Psicologia escolar: teorias críticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

PATTO, M. H. S. Prefácio de psicologia escolar: Em busca de novos rumos. 3. Ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

TAMACHI, Z.; ROCHA, M.; PROENÇA, M. Psicologia e educação: desafios teórico-práticos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. 6. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

- OBS: Serão disponibilizados aos candidatos alguns textos da Bibliografia no site: www.educacao.rs.gov.br.

Anexo 11 - Listagem das Coordenadorias Regionais de Educação - CREs

CRE

Endereço

Bairro

Município Sede

Av. Farrapos, 151 - CEP 90220-000

Centro

Porto Alegre

Av. João Corrêa, esquina São Joaquim, s/nº - CEP 93020-690

Centro

São Leopoldo

Rua Cel. Müssnich, 773 - CEP 95880-000

Centro

Estrela

Av. Júlio de Castilhos, 4020 - CEP 95010-002

Centro

Caxias do Sul

Rua Barão de Butuí, 396 - CEP 96010-330

Centro

Pelotas

Rua Ernesto Alves, 887 - CEP 96810-060

Centro

Santa Cruz do Sul

Rua Saldanha Marinho, 478 - CEP 99010-150

Centro

Passo Fundo

Av. Presidente Vargas, 1052 - CEP 97015-510

Nossa Sra. de Fátima

Santa Maria

Rua Pinheiro Machado, 701 - CEP 98005-970

Centro

Cruz Alta

10ª

Rua Duque de Caxias, 2827 - CEP 97500-183

Centro

Uruguaiana

11ª

Rua Barão do Rio Branco, 381 - CEP 95520-000

Centro

Osório

12ª

Rua Dr. Joaquim Ribeiro, 231 - CEP 92500-000

Centro

Guaíba

13ª

Av. Sete de Setembro, 1264 - CEP 96400-000

Centro

Bagé

14ª

Rua Barão de Santo Ângelo, 832 - CEP 98801-740

Centro

Santo Ângelo

15ª

Praça da Bandeira, 190 - CEP 99700-000

Centro

Erechim

16ª

Av. Presidente Costa e Silva, 115 - CEP 95700-000

Planalto

Bento Gonçalves

17ªAv. Borges de Medeiros, 806 - CEP 98900-000CentroSanta Rosa
18ªRua Fernando Duprat da Silva, 94 - CEP 96200-540CentroRio Grande
19ªRua Duque de Caxias, 1490 - CEP 97573-460CentroSantana do Livramento
20ªAv. Independência, 836 - CEP 98300-000CentroPalmeira das Missões
21ªRua Borges de Medeiros, 207 - CEP 98600-000CentroTrês Passos
23ªAv. Júlio de Castilhos, 653 - CEP 95200-000CentroVacaria
24ªRua Ramiro Barcelos, 2762 - CEP: 96.508-070AugustaCachoeira do Sul
25ªRua Dr. Flores, 152 - CEP 99300-000CentroSoledade
27ªAv. Inconfidência, 420 - CEP 92020-320CentroCanoas
28ªAv. Cel. Fonseca, 627 - CEP 94035-330CentroGravataí
32ªRua Venâncio Aires, 2418 - CEP 97800-000CentroSão Luís Gonzaga
35ªAv. Presidente Vargas, 2637 - CEP 97670-000CentroSão Borja
36ªRua XV de Novembro, 498 - CEP 98700-000CentroIjuí
39ªAv. Flores da Cunha, 1082 - CEP 99500-000CentroCarazinho

ANEXO 12 - Quadro dos Eixos, Cursos e Habilitações da Área da Educação Profissional

Área de AtuaçãoEixosCursoHABILITAÇÃO
6 - Educação Profissional e suas Tecnologias6.1. Produção alimentícia6.1.1 AgroindústriaCiências Agrárias
Ciências Agrícolas
Engenharia de Alimentos.
Nutrição
Medicina Veterinária;
Pedagogia com formação técnica na área
6.2. Recursos naturais6.2.1 AgronegócioCiências Agrícolas
Ciências Biológicas,
Agronomia,
Medicina Veterinária
Zootecnia,
Ciências Agrárias,
Pedagogia com formação técnica na área
6.2.2 AgriculturaCiências Agrárias
Ciências Agrícolas
Agropecuária;
Agronomia;
Engenharia Florestal;
Ciências Biológicas;
Pedagogia com formação técnica na área
6.2.3. AgropecuáriaAgronomia
Ciências Agrárias
Ciências Agrícolas
Medicina Veterinária;
Zootecnia;
Pedagogia com formação técnica na área
6.2.4. FlorestalAgronomia
Ciências Agrárias
Ciências Agrícolas
Engenharia Florestal;
Ciências Biológicas
Engenharia Agrícola
Pedagogia com formação técnica na área
6.2.5. Meio AmbienteEngenharia Ambiental
Gestão Ambiental,
Ciências Biológicas,
Geologia
Geografia
Pedagogia com formação técnica na área
6.2.6. Controle AmbientalEngenharia Ambiental
Gestão Ambiental,
Ciências Biológicas
Geologia
Geografia
Pedagogia com formação técnica na área
6.2.7. ZootecniaMedicina Veterinária
Agronomia
Zootecnia
Pedagogia com formação técnica na área
6.3.Controle e processos industriais6.3.1 MecânicaEngenharia Metalúrgica
Engenharia Mecânica
Curso Superior Tecnológico em Soldagem
Curso Superior Tecnológico em Mecatrônica
6.3.2. EletrotécnicaEngenharia Elétrica
Engenharia Eletrônica
Curso Superior Tecnológico em Eletrotécnica
Pedagogia com formação técnica na área
6.3.3 EletrônicaEngenharia Elétrica;
Curso Superior Tecnológico em Eletrotécnica
Pedagogia com formação técnica na área
6.3.4. EletromecânicaEngenharia Elétrica;
Engenharia Mecânica;
Química.
Pedagogia com formação técnica na área
6.3.5. MetalurgiaEngenharia Metalúrgica
Engenharia de Fundição
Engenharia de Produção
Pedagogia com formação técnica na área
6.3.6. QuímicaQuímica.
Engenharia Química
Química Industrial
Pedagogia com formação técnica na área
6.4.Infraestrutura6.4.1. Edificações Arquitetura e Urbanismo
Engenharia Civil,
Engenharia Sanitária
Pedagogia com formação técnica na área
6.4.2. EstradasArquitetura e Urbanismo
Engenharia Civil,
Engenharia Cartográfica
Pedagogia com formação técnica na área
6.5. Informação e comunicação6.5.1 Informática; Informática para internet; Manutenção e suporte em informática; Rede de ComputadoresInformática
Ciências da computação
Engenharia da Computação
Processamento de dados
Sistemas de Informação
Curso Superior Tecnológico em Processamento de Dados
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.Gestão e Negócios6.6.1 AdministraçãoCiências Contábeis
Administração
Ciências Econômicas
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.2 ContabilidadeCiências Contábeis
Administração
Ciências Econômicas
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.3. SecretariadoSecretariado
Administração
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.4. Comércio ExteriorCiências Contábeis
Administração
Ciências Econômicas
Comércio Exterior
Estatística
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.5. ComércioCiências Contábeis
Administração
Ciências Econômicas;
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.6. Segurança do TrabalhoEngenharia de Segurança do Trabalho
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.7 VendasCiências Contábeis
Administração
Ciências Econômicas
Pedagogia com formação técnica na área
6.6.8. LogísticaAdministração
Curso Superior Tecnológico em Gestão em Logística
Pedagogia com formação técnica na área
6.7. Saúde6.7.1. Gerência em saúdeEnfermagem Medicina;
Administração em Saúde
Administração com especialização em Saúde
Administração em Gestão Pública
Pedagogia com formação técnica na área
6.7.2 Nutrição e DietéticaNutrição
Ciências Biológicas
Pedagogia com formação técnica na área
6.7.3. Análises ClínicasCiências Biológicas
Farmácia
Bioquímica
Biotecnologia
Medicina
Biomedicina
Pedagogia com formação técnica na área
6.7.4. RadiologiaMédico Radiologista;
Curso Superior Tecnológico em Radiologia
Fisicomédico
Pedagogia com formação técnica na área
6.7.5. Prótese DentáriaOdontologia
Ciências Biológicas
Pedagogia com formação técnica na área
6.7.6. EnfermagemEnfermagem
Ciências Biológicas
Farmácia
Medicina
Pedagogia com formação técnica na área
6.8. Hospitalidade e lazer6.8.1 Turismo e Hospedagem; Eventos e Hotelaria.Turismo
Tecnologia em Turismo
Museologia
Pedagogia com formação técnica na área
6.9. Produção cultural e design6.9.1 Design de InterioresDesign
Artes Plásticas
Pedagogia com formação técnica na área
6.9.2 Design de MóveisDesign
Artes Plásticas
Pedagogia com formação técnica na área
6.9.3 PublicidadeJornalismo
Comunicação Social
Publicidade e Propaganda
Pedagogia com formação técnica na área
6.10. Produção Industrial6.10.1 MóveisDesign
Engenharia Florestal
Pedagogia com formação técnica na área
6.10.2 Celulose e papelEngenharia Ambiental
Química Industrial
Pedagogia com formação técnica na área
6.11. Eixo Interdisciplinar6.11.1 Todos os cursosDireito Psicologia

161447

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