Prefeitura de Barão de Cocais - MG

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARÃO DE COCAIS

ESTADO DE MINAS GERAIS

CONCURSO PÚBLICO

EDITAL N. º 001/2007

O Exmo. Senhor Prefeito do Município de Barão de Cocais, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, torna público que estarão abertas, no período indicado, inscrições ao Concurso Público para provimento de cargos vagos nas classes abaixo discriminadas do Quadro Permanente de Pessoal da Prefeitura Municipal de Barão de Cocais, nos termos da Legislação vigente e das normas estabelecidas neste Edital.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1. O CONCURSO PÚBLICO, dentro do prazo de sua validade, destina-se ao preenchimento de vagas existentes e das que vierem a existir, para os cargos constantes do ANEXO I do presente Edital.

1.2. Os candidatos aprovados serão convocados de acordo com a ordem final de classificação obtida, em função das necessidades da Prefeitura, respeitando-se o prazo de validade do Concurso Público.

1.3. A realização do Concurso Público será supervisionada pela Prefeitura e executada pela Fundação Mariana Resende Costa - FUMARC Concursos.

2 DA ESPECIFICAÇÃO DOS CARGOS, REQUISITOS E JORNADA DE TRABALHO

2.1 As especificação dos cargos, requisitos mínimos, jornada de trabalho, constam do Anexo II do presente Edital.

2.2 Local de Trabalho: Barão de Cocais, nos locais designados pela Prefeitura Municipal.

3 DAS CONDIÇÕES DO CANDIDATO PARA INSCRIÇÃO

3.1 Ser brasileiro nato ou naturalizado, ou cidadão português, a quem foi deferida a igualdade nas condições previstas no § 1º do art. 12 da Constituição Federal.

3.2 Estar em dia com as obrigações eleitorais.

3.3 Estar em dia com as obrigações militares, se do sexo masculino.

3.4 Possuir a escolaridade e requisitos exigidos que constam no Anexo II do presente Edital.

4 DAS INSCRIÇÕES

4.1 A inscrição será recebida nos seguintes locais:

a. Via Internet, no endereço www.fumarc.com.br

b. Agência dos Correios na cidade de Barão de Cocais.

4.2 PERÍODO:

a). Via Internet: 15 a 26 de janeiro, a partir de 9:00 horas do dia 15 de janeiro, no horário integral, exceto no dia 26 de janeiro que será até às 20:00 horas.

b). Pelos Correios: 15 a 24 de janeiro, no horário normal de atendimento externo das Agências.

4.3. VALOR DA TAXA DE INSCRIÇÃO:

a) Via Correios: Nível Alfabetizado: R$ 25,00

Nível Fundamental: R$ 30,00

Nível Médio/Técnico: R$ 40,00

Nível Superior: R$ 50,00

b) Via INTERNET:

Nível Alfabetizado: R$ 20,00

Nível Fundamental: R$ 24,00

Nível Médio/Técnico: R$32,00

Nível Superior: R$ 40,00

4.4. O candidato que optar por inscrever-se em agência dos Correios efetuará o pagamento na própria agência recebedora da inscrição. O pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito em dinheiro ou cheque, sendo que, se houver devolução do cheque por responsabilidade do emitente, a inscrição não se efetuará, ficando o candidato excluído do Concurso.

4.5. O candidato receberá, no ato da inscrição, quando feita em agência dos Correios, o comprovante da inscrição.

4.5.1. O Edital e seus anexos estarão afixados na agência de CORREIOS.

4.6. O candidato que optar pela inscrição via Internet efetuará o pagamento por meio de boleto bancário, a ser impresso conforme a instrução específica, disponível no certe www.fumarc.com.br

4.6.1. O valor da inscrição via Internet deverá, obrigatoriamente, ser pago em agências bancárias por meio de boleto impresso pelo candidato.

4.7. A FUMARC não se responsabiliza por inscrição via Internet não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência dos dados.

4.8. Os candidatos inscritos via Internet não deverão enviar cópia de documento de identidade, sendo de responsabilidade exclusiva dos mesmos os dados cadastrais informados na solicitação de inscrição.

4.9. O comprovante de inscrição do candidato será o boleto, devidamente quitado. O Edital poderá ser impresso pelo candidato, via Internet, por download do arquivo, no endereço eletrônico referido no item 4.1.a.

4.10. Informações complementares acerca da inscrição via Internet estarão disponíveis no endereço eletrônico supracitado.

4.11. O candidato que optar pela inscrição pelos Correios deverá apresentar, no ato da inscrição, pessoalmente ou através de procuração simples, nos termos da lei, o requerimento de inscrição corretamente preenchido, no qual o candidato declara conhecimento e aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital em relação às quais não poderá alegar desconhecimento.

4.12. O candidato poderá inscrever-se somente para um único cargo.

4.13. A declaração falsa ou inexata dos dados constantes no requerimento de inscrição, bem como a apresentação de documentos ou informações falsas ou inexatas, mesmo que verificadas a qualquer tempo, determinará o cancelamento da inscrição e a anulação de todos os atos decorrentes, sem prejuízo das sanções civis e penais cabíveis.

4.14. O candidato cuja inscrição for deferida receberá pelos Correios, até o dia 19 de fevereiro, no endereço informado na ficha de inscrição, o Cartão de Informação, que conterá a indicação da data, do horário e do local de realização das provas. Caso não receba o Cartão de Informação o candidato deverá entrar em contato com a FUMARC Concursos até o dia 23 de fevereiro ou consultar a INTERNET no endereço www.fumarc.com.br onde os mesmos estarão disponibilizados.

4.15. Não serão aceitas inscrições extemporâneas.

4.16. A taxa de inscrição não será devolvida em hipótese alguma.

4.17. O pagamento, por si só, não garante a inscrição do candidato para participar do Concurso, devendo o candidato preencher corretamente a ficha de inscrição.

4.18. O preenchimento da ficha de inscrição é de inteira responsabilidade do candidato.

4.19. No momento da inscrição, não serão solicitados comprovantes das exigências contidas no item 3. No entanto, na época da assinatura do Termo de Posse, não satisfazendo as condições exigidas neste Edital, o candidato, ainda que aprovado, perderá o direito à posse e exercício do cargo.

4.20. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a tácita aceitação das condições estabelecidas neste Edital, sobre as quais não poderá alegar desconhecimento.

5 DAS PROVAS

5.1 O processo seletivo constará da realização de Provas de Múltipla Escolha, de caráter eliminatório, de acordo com o cargo, conforme a especificação do ANEXO III deste Edital e de Provas de Títulos, esta última somente para os cargos de Professor, de caráter classificatório, conforme especificado no item 6.14.

5.2 Cada questão será constituída de 04 (quatro) alternativas de resposta.

5.3 Cada questão valerá 1 (um) ponto.

5.4 Será exigido, para aprovação, a pontuação mínima de acerto nas Provas de Múltipla Escolha, conforme se segue.

5.4.1. Para os cargos que não exija prova específica: 50% (cinqüenta por cento) de acertos no total da prova e não zerar nenhuma das disciplinas que a compõe.

5.4.2. Para os cargos que exija prova específica: 50% (cinqüenta por cento) de acerto no total da prova, 30% (trinta por cento) de acertos na prova específica e não zerar nenhuma das disciplinas que a compõe .

5.5 Os programas e respectivas sugestões bibliográficas relativos ao conteúdo das Provas de Múltipla Escolha constam do ANEXO IV deste Edital.

6 DA REALIZAÇÃO DAS PROVAS

6.1 A FUMARC Concursos será responsável pela elaboração, aplicação e apuração das Provas de múltipla escolha e de títulos

6.2 As Provas de Múltipla Escolha terão duração máxima de 03 (três) horas e serão realizadas na cidade de Barão de Cocais e, se necessário, em cidades próximas de Barão de Cocais, no dia 25 de fevereiro , com início às 09:00 horas, em locais indicados no Cartão de Informação.

6.3 O candidato deverá comparecer ao local designado para a realização das Provas de Múltipla Escolha com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos do horário fixado para seu início, munido apenas do Cartão de Informação, do Documento de Identidade, de lápis preto n. º 2, borracha e caneta esferográfica azul ou preta.

6.4 Durante a realização das provas não será permitido qualquer tipo de consulta nem uso de calculadoras, bips, celulares, pager e equipamentos similares.

6.5 Na apuração dessas provas não serão consideradas as respostas que apresentarem emendas ou rasuras no gabarito preenchido pelo candidato. Serão computadas como erros as questões não assinaladas e as que contiverem mais de uma resposta. Não poderá ser utilizado qualquer tipo de corretivo.

6.6 Será excluído do Concurso o candidato que:

a) for surpreendido, durante a realização das provas, em comunicação com outros candidatos, bem como utilizando-se de livros, notas, impressos ou outros recursos não permitidos, ou ainda, que venha a tumultuar a realização das provas.

b) ausentar-se do local das provas, sem o acompanhamento do fiscal.

c) fazer uso dentro do espaço físico de realização das provas, de qualquer tipo de aparelho de comunicação, inclusive telefone celular, mesmo que desligado.

6.7 O ingresso dos candidatos no local de realização das provas só será permitido no horário estabelecido e mediante a apresentação do Documento de Identidade.

6.8 Não será permitida a realização de provas fora do local determinado.

6.9 Não haverá segunda chamada para a realização de qualquer das provas previstas.

6.10 O candidato poderá ser submetido a detector de metais durante a realização das provas.

6.11 Ao terminar as provas, o candidato entregará ao fiscal de sala, obrigatoriamente, a folha de resposta, como também o caderno de provas.

6.12 O candidato somente poderá deixar o local das provas depois de transcorridos, no mínimo, 60 (sessenta) minutos de seu início.

6.13 A apuração das Provas de Múltipla Escolha será feita através do processamento eletrônico dos dados. Serão consideradas, exclusivamente, as respostas transferidas para o formulário apropriado, com a utilização de caneta esferográfica azul ou preta, não sendo atribuído ponto à questão que contiver mais de uma resposta assinalada ou que não tenha sido assinalada no formulário de resposta.

6.14 PROVA DE TÍTULOS

6.14.1 Somente haverá prova de títulos para os cargos de Professor.

6.14.2. Para o julgamento de títulos, de caráter classificatório, serão recebidos e julgados apenas os títulos dos candidatos que forem aprovados nas provas de múltipla escolha.

TÍTULOS

PONTUAÇÃO MÁXIMA

. Curso de Especialização na área compatível com a formação exigida ou na área de educação, com o mínimo de 360 horas, realizada em instituição de ensino reconhecida pelo MEC ou pelo CEE.

2,0

. Mestrado na área compatível com a formação exigida ou na área de educação, realizado em instituição de ensino reconhecida pelo MEC ou pelo CEE

3,0

. Doutorado na área compatível com a formação exigida ou na área de educação, realizado em instituição de ensino reconhecida pelo MEC ou pelo CEE

5,0

6.14.3. Os títulos dos candidatos ao cargo de Professor, aprovados nas provas de múltipla escolha deverão ser entregues, pessoalmente ou através de SEDEX, na FUMARC, situada à Rua Dom Lúcio Antunes, 256, Bairro Coração Eucarístico, Belo Horizonte/MG, 30.535-630, no período de 20 a 22 de março no horário de 09h às 17h. Os títulos deverão ser entregues em envelope fechado, contendo externamente em sua face frontal, os seguintes dados: Concurso Público Prefeitura Municipal de Barão de Cocais, o nome, o número de inscrição do candidato e o cargo.

6.14.4. Só será pontuado um título de Pós-Graduação, prevalecendo o documento de maior valor.

6.14.5. A comprovação de títulos referentes à pós-graduação: O de especialização será feita mediante a apresentação de fotocópia autenticada em cartório do certificado de conclusão (frente e verso), expedido por instituição superior reconhecida pelo MEC ou pelo CEE, com indicação da carga horária e dos conteúdos ministrados. Não serão avaliados, certidões, atestados, declarações e documentos em língua estrangeira.

6.14.6.A comprovação de títulos referentes a pós-graduação (Mestrado e Doutorado) será feita mediante apresentação de fotocópias autenticadas em cartório dos respectivos diplomas (frente e verso), expedidos por instituição superior reconhecida pelo MEC ou pelo CEE ou de fotocópias autenticadas em cartório das Atas das Bancas Examinadoras, devidamente assinadas, comprovando a aprovação das dissertações ou teses. Não serão avaliados: declarações, certidões, atestados e documentos em língua estrangeira.

6.14.7.Os candidatos detentores de Mestrado ou Doutorado realizados em universidades estrangeiras só terão seus cursos considerados, se seus diplomas tiverem sido revalidados por universidade brasileira.

6.14.8. Será de responsabilidade exclusiva do candidato a entrega da documentação referente a títulos, não sendo aceitos títulos entregues via fax ou Internet e/ou fora do prazo estabelecido.

6.14.9. Serão recusados pela Banca de apuração, liminarmente, os títulos que não atenderem às exigências deste Edital.

6.14..10..Em hipótese alguma a documentação referente a títulos será devolvida aos candidatos após a realização do concurso.

7 DO PROCESSO DE CLASSIFICAÇÃO E DESEMPATE

7.1 Para qualquer dos cargos será considerado aprovado o candidato que obtiver a pontuação exigida para as Provas de Múltipla Escolha, conforme estabelecido nos itens 5.4.1 e 5.4.2.

7.2 A classificação final do candidato será feita em ordem decrescente, considerando a soma dos pontos obtidos nas Provas de Múltipla Escolha, de acordo com o cargo, acrescido dos pontos atribuídos na prova de títulos, quando for o caso.

7.3 Apurado o total final de pontos, na hipótese de empate, terá preferência para efeito de classificação, sucessivamente, o candidato que:

a) o mais idoso, Lei Federal 10.741/03, Art. 27, Estatuto do Idoso.

b) tiver obtido maior número de pontos na prova específica, quando for o caso ;

c) tiver obtido o maior número de pontos na prova Saúde Pública, quando for o caso;

d) tiver obtido o maior número de pontos na prova de Língua Portuguesa, quando for o caso;

e) o de maior idade.

7.4 Para os candidatos habilitados no Concurso Público que, no ato da inscrição se declararam portadores de deficiência, será emitida uma listagem à parte, sendo obedecidos os mesmos critérios estabelecidos nos itens 7.2. e 7.3.

7.5 O resultado final dos candidatos classificados será divulgado no certe www.fumarc.com.br e afixada na Prefeitura Municipal de Barão de Cocais.

7.6 Não serão publicados os resultados dos candidatos reprovados.

8 DOS RECURSOS

8.1 Caberá recurso somente por erro material devidamente comprovado, no prazo de 2 (dois) dias úteis:

8.1.1. contra questão de prova, a contar da divulgação do gabarito;

8.1.1.1 as questões das provas estarão disponíveis no certe www.fumarc.com.br no dia posterior de sua realização.

8.1.2. da classificação final, a contar da publicação do resultado.

8.2 O recurso, devidamente fundamentado, deverá conter dados que informem sobre a identidade do candidato e seu número de inscrição, indicando com precisão as questões e pontos a serem objetos de exame.

8.3 Serão rejeitados liminarmente os recursos fora do prazo ou que não estiverem devidamente fundamentados, os que não contiverem dados necessários à identificação do candidato e os que forem encaminhados via FAX, via Internet e/ou correio eletrônico ou encaminhados para endereço diferente do estabelecido.

8.4 Os recursos serão decididos em única instância administrativa.

8.5 Não haverá justificativa para o não atendimento aos prazos determinados, nem serão aceitos documentos após as datas estabelecidas.

8.6 Os recursos deverão ser preferencialmente digitados, ou escritos com letra legível, e encaminhados, pessoalmente ou via SEDEX, em 2 (DUAS) vias na FUMARC Concursos, Rua Dom Lúcio Antunes, 256, Bairro Coração Eucarístico, Belo Horizonte, CEP 30.535-630.

8.7 Se os julgamentos dos recursos resultarem em anulação de questão, a pontuação correspondente à questão anulada será atribuída a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido, não se admitindo recurso da decisão da Banca Examinadora.

9 DA CONVOCAÇÃO PARA ADMISSÃO

9.1 A convocação dos candidatos aprovados será feita no Órgão Oficial do Município , e obedecerá, rigorosamente, à ordem de classificação final por cargo, de acordo com as necessidades da Prefeitura e durante o prazo de validade do Concurso.

9.2 Os candidatos convocados para admissão deverão se apresentar à Divisão de Pessoal da Prefeitura, no prazo de até 30 (trinta) dias corridos a partir da data de publicação da convocação, sendo considerados desistentes e perdendo automaticamente o direito à contratação aqueles que não comparecerem no prazo estipulado sem requerer, por escrito, a prorrogação daquele prazo;

9.3. Será considerado desistente, perdendo o direito à contratação, o candidato que obstar a efetivação de sua admissão, como por exemplo, deixar de apresentar a documentação necessária ou negar-se a realizar o exame médico admissional, etc., dentro do prazo estabelecido no subitem anterior.

9.4. Configurada a desistência do candidato à vaga, a Prefeitura convocará o próximo concursado, obedecendo rigorosamente a ordem de classificação final, durante o prazo de validade do Concurso.

9.5. Após a homologação do resultado final deste Concurso, será de responsabilidade do candidato aprovado manter seu endereço atualizado junto à Prefeitura Municipal de Barão de Cocais.

9.6. A atualização do endereço deverá ser feita formalmente, por meio de correspondência encaminhada à Divisão de Pessoal da Prefeitura Municipal de Barão de Cocais, situada à Av. Getúlio Vargas, 10 – Centro – CEP: 35 970-000.

10. DAS NOMEAÇÕES

10.1 A Nomeação será condicionada a:

10.1.1 ter o candidato, no mínimo, 18 (dezoito) anos de idade completos na data da admissão.

10.1.2 apresentação dos originais dos seguintes documentos:

· Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, traduzido em APTO, emitido pelo Serviço Médico da Prefeitura ou por entidade por ela credenciada, após exame de sanidade física e mental para avaliação das condições físicas e psíquicas do candidato para o exercício do cargo. No caso de INAPTO, o candidato será eliminado;

· Uma foto 3x4 recente;

· Atestado de antecedentes com o “nada consta”, fornecido pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de Minas Gerais;

· Declaração de bens, em impresso fornecido pela Prefeitura;

· Declaração, em impresso da Prefeitura, de que o candidato, com a contratação, não acumulará remuneração de cargo, função ou emprego público, nos casos vedados por lei;

10.1.3 Apresentação do original e cópia dos seguintes documentos:

· Carteira de Identidade;

· Cadastro de Pessoa Física - CPF;

· Comprovante de regularidade (declaração de isento)

· Título de Eleitor;

· Comprovante de votação da última eleição ou comprovante de quite com a Justiça Eleitoral;

· Comprovante de quitação com as obrigações militares, em caso de candidato do sexo masculino;

· Comprovante de inscrição no PIS/PASEP, caso seja cadastrado ou cópia da CTPS, com data de expedição de número.

· Comprovante da escolaridade mínima exigida para o cargo;

· Comprovante de residência atualizado;

· Certidão de Casamento ou Nascimento;

· Certidão de Nascimento dos filhos menores de 14 anos;

· Caderneta de Vacinação atualizada dos filhos menores de 5 anos;

· Comprovante de matrícula escolar de filhos até 14 anos.

10.2 A falta de documentação e/ou de comprovação dos requisitos mínimos exigidos para o cargo tornará sem efeito o ato de convocação do candidato. Neste caso, o candidato será eliminado.

10.3 O candidato selecionado será contratado sob o regime jurídico estatutário.

11. DOS CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

11.1 Às pessoas portadoras de deficiência é garantido o direito de se inscreverem neste Concurso Público, desde que a deficiência de que são portadoras seja compatível com as atribuições, as aptidões e as condições ambientais estabelecidas para o cargo pretendido.

11.2 No ato da inscrição, a pessoa portadora de deficiência deverá declarar esta condição no formulário de inscrição, indicando a espécie da deficiência.

11.2.1 Considera-se pessoa portadora de deficiência aquela que apresenta, em caráter permanente, perda ou anormalidade de natureza psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para desempenho de atividades dentro do padrão considerado normal para o ser humano.

11.2.2 O candidato que necessitar de prova em condições especiais deverá solicitá-la por meio de requerimento dirigido à FUMARC Concursos, Rua Dom Lúcio Antunes, 256, Bairro Coração Eucarístico, Belo Horizonte, CEP 30535-630, indicando o tipo de atendimento necessário, até o dia 29 de janeiro de 2007.

11.3 Se classificado no Concurso, quando do resultado das Provas de Múltipla Escolha, o candidato deverá encaminhar à FUMARC ou à Prefeitura Municipal de Barão de Cocais, laudo médico, atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao código correspondente do CID, bem como a sua provável causa, e manifestar, através de requerimento, seu interesse em concorrer às vagas reservadas.

11.4 O laudo médico e o requerimento deverão ser protocolizados no período de 20 a 22 de março de 2007 na Prefeitura , no horário de 12 às 17 horas, com os custos correspondentes por conta do candidato.

11.5 Na falta do laudo médico ou não contendo este as informações indicadas no item 11.4., a inscrição do candidato será considerada como não portador de deficiência, mesmo que declarada tal condição.

11.6 A publicação do resultado final do Concurso será feita em duas listas, contendo, a primeira, a classificação de todos os candidatos, inclusive a dos portadores de deficiência e, a segunda, somente a classificação desses últimos.

11.7.Ao ser convocado para os procedimentos pré-admissionais, além de submeter-se a exame médico para obtenção do Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, comum a todos os candidatos, o portador de deficiência será submetido à avaliação pela Junta Médico-pericial designada pela Prefeitura, que emitirá decisão definitiva sobre a qualificação como deficiente e sobre a compatibilidade da deficiência com o exercício das atribuições do cargo, sem ônus para o candidato.

11.7 Concluindo a Junta Médico-pericial pela inexistência da deficiência ou por ser ela insuficiente para habilitar o candidato a concorrer às vagas reservadas, o candidato será excluído da lista de classificação de portadores de deficiência, mantendo a sua classificação na lista de candidatos não portadores de deficiência.

11.8 Concluindo a Junta Médico-pericial pela incompatibilidade da deficiência com as atribuições do cargo pretendido, o portador de deficiência será eliminado do concurso.

11.9 Ficam reservadas as vagas previstas em Lei para as pessoas portadoras de deficiência, na proporção de 05% (cinco por cento), conforme vagas constantes do anexo II, efetuadas durante o prazo de validade deste Concurso.

11.10 A falta de candidatos aprovados para as vagas a serem reservadas aos portadores de deficiência, estas serão preenchidas pelos demais concursados.

12 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

12.1 As publicações oficiais referentes ao Concurso serão feitas no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, ressalvadas as divulgações previstas neste edital, via Internet e afixadas no saguão da Prefeitura.

12.2 Não haverá vista de provas.

12.3 O prazo de validade deste Concurso é de 2 (dois) anos, a contar da data de sua homologação, prorrogável uma vez, por igual período, a critério da Prefeitura.

12.4 A aprovação neste Concurso não cria direito à contratação, mas esta, quando ocorrer, obedecerá rigorosamente à ordem de classificação final dos candidatos.

12.5 Não será fornecido ao candidato qualquer documento comprobatório de classificação no Concurso, valendo, para esse fim, a publicação.

12.6 A Prefeitura Municipal de Barão de Cocais e a FUMARC Concursos não se responsabilizam por quaisquer textos, apostilas, cursos ou publicações referentes ao programa do Concurso.

12.7 Este Edital será publicado no Quadro de Publicação do Município. Demais informações poderão ser obtidas pessoalmente na FUMARC Concursos ou através do telefone (31) 3375-6000.

12.8 Caberá ao Prefeito Municipal a homologação dos resultados do Concurso Público, objeto deste Edital.

12.9 Os casos omissos ou situações não previstas neste Edital e em publicações posteriores serão resolvidos pela Prefeitura.

Barão de Cocais

PREFEITO

ANEXO I

CARGO

CÓDIGO DE INSCRIÇÃO

Nº VAGAS

Nº VAGAS DEFICIENTE 5%

Auxiliar de Serviços Gerais

1

67

4

Gari

2

146

8

Servente Escolar

3

22

2

Zelador

4

4

0

Motorista

5

20

0

Motorista Ônibus

6

3

0

Auxiliar de Cozinha

7

3

0

Auxiliar de Dentista

8

4

0

Fiscal de Obras e Serviços

9

3

0

Oficial Bombeiro

10

1

0

Oficial de Pintor

11

2

0

Oficial Mecânico

12

2

0

Oficial Soldador

13

1

0

Operador Máquinas

14

3

0

Agente Comunitário de Saúde - PSF

15

45

3

Agente de Saúde – Erradicação da Dengue

16

10

1

Auxiliar Administrativo

17

9

0

Auxiliar de Biblioteca

18

9

0

Auxiliar Farmácia

19

6

0

Auxiliar de Laboratório

20

4

0

Fiscal Rendas Tributos

21

2

0

Oficial Administrativo

22

2

0

Auxiliar de Enfermagem

23

24

2

Técnico de Enfermagem

24

21

2

Técnico de Edificações

25

1

0

Técnico de Meio Ambiente

26

1

0

Técnico de Radiologia

27

2

0

Secretario Escolar

28

4

0

Auxiliar de Secretaria

29

12

1

Professor I

30

55

3

Professor II – ARTES31

1

0

Professor II – CIÊNCIAS

32

1

0

Professor II – EDUCAÇÃO FÍSICA

33

3

0

Professor II – ENSINO RELIGIOSO

34

1

0

Professor II – FÍSICA35

1

0

Professor II - GEOGRAFIA

36

2

0

Professor II – HISTÓRIA

37

1

0

Professor II – INGLÊS

38

1

0

Professor II – MATEMÁTICA

39

2

0

Professor II – PORTUGUÊS

40

2

0

Professor II - FILOSOFIA

41

1

0

Professor II - SOCIOLOGIA

42

1

0

Pedagogo - Orientação

43

2

0

Pedagogo – Supervisor Escolar

44

8

0

Assistente Social

45

2

0

Bioquímico

46

2

0

Dentista – PSF

47

5

0

Enfermeiro – 40 hs

48

1

0

Enfermeiro - PSF

49

10

1

Enfermeiro Plantonista

50

3

0

Engenheiro Civil

51

1

0

Farmacêutico

52

1

0

Fisioterapeuta

53

4

0

Fonoaudiólogo

54

1

0

Psicólogo

55

2

0

Médico - PSF

56

10

1

Médico Anestesiologista

57

2

0

Médico Cardiologista

58

1

0

Médico Cirurgião

59

2

0

Médico Dermatologista

60

1

0

Médico Ginecologista

61

1

0

Médico Neurologista

62

1

0

Médico Oftalmologista

63

1

0

Médico Ortopedista

64

1

0

Médico Otorrinolaringologista

65

1

0

Médico Pediatria

66

2

0

Médico Psiquiatra

67

1

0

Médico Plantonista

68

10

1

Médico Plantonista - Ginecologista

69

6

0

ANEXO II

CARGO

REQUISITOSATRIBUIÇÕES

JORNADA DE TRABALHO

REMUNERAÇÃO R$

Auxiliar de Serviços Gerais

Alfabetizado

Executar sob supervisão, tarefas manuais simples que necessitem de esforços físicos relacionadas aos serviços de construção, manutenção e recuperação de obras e outros serviços gerais em obras de construção civil, capina, limpeza, coleta de lixo em logradouros e demais instalações municipais.

40,0 horas semanais

350,00

Gari

Alfabetizado

Executar sob supervisão, tarefas manuais simples que necessitem de esforço físicos relacionadas aos serviços de construção, manutenção e recuperação de obras e outros serviços gerais em obras de construção civil, capina, limpeza, coleta de lixo em logradouros e demais instalações municipais.

40,0 horas semanais

350,00

Servente Escolar

Ter concluído a 4ª série do Ensino Fundamental

Responsabilizar-se pelos trabalhos da cozinha merenda e refeições, zelando pela higiene e qualidade dos alimentos; preparar e servir refeições; encarregar-se da guarda e conservação dos alimentos; fazer o pedido e controle de suprimentos de material necessário à cozinha e a preparação dos alimentos; zelar pela conservação de higiene dos equipamentos e instrumentos de cozinha; exercer outras atividades correlatas e/ou que lhe forem atribuídas.

40,0 horas semanais

350,00

Zelador

Ter concluído a 4ª série do Ensino Fundamental

Inspecionar corredores, pátios, áreas e instalações de prédio público, verificando a necessidade de limpeza e manutenção em geral. Zelar pelo cumprimento das normas relativas a administração do prédio.Executar serviços de portarias e outras tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

350,00

Motorista

Ter concluído a 4ª série do Ensino Fundamental – Carteira Nacional de Habilitação D

Execução de tarefas referentes a dirigir veículos, manipulando o comando de marchas e direção, o transporte de servidores, autoridades, direção de caminhões pesados, ambulância e outros.

40,0 horas semanais

601,20

Motorista Ônibus

Ter concluído a 4ª série do Ensino Fundamental – Carteira Nacional de Habilitação D. Treinamento específico quando da posse.

Execução de tarefas referentes a dirigir veículos, manipulando o comando de marchas e direção, o transporte de servidores, autoridades, alunos e outros.

 

 

 

40,0 horas semanais

688,38

Auxiliar de Cozinha

Ter concluído o Ensino Fundamental

Executar atividades relacionadas ao preparo e distribuição de alimentos; verificar a qualidade e a especificação dos alimentos; executar cardápios; manter o local de trabalho em perfeitas condições de higiene; realizar atividades afins.

40,0 horas semanais

350,00

Auxiliar de Dentista

Ter concluído o Ensino Fundamental e registro no órgão competente.

Auxiliar o dentista na execução de suas atividades; atender consulentes e prestar informações; cuidar da limpeza e higienização; executar outras atividades correlacionadas.

40,0 horas semanais

350,00

Fiscal de Obras e Serviços

Ter concluído o Ensino Fundamental

Execução de atividades de fiscalização de obras públicas ou particulares, em obediência ao Código de Obras, orientando os contribuintes quanto ao cumprimento da Legislação.

40,0 horas semanais

688,38

Oficial de Bombeiro

Ter concluído o Ensino Fundamental

Execução das atividades de instalação e conserto, encanamento de água, rede de esgoto e de aparelhos sanitários

40,0 horas semanais

400,50

Oficial de Pintor

Ter concluído o Ensino Fundamental

Executar tarefas relacionadas aos serviços de pintura nos prédios públicos do município; realizar tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

400,50

Oficial de Mecânico

Ter concluído o Ensino Fundamental

Execução de serviços mecânicos em veículos.

40,0 horas semanais

601,20

Oficial de Soldador

Ter concluído o Ensino Fundamental

Executar tarefas de soldagens em geral, utilizando solda elétrica, oxigênio, maçarico e afins; realizar tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

400,50

Operador Máquinas

Ter concluído o Ensino Fundamental

Atribuições a operação de máquinas pesadas, efetuando serviços de abertura e aterro de valetas, bueiros, serviços de drenagem, nivelamento de ruas, terrenos e estradas.

40,0 horas semanais

601,20

Agente Comunitário de Saúde - PSF

Ter concluído o Ensino Fundamental, residir na área da comunidade em que atuar, haver concluído curso de qualificação básica para a Formação de Agente Comunitário de Saúde.

Executar atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor municipal, distrital, estadual ou federal.

40,0 horas semanais

350,00

Agente de Saúde – Erradicação da Dengue

Ter concluído o Ensino Fundamental.

Executar atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e promoção da saúde, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor de cada ente federado.

40,0 horas semanais

400,50

Auxiliar Administrativo

Ter concluído do Ensino Médio e possuir conhecimentos em informática

Execução de tarefas simples de rotina administrativa, relacionadas com o cargo tais como: digitação, arquivo, redação, controle de protocolo, atendimentos diversos e outras atividades afins.

35,0 horas semanais

601,20

Auxiliar de Biblioteca

Ter concluído do Ensino Médio

Atender os leitores, orientando-os no manuseio dos fichários e localização de livros e publicações, auxiliá-los em suas consultas; efetuar o registro dos livros retirados por empréstimos, controlar a entrada dos livros devolvidos a fim de manter o acervo bibliográfico. Realizar outras tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

513,35

Auxiliar de Farmácia

Ter concluído do Ensino Médio.

Relacionar tarefas relacionadas à distribuição de medicamentos, sob supervisão do responsável, fazer curativos, triagem; executar tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

350,00

Auxiliar de Laboratório

Ter concluído curso Técnico em Patologia.

Colher amostra; auxiliar os profissionais do laboratórios nas análises; zelar pela conservação dos materiais e do laboratório; executar tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

400,50

Fiscal de Rendas e TributosTer concluído do Ensino Médio e possuir conhecimento em informática

Divulgar a política de arrecadação da municipalidade, coordenando, supervisionando e executando o processo de arrecadação, lançamento, cobrança e aplicação de multas, da Prefeitura Municipal.

 

35,0 horas semanais

788,20

Oficial Administrativo

Ter concluído do Ensino Médio e possuir conhecimentos em informática

Execução de atividades de assessoramento a autoridades superiores, bem como o controle de aplicações de leis, regulamento e normas de administração geral ou específica.

35,0 horas semanais

788,20

Auxiliar de Enfermagem

Ter concluído o Ensino Fundamental – Registro no COREN.

Executar atribuições como o auxílio nos serviços de enfermagem atendendo pacientes, fazendo curativos, aplicando injeções, preparando e esterilizando materiais cirúrgicos.

40,0 horas semanais

525,06

Técnico de Enfermagem

Ter concluído o Ensino Médio e registro no COREN.

Executar atribuições como o auxílio nos serviços de enfermagem atendendo pacientes, fazendo triagem, curativos, aplicando injeções, preparando e esterilizando materiais cirúrgicos e outras atividades afins.

 

40,0 horas semanais

601,20

Técnico de Edificações

Ter concluído curso Técnico em Edificações e registro do órgão competente

Execução de atividades técnicas circunscritas ao âmbito de sua habilitação; organizar arquivos técnicos; elaboração de orçamentos; execução de ensaios de rotinas e monitoramento; executar outras atividades afins.

40,0 horas semanais

1.033,33

Técnico de Meio Ambiente

Ter concluído curso Técnico em Meio Ambiente e registro no órgão competente.

Execução de atividades técnicas circunscritas ao âmbito de sua habilitação; organização de arquivo técnico; elaboração de orçamentos; execução de ensaios de rotinas e monitoramento; executar outras atividades afins.

40,0 horas semanais

1.033,33

Técnico em Radiologia

Ter concluído o curso de Técnico em Radiologia.

Exercer atividades envolvendo trabalhos de operação qualificada sob supervisão; operar aparelho de raio X; zelar pela conservação dos equipamentos; utilizar os EPIs no exercício do cargo; executar outras atividades afins.

20,0 horas semanais

601,20

Secretario Escolar

Magistério de 1º grau ou Técnico em Secretariado e registro de Secretário Escolar.

Assessorar os profissionais do magistério no desempenho de suas funções, Coordenar e controlar equipes e atividades; controlar documentos e correspondências. Realizar e organizar os serviços internos da secretaria; zelar por seu material de trabalho e pelo patrimônio público e desempenhar outras atividades correlatas.

40,0 horas semanais

788,20

Auxiliar de Secretaria

Ter concluído do Ensino Médio

Auxiliar no planejamento dos trabalhos de secretaria da unidade escolar, observando o projeto político-pedagógico da escola e a proposta político-pedagógica da Rede Municipal de Ensino. Realizar os registros de arquivamento de formulários e documentos. Elaborar fichas, mapas e documentos necessários ao funcionamento do sistema de registro, informações e arquivos escolares. Executar outras tarefas correlatas.

40,0 horas semanais

525,06

Professor I

Normal Superior ou Licenciatura Básica de 1ª a 4ª série ou Pedagogia com habilitação para o magistério de 1ª a 4ª séries.

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino em estabelecimento destinado ao pré-escolar e de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental.

25,0 horas semanais

513,35

31. Professor II – ARTES

Graduação de Licenciatura Plena em Artes ou equivalente.

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – CIÊNCIAS

Graduação de Licenciatura Plena em Ciências ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – EDUCAÇÃO FÍSICA

Graduação de Licenciatura Plena em Educação Física ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – ENSINO RELIGIOSO

Graduação de Licenciatura Plena com habilitação para o Ensino Religioso ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

35. Professor II – FÍSICA

Graduação de Licenciatura Plena em Física ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – GEOGRAFIA

Graduação de Licenciatura Plena em Geografia ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – HISTÓRIA

Graduação de Licenciatura Plena em História ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – INGLÊS

Graduação de Licenciatura Plena em Letras/Inglês ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – MATEMÁTICA

Graduação de Licenciatura Plena em Matemática ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – PORTUGUÊS

Graduação de Licenciatura Plena em Letras/Português ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II - FILOSOFIA

Graduação de Licenciatura Plena em Filosofia ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Professor II – SOCIOLOGIA

Graduação de Licenciatura Plena em Sociologia ou equivalente

Execução de atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas de ensino do estabelecimento escolar e planejar, controlar e avaliar o desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem do aluno; realizar estudos pesquisas e levantamentos na sua área de especialização.

Máximo de 25,0 horas semanais

10,47 hora aula

Pedagogo - Orientação

Graduação de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em Orientador.

Atribuições como a de planejar, orientar, coordenar, executar e avaliar o desenvolvimento dos trabalhos relacionados com a orientação educacional e ocupacional do aluno e com a integração escola-família-comunidade.

 

25,0 horas semanais

938,58

Pedagogo – Supervisão Escolar

Graduação de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação em Supervisão.

Atribuições como a de planejar, supervisionar, coordenar, executar e avaliar o desenvolvimento dos trabalhos relacionados com a orientação, supervisão educacional e ocupacional do aluno e com a integração escola-família-comunidade.

25,0 horas semanais

938,58

Assistente Social

Graduação em Serviço Social e registro no órgão competente.

Execução trabalhos variados de assistência social, de ordem moral, social e econômica de pessoas ou famílias desajustadas; manter intercâmbio com estabelecimento congêneres oficiais ou particulares com os quais haja convênio para a interpretação dos problemas de menores internados e egressos, e para estudo de assuntos relacionados com a assistência social e desempenhar tarefas afins.

35,0 horas semanais

1.355,72

Bioquímico

Graduação em Bioquímica e registro no órgão competente.

Coletar materiais para exames laboratoriais, realizar exames que o laboratório municipal possa atender e executar outras tarefas afins.

40,0 horas semanais

1.551,18

Dentista - PSF

Nível superior, habilitação em curso de odontologia e registro no órgão competente.

Executar atividades de planejamento, coordenação, supervisão, execução e avaliação de programas de saúde; prestação de assistência direta a pacientes graves; realização de consulta de odontologia; promoção e recuperação da saúde bucal; executar atribuições correlatas

40,0 horas semanais

2.033,86

Enfermeiro – 40hs

Nível superior, graduação em Enfermagem e registro no órgão competente.

Treinar e coordenar os trabalhos dos Auxiliares de Enfermagem, executar atividades correlatas de acordo com a coordenação superior.

 

40,0 horas semanais

2.668,05

Enfermeiro - PSF

Nível superior, graduação em Enfermagem e registro no órgão competente.

Realizar consulta de enfermagem; orientar paciente, família e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; prestar assistência direta a pacientes graves; executar atribuições correlatas.

40,0 horas semanais

2.668,05

Enfermeiro Plantonista

Nível superior, graduação em Enfermagem e registro no órgão competente.

Executar atividades de planejamento, direção, supervisão de enfermagem; executar atribuições correlatas.

 

Plantão de 12 horas

130,00 por plantão

Engenheiro Civil

Graduação em Engenharia Civil e registro no órgão competente.

Projetar, calcular, orçar, dirigir e fiscalizar a construção, reformas e ampliações de edifícios públicos, estradas vicinais, praças de esportes e as obras complementares respectivas; elaborar laudo de avaliação para fins administrativos, fiscais ou judiciais, mediante vistoria dos imóveis; executar atribuições correlatas.

35 horas semanais

1.776,10

Farmacêutico

Graduação em Farmácia e registro no órgão competente

Exercer atividades de responsabilidade técnica por farmácia de hospital, ambulatório; controlar produtos farmacêuticos, químicos e biológicos; executar atribuições correlatas.

40,0 horas semanais

1.551,18

Fisioterapeuta

Graduação em Fisioterapia e registro no órgão competente.

Exercer atividades de natureza qualificada, concernente à melhoria do estado de pacientes; prescrever, ministrar e supervisionar terapia física; executar atribuições correlatas

40,0 horas semanais

1.551,18

Fonoaudiólogo

Graduação Fonoaudióloga e registro no órgão competente.

Promover avaliação e diagnostico, orientação, terapia, monitoramento e aperfeiçoamento de aspectos fonoaudiólogos; executar atribuições correlatas.

40,0 horas semanais

1.551,18

Psicólogo

Graduação em Psicologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de orientar, coordenar e controlar a aplicação, o estudo e a interpretação de testes psicológicos e a realização de entrevistas complementares; planejar e executar ou supervisionar trabalhos de psicoterapia em casos de pessoas com problemas de ajustamento; elaborar relatórios sobre assuntos pertinentes a sua área; executar atribuições correlatas.

35,0 horas semanais

1.355,72

Médico PSF

Nível superior; habilitação no curso de medicina; diploma de médico devidamente registrado e inscrito no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e executar trabalhos médico-cirurgicos;, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

40,0 horas semanais

5.250,00

Médico Anestesiologista

Graduação em Medicina, especialização em Anestesia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Cardiologista

Graduação em Medicina, especialização em Cardiologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Cirurgião Geral

Graduação em Medicina, especialização em Cirurgia Geral e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Dermatologista

Graduação em Medicina, especialização em Demartologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médico-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Ginecologista

Graduação em Medicina, especialização em Ginecologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto à prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Neurologista

Graduação em Medicina, especialização em Neurologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Oftalmologista

Graduação em Medicina, especialização em Oftalmologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Ortopedista

Graduação em Medicina, especialização em Ortopedia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Otorrinolaringologista

Graduação em Medicina, especialização em Otorrinolaringologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Pediatra

Graduação em Medicina, especialização em Pediatria e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Psiquiatra

Graduação em Medicina, especialização em Psiquiatria e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

 

20,0 horas semanais ou 24,0 horas em regime de plantão a critério da administração

2.415,00

Médico Plantonista

Graduação em Medicina, registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

Plantão de 24 horas.

703,50 por plantão 24 horas

Médico Plantonista - Ginecologista

Graduação em Medicina, especialização em Ginecologia e registro no órgão competente.

Executar tarefas de: planejar, supervisionar e realizar trabalhos médicos-cirurgicos, participar de estudos, orientar pacientes, familiares e comunidade quanto à prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde; executar atribuições correlatas.

Plantão de 24,0 horas

703,50 por plantão 24 horas

ANEXO III

CARGO

CÓDIGO INSCRIÇÃO

PROVA

NÚMERO QUESTÕES

Auxiliar de Serviços Gerais

1

. Compreensão e Interpretação

20

Gari

2

. Compreensão e Interpretação

20

Servente Escolar

3

. Conhecimentos Básicos de Língua Portuguesa

. Conhecimentos Básicos de Matemática

10

10

Zelador

4

. Conhecimentos Básicos de Língua Portuguesa

. Conhecimentos Básicos de Matemática

10

10

Motorista

5

. Língua Portuguesa

. Mecânica de Automóvel

20

20

Motorista Ônibus

6

. Língua Portuguesa

. Mecânica de Automóvel

20

20

Auxiliar de Cozinha

7

. Língua Portuguesa

. Matemática

20

20

Auxiliar de Dentista

8

. Língua Portuguesa

. Saúde Publica

20

20

Fiscal de Obras e Serviços

9

. Língua Portuguesa

. Matemática

. Legislação

20

10

10

Oficial Bombeiro

10

. Língua Portuguesa

. Matemática

20

20

Oficial de Pintor

11

. Língua Portuguesa

. Matemática

20

20

Oficial Mecânico

12

. Língua Portuguesa

. Matemática

20

20

Oficial Soldador

13

. Língua Portuguesa

. Matemática

20

20

Operador Máquinas

14

. Língua Portuguesa

. Matemática

20

20

Agente Comunitário de Saúde - PSF

15

. Língua Portuguesa

. Saúde Pública

20

20

Agente de Saúde – Erradicação da Dengue

16

. Língua Portuguesa

. Saúde Publica

20

20

Auxiliar Administrativo

17

. Língua Portuguesa

. Matemática

. Legislação

20

10

10

Auxiliar de Biblioteca

18

. Língua Portuguesa

. Matemática

 

20

20

Auxiliar de Farmácia

19

. Língua Portuguesa

. Saúde Pública

20

20

Auxiliar de Laboratório

20

. Língua Portuguesa

. Saúde Pública

20

20

Fiscal Rendas Tributos

21

. Língua Portuguesa

. Matemática

. Legislação

20

10

10

Oficial Administrativo

22

. Língua Portuguesa

. Matemática

. Legislação

20

10

10

Auxiliar de Enfermagem

23

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Técnico de Enfermagem

24

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Técnico de Edificações

25

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Técnico de Meio Ambiente

26

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Técnico de Radiologia

27

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Secretario Escolar

28

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Auxiliar de Secretaria

29

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Professor I

30

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Professor II – ARTES31

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Professor II – CIÊNCAIS

32

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II – EDUCAÇÃO FÍSICA

33

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II – ENSINO RELIGIOSO

34

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II - FISÍCA35

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II - GEOGRAFIA

36

. Língua Portuguesa

. Específica

 

20

20

PROFESSOR II - HISTÓRIA

37

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II – INGLÊS

38

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II – MATEMÁTICA

39

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II – PORTUGUÊS

40

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II – FILOSOFIA

41

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

PROFESSOR II - SOCIOLOGIA

42

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Pedagogo - Orientação

43

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Pedagogo – Supervisor Escolar

44

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Assistente Social

45

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Bioquímico

46

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Dentista – PSF

47

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Enfermeiro - 40hs

48

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Enfermeiro - PSF

49

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Enfermeiro Plantonista

50

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Engenheiro Civil

51

. Língua Portuguesa

. Específica

20

20

Farmacêutico

52

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Fisioterapeuta

53

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Fonoaudiólogo

54

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Psicólogo

55

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico PSF

56

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Anestesiologista

57

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Cardiologista

58

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Cirurgião

59

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Dermatologista

60

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Ginecologia

61

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Neurologista

62

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Oftalmologista

63

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Ortopedista

64

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Otorrinolaringologista

65

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Pediatria

66

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Psiquiatra

67

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Plantonista

68

. Saúde Pública

. Específica

20

20

Médico Plantonista - Ginecologista

69

. Saúde Pública

. Específica

20

20

ANEXO IV - PROGRAMA

COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO

Esta prova constará de associação de idéias a partir de imagens propostas

CONHECIMENTOS BÁSICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA – ENSINO FUNDAMENTAL – 4ª SÉRIE

1. Ortografia

2. Divisão Silábica

3. Acentuação Gráfica

4. Verbo: conjugação e emprego dos tempos e modos verbais

5. Substantivo e adjetivo. Pronome pessoal, demonstrativo e possessivo

6. Sinônimos e antônimos

7. A estrutura do período simples, termos da oração

8. Interpretação de texto

Bibliografia Sugerida:

Livros didáticos da Língua Portuguesa de 1ª a 4ª série do ensino fundamental.

Gramáticas Normativas.

LÍNGUA PORTUGUESA – ENSINO FUNDAMENTAL – 8ª SÉRIE

Conhecimento gramatical de acordo com o padrão culto da língua: Estrutura fonética: encontros vocálicos e consonantais, dígrafo, divisão silábica, ortografia, acentuação gráfica. Classes de palavras: classificação, flexões nominais e verbais. Teoria Geral da Frase e sua análise: orações, períodos e funções sintáticas. Sintaxe de concordância: concordâncias verbal e nominal. Colocação de pronomes: próclise, mesóclise, ênclise. Pontuação. Crase. Interpretação de texto. Bibliografia sugerida:

ANDRÉ, Hildebrando A de. Gramática ilustrada. 4. ed. São Paulo: Moderna, 1990.

BECHARA, Ivanilde. Moderna Gramática Portuguesa. São Paulo: Ed. Nacional.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 26. Ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 1985.

ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramática normativa da língua portuguesa. 26. Ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.

Livros didáticos de Língua Portuguesa para o ensino fundamental.

LÍNGUA PORTUGUESA – ENSINO MÉDIO

Leitura, compreensão e interpretação de textos. Conhecimentos lingüísticos gerais e específicos relativos à leitura e produção de textos. Conhecimento gramatical de acordo com o padrão culto da língua. Estrutura fonética: encontros vocálicos e consonantais, dígrafo, divisão silábica, ortografia, acentuação tônica e gráfica. Classes de palavras: classificação, flexões nominais e verbais, emprego. Teoria geral da frase e sua análise: orações, períodos e funções sintáticas. Sintaxe de concordância: concordância nominal e verbal (casos gerais e particulares). Crase. Colocação de pronomes: próclise, mesóclise e ênclise. Pontuação: emprego dos sinais de pontuação.

Bibliografia Sugerida:

ANDRÉ, Hildebrando. Gramática ilustrada. São Paulo: Moderna, 1990.

BECHARA, Ivanilde. Moderna Gramática Portuguesa. São Paulo: Ed. Nacional.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Ed. Nacional, 1998.

ROCHA LIMA, Carlos Henrique. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.

Livros didáticos de Língua Portuguesa para o ensino fundamental e médio

LÍNGUA PORTUGUESA – CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

Leitura, compreensão e interpretação de textos. Conhecimentos lingüísticos gerais e específicos relativos à leitura e produção de textos. Conhecimento gramatical de acordo com o padrão culto da língua. Estrutura fonética: letra, fonema, encontros vocálicos e consonantais, dígrafo, divisão silábica, ortografia, ortoépia, acentuação tônica e gráfica. Estrutura dos vocábulos e processos de formação de palavras: elementos mórficos (radical, afixo desinência, vogal temática de verbo e nome, fonema de ligação, radicais gregos e latinos), derivação, composição, hibridismo e outros processos não incluídos na Nomenclatura Gramatical Brasileira - NGB. Classes de palavras: classificação, flexões nominais e verbais, emprego. Teoria geral da frase e sua análise: orações, períodos e funções sintáticas. Sintaxe de concordância: concordância nominal e verbal (casos gerais e particulares). Concordância ideológica (silepse). Sintaxe de regência: verbos quanto à predicação, regência nominal e verbal. Crase. Colocação de pronomes: próclise, mesóclise e ênclise. Pontuação: emprego dos sinais de pontuação.

Bibliografia sugerida:

ANDRÉ, Hildebrando. Gramática ilustrada. São Paulo: Moderna, 1990.

BECHARA, Ivanilde. Moderna Gramática Portuguesa. São Paulo: Ed. Nacional.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Ed. Nacional, 1998.

CIPRO NETO, Pasquale & INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione, 1998.

CUNHA, Celso & CINTRA, L. F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

ROCHA LIMA, Carlos Henrique. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.

Livros didáticos de Língua Portuguesa para o ensino fundamental e médio

CONHECIMENTOS BÁSICOS DE MATEMÁTICA – 4ª SÉRIE

Conteúdo Programático:Conjunto dos números naturais: a numeração decimal; operações e resoluções de problemas. Conjunto dos números inteiros relativos: operações e resoluções de problemas.

Bibliografia sugerida:GIOVANNI, José Ruy & GIOVANNI JÚNIOR, José Ruy. Matemática pensar e descobrir: novo - 5ª a 8ª séries. Editora FTD, 2000.

IEZZI, Gelson & DOLCE, Osvaldo & MACHADO, Antônio. Matemática e realidade. Atual Editora, 1997.

SCIPIONE, Di Pierro Netto. Pensar matemática: para o ensino fundamental. 5ª a 8ª séries. Ed. Scipione. 1ª edição, 2001.

MATEMÁTICA – ENSINO FUNDAMENTAL – 8ª SÉRIE

1. Conjunto dos números naturais: a numeração decimal; operações e resoluções de problemas.

2. Múltiplos e divisores de um número natural: divisibilidade; máximo divisor comum; mínimo múltiplo comum.

3. Números fracionários; operações com números fracionários; resolução de problemas.

4. Frações e números decimais.Operações com números decimais.

5. Sistema Métrico Decimal: Perímetro de figuras planas. Áreas dos retângulos, dos quadrados e dos triângulos. Volume dos paralelepípedos retângulos e dos cubos. Resoluções de problemas.

6. Conjunto dos números inteiros relativos: operações e resoluções de problemas.

7. Conjunto dos números racionais: resoluções de equações do 1º grau. Resoluções de problemas.

8. Razão e proporção: propriedades das proporções; divisão proporcional; média aritmética simples e ponderada; regra de três simples; regra de três, composta.

9. Porcentagem, juros simples e montante.

10. Conjunto dos números reais: produtos notáveis; sistemas de equações do 1º grau com duas incógnitas; equações do 2º grau; resoluções de problemas.

Bibliografia sugerida:

GIOVANNI, José Ruy & GIOVANNI JÚNIOR, José Ruy. Matemática pensar e descobrir: novo - 5ª a 8ª séries. Editora FTD, 2000.

IEZZI, Gelson & DOLCE, Osvaldo & MACHADO, Antônio. Matemática e realidade. Atual Editora, 1997.

SCIPIONE, Di Pierro Netto. Pensar matemática: para o ensino fundamental. 5ª a 8ª séries. Ed. Scipione. 1ª edição, 2001.

MATEMÁTICA – ENSINO MÉDIO

1. Conjunto dos números naturais: a numeração decimal; operações e resoluções de problemas.

2. Múltiplos e divisores de um número natural: divisibilidade; máximo divisor comum;mínimo múltiplo comum.

3. Números fracionários: operações com números fracionários; resoluções de problemas.

4. Frações e números decimais: Operações com números decimais.

5. Sistemas Métrico Decimal: Perímetro de figuras planas. Áreas de figuras planas (triângulos, quadriláteros, círculos e polígonos regulares)

6. Conjunto dos números inteiros relativos: Operações e resoluções de problemas.

7. Conjunto dos números racionais: Resolução de equações do 1º grau. Resolução de problemas.

8. Razão e proporção. Propriedades das proporções. Divisão proporcional. Média aritmética simples e ponderada. Regra de três simples. Regra de três, composta.

9. Porcentagem, juros simples e montante.

10. Conjunto dos números reais: Operações com polinômios. Produtos notáveis. Fatoração. Sistemas de equações do 1º grau com duas incógnitas. Equações do 2º grau. Resolução de problemas.

11. Relações métricas e trigonométricas nos triângulos retângulos: aplicação do teorema de Pitágoras.

12. Funções: Função do 1º grau. Função quadrática. Função exponencial. Função logarítmica.

13. Análise Combinatória Simples.

14. Geometria sólida: prismas e pirâmides, cilindros e cones, esfera - áreas e volumes.

Bibliografia sugerida:

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. Ensino Médio. Volumes 1 e 2. Editora Ática, 2000.

GIOVANNI, José Ruy & GIOVANNI JÚNIOR, José Ruy. Matemática pensar e descobrir: novo - 5ª a 8ª séries. Editora FTD, 2000.

GOULART, Márcio Cintra. Matemática no ensino médio. Volumes 1 e 2. Editora Scipione, 1999.

IEZZI, Gelson & DOLCE, Osvaldo & MACHADO, Antônio. Matemática e realidade. Atual Editora, 1997.

SCIPIONE, Di Pierro Netto. Pensar matemática: para o ensino fundamental. 5ª a 8ª séries. Ed. Scipione. 1ª edição, 2001.

SAÚDE PÚBLICA – CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL

Organização dos Serviços de Saúde no Brasil – Sistema Único de Saúde: princípios e diretrizes do SUS, controle social – organização da gestão do SUS, financiamento do SUS, legislação do SUS. Processo saúde – doença. Noções de saneamento básico. Doenças transmissíveis evitáveis por vacinação.

Bibliografia sugerida:

BRASIL. Constituição Federal de 1988 – Capítulo Saúde.

BRASIL. Legislação Federal, Leis Federais nº 8.080, de 19/09/90, Lei Federal nº 8.142, de 28/12/90.

BRASIL, Ministério da Saúde. CENEPI/FNS Doenças infecciosas e parasitárias: manual de bolso: aspectos clínicos, vigilância epidemiológica e medidas de controle – Anexo. Brasília, 1999.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relatório Final da X Conferência Nacional de Saúde. Brasília, 1996.

CECÍLIO, Luiz Carlos de Oliveira (org.). Inventando a Mudança na Saúde. São Paulo: Hucitec, 1994, cap. 1 e 6).

MALETTA, Carlos Henrique Mudado. Bioestatística – Saúde Pública. 2 ed. Belo Horizonte: COOPMED, 1992.

MENDES, Eugênio Vilaça. Uma Agenda para a Saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996, cap. 1.

ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & Saúde. 4 ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1993.

SAÚDE PÚBLICA – CARGOS DE NÍVEL MÉDIO

Organização dos Serviços de Saúde no Brasil – Sistema Único de Saúde: princípios e diretrizes do SUS, controle social – organização da gestão do SUS, financiamento do SUS, legislação do SUS, normalização complementar do SUS. Processo saúde – doença. Noções de saneamento básico. Doenças transmissíveis evitáveis por vacinação. Doenças endêmicas no Brasil. Noções de vigilância epidemiológica.

Bibliografia Sugerida:

BRASIL, Constituição Federal de 1988 – Capítulo Saúde.

BRASIL, Legislação Federal, Leis Federais nº 8.080, de 19/09/90, Lei Federal nº 8.142, de 28/12/90.

BRASIL, Ministério da Saúde. CENEPI/FNS Doenças infecciosas e parasitárias: manual de bolso: aspectos clínicos, vigilância epidemiológica e medidas de controle – Anexo. Brasília, 1999.

BRASIL, Ministério da Saúde. Relatório Final da X Conferência Nacional de Saúde. Brasília, 1996.

BRASIL, Ministério da Saúde. Norma Operacional da Assistência à Saúde/SUS: NOAS 01/2002/DOU: 28/02/2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão Financeira do SUS: Manual básico / Ministério da Saúde, Fundo Nacional de saúde - Saúde.3ª ed. Ver. e ampl. – Brasilia: Ministério da Saúde. 2003.

CECÍLIO, Luiz Carlos de Oliveira (org.). Inventando a Mudança na Saúde. São Paulo: Hucitec, 1994, cap. 1 e 6).

HumanizaSUS: política nacional de humanização: documento base para gestores e trabalhadores do SUS/Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. – 2ª ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

MENDES, Eugênio Vilaça. Uma Agenda para a Saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996, cap. 1.

ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia & Saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2003.

SAÚDE PÚBLICA – CARGOS DE NIVEL SUPERIOR

Conteúdo Programático:

1. Organização dos serviços de saúde no Brasil;

2. Organização e princípios do SUS;

3. Modelo Assistencial e Financiamento;

4. Planejamento e programação local de saúde;

5. Política Nacional de Humanização.

6. Sistema Único de Saúde – Princípios, Diretrizes e Controle Social;

7. Política Nacional de Atenção Básica no SUS.

8. A reforma Sanitária no Brasil.

Bibliografia sugerida:

BRASIL, Constituição Federal de 1988 – Título VIII, Capítulo II, Seção II, Artigos de 196 a 200, da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Lei nº 8.080 de 19/09/1990. Diário Oficial da União. Brasília, 20/09/1990.

BRASIL. Ministério da Saúde. Lei nº 8.142 de 28/12/1990. Diário Oficial da União. Brasília, 29/12/1990.

Brasil – Portaria/ GM Nº 399 de 22/02/2006. Ministério da Saúde, Pacto pela Saúde 2006: Pacto pela Vida, Pacto de Gestão, Pacto em Defesa do SUS. Disponível em www.saude.gov.br/dab

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 648, de 28 de março de 2006. Brasília, Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde. Disponível em www.saude.gov.br/dab

Freitas, Carlos Machado de. A Vigilância da Saúde para a Promoção da Saúde. In: Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências (capítulo 7). Autores: Dina Czeresnia e Carlos Machado de Freitas. Editora Fiocruz, 2003.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM nº 373 de 27 de fevereiro de 2002 Regionalização da Assistência à Saúde: Aprofundando a descentralização com eqüidade no acesso. Norma Operacional da Assistência à Saúde(NOAS – SUS – 2001-2002).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização: documento base para gestores e trabalhadores do SUS – 2ª edição Brasília - Ministério da Saúde, 2004.

CUNHA, J.P., Cunha, R.E. Sistema Único de Saúde – Princípios. In Brasil. Ministério da Saúde. Gestão Municipal de Saúde. Textos Básicos, Brasília, 2001, pp 285-304. Disponível em:

portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/gestao_municipal_de_saude.pdf 

VAUGHAN, J. P. E MORROW, R. H. Epidemiologia para os municípios. CAP. XIII: Epidemiologia e planejamento de saúde ao nível do distrito. Editora Hucitec, 1997.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica, Série Pactos pela Saúde; Volume 4; Brasília 2006.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Coordenação – Geral de Apoio à Gestão Descentralizada. Diretrizes operacionais dos Pactos pela vida, em Defesa do SUS e de Gestão; Brasília 2006. www.saude.gov.br

STAR FIELD, Bárbara. Atenção Primaria. Equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: UNESCO e Ministério da Saúde, 2002.

PAIM, J.S. A reforma sanitária e os modelos assistenciais IN: Rouquayrol, Maria Zélia, Naomar de Almeida. Epidemiologia e Saúde. 5ª ed. Rio de Janeiro. MEDSI, 1999, pp. 473-487.

NORONHA, J.C. e SOARES, L.T. a política de saúde no Brasil nos anos 90. Ciência e Saúde Coletiva, 2001, V.6, nº 2, p. 445-450.

LEGISLAÇÃO PARA O CARGO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO

CF/88 art. 37 até 41

Lei 8666/93

LEGISLAÇÃO PARA O CARGO OFICIAL ADMINISTRATIVO

. CF/88 art. 37 até 41 e arts. 145 a 169

. Lei 8666/93

LEGISLAÇÃO PARA O CARGO DE FISCAL DE RENDAS E TRIBUTOS

. Lei Orgânica Municipal

. Código Tributário Municipal

. CF/88 art; 37 até 41 e 145 até 169

LEGISLAÇÃO PARA O CARGO FISCAL DE OBRAS E SERVIÇOS

. Lei Orgânica Municipal

. Código Tributário Municipal

. CF/88 art; 37 até 41.

MECÂNICA DE AUTOMÓVEL

1- Manutenção de Veículos: Principais conceitos de manutenção de veículos; Serviços de inspeções, registros e reparos; anotações de ocorrências; principais defeitos automotivos; testes e medidas de defeitos.

2- Principais ferramentas de Oficina Mecânica.

3- Instrumentos de medição. Instrumentos de traço: régua, paquímetro e micrômetro.

4- Lubrificação: Principais propriedades dos lubrificantes automotivos; cuidados e restrições no uso dos lubrificantes.

Bibliografia sugerida:

ALMEIDA, Amaury F. Manutenção de Automóveis. 17 ed. Rio de Janeiro: Erca Ed.,

Instrumentos para metrologia dimensional. São Paulo: Mitutoyo do Brasil.

PAZ, Manoel Áries. Manual de Automóveis. São Paulo: Ed. Mestre Jou.

PETROBRÁS. Lubrificantes: Fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Ed. Petrobrás.

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

Conteúdo Programático:Organização da assistência e cuidados de enfermagem à mulher, a criança, adolescente, ao adulto, ao idoso e saúde mental. Cuidados de Enfermagem na prevenção e controle de doenças infecto contagiosas, sexualmente transmissíveis e de doenças crônicas e degenerativas. Imunização: Vacinas e rede de frio; Executar Técnicas de Enfermagem: tais como sinais vitais, sondagens, higienização, procedimentos e técnicas pre-hospitalares, administração de medicamentos, administração de dietas, coleta de material para exame, oxigenoterapia, nebulização, procedimento pós-morte. Cuidados de Enfermagem no tratamento de feridas e prevenção de lesões cutâneas. Central de Material Esterelizado: Métodos e procedimentos específicos de Limpeza, desinfecção e esterilização; Políticas institucionais de Humanização da Assistência. Prontuário e Registro de enfermagem; Assistência domiciliar de enfermagem; Resíduos de Saúde;

Bibliografia sugerida:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 648, Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 28/03/2006.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde. Brasília, 2004.

ALMEIDA, M.C.P. & WITT, R.R. O modelo de competências e as mudanças no mundo do trabalho: implicações para a enfermagem na atenção básica no referencial das funções essenciais de saúde pública. In: Rev Texto Contexto Enfermagem, 2003. Out/Dez; 12(4):559-68.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Rede de Frio. 3. ed., Brasília, 2001. 80p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3. ed., Brasília, 2001. 68p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4. ed., Brasília, 2001. 316p.

MINAS GERAIS, Secretaria da Saúde. Informe técnico - Manual de Vacina na Adolescência. Elaborado por: Dr. José Geraldo Leite Ribeiro, Dra. Vanessa Guerra de Moura Von Sperling. SES, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose. Cadernos de Atenção Básica, n. 5. Brasília, DF, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Guia para o Controle da Hanseníase. Cadernos de atenção Básica, n. 10. Brasília, DF, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus: Protocolo; Cadernos de Atenção Básica nº 7. Brasília, 2001

BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência ao Pré Natal : Manual Técnico. Brasília, 2000.

BRASIL, Ministério da Saúde. Controle do Câncer Cérvico - Uterino e de Mama. 2. ed., Brasília, 1989.

BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Área técnica de Saúde da Mulher. Assistência em Planejamento Familiar: Manual Técnico. 4ª Edição, Brasília, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis. 3ª Edição. Brasília, 1999

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde; Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança: Acompanhamento do crescimento e Desenvolvimento Infantil. Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Aleitamento Materno e Orientação Alimentar para o Desmame. 3. Ed., Brasília, 1986.

BRASIL, Ministério da Saúde. Assistência e Controle das Doenças Diarréicas. Brasília, 1993.

BRASIL, Ministério da Saúde. Programa de Saúde da Família. Brasília : Ministério da Saúde, 2001. 36 p.

Portaria nº 2.529 de 19 de outubro de 2006, que dispõe sobre a internação domiciliar no Âmbito do SUS

ANVISA – RDC 306 – 2004, que dispõe sobre gerenciamento de produção de resíduos;

BORGES, Eline Lima et al. Feridas: Como tratar. Belo Horizonte: COOPMED, 2001.

TÉCNICO DE ENFERMAGEM

Conteúdo Programático:Noções de organização da assistência e cuidados de enfermagem à mulher, a criança, adolescente, ao adulto, ao idoso e saúde mental. Cuidados de Enfermagem na prevenção e controle de doenças infecto contagiosas, sexualmente transmissíveis e de doenças crônicas e degenerativas. Imunização: Vacinas e rede de frio; Assistência de enfernagem ao paciente em principais situações de urgência/emergência; Executar Técnicas de Enfermagem: tais como sinais vitais, sondagens, higienização, procedimentos e técnicas pre-hospitalares, administração de medicamentos, administração de dietas, coleta de material para exame, oxigenoterapia, nebulização, procedimento pós-morte, cuidados com traqueostomia, cuidados com drenagem torácicas e ostomias; Cuidados de Enfermagem no tratamento de feridas e prevenção de lesões cutâneas. Central de Material Esterelizado: Métodos e procedimentos específicos de Limpeza, desinfecção e esterilização; Políticas institucionais de Humanização da Assistência. Prontuário e Registro de enfermagem; Resíduos de Saúde;

Bibliografia sugerida:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 486, Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 29/03/2006.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde. Brasília, 2004.

BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto de Desenvolvimento da Saúde. Universidade de São Paulo. Manual de Enfermagem. Brasília, 2001

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Rede de Frio. 3. ed., Brasília, 2001. 80p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3. ed., Brasília, 2001. 68p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4. ed., Brasília, 2001. 316p.

MINAS GERAIS, Secretaria da Saúde. Informe técnico - Manual de Vacina na Adolescência. Elaborado por: Dr. José Geraldo Leite Ribeiro, Dra. Vanessa Guerra de Moura Von Sperling. SES, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose. Cadernos de Atenção Básica, n. 5. Brasília, DF, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Guia para o Controle da Hanseníase. Cadernos de atenção Básica, n. 10. Brasília, DF, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus: Protocolo; Cadernos de Atenção Básica nº 7. Brasília, 2001

BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência ao Pré Natal : Manual Técnico. Brasília, 2000.

BRASIL, Ministério da Saúde. Controle do Câncer Cérvico - Uterino e de Mama. 2. ed., Brasília, 1989.

BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Área técnica de Saúde da Mulher. Assistência em Planejamento Familiar: Manual Técnico. 4ª Edição, Brasília, 2002.

BRASIL , Ministério da Saúde. Urgências e Emergências Maternas: Guia para diagnóstico e conduta em situações de risco de morte materna. Brasília, Ministério da Saúde / FEBRASGO, 2000. 118p.

BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis. 3ª Edição. Brasília, 1999

BRASIL, Ministério da Saúde. Assistência e Controle das Doenças Diarréicas. Brasília, 1993.

Brasil – Portaria 2048/GM – 5 de novembro de 2002 (site: portal.saude.gov.br)

CAZARIM, J. L. B.; RIBEIRO, L. F. G. Trauma: Pré Hospitalar e hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, 1997. 391 p.

BIZJAK, G; BERGERON, J. David. Primeiros socorros. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.

MARTINS, S.; SOUTO, Maria Isabel Dutra. Manual de emergências médicas, diagnóstico e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.

MEEKER, Margareth Hutt; Rottrock, Jane C. Alexander. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10. ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1997.

AMERICAN HEART ASSOCIATION. Suporte Avançado de Vida em Cardiologia. Manual para Provedores. Rio de Janeiro: Medline, 2002.

ANVISA – RDC 306 – 2004, que dispõe sobre gerenciamento de produção de resíduos;

Hudak, Gallo Cuidados Intensivos de Enfermagem. Ed Guanabara Koogan.

BORGES, Eline Lima et al. Feridas: Como tratar. Belo Horizonte: COOPMED, 2001.

TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES

1. Plano de contas nos serviços de construção

2. Cadastro de preços e composições dos serviços de construção

3. Especificações técnicas e de acabamentos de obra

4. Orçamentação para obras civis

5. Cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura

6. Organização e controle de empreendimentos habitacionais Bibliografia sugerida:

BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. São Paulo: Editora Edgar Blücher Ltda.,1996.

DIAS, Paulo Roberto Vilela. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para obras civis. 2.ed. Curitiba: Copiare-2000.

DIAS, Paulo Roberto Vilela. Engenharia de custos: cálculo do preço de venda de serviços de Engenharia e Arquitetura. 1.ed. Rio de Janeiro: Entreletras. 2000.

GOLDMAN P. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil Brasileira. 3.ed. São Paulo: Pini, 2000.

MASCARÓ, R. L. Manual de loteamentos e urbanizações Porto Alegre: Sagra-D.C. Luzzatto,1994.

RIPPER, E. Como evitar erros na construção. 3. ed. São Paulo: Pini.

VIEIRA NETTO. Como Gerenciar Construções. 1.ed. São Paulo: Pini, 1996.

TÉCNICO DE MEIO AMBIENTE

Amostragem e classificação de resíduos sólidos Coleta de amostras de água Higiene dos alimentos Legislação ambiental estadual Poluição e seu controle Química ambiental

Bibliografia sugerida:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10004 – Resíduos sólidos – classificações. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10007 – Amostragem de resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.

BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

CETESB. Guia de coletas e preservação de amostras. São Paulo: CETESB: 1987.

COPAM. Deliberação normativa COPAM nº 74 de 9 de setembro de 2004 – Critérios e classificação de empreendimentos e atividades modificadoras do meio ambiente. Belo Horizonte: COPAM, 2004.

COPAM. Deliberação normativa COPAM nº 76 de 25 de outubro de 2004 – Interferência em áreas consideradas de Preservação Permanente. Belo Horizonte: COPAM, 2004.

COPAM. Deliberação normativa COPAM nº 89 de 15 de setembro de 2005 - Normas para laboratórios que executam medições ambientais. Belo Horizonte: COPAM, 2005.

GUENTHER, R. Controle sanitário dos alimentos. São Paulo: Editora Atheneu, 1992

MACEDO, J. A,. B.. Introdução à Química Ambiental. 1.ed. Juiz de Fora-MG: JORGE MACÊDO, 2002

TÉCNICO DE RADIOLOGIA

Conteúdo Programático:Física da Radiação (Natureza, Produção e Propriedades dos Raios X)

1. Constituição e Funcionamento dos Aparelhos de Raios X

2. Constituição dos Tubos Formadores de Raios X

3. Unidade de dose e dosimetriaFilmes Radiográficos e Processamento Radiográfico Fatores que influem na formação das imagens radiográficas Os efeitos biológicos e os riscos associados aos Raios X Radioproteção Técnicas Radiográficas na Rotina Médica Anatomia Radiográfica das principais incidências médicas Técnicas Radiográficas Odontológicas Anatomia Radiográfica das principais incidências odontológicas Erros nas radiografias Garantia de qualidade

Bibliografia sugerida:

BONTRAGER, Kenneth L. Tratado de técnica radiological e base anatômica. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003.

BRASIL. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria n0 453, de 1 de junho de 1998. Aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnótico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios X diagnóstico em todo território nacional e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, seção E, 2 de junho de 1998.

FREITAS, Aguinaldo de; ROSA, José Edu; SOUZA, Icléo Faria e. Radiologia odontológica. 5. Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2000.

SQUIRE, Lucy Frank e outros. Fundamentos de Radiologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas. 1992.

WHAITES, Eric. Princípios de radiologia odontológica. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.

SECRETÁRIO ESCOLAR / AUXILIAR DE SECRETARIA

1. Sistema Operacional Microsoft Windows

1.1. Configurações básicas do Sistema Operacional (painel de controle)

1.2. Organização de pastas e arquivos

1.3. Operações de manipulação de pastas e arquivos (copiar, mover, excluir e renomear)

2. Editor de Textos Microsoft Word

2.1. Criação, edição, formatação e impressão

2.2. Criação e manipulação de tabelas

2.3. Inserção e formatação de gráficos e figuras

2.4. Geração de mala direta

3. Planilha Eletrônica Microsoft Excel

3.1. Criação, edição, formatação e impressão

3.2. Utilização de fórmulas

3.3. Geração de gráficos

3.4. Classificação e organização de dados

4. Internet

4.1. Produção,manipulação e organização de mensagens eletrônicas (e-mail)

Bibliografia Sugerida:

Manuais on-line do Sistema Operacional Windows 2000 ou XP

Manuais on-line do Microsoft Word 2000 ou XP

Manuais on-line do Microsoft Excel ou XP

Manuais on-line da INTERNET Explorer 6.0 ou superior

Manuais on-line do Outlook Express 6.0 ou superior

5. ESCRITURAÇÃO ESCOLAR

5.1. Escrituração referente ao docente, especialista e pessoal administrativo

5.2. Livro de escrituração escolar

5.2.1. Tipos

5.2.2. Finalidades

5.3. Instrumentos utilizados para o registro da vida escolar do aluno

5.3.1. Organização didática

5.3.1.1. matrícula

5.3.1.2. atas

5.3.1.3. transferências

5.3.1.4. ficha individual

5.3.1.5. histórico escolar

5.3.1.6. boletim escolar

5.3.1.7. diário de classe

5.3.1.8. declaração provisória de transferência

5.3.1.9. certificados

5.3.1.10. diplomas

6. Arquivo

6.1. Finalidade

6.2. Tipos

6.3. Importância

6.4. Organização

6.5. Processo de incineração, microfilmagem,informática

7. Regimento Escolar e PropostaPedagógica

8. Quadro Curricular

9. Legislação aplicável

Bibliografia sugerida:

AGUIAR, José Márcio de. Manual do Secretário de Estabelecimento de Ensino de Educação Básica. Belo Horizonte; Editora Lâncer, 2003.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº. 9.394/96

Resoluções e Pareceres relativos ao desempenho da função.

Obs.: Editora Lâncer – Rua Caetés, 530 – Centro- Belo Horizonte

Telefone:0xx31-3201-1836

CARGOS DO MAGISTÉRIO – ESPECÍFICAS:

PROFESSOR I

1. Educação e diversidade cultural: implicações no cotidiano da escola.

2. Concepções de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita

§ Alfabetização e letramento.

§ A construção do sentido da leitura e da escrita.

§ Relação leitor-texto-autor.

§ Metodologias de alfabetização: um novo olhar sobre ensino e aprendizagem.

3. Educação matemática: perspectivas atuais

3.1. Objetivos do ensino da matemática na escola fundamental.

3.2. Construção de conceitos matemáticos.

3.3. Aspectos metodológicos do ensino da matemática: jogos e materiais concretos, resolução de problemas, investigações matemáticas na sala de aula.

4. Perspectivas históricas e atuais da Educação Científica.

4.1. O conteúdo de Ciências Naturais no ensino fundamental – novos parâmetros curriculares.

4.2. Aspectos metodológicos do ensino de Ciências Naturais.

5. Fundamentos filosóficos, sociais e legais da História e da Geografia no ensino fundamental.

5.1. Parâmetros Curriculares de História e Geografia.

5.2. Metodologias para o ensino de História e Geografia no ensino fundamental

Bibliografia sugerida:

ALMEIDA, Rosângela; PASSINI, Elza Yasuko. O Espaço Geográfico: ensino e representação. 8ª ed. São Paulo: Contexto, 2000.

BRAGA, Magda Friche; MOREIRA, Moacir Alves. Metodologia de Ensino: ciências físicas e biológicas. Belo Horizonte: Lê: Fundação Helena Antipoff, 1997.

BRASIL, MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 2000. Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História e Ciências.

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem o bá-be-bi-bo-bu. São Paulo: Scipione, 1998.

CENTURIÓN, Marília. Conteúdo e metodologia da matemática: números e operações. São Paulo: Scipione, 1994.

D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática – elo entre as tradições e a modernidade. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

DAYRELL, Juarez. (org.) Múltiplos olhares sobre a educação e cultura. Belo Horizonte, UFMG,1996

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2002.

EVANGELISTA, Aracy Alves Martins et. al. Professor/Leitor. Aluno/Autor: reflexão sobre a avaliação do texto escolar. Cadernos. CEALE. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001.

KAMII, Constance. A criança e o número: implicações educacionais da Teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 30ª ed. Campinas: Papirus, 2003.

KATO, Mary. A concepção da escrita pela criança. Campinas: São Paulo: Pontes, 1988.

MAGDA, Soares. Alfabetização e Letramento: um tema um três gêneros.

NARDI, Roberto. Questões atuais no ensino de Ciências. São Paulo: Escrituras, 2001.

NIKITIUK, Sônia L. Repensando o ensino de história. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2001.

NUNES, Carlos Alberto. Metodologia de Ensino: geografia e história. Belo Horizonte: Lê, Fundação Helena Antipoff, 1997.

PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do ensino de história e geografia. São Paulo: Cortez, 2001.

SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita: alfabetização como processo discursivo. 6. ed. São Paulo: Cortez, Campinas, 1993.

PROFESSOR II - ARTES

Objetivos gerais e específicos de Arte; Critérios de Avaliação na disciplina; A construção do Universo Cultural através da Arte; A relação: Arte, Cultura e Ciência; Fundamentos das Artes Visuais e seus elementos sintáticos; Fundamentos da Música; Fundamentos da Dança; Fundamentos do Teatro; História da Arte Universal; História da Arte Brasileira.

Histórico do ensino das artes no Brasil e suas perspectivas atuais. Teoria e prática do ensino das artes escolas brasileiras. Critérios para seleção de conteúdos no ensino das artes. Organização do tempo e do espaço na prática do ensino das artes. Critérios para avaliação no ensino das artes.

Bibliografia Sugerida:

BARBOSA, Ana Mae T. B. A Imagem no ensino da Arte. São Paulo: Perspectiva, 2005.

________. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo:Cortez, 2002.

CHIPP, Herchel Browning . Teorias da arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho. São Paulo: Scipione, 1985.

FERREIRA, Sueli (org.). O ensino das artes: Construindo caminhos. Campinas: Papirus, 2001.

ECO, Humberto. A definição da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

FONTERRADA, Marisa Trench de Oliveira. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São Paulo: UNESP, 2005.

GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

GULLAR, Ferreira. Argumentação contra a morte da arte. Rio de Janeiro: Revan, 1993.

HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1999.

JAPIASSU, Ricardo. Metodologia do ensino de teatro. Campinas: Papirus, 2001.

OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Campus, 1996.

PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Léo Christiano Ed. Ltda., 2002.

PIMENTEL, Lúcia G. Som, gesto, forma e cor: dimensões da arte e seu ensino. Belo Horizonte: C/Arte Editorial, 2000.

REILY, Lúcia Helena. Atividades de artes plásticas na escola. São Paulo: Pioneira, 1993.

SPOLIN, Viola 1992. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1992.

PROFESSOR II - CIÊNCIAS

Biologia e Princípios de Ecologia; Vida e composição química dos seres vivos; Vida e energia; Ecologia: conceitos fundamentais; Fluxo da matéria e energia. Ciclos biogeoquímicos, sucessão ecológica e desequilíbrios ambientais; Ecossistemas e população; Relações entre os seres vivos; Conquistas tecnológicas e qualidade de vida; Desenvolvimento sustentável. Origem da vida e biologia Celular; Origem da vida; Citologia; Embriologia e histologia animal; Embriologia animal; Histologia animal; Os seres vivos; Sistema de classificação; Os seres vivos e os vírus: Reino Monera; Reino Protista; Reino Fungos; Reino Plantae; Reino Animália. O ser humano: Evolução; Fisiologia; Saúde. Genética: Genética e a Primeira lei de Mendel; Polialelia; A segunda lei de Mendel; Genética pós Mendel. Biologia Molecular: síntese de proteína e engenharia genética. Evolução: Conceitos e evidências; Teoria sintética da evolução e a genética de populações. Química: Estrutura da matéria; Classificação dos elementos químicos; Ligações e reações químicas; Funções químicas; Física: Movimento e força; (Mecância); Trabalho e máquinas; Energia; Calor e som; Luz e sistemas ópticos; Eletricidade e magnetismo. Ensino de Ciências.

Bibliografia Sugerida:

BIZZO, N. Ciências: Fácil ou Difícil? São Paulo: Ática, 2004. (Coleção Formação Permanente).

BORTOLOZZO, Sílvia & MALUHY, Suzana. Projeto Educação para o Século XXI. São Paulo: Moderna, 2002. Série Link da Ciência.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ciências naturais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

CANTO, Eduardo I. do. Ciências Naturais: aprendendo com o cotidiano. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004.

GIORDAN, A. E G. de Vecchi. As origens do Saber: das concepções dos aprendentes aos conceitos científicos. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas,1996.

HAZEN, R. M. & J. Trefil. Saber Ciências: do Big Bang à Engenharia Genética. São Paulo: Editores Associados, 1995.

KRASILCHIK, M. O professor e o currículo de ciências. São Paulo, EPU/ Edusp, 1987.

MORTIMER, E. F. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte: UFMG, 2000.

PIETROCOLA, M. Ensino de Física: conteúdo e epistemologia numa concepção integradora. Florianópolis: UFSC, 2001.

PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SCNETZLER, Roseli P. e ARAGÃO, Rosália M. R. (orgs) Ensino de ciências: fundamentos e abordagens. Campinas: R. Vieira Gráfica e Editora, 2000.

APEC. Construindo Consciências. São Paulo: Scipione, 2004.

DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental. Princípios e Práticas. São Paulo: Editora GAIA, 2000.

MATEUS, Alfredo Luis. Química na cabeça. Experiências espetaculares que você pode fazer em casa ou na escola. Belo Horizonte Editora UFMG, 2005.

LIMA, Maria Emília C. C., BRAGA, Sela A. M. & AGUIAR Jr, Orlando. Aprender Ciências: um mundo de materiais. Belo Horizonte. Editora UFMG, 1999.

SANTOS, Widson Luiz Pereira & SCHNETZLER, Roseli Pacheco. Educação em Química: compromisso com a cidadania. Ijuí: UNIJUÍ, 1997.

PROFESSOR II - EDUCAÇÃO FÍSICA

Caracterização da Área de Educação Física: Histórico, características e importância social. Critérios de seleção e organização de conteúdos. Objetivos gerais da área Educação Física. Esportes: Atletismo. Esportes coletivos: futebol de campo, futsal, basquete, vôlei, handebol. Esportes com bastões.Técnicas e táticas. Regras e penalidades. Organização de eventos esportivos. Jogos: Jogos pré-desportivos. Brincadeiras da cultura popular. Lutas: Judô, Capoeira. Atividades Rítmicas e Expressivas: Danças: danças populares brasileiras; danças populares urbanas; danças modernas, contemporâneas e jazz; danças e coreografias associadas a manifestações culturais. Percepção corporal e espaço-temporal. Ginásticas de preparação e aperfeiçoamento para a dança; de preparação e aperfeiçoamento para os esportes, jogos e lutas; ginástica olímpica e rítmica desportiva. Primeiros socorros no esporte.

Bibliografia Sugerida:

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Educação física, Brasília: MEC/SEF, 1998.

CALAZANS, Julieta; CASTILHO, Jacyan. Dança e educação em movimento. São Paulo: Cortez, 2003.

DARIDO, S. C. e RANGEL, I. C. A. (org). Educação física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

DE MARCO, A. Educação Física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006.

FEGEL, M. J. Primeiros socorros no esporte. São Paulo: Manole, 2002.

FOX, EDWARD L. Bases fisiológicas da educação física e dos desportos. 6.ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2000.

FREIRE, João Batista. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2003.

GALLAHUE, D. Compreendendo o Desenvolvimento Motor. 2.ed. São Paulo: Phorte, 2001.

GORGATTI, Márcia Greguol. Atividade física adaptada: qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. Ed. Barueri – São Paulo: Editora Manole, 2004.

LABAN, Rudolf, Danças educativas modernas. São Paulo: Ícone, 1991.

MATTOS, M. G. e NEIRA, M. G. Educação Física na adolescência: construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2000.

MOREIRA, Wagner Wey (org.). Educação física e esportes: perspectivas para o século XXI. Campinas: Papirus, 1992.

PAES, R. R. O esporte no conteúdo pedagógico no ensino fundamental. São Paulo: Phorte, 2000.

TANI, GO. Comportamento motor, aprendizagem e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

WERNECK, C. Lazer, recreação e educação física. Belo Horizonte: Autentica, 2003.

PROFESSOR II – ENSINO RELIGIOSO

Concepções de Educação Religiosa: religiosidade e fenômeno religioso. Educação Religiosa no Brasil: Aspectos legais e históricos. As tradições religiosas e o pluralismo religioso no Brasil. Educação Religiosa e as novas exigências educacionais. Objetivos da Educação Religiosa. Os blocos de conteúdos: Ethos, Culturas e Tradições Religiosas, Ritos, Textos Sagrados e Teologias. Ensino, aprendizagem e avaliação em Educação Religiosa.

Bibliografia Sugerida:

ALVES, Rubem. O que é religião. São Paulo: Loyola, 1999.

CRUZ, Eduardo R. A Persistência dos Deuses: religião, cultura e natureza. São Paulo: UNESP, 2004.

ELIADE, Mircea. O Xamanismo. São Paulo: Martins Fontes, 1998

FIGUEIREDO, Anísia de Paulo. O ensino religioso no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1996.

FORUM NACIONAL PERMENENTE DO Ensino RELIGIOSO. Parâmetros curriculares nacionais. Ensino religioso. 3. ed. São Paulo: Ave-Maria, 1998.

GAARDER, Jostein et al. O livro das religiões. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

GUERREIRO, Silas. Novos movimentos religiosos – o quadro brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2006.

JUNQUEIRA, Sérgio et al. Ensino religioso e sua relação pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2002.

NEGRÃO, Lísias Nogueira. Entre a cruz e a encruzilhada. São Paulo: Edusp, 1996.

MACHADO, Maria das Dores C. Carismáticos e pentecostais. São Paulo: Autores Associados, 1996.

SILVA, Vagner G. Candomblé e umbanda - caminhos da devoção brasileira. São Paulo: Selo Negro, 2005.

PROFESSOR II – FILOSOFIA

Origens da Filosofia

1.1 Características da narrativa mítica

1.2 Origens existencial e histórica

1.4 A especificidade do pensamento filosófico-científicoÉtica e política

2.1 A ciência do ethos (filosofia prática)

2.2 As diversas correntes éticas e a ética aplicada

2.3 Questões de Bioética

2.4 “Zoon politikon” em Aristóteles

2.5 Totalitarismo e democraciaEpistemologia

3.1 Conhecimento sensível e conhecimento inteligível

3.2 As diversas formas de ceticismo e o dogmatismo filosófico

3.3 Racionalismo e empirismo

3.4 Os limites da razão e sua crítica

3.5 O positivismo

3.6 Emergência da razão simbólica

3.7 A Escola de Frankfurt e a crítica à razão instrumentalNoções de lógica

4.1 Inferência, Verdade e Validade

4.2 Dedução e InduçãoFilosofia e religião

5.1 As categorias do fenômeno religioso

5.2 A religião como fenômeno cultural

5.3 Distinção entre pensamento filosófico-científico e experiência religiosaFilosofia da linguagem

6.1 A crítica da linguagem e a solução de problemas

6.2 Os jogos de linguagem

7. Políticas nacionais sobre o ensino de filosofia

Bibliografia Sugerida:

BRASIL; Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 1999. 4v. [Conhecimentos de filosofia]

CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003.

_______. O que é Ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1984

CLEMENTE, Ana Paula Pacheco (org.). Bioética no início da vida: Dilemas pensados de forma transdisciplinar. Petrópolis, RJ: ed. Vozes, 2006.

CORTINA, Adela e MARTÍNEZ, Emilio. Ética. Trad. Silvana Cobucci Leite. São Paulo: Ed. Loyola, 2005.

COLLINSON, Diané. 50 grandes filósofos – da Grécia antiga ao século XX. Trad. de Maurício Waldman e Bia Costa. São Paulo: Contexto, 2004.

GALLO, Sílvio e KOHAN, Walter Omar (Org.). Filosofia no Ensino Médio. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. –7ª. ed. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.

PLATÃO. A República. In Os Pensadores. Trad. De Enrico Corvisieri. SP: N. Cultural, 1997.

SANTOS, Raquel dos. O ensino da filosofia no ensino médio: uma abordagem histórico-documental. 2003. 2v. Dissertação (Mestrado) - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-Graduação em Educação

VAZ, J. Henrique Lima. Escritos de Filosofia IV: Introdução à Ética Filosófica 1. São Paulo, SP: Ed. Loyola, 2002.

______. Ética e Justiça: Filosofia do agir humano. In Síntese Nova Fase. v. 23, n. 75. Belo Horizonte: Ed. Loyola, 1996.

PROFESSOR II – FÍSICA

1. Mecânica.

1.1- Movimento retilíneo e curvilíneo.

1.2-Leis de Newton.

1.3-Gravitação.

1.4- Movimento de um projétil.

1.5- Introdução à Astronomia.

1.6- Hidrostática.

1.7-Leis de Conservação: energia, momento linear e angular.

Oscilações.

2. Termodinâmica.

2.1- Temperatura e Calor: conceitos e medidas.

2.2- Primeira lei da termodinâmica.

2.3- Entropia e segunda lei da termodinâmica.

2.4- Gases ideais: Teoria cinética dos gases; equação de estado.

2.5- Mudanças de fase.

3. Eletromagnetismo.

3.1- Carga elétrica e matéria.

3.2- Força eletromotriz e circuitos elétricos.

3.3- Campo magnético.

3.4- Indução Magnética.

3.5- Ondas eletromagnéticas.

3.6- Propriedades magnéticas da matéria.

4. Movimento Ondulatório.

4.1- Ondas em um meio material: som.

4.2- Natureza e propagação da luz.

4.3- Interação das ondas com a matéria: reflexão, refração, interferência, difração.

5. Física Moderna.

5.1- A invariância das leis físicas: os princípios da relatividade de Galileu e de Einstein.

5.2- Quantização da energia: Efeito Fotoelétrico.

5.3-Radiotividade.

Bibliografia Sugerida:

CANIATO, Rodolpho. O Céu. Coleção na sala de aula. São Paulo: Editora Ática, 1993.

EINSTEIN, A. & INFELD, L. A Evolução da Física. Rio de Janeiro: Guanabara, 1991.

HALLIDAY & RESNICK. Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 4 volumes, 1992.

HAMBURGER, Ernest. W. O que é Física. São Paulo: Brasiliense, 1984.

LANDAU, L. & RUMER, Y. O que é a Teoria da Relatividade. São Paulo: Hemus, 1990.

MÁXIMO, Antônio & ALVARENGA, Beatriz. Física: volume único. São Paulo: Scipione,1997.

PROFESSOR II - GEOGRAFIA

Geografia Geral: Noções de cartografia; A produção do espaço geográfico e suas transformações no século XX e início do século XXI; As grandes paisagens naturais do globo terrestre; Aspectos da população mundial; Os sistemas socioeconômicos; O desenvolvimento e o subdesenvolvimento; A Globalização, a nova ordem mundial e as tendências do século XXI; O meio ambiente e o ser humano – conservação, degradação e preservação ambiental; Geografia do Brasil: A produção do espaço geográfico brasileiro e suas transformações; As características geológico-geomorfológicas, climáticas e fitogeográficas do Brasil; Os domínios morfoclimáticos do Brasil; Regiões brasileiras: da compartimentação político-administrativa às regiões geoeconômicas (macroeconômicas); População brasileira: formação, dinâmica e estruturas; A questão fundiária e agrícola no Brasil; Industrialização e urbanização no Brasil; As questões ambientais no Brasil. Ensino de geografia.

Bibliografia Sugerida:

ALMEIDA, Rosangela Doin. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. São Paulo: Contexto, 2001.

AB’SABER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil – potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.

BECKER, Bertha & MIRANDA, Mariana. A geografia política do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental, Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental; geografia. Brasília: MEC/SEF, 1998, Volume 5.

CARLOS, Ana Fani Alessandri & DAMIANI, Amélia Luísa. A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2001.

CORRÊA, Roberto Lobato et al (orgs). Introdução à geografia cultural. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.

CASTELLAR, Sônia (org.) Educação geográfica: teorias e práticas docentes. São Paulo: Contexto, 2005.

CASTRO, Iná E. et al. Geografia. Conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.

GREGORY, Derek et all (orgs). Geografia humana – sociedade, espaço e ciência social. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.

HAESBAERTT, Rogério. O mito da desterritorialização. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.

HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.

MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Annablume, 2006.

ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996.

SANTOS, Milton. SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001.

SANTOS, Milton. Por uma geografia nova. São Paulo: HUCITEC, 1978.

SINGER, Paul. Economia política da urbanização. São Paulo: Brasiliense/CEBRAP, 1973.

THOMAZ JUNIOR, Antonio. Geografia passo-a-passo: ensaios críticos dos anos 90. Presidente Prudente: Centelha, 2005.

PROFESSOR II - HISTÓRIA

O caráter científico da História. O ofício do Historiador. A escrita da História. Epistemologia da História: tempo, verdade, Filosofia e telos. O estatuto da verdade no conhecimento histórico. A “Revolução documental”. Debates atuais da historiografia. História do Brasil: da colônia à atualidade. História Geral. História da África. O ensino da história.

Bibliografia Sugerida:

ABREU, M. e SOIHET, R. (org.) Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental, Parâmetros Curriculares Nacionais: História - terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental; Brasília: MEC/SEF, 1988.

BURKE, Peter. História e teoria social. São Paulo: Unesp, 2002.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1994.

FERRO, Marc. História das colonizações. Das conquistas às independências. Séculos XIII a XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

FINLEY, Moses I. Aspectos da antigüidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

FONSECA, Thais Nívia de Lima. História e Ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.

HOBSBAWM, Eric. J. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

_______. A Era dos extremos. O breve século XX (1914-1991). Trad Marcos Santarrita, 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

_______. A Era das revoluções – 1789 – 1848. Trad. Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.

LE GOFF, Jacques. O homem medieval. Lisboa: Presença, 1989.

NASCIMENTO, Elisa L. (org.) Sankofa: matrizes africanas da cultura brasileira. Rio de Janeiro, Eduerj, 1996. v.1

REIS, José Carlos. As identidades do Brasil. De Varnhagem a FHC. 3. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2000.

PROFESSOR II - INGLÊS

Leitura e compreensão de textos de fontes variadas; Conteúdos Lingüísticos: Plural de substantivos; Formação de palavras: prefixos e sufixos; Adjetivos e Advérbios; Pronomes; Conjunções; Preposições; Tempo Verbal; Verbos auxiliares modais; Condicional; Discurso Direto e Indireto; Voz Passiva; Genitive Case; Tag Questions; Ensino-aprendizagem da língua estrangeira.

Bibliografia Sugerida:

BARBARA, L. & RAMOS, R. Reflexões e ações no ensino-aprendizagem de línguas. Homenagem a Antonieta Celani. Campinas: Mercado de Letras, 2003.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Estrangeira. 5ª a 8ª séries/3º e 4º ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1997.

BOHN, H., VANDRESEN, P.(org). Tópicos de Lingüística Aplicada: o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988.

CARMAGNANI, A. M. & GRIGOLETO, M. (orgs.). Inglês como língua estrangeira: identidade, práticas e textualidade. São Paulo: Humanitas, FFCHL, USP, 2001.

CORACINI, M. J. O jogo discursivo na sala de aula: língua materna e língua estrangeira. São Paulo: Pontes, 1995.

DUTRA, Deise P. e MELLO, Heliana. Gramática e vocabulário no ensino de inglês: novas perspectivas. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, POSLIN, 2004.

JORDÃO, C., GIMENEZ, T. & ANDREOTTI, V. Perspectivas educacionais e o ensino de inglês na escola pública. Pelotas: Educat, 2005.

LIGHTBOWN, Patsy M. & SPADA, Nina. How languages are learned. Oxford: Oxford University Press, 1999.

PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org.). Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2005.

RICHARDS, Jack C. & RENANDYA, Willy A. Methodology in language teaching: an anthology of current practice. Cambrige University Press, 2002.

SIGNORINI, I. (org). Língua(gem) e Identidade. São Paulo: Mercado de Letras, 1998.

PROFESSOR II - MATEMÁTICA

Fundamentos teóricos e problemas relacionados ao ensino e à aprendizagem dos seguintes temas: Conjuntos numéricos. Conceito, operações e propriedades; Problemas. Razão e proporção. Porcentagem. Medidas de comprimento, área, volume, massa e tempo; Pensamento algébrico; Matemática financeira: juros simples e compostos; Geometria plana e espacial. Estatística e probabilidade: análise e interpretação de informações expressas em gráficos e tabelas, cálculo de medidas de tendência central. Tratamento da informação; Uso de jogos e material manipulativo na educação matemática; Novas tecnologias e educação matemática.

Bibliografia Sugerida:

BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.

BARBOSA, Ruy M. Descobrindo a Geometria Fractal: para a sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2002.

BASSANEZI, Rodney. Ensino-aprendizagem com Modelagem Matemática. São Paulo: Contexto, 2002.

BICUDO, M. A. V. Pesquisa em Educação Matemática. São Paulo: Editora da UNESP, 1999.

BORBA, Marcelo C.; PENTEADO, Miriam G. Informática e Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2001.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental Parâmetros Curriculares Nacionais. Matemática. 5ª a 8ª séries/3º e 4º ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1997.

CAMPOS, M.A.; LIMA, P. F. Introdução ao tratamento da informação nos ensinos fundamental e médio. São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional, 2005.

DEWDNEY, A. K. 20.000 léguas matemáticas: Um passeio pelo misterioso mundo dos números. RJ: Jorge Zahar Ed., 2000.

ELKONIN, D. B. Psicologia do jogo. Tradução Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

FERREIRA, Mariana Kawall Leal. (org) Idéias Matemáticas em povos culturalmente distintos. São Paulo: Global, 2002.

KRULIK, S. REYS, R. A resolução de problemas na matemática escolar. São Paulo: Atual, 1998.

LINDQUIST, M. et al. (org.) Aprendendo e ensinando geometria. São Paulo: Atual, 1994.

MOYSÉS, Lúcia. Aplicações de Vygotsky à Educação Matemática. Campinas: Papirus, 1997

NUNES, Terezinha, CAMPOS, Tânia Maria Mendonça, MAGINA, Sandra & BRIAN, Peter. Educação Matemática. São Paulo: Cortez, 2005.

PONTE J. P, BROCADO, J e OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas em sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

SMOLLE, Kátia Stocco e DINIZ, Maria Ignez. Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.

PROFESSOR II - PORTUGUÊS

A leitura e a produção de textos na escola (O processo de leitura; A leitura nos textos didáticos; A formação do leitor literário; O processo de produção de textos; Texto, textualidade, textualização; Gêneros textuais; As relações entre oralidade e escrita); O ensino de gramática (Concepções de gramática e suas implicações teóricas e pedagógicas; Problemas que envolvem o ensino de gramática: conteúdos e perspectivas; Relação entre sistema fonológico e sistema ortográfico; Estudo do período e da oração: aspectos sintáticos e semânticos); A variação lingüística como fenômeno inerente ao uso da língua em diferentes situações de interação.

Bibliografia Sugerida:

ANTUNES, Irandé Costa. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. (Na Ponta da Língua, 13)

AZEREDO, José Carlos de Língua Portuguesa em debate - conhecimento e ensino. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 2001

BAGNO, Marcos. Português ou Brasileiro? - um convite à pesquisa. São Paulo: Parábola, 2001.

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001.

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? Sociolingüística e educação. São Paulo: Parábola, 2005. (Linguagem,11)

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 46. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005.

COSTA VAL, M. Graça, BARROS, Gladys (Org.). Reflexões sobre práticas escolares de produção de texto: o sujeito-autor. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. v. 1. 200 p.

DIONÍSIO, Ângela Paiva et al (org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.

DIONÍSIO, A. P.; BEZERRA, M. A. O livro didático de português - múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001.

ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica; brincando com a gramática. São Paulo: Contexto, 2001.

KLEIMAN, Ângela, MORAES, S. E. Leitura e interdisciplinaridade – tecendo redes nos projetos da escola. Campinas: Mercado de Letras, 1999.

KOCH, Ingedore Villaça, ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.

MARCUSCHI, Luiz Antônio Da fala para a escrita. Atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

MORAIS, Artur Gomes de (org.). O aprendizado da ortografia. Belo Horizonte, CEALE/Autêntica, 1999. (Linguagem e Educação)

PAIVA, Aparecida, MARTINS, Aracy, PAULINO, Graça, VERSIANI, Zélia (orgs.). Literatura e letramento – espaços, suportes e interfaces – o jogo do livro. Belo Horizonte/CEALE, 2003.

SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática Ensino Plural. São Paulo: Cortez, 2003.

PROFESSOR DE SOCIOLOGIA

1 – SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

1.2 – A expansão do capitalismo e a industrialização das nações

1.2.1 – Países industriais e países agrários

1.2.2 – O capitalismo no século XX

1.2.3 – Relações de dependência entre as nações

1.2.4 – As elites empresariais e a formação dos Estados nacionais

1.3 – As teorias do desenvolvimento

1.3.1 – As etapas do crescimento econômico

1.3.2 – Desenvolvimento e tradicionalismo

1.3.3 – A abordagem dualista do desenvolvimento

1.3.4 – Periferia e marginalidade

1.3.5 – A desigualdade social e o subdesenvolvimento econômico

1.3.6 – Países em desenvolvimento

2 – SOCIOLOGIA BRASILEIRA

2.1 – O Brasil colonial

2.3 – A cultura da corte e o Brasil imperial no século XIX

2.4 – A instauração da República e o advento da burguesia nacional

2.5 – A era Vargas e o integralismo

2.6 – JK e o desenvolvimento industrial

2.7 – O golpe militar de 1964

2.8 – Os anos 80 e a redemocratização do país

3 – SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA

3.1 – A questão da pobreza

3.1.1 – Desigualdade e pobreza

3.1.2 – Diferenciação, oposição e concorrência entre os grupos sociais

3.1.3 – A responsabilidade do Estado e do sistema econômico

3.1.4 – Urbanização e criminalidade

3.1.5 – O estigma da pobreza

3.1.6 – A luta contra a pobreza

3.2 – A questão das minorias

3.2.1 – Massificação e diferenciação sociocultural

3.2.2 – A maioria e a idéia de normalidade social

3.2.3 – O preconceito e as diferenças de classe social

3.3 – O século XXI e as novas tendências sociais

3.3.1 – Globalização e regionalismo

3.3.2 – Pobreza e abundância econômica

3.3.3 – As transformações do Estado nacional

3.3.4 – Nacionalismo e novas identidades

3.3.5 – O valor do trabalho e a produtividade

3.3.6 – Individualismo e solidariedade

3.3.7 – Fragmentação e totalidade

Bibliografia Sugerida:

ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposição no Brasil (1964 – 1984). Petrópolis: Vozes, 1984.

AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da super-modernidade. Campinas: Papirus, 1994.

BRESSER PEREIRA, Luiz C. A economia do subdesenvolvimento industrializado. Estudos Cebrap, 14. São Paulo, Ed. Brasileira de Ciências / Brasiliense, out./ nov./ dez. 1976.

CARDOSO, Fernando Henrique. Ideologías de la burguesía industrial en sociedades dependientes. Buenos Aires: Siglo XXI, 1972.

__________ . Política e desenvolvimento em sociedades dependentes. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.

CERTEAU, Michel de. A cultura no plural. Campinas: Papirus, 1995.

CHINOV, Ely. Sociedade: uma introdução à sociologia. São Paulo: Cultrix, 1991.

COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1997.

DAHRENDORF, Ralf. As classes e seus conflitos na sociedade industrial. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1982.

FARIA, Vilmar. Pobreza urbana, sistema urbano e marginalidade. Estudos Cebrap, 9. São Paulo, Ed. Brasileira de Ciências / Brasiliense, jul./ ago./ set. 1974.

FERNANDES, Florestan. Sociedade de classes e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento e o futuro do Terceiro Mundo. Argumento, ano 1, n. 1. Rio de Janeiro, Paz e Terra, jan. 1974.

IANNI, Otávio. Estado e planejamento econômico no Brasil (1930 – 1970). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.

__________ . A sociedade global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1993.

OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. Estudos Cebrap, 2. São Paulo, Ed. Brasileira de Ciências / Brasiliense, out. 1972.

PEREIRA, Luiz. Ensaios de sociologia do desenvolvimento. São Paulo: Pioneira, 1970.

PINHEIRO, Paulo Sérgio; POPPOVIC, Malak El-Chichini; KAHN, Túlio. Pobreza, violência e direitos humanos. Novos Estudos Cebrap, 39. São Paulo, Cebrap, jul. 1994.

PRADO JR., Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1965.

SILVA QUEIROZ, Renato da. Não vi e não gostei; o fenômeno do preconceito. São Paulo: Moderna, 1996.

SODRÉ, Nelson Werneck. Síntese da história da cultura brasileira. 14. ed., São Paulo: Difel, 1986.

PEDAGOGO – ORIENTAÇAO

Fundamentos Filosóficos para a formação e atuação do Orientador Educacional. Funções do Orientador Educacional. Princípios éticos na atuação do Orientador Educacional. Visão crítica da Orientação Educacional no Brasil. O espaço da Orientação Educacional na Educação. Intervenção psicopedagógica do Orientador Educacional e as relações significativas. Projeto político-pedagógico. Avaliação da Aprendizagem. Projetos de integração na escola. Diversidade na escola: desigualdades socioeconômicas, gêneros, etnias, desenvolvimentos cognitivos, orientação sexual. Pedagogia de Projetos.

Bibliografia Sugerida:

ABRAMOWICH, AC. Moll, J. (org). Para além do fracasso escolar. São Paulo: Papirus, 2000.

AQUINO, J. G. (org.). Erro e fracasso na escola. São Paulo: Summus, 1997.

BRASIL, Lei nº 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil Brasília, DF, 1996.

BRASIL, SEF / MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, SEF/MEC. 1998.

CANDAU, Vera Maria et. Alli. Escola e Violência. Rio de Janeiro: DPJA, 2001.

CIACAGLIA, Lia Renata at alii. Orientação Educacional na Prática: Princípios, Técnicas e Instrumentos. São Paulo: Pioneira – 1997.

DECLARAÇÃO MUNDIAL sobre Educação para Todos e Plano de Ação para Satisfazer as Necessidades Básicas de Aprendizagem. Jomtien/Tailândia, 1990.

DECLARAÇÃO DE SALAMANCA e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Salamanca/Espanha, 1994,

ESTEBAN, Maria Teresa (org) Avaliação: Uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: DPJA, 2003.

FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez Editora, 1999.

FERREIRO, Emília & TEBEROSKI, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre, Artmed, 1985.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1999.

GRINSPUN, Mirian P.S.Z. A Orientação Educacional Conflitos de Paradigmas e alternativas para escola. São Paulo: Cortez, 2001.

GRINSPUN, Mirian P.S.Z. Supervisão e Orientação Educacional / Perspectiva de Integração na escola. São Paulo: Cortez, 2003.

HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

LA TAILLE Yves de; OLIVEIRA , Marta Kohl de; e DANTAS Heloisa. Piaget, Vygotsky e Wallon Teorias. Psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

LEI FEDERAL nº 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente

LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. São Paulo: Vozes, 2005.

LUCKESI, Cipriano. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Campinas. São Paulo: Papirus, 1996.

MANTOAN, Maria Tereza Egler & PRIETO, Rosângela Gavioli. Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006.

MORIN, Edgard. A cabeça bem feita: Repensar a Reforma, reformar o Pensamento. Rio de Janeiro: Editora Bertrand, 2002.

NEVES, Iara C. B. et al (org.). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 1998.

NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Interdisciplinaridade Aplicada. Editora Érica Ltda. Plano Nacional de Direitos Humanos.

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Aprendizagem e desenvolvimento – um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2003.

PACHECO, José; EGGERTSDÓTTIR, Rosa; MARINÓSSON, Gretar. Caminhos para a Inclusão: um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

SILVA, Nelson Pedro. Ética, indisciplina e violência nas escolas. São Paulo: Vozes, 2004.

SOLÈ, Isabel. Orientação Educacional e Intervenção Psicopedagógica. Porto Alegre: Art Med, 2000.

VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do Trabalho Pedagógico. Do Projeto Político-pedagógico ao Cotidiano da Sala de Aula. São Paulo: Libertad, 2002.

VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2006.

VEIGA, Ilma Passos (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1998.

VYGOTSKY, L.V. Pensamento e Linguagem. SP: Martins Fontes. 1987.

PEDAGOGO – SUPERVISOR ESCOLAR

Pensamento pedagógico brasileiro: concepções e tendências pedagógicas na prática escolar. Os grupos sociais na escola: integração, controle e disciplina. A democratização da escola: autonomia, autogestão, participação e cidadania. Políticas Educacionais Brasileira para a Educação Básica. A Legislação Federal, a LDBEN e os PCNs. Currículo como construção sócio-histórica. Planejamento, execução e avaliação das ações na escola. A postura ética na ação educacional do profissional de Supervisão Escolar.; Acompanhamento do trabalho pedagógico e da avaliação dos alunos. O Cotidiano Escolar: o educador, o educando e suas relações. Organização e orientação do processo ensino-aprendizagem. Desenvolvimento e aprendizagem: as contribuições de Piaget e de Vygotsky. A integração do trabalho do supervisor escolar com os demais profissionais envolvidos no sistema: a participação do profissional no aperfeiçoamento das equipes escolares. Direito à educação constituído na legislação brasileira.

Bibliografia Sugerida:

Legislação Federal

Constituição da República Federativa do Brasil – artigos 205 a 214, 217 e 225.

Emenda Constitucional nº 14, de 12 de setembro de 1996.

Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, e dá outras providências – arts. 7º a 24; 53 a 69; 86 a 89; 131 a 140.

Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996 – estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Lei nº 11.114, de 16 de maio de 2005 – Altera os artigos 6º, 30, 32 e 87 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, com o objetivo de tornar obrigatório o início do Ensino Fundamental aos 06 (seis) anos de idade.

Resolução CNE/CEB n 02, de 07 de abril de 1998 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 01, de 31 de janeiro de 2006 – Altera a Alínea “B” do Inciso IV do Artigo 3º da Resolução CNE/CEB nº 02/98, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB n 1, de 05 de julho de 2000 – Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos.

Resolução CNE/CEB n 02, de 11 de setembro de 2001 – Institui diretrizes nacionais para a Educação Especial na Educação básica.

Legislação Estadual

Resolução CEE/MG nº 451, de 27 de maio de 2003 – Fixa normas para a Educação Especial no Sistema Estadual de Ensino.

Resolução CEE/MG nº 444, de 24 de abril de 2001 – Regulamenta a Educação de Jovens e Adultos.

Resolução SEE/MG nº 521, de 02 de fevereiro de 2004 – Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá outras providências.

Bibliografia Sugerida:

ALVES, Nilda e outros. Educação e Supervisão – o trabalho coletivo na escola. São Paulo: Cortez, 2003.

CANDAU, Vera Maria (org.). Reinventar a escola. Petrópolis: Editora Vozes, 2000.

DAVIS, Claudia; Oliveira, Zilma. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez, 1990.

DECLARAÇÃO MUNDIAL sobre Educação para Todos e Plano de Ação para Satisfazer as Necessidades Básicas de Aprendizagem. Jomtien/Tailândia, 1990.

DECLARAÇÃO DE SALAMANCA e linha de ação sobre necessidades educativas especiais.

DEMO, Pedro. A Nova LDB – Ranços e Avanços. São Paulo: Papirus, 2001.

FREIRE, Paulo. Pedagogia de Autonomia: saberes necessários à prática educativa, 19ª ed, SP, Paz e Terra, 2001.

GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1999.

GADOTTI, Moacir. Pensamento Pedagógico Brasileiro. São Paulo: Ática.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio, uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Editora Mediação, 1998.

GRINSPUN, Mirian P.S.Z. Supervisão e Orientação Educacional / Perspectiva de Integração na escola. São Paulo: Cortez, 2003.

HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

LIBANEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola. São Paulo: Alternativa, 2004.

MOREIRA, Antonio Flávio (org.). Currículo: política e práticas. São Paulo: Papirus, 1999.

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Aprendizagem e desenvolvimento – um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2003.

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Documento Introdutório. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

PASSOS, Ilma (org.). Projeto Político-Pedagógico da Escola: uma construção possível. São Paulo: Papirus, 2002.

PIMENTA, Selma Garrido. Pedagogia e Pedagogos: caminhos e perspectivas. São Paulo: Cortez, 2002.

RANGEL, Mary. Supervisão Pedagógica: princípios e práticas. Campinas: Papirus, 2001.

SILVA JUNIOR, Celestino e RANGEL, Mary. Nove olhares sobre a supervisão. São Paulo: Papirus, 1997.

SILVA, Tomás Tadeu da. Documentos de identidade. Uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do Trabalho Pedagógico. Do Projeto Político-pedagógico ao Cotidiano da Sala de Aula. São Paulo: Libertad, 2002. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2006.

ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: Como ensinar. Porto Alegre: Editora Artmed, 1998.

CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR - ESPECÍFICAS

ASSISTENTE SOCIAL

Conteúdo Programático:Política pública e saúde; Participação popular e saúde: educação e saúde; Controle social na saúde: Conselhos de Saúde, movimentos sociais, estratégias de organização da sociedade civil, terceiro setor; Promoção à saúde e qualidade de vida; Organização de serviços; Distrito Sanitário, territorialização; Epidemiologia e planejamento de ações de saúde; Serviço Social e Saúde; Programa de Saúde da Família. A Reforma Psiquiátrica no Brasil.

Bibliografia sugerida:

ABOU -YD M, Lobosque AM. A cidade e a loucura: entrelaces. In: Dos Reis e AT et al (org). Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte: Reescrevendo o público. Xamã Editora, São Paulo, 1998.

Arretche, Marta T. H. Federalismo no Brasil: descentralização e políticas sociais. Fundap. São Paulo.

BARROCO, Maria Lúcia. Os fundamentos ontológicos do Código de 1993. In: Ética e Serviço Social - Fundamentos Ontológicos. São Paulo, Cortez, 2001, p.199-208.

BRAVO, Maria Inês, MATOS, Maurílio. Reforma Sanitária e projeto ético-político do Serviço Social: elementos para o debate. In: BRAVO, Maria Ines et al. Saúde e Serviço Social. São Paulo: Cortez, Rio de Janeiro, UERJ, 2004, p.25,47.

Bravo, M.I.S. Serviço Social e reforma sanitária: lutas e práticas profissionais. São Paulo/Rio de janeiro: Cortez/ UFRJ, 1996.

BRAVO, Maria Inês Souza, ANDRADE, Vera Regina Gonçalves, et alli. Controle Social na Saúde: Uma Demanda do Serviço Social. Texto: Caderno de Comunicações, 1° Encontro de Serviço Social na Esfera da Seguridade Social no Brasil – CRESS, 6ª Região.

Código de Ética de 1993.

COHN, Amélia., ELIAS, Paulo Eduardo. Saúde no Brasil, Políticas e Organização de Serviços. Editora Cortez, São Paulo, CEDEC.

DAGNINO, Evelina (org.). Os Movimentos Sociais e a Emergência de Uma Nova Noção de Cidadania. Pp. 101/115: Anos 90, Política e Sociedade no Brasil. Editora Brasiliense, 1994, São Paulo.

Draibe, Sonia Maria. As políticas sociais nos anos 90. In: Baumann R.(org) Brasil: uma década em transição. Ed Campus. são Paulo.

Ferreyra, Sonia Edit. La calidad de vida como concepto: sua utilización en el accionar de los trabajadores sociales em el ámbito de la salud. In: Serviço Social e Sociedade 74. julho de 2003.Coretez Editora.

FIOLHO, Naomar de Almeida, ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à Epidemiologia Moderna. Capítulo I, 2a Edição, COOPMED/PCE/ABRASCO, 1992.

IAMAMO, M.V., CARVALHO, R. Relações Sociais e Serviço Social. Editora Cortez, 2004.

Lei Federal nº 10.216, de 06/04/2001 Disponível no site da Inverso: www.inverso.org.br link legislação brasileira/leis federais

Lei Número 8.742: Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, 07/12/93.

LOBOSQUE A.M. Clínica em movimento: o cotidiano de um serviço substitutivo em Saúde Mental. In: Clínica em movimento: por uma sociedade sem manicômios. Rio de Janeiro. Editora Garamond, 2003.

MARCOVITCH, Jacques. Da Exclusão à Coesão Social: Profissionalização do Terceiro Setor. Pp. 121/130: 3° Setor: Desenvolvimento Social Sustentado. Editora Paz e Terra.

MENDES, Eugênio Vilaça. Uma Agenda para a Saúde. Capítulo IV, Editora Hucitec, São Paulo, 1996.

Merly E. E. e Onocko, R (orgs) Agir em saúde:um desafio para o público. São Paulo: Editora Hucitec. 1997

misocksy, M. C. 1994. A medicina de família, os ouvidos do príncipe e os compromissos do SUS. Saúde em Debate. 42.

MONNERAT, G., SENNA, M., SOUZA, R. Entre a formulação e a implementação: uma análise do Programa de Saúde da Família. In: BRAVO, Maria Ines et al. Saúde e Serviço Social. São Paulo: Cortez, Rio de Janeiro, UERJ, 2004, p.97,116.

PAIVA, Beatriz, SALES, Miome. A Nova Ética Profissional: Práxis e Princípios. In: Bonetti, D., Silva, M., Sales, M., Gonelli, V. (org.) Serviço Social e Ética - Convite a uma nova práxis. São Paulo, Cortez, 1996, p.174-208.

SARACENO B, ASIOLI F, TOGNONI G. Manual de Saúde Mental: Guia básico para atenção primária. São Paulo, Hucitec, 1994

SOUZA, C. e CARVALHO, I. M. M. Reforma do Estado, descentralização e desigualdades. Lua Nova. 48.

TEIXEIRA, M., NUNES, S. A interdisciplinaridade no programa de saúde da família: uma utopia?. In: BRAVO, Maria Ines et al. Saúde e Serviço Social. São Paulo: Cortez, Rio de Janeiro: UERJ, 2004, p.117,132.

BIOQUÍMICO

Conteúdo Programático:

1. PARASITOLOGIA CLÍNICA

1.1. Patogenia, sintomatologia, epidemiologia, profilaxia e diagnóstico das parasitoses humanas.

1.2. Fundamento das técnicas utilizadas no diagnóstico das parasitoses humanas.

2. MICROBIOLOGIA CLÍNICA

2.1. Enterobacteriaceae, Mycobacteriacea e Streptococaceae: patologia, profilaxia e diagnóstico laboratorial.

2.2. Meios de cultura para bacteriologia: generalidades, métodos de coloração.

3. BIOQUÍMICA CLÍNICA

3.1. Causas de variação nas determinações laboratoriais: a preparação do paciente. Variações e erros devidos à amostra biológica.

3.2. Fotometria em Bioquímica Clínica: conceito, tipos, leis de fotometria, aplicação nas análises clínicas, transmitência, absorbância, curva e fator de calibração.

3.3. Técnicas, fundamentos químicos e interpretação clínica das dosagens de: glicose, hemoglobina glicolisada, uréia, ácido úrico, creatinina, colesterol e frações, triglicérides, proteínas totais e albumina, bilirrubina total, direta e indireta. Fosfatases: ácida e alcalina, amilase, creatinofosfoquinse, desidrogenase lática. Transminases: glutânico-oxalacética e glutânico-pirúvico. Urinálise: fundamentos químicos, interpretação das análises.

4. HEMATOLOGIA CLÍNICA

4.1. Interpretação clínica de eritrograma e hemograma: valores de referência. Índices hematimátricos. Hematoscopia normal e patológica. Alterações qualitativas e quantitativas.

4.2. Anemias.

4.3. Leucoses: Alterações no sangue periférico.

4.4. Imuno-hematologia: exames laboratoriais para classificação sangüínea e doenças auto-imunes.

4.5. Coagulação e hemostasia: diagnóstico laboratorial das doenças vasculares, plaquetárias e das principais coagulopatias.

4.6. Coleta e métodos de coloração para exames hematológicos.

5. IMUNOLOGIA CLÍNICA

5.1. Diagnóstico imunológico das infecções bacterianas (salmonelose, brucelose, sífilis);

5.2. Diagnóstico imunológico das infecções virais: mononucleose infecciosa, hepatites, rubéola, AIDS, rotavírus, citomegalovírus; Imunofluoerescência para Toxoplasmose e Doenças de Chagas.

Bibliografia sugerida:

FERREIRA, W. A. & ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico laboratorial das principais doenças infecciosas e autoimunes. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

HENRY, J. B. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos Laboratoriais. São Paulo: Ed.Manole, 1999.

LEVINSON, W. & JAWETZ, E. Microbiologia médica e Imunologia. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

LIMA, O., CANÇADO, R. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica – técnica e interpretação. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

LORENZI, T.F. Manual de hematologia. 2 ed. São Paulo: Médica e Científica, 1999.

NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2005.

RAVEL, R. Laboratório clínico – aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.

VOET, D., VOET, J. G. & PRATT, C. W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002.

DENTISTA – PSF

Conteúdo Programático:

1. Política Nacional de Saúde Bucal: Programa Saúde da Família

2. Prática odontológica baseada na promoção de saúde: epidemiologia das doenças bucais: educação para saúde e métodos preventivos.

3. Biossegurança em odontologia: técnicas de acondicionamento, desinfecção e esterilização do material e ambiente; doenças ocupacionais, controle de infecção, medicamentos.

4. Semiologia: Anamnese, métodos e técnicas de exame, diagnóstico, plano de tratamento.

5. Estomatologia: Patologias intra extra-ósseas da cavidade bucal – características clínicas, diagnóstico e tratamento. Manifestações bucais de doenças sistêmicas. Câncer bucal: fatores de risco, prevenção e detecção precoce; lesões cancerizáveis. Doenças sexualmente transmissíveis.

6. Farmacologia e terapêutica: Bases farmacológicas da terapêutica medicamentosa em odontologia; prevenção e controle da dor; uso clínico de medicamentos; mecanismos de ação e efeitos tóxicos dos fármacos, receituário.

7. Anestesiologia: Considerações anatômicas da cabeça e pescoço; técnicas e soluções anestésicas; acidentes: risco e prevenção; indicações, contra-indicações; emergências.

8. Cariologia: epidemiologia, diagnóstico, patologia e prevenção da cárie dentária.

9. Dentística: Diagnóstico; técnicas, materiais restauradores e de proteção do complexo dentina-polpa; tratamento não invasivos.

10. Radiologia: Técnicas, equipamentos e interpretação.

11. Periodontia: prevenção, diagnóstico e tratamento dos problemas periodontais.

12. Endodontia: Topografia da cavidade pulpar e periápice: diagóstico e tratamento das alterações pulpares e periapicais; traumatismos e emergências

13. Prótese: Diagnóstico, plano de tratamento, técnicas, materiais, prótese fixa e removível.

14. Cirurgia: Procedimentos cirúrgicos de pequeno e médio porte; urgências e emergências. Traumatismo.

15. Odontopediatria: Diagnóstico e tratamento das afecções bucais em crianças e adolescentes, anonmalias do desenvolvimento

16. Oclusão: fundamentos biológicos; crescimentos e desenvolvimento corio facial e da oclusão; classificação das má-oclusões; dor e disfunção têmporo-mandibular.

17. Pacientes portadores de necessidades especiais: Paralisia cerebral: aspectos médicos e odontológicos; síndrome de down, aspectos clínicos e psicopedagógicos; síndromes e má-formações, doenças endócrinas, doenças hematológicas, medicamentos: ansiolíticos, hipnóticos, anticonvulsivos, estabilizadores de humor.

18. Ética em odontologia e trabalho em equipe.

Bibliografia sugerida:

ANDRADE, E.D. Terapêutica medicamentosa em odontologia, Artes Medicas, 1999.

BARATIERI, L. N. et al. Odontologia Restauradora - Fundamentos e Possibilidades. 1 ed. São Paulo: Livraria Santos Editora Com. Imp. Ltda, 2001.

BATISTA, Wilson Mendes; BONFANTE, Gérson. Fundamentos de Estética em Odontologia. 2ª ed. São Paulo, Editora Santos. 1996.

BENNETT. C. R. Anestesia Local e Controle da Dor na Prática Dentária. 7 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 1989

BONACHELA,W. Planejamento em Reabilitação Oral com Prótese Parcial Removível, 1º edição, São Paulo, Ed. Santos, 1998.

BRASIL, Ministério da Saúde, A política nacional de saúde bucal no Brasil: resgate de uma conquista histórica. 2006. Disponível em dtr2004.saude.gov.br/dab/saudebucal/publicacoes/serie_tecnica_11_port.pdf

PINTO, V. G. Saúde Bucal Coletiva. 4 ed. São Paulo: Ed. Santos, 2000

BRASIL, Ministério da Saúde, Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal, 2004 Disponível em dtr2004.saude.gov.br/dab/saudebucal/brasil_sorridente.php

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Prático do Programa Saúde da Família: manual de orientação sobre o programa de saúde da família. Departamento da Atenção Básica. Brasília, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Serviços Odontológicos. Prevenção e Controle de Risco. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Editora Anvisa. 2006 Disponível em dtr2004.saude.gov.br/dab/saudebucal/publicacoes/manual_odonto.pdf. Acesso em 08/11/06

BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação Nacional de DST e Aids: Controle de infecção e a prática odontológica em tempos de Aids: manual de condutas. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.118p.

BUSATO, ALS. Dentística: Filosofia, Conceitos e Prática Clínica. São Paulo: Ed. Artes Médicas, 2005, 377p

CROMG: Código de Ética dos Profissionais de Odontologia.

COHEN, S., BURNS, R. C. Caminhos da Polpa. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

COLEMAN, G. C., NELSON, J. F. Princípios de diagnóstico bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

CORREA, G.A. Prótese total passo a passo. São Paulo: Editora Santos, 2005

DE DEUS, Q. D. Endodontia. Rio de Janeiro: Medsi,1992.

FORNIOL, F. A. Pacientes especiais e odontologia. São Paulo: Santos, 1998.

FREITAS, Agnaldo. ROSA, José Eder; SOUZA, Iéleo Faria. Radiologia Odontológica. 5 ed. Artes Médicas, 2000.

GRAZIANI, M. Cirurgia buco maxilo facial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.

GUIMARÃES JÚNIOR, J. Biossegurança e controle de infecção cruzada em consultório odontológico. São Paulo, Editora Santos, 2001.

GUANDALINI, Sérgio Luiz; MELO, Norma Suely Falcão de Oliveira; SANTOS, Eduardo Carlos de Peixoto. Biossegurança em Odontologia. 2ª Ed. Curitiba: Odontex, 1999.

GUEDES PINTO, A.C. Odontopediatria. 6 ed. São Paulo: Editora Santos. 2000

KRAMER, P. F. Promoção de Saúde Bucal em Odontopediatria: Diagnóstico, prevenção e tratamento da cárie bucal, São Paulo, Artes Médicas, 1997.

KRIGER, L. ABOPREV: Promoção de Saúde Bucal. 3 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2003. 504 p.

KRUGER,G. Cirurgia Bucal e maxilo facial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1984.

LINDHE, J. Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia Oral. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 1013p.

MACIEL, Roberto M. Oclusão e ATM. Procedimentos clínicos. Editora Santos. 1996

MALAMED, Stanley. Manual de anestesiologia local. 5ed. Editora Mosby-Elsevier. 2005.

MONDELLI, J. Dentística: Procedimentos Pré-Clínicos. 3 ed. São Paulo: Livraria Editora Santos, 2004, 266p

MUGAYAR, leda Regina Fernandes. Pacientes pordadores de necessidades especiais: manual de odontologia e saúde oral. São Paulo: Pancast, 2000.

NEVILLE, B.W., DAMM,D.D., ALLEN, C.M., BOUQUOT, J.E. Patologia oral & Maxilofacial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

PEGORARO, Luiz Fernando. Prótese Fixa. Série EAP-APCD, vol. 7. São Paulo: Artes Médicas. 1998.

PERTES, Richard A; GROSS, Sheldon G. Tratamento clínico da DTM e da Dor orofacial. Quintessence, 2005.

PETERSON, L. J. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 702p.

RAMFJORD, S. P. MAJOR, A .J. Periodontologia e Periodontia. Sâo Paulo: Santos, 1991.

RIO, Licínia Maria Souza Pires do; RIO, Rodrigo Pires do. Manual de ergonomia odonotlogica. 2 ed. Belo Horizonte: Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais. 2001

SHILLINGBURG, H.T. et al: Fundamentos de prótese fixa. 3 ed. Quintessence

TOLEDO O.A. Odontopediatria: Fundamentos para a prática clínica. 3 ed., São Paulo: Premier, 2005.

TURANO, J.C. Fundamentos de Prótese Total. São Paulo: Quintessence, 1998.

ENFERMEIRO – 40 H / ENFERMEIRO PLANTONISTA

Conteúdo Programático:

1. Ética e Legislação Profissional;

2. Saúde da Família e estratégia de organização da Atenção Básica;

3. Diagnóstico, planejamento e prescrição das ações de enfermagem;

4. Políticas institucionais de Humanização da Assistência;

5. Epidemiologia e vigilância em saúde;

6. Biossegurança. Prevenção e controle da população microbiana;

7. Programa nacional de imunização;

8. Programas de Atenção à saúde da criança, adolescente, mulher, adulto, idoso e saúde mental;

9. Assistência de Enfermagem na prevenção e controle de doenças infecto contagiosas (Programa Nacional de controle à Hanseníase e Programa Nacional de Controle à Tuberculose), sexualmente transmissíveis e de doenças crônicas e degenerativas;

10. Noções de assistência de Enfermagem nas alterações clínicas em principais situações de urgência e emergência (pré-hospitalar e hospitalar);

11. Cuidados de Enfermagem em tratamentos de feridas e prevenção de lesões cutâneas;

12. Princípios da administração de medicamentos e cuidados de Enfermagem relacionados à terapêutica medicamentosa;

13. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) – Sistemas de Classificação da Prática Profissional do Enfermeiro;

Bibliografia sugerida:

ANVISA – RDC 306 – 2004, que dispõe sobre gerenciamento de produção de resíduos;

BORGES, Eline Lima et al. Feridas: Como tratar. Belo Horizonte: COOPMED, 2001.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 648, Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 28/03/2006.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde. Brasília, 2004.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Rede de Frio. 3. ed., Brasília, 2001. 80p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3. ed., Brasília, 2001. 68p.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4. ed., Brasília, 2001. 316p.

MINAS GERAIS, Secretaria da Saúde. Informe técnico - Manual de Vacina na Adolescência. Elaborado por: Dr. José Geraldo Leite Ribeiro, Dra. Vanessa Guerra de Moura Von Sperling. SES, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose. Cadernos de Atenção Básica, n. 5. Brasília, DF, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Guia para o Controle da Hanseníase. Cadernos de atenção Básica, n. 10. Brasília, DF, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus: Protocolo; Cadernos de Atenção Básica nº 7. Brasília, 2001

BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência ao Pré Natal : Manual Técnico. Brasília, 2000.

BRASIL, Ministério da Saúde. Controle do Câncer Cérvico - Uterino e de Mama. 2. ed., Brasília, 1989.

BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Área técnica de Saúde da Mulher. Assistência em Planejamento Familiar: Manual Técnico. 4ª Edição, Brasília, 2002.

BRASIL , Ministério da Saúde. Urgências e Emergências Maternas: Guia para diagnóstico e conduta em situações de risco de morte materna. Brasília, Ministério da Saúde / FEBRASGO, 2000. 118p.

BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis. 3ª Edição. Brasília, 1999

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde; Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança: Acompanhamento do crescimento e Desenvolvimento Infantil. Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Aleitamento Materno e Orientação Alimentar para o Desmame. 3. Ed., Brasília, 1986.

BRASIL, Ministério da Saúde. Assistência e Controle das Doenças Diarréicas. Brasília, 1993.

Enfermagem: aspectos éticos e de organização da profissão CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Legislação e Normas .Ano9 – nº1, setembro/2003.

BRASIL, Ministério da Saúde. Programa de Saúde da Família. Brasília : Ministério da Saúde, 2001. 36 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Políticas de educação e desenvolvimento para o SUS: caminhos para a educação permanente em saúde: Pólos de educação permanente em saúde. Brasília. MS, 2004.

Portaria nº 2.529 de 19 de outubro de 2006, que dispõe sobre a internação domiciliar no Âmbito do SUS

BRASIL – Portaria 2048/GM – 5 de novembro de 2002 (site: portal.saude.gov.br)

BRUNNER, Lílian S.; Suddarth, Doris S. Tratado de Enfermagem. 9ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Vol 1,2,3,4.

BRUNNER, Lílian S.; Suddarth, Doris S. Tratado de Enfermagem. 9ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Vol 1,2,3,4.

Conselho Federal de Enfermagem - Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem Resolução do COFEN nº 272/2002 “Dispõe sobre a sistematização da Assistência de Enfermagem”.

COREN – MG. Código de Ética e Deontologia de Enfermagem. Brasília, 2003.

Decreto Lei 94.406/87, de 08 de Junho de 1987. Regulamenta a Lei 7.498, de 25 de Junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da enfermagem e dá outras providências.Disponível: www.conrenmg.org.br. BRASIL

GONÇALVES, AM; SENA, RR. A Reforma psiquiátrica no Brasil: Contextualização e reflexos sobre o cuidado com o doente mental na família. Revista Latino-am. Enfermagem. 2001 março, 9(2):48-55.

MARTINS, S.; SOUTO, Maria Isabel Dutra. Manual de emergências médicas, diagnóstico e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.

OLIVEIRA AC; Infecções Hospitalares - Epidemiologia, Prevenção e Controle - Editora Medsi

SANTOS, E, F. et all Legislação em Enfermagem – Atos Normativos do Exercício e do Ensino de Enfermagem Ed. São Paulo Atheneu, 2002.

SILVESTRE, J.A. e COSTA Neto, M.M. Abordagem do idoso em programas de Saúde da Família. In: Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3); 839 - 847, Mai - Jun, 2003. 2. Atenção Primária

TEIXEIRA, C. F. et al. SUS, Modelos Assistenciais e Vigilância à Saúde. In: MINISTÉRIO DA SAÚDE/CENTRO NACIONAL DE EPIDEMIOLOGIA. Informe epidemiológico do SUS. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, Ano VII, n 2, abr/jun, 1998.

ENFERMEIRO – PSFPrograma Nacional de Imunização (tipos de vacinas, composição, conservação – rede de frio, indicação e contra-indicação, prazo de validade após abertura do frasco, doses e vias de administração), planejamento, organização e operacionalização de campanhas, bloqueios e intensificações de vacinas. Administração e gerência de ser viços de saúde e enfermagem em saúde coletiva. Assistência integral à saúde da criança (avaliação do crescimento e desenvolvimento, aleitamento materno, alimentação básica infantil, desnutrição, controle de doenças diarréicas, infecções respiratórias agudas, programa de controle de asma). Assistência integral à saúde do adolescente. Assistência integral à saúde da mulher (planejamento familiar, atenção ao pré-natal, parto e puerpério, programa nacional de prevenção do câncer de mama e cérvico-uterino). Assistência integral à saúde do adulto e do idoso (assistência aos portadores de doenças crônico-degenerativas, programa nacional de atenção ao diabético e ao hipertenso). Assistência integral à saúde do trabalhador (legislação e patologias). Assistência ingtegral à saúde do portador de sofrimento mental (noções básicas de psicopatologia e psicofarmacologia, legislação nacional e estadual, programa e saúde mental). Assistência integral à saúde do portador de doenças transmissíveis (Programa de prevenção e assistência em doenças sexualmente transmissíveis – DST – AIDS, programa nacional de controle da tuberculose e programa nacional de controle da Hanseníase). Medidas de proteção ambiental coletiva e individual (limpeza, desinfecção, descontaminação, esterilização, uso de equipamentos de proteção individual – EPI). Tratamento e prevenção de lesões cutâneas. Ética / Exercício profissional da enfermagem (legislação).

Bibliografia sugerida:

borges, e.l. e outros. Feridas: como tratar? Belo Horizonte: COOPMED, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Lei nº 10.216/01 In: Legislação em Saúde Mental (1990-2002), 3 ed. Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Lei nº 11.802/95 In: Legislação em Saúde Mental (1990-2002, 3 ed. Brasília, 2002 e posterior Lei nº 12.684, de 01/12/1997.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 2.391, de 26/12/2002 (Regulamentação da internação psiquiátrica involuntária).

BRASIL, Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção à Saúde. Brasília: Secretaria de Assistência à Saúde, Coordenação de Saúde da Comunidade, www.gov.saude.br.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Desenvolvimento Gerencial de Unidades Básicas de Saúde do Distrito Sanitário – Projeto GERUS. Brasília, 1995.

BRASIL, Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus: protocolo. Cadernos de Atenção Básica, n. 7, Brasília, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Cadernos de Atenção Básica, n. 11, Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Assistência pré-natal. Manual técnico, Brasília, 2000.

BRASIL, Ministério da Saúde. Processamentos de artigos e supeerfícies em estabelecimentos de saúde. Brasília. Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar, 1994.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Plano Nacional de Controle da Tuberculose. Manual de normas técnicas. 3 ed. Brasília, 2000.

BRASIL, Ministério da Saúde. Assistência ao planejamento familiar. Manual técnico. 4 ed. Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual Técnico para Controle da Tuberculose. Cadernos de Atenção Básica, n. 5, Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Guia para controle da hanseníase. Cadernos de Atenção Básica, n. 10, Brasília, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais. Brasília, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde do trabalhador. Cadernos de Atenção Básica, n.5, Brasília, 2002.

COREN – MG. Normas, deliberações, decisões e decretos. COREN/MG, 1998 – 2003.

COREN – MG. Código de Ética e Deontologia de Enfermagem. Brasília, 2003.

FONSECA, R. M. G. et al. O uso da epidemiologia na enfermagem em saúde coletiva. Brasília: ABEN, 1997. 78p. (Série Didática: Enfermagem no SUS).

SILVESTRE, J.A. & COSTA Neto, M.M. Abordagem do idoso em programas de saúde da família. In: Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3); 839 – 847, Mai-Jun, 2003.

SMELTZER, Suzanne; BARE, Brenda; BRUNNER & SUDDARTH’S. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. 1 e 2, 2002.

TEIXEIRA, C. F. et al. SUS, Modelos assistenciais e vigilância à saúde. In: MINISTÉRIO DA SAÚDE / CENTRO NACIONAL DE EPIDEMIOLOGIA. Informe epidemiológico do SUS. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, Ano VII, n 2, abr/jun, 1998.

WRIGHT, L. & LEAHEY, M. Enfermeiras e famílias: Um guia para avaliação e intervenção na família. São Paulo: Roca 2002.

ENGENHEIRO CIVIL

Obras de construção civil: planejamento, organização, execução e controle.

Engenharia de avaliações e perícias, perícia judicial e redação de laudos.

Gestão ambiental; controle das poluições hídrica, atmosférica e do solo.

Concreto armado: cálculo estrutural, patologia.

Estradas, pavimentação, fundações e estabilidade de taludes.Bibliografia sugerida:

ALMEIDA,J.R. et al. Perícia Ambiental. Rio de Janeiro: Thex Ed., 2000.

ANDRADE et al. Gestão Ambiental - Enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books, 2000.

BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. São Paulo: Editora Edgar Blücher Ltda. 1996.

CARVALHO, P. A. S. Manual de Geotecnia: Taludes de Rodovias – orientação para diagnóstico e solução de seus problemas. São Paulo: IPT. 1991.

DANTAS, R. A. Engenharia de Avaliações - Introdução à Metodologia Científica. São Paulo: Pini, 2001.

DIAS, Paulo Roberto Vilela. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para obras civis. 2.ed. Curitiba: Copiare, 2000.

______. Engenharia de custos: cálculo do preço de venda de serviços de Engenharia e Arquitetura. 1.ed. Rio de Janeiro: Entreletras. 2000.

FIKER, J.; MEDEIROS JUNIOR, J. R. A Perícia Judicial - Como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini, 1999.

FIKER, J. Avaliação de Imóveis. Manual de Redação de laudos. 1.ed. São Paulo: Pini.

HACHICH W. et al. Fundações – teoria e prática. São Paulo: PINI. 1998.

GOLDMAN P. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil Brasileira. 3.ed. São Paulo: Pini, 2000.

PONTES FILHO, G. Estradas de Rodagem: projeto geométrico. São Carlos: G. Pontes Filho. 1998.

RICARDO, H. S., CATALANI G. Manual prático de escavação: terraplenagem e escavação de rocha. 2.ed. São Paulo: PINI. 1990.

SOUZA V. C. M., RIPPER, T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 1998.

YASIGI, W. A técnica de edificar. 5.ed.São Paulo: Pini, 2003.

FARMACÊUTICO

Conteúdo Programático:

1. Conceito, objetivos e atribuições da Farmácia;

2. Requisitos técnicos e exigências legais para instalação, licenciamento e funcionamento da Farmácia;

3. Farmácia Hospitalar e controle de infecções hospitalares;

4. Germicidas de uso hospitalar: formulações;

5. Seleção e padronização de medicamentos e correlatos;

6. Gestão de estoque – curva ABC – Parâmetros de identificação dos medicamentos para o controle de estoque;

7. Armazenamento de medicamentos e correlatos – exigências legais, normas técnicas e funcionais;

8. Sistemas de dispensação de medicamentos.

8.1. FARMACOLOGIA

8.1.1. Conhecimento quanto à origem, à química, à atividade farmacológica, aos mecanismos de ação, ao emprego terapêutico e à toxicidade dos medicamentos, necessária ao desenvolvimento da assistência farmacêutica;

8.1.2. Farmacologia da dor e da inflamação;

8.1.3. Farmacologia do sistema respiratório;

8.1.4. Farmacologia do sistema digestivo;

8.1.5. Farmacologia do sistema nervoso central, periférico e autônomo;

8.1.6. Farmacologia do sistema cardiovascular;

8.1.7. Farmacologia dos processos infecciosos;

8.1.8. Antimicrobianos.

9. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS/ ATENÇÃO BÁSICA

9.1. Incentivo a assistência farmacêutica;

9.2. Política Nacional de Medicamentos;

9.3. Programas Estratégicos de Responsabilidade do Ministério da Saúde;

9.4. Programas para Aquisição dos Medicamentos Essenciais da Saúde.Bibliografia sugerida:

CARVALHO, E. B. Manual de Suporte Nutricional. Rio de Janeiro: Medsi, 1992. 308p.

FARMACOPÉIA Brasileira. 3. ed. São Paulo: Organização Andrei , 19977. 1 v.

FARMACOPÉIA Brasileira. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 1988. P. 1 e P. 2 (Fascículos 1-4)

GENNARO, A. R. Remington Farmácia. 19 ed. Argentina: Médica Pan América.2 volumes.

GENNARO, A. R. REMINGTON. A ciência e a prática da farmácia. 20 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

GOMES, Maria J. V. Magalhães; REIS, Adriano Max Moreira. Ciências Farmacêuticas: Uma abordagem em farmácia hospitalar. 1ª ed. São Paulo: Editora Atheneu. 2001.

GOODMAN, L. S.; GILMAN, A. As bases farmacológicas da terapêutica. 10 ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2003. 1647p.

HANSTEN, P. D. Interações medicamentosas. 5 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1989. 518p.

HENRY, J. B. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos Laboratoriais. São Paulo: Ed.Manole, 1999.

KATZUNG, B.G.; SILVA, P. Farmacologia básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-koogan, 2006. 854p.

KOROLKOVAS, A. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Guanabara-koogan, 2004.

MARTINS, M. A. Manual de infecções hospitalares: prevenção e controle. Hospital das Clínicas (Belo Horizonte). Rio de Janeiro: Medsi, 1993. 288p.

MARIN, N. Et al. Assistência Farmacêutica para Gerentes Municipais: Brasília; OPAS, 2003.

Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973 Conselho Federal de Farmácia.

Lei nº 6360, de 23 de setembro de 1976 Congresso Nacional ANVISA.

Lei nº 8080, de 19 de setembro de 1990 Congresso Nacional ANVISA.

Lei nº 8142, de 28 de dezembro de 1990 Congresso Nacional ANVISA.

Lei nº 9787, de 10 de fevereiro de 1999 Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998, de Secretaria de Vigilância Sanitária, Ministério da Saúde.

Resolução nº 387, de 13 de dezembro de 2002, Conselho Federal de Farmácia.

Resolução nº 417, de 29 de setembro de 2004, Conselho Federal de Farmácia.

Resolução nº 431, de 17 de fevereiro de 2005, Conselho Federal de Farmácia.

Resolução RDC 328/99 – ANVISA.

Resolução RDC 33/2000 – ANVISA.

Portaria GM/MS nº 3916 de 30 de outubro de 1998. Diário Oficial da União, 1998.

Portaria GM/MS nº 176/99 de 08 de março de 1999. Diário Oficial da União, 1999.

Portaria GM/MS nº 1077/99. Diário Oficial da União, 1999.

FISIOTERAPEUTA

Conteúdo Programático:

1. Anatomia humana: sistemas esquelético, muscular, nervoso, circulatório e respiratório.

2. Fisioterapia humana: neurofisiologia, fisiologia do exercício, fisiologia circulatória e respiratória.

3. Biofísica: respostas fisiológicas do organismo aos seguintes agentes físicos: calor, água, luz, eletricidade, vibrações mecânicas.

4. Cinesiologia: princípios básicos de biomecânica, análise dos movimentos articulares.

5. Fundamentos de traumatologia, ortopedia, reumatologia, neurologia, cardiologia, pneumologia e psicologia.

6. Avaliação funcional: teste da função articular e muscular e espirometria, eletrodiagnóstico, cinesioterapia, mecanoterapia, eletroterapia, termoterapia, fototerapia, fototerapia, hidroterapia.

7. Princípios da prática fisioterapêutica nos diferentes níveis de atuação e especialidades clínicas.

8. Fisioterapia Respiratória Adulto:

8.1. Anatomia do sistema respiratório.

8.2. Fisiologia do sistema respiratório.

8.3. Semiologia e avaliação funcional respiratória.

8.4. Noções de radiologia torácica.

8.5. Fisiopatologia respiratória: doenças pulmonares obstrutivas e restritivas. 6. Técnicas e recursos terapêuticos para desobstrução das vias aéreas e re - expansão pulmonar.

8.6. Fisioterapia respiratória no trauma torácico e nas cirurgias abdominais, torácicas e neurológicas.

8.7. Patologias: pneumonia, bronquite, enfisema, asma, bronquectasia, doenças da pleura, lesão pulmonar aguda, edema pulmonar, síndrome do desconforto respiratório agudo, tromboembolismo pulmonar, doenças neuromusculares.

8.8. Insuficiência respiratória.

8.9. Oxigenoterapia.

8.10. Ventilação não-invasiva.

8.11. Ventilação mecânica: via aérea artificial, modos ventilatórios, parâmetros ventilatórios, ciclagem dos respiradores mecânicos, monitorização, desmame, extubação, efeitos fisiológicos, repercussões hemodinâmicas, efeitos adversos.

9. Fisioterapia Respiratória Neonatal e Pediátrica:

9.1. Desenvolvimento do sistema respiratório.

9.2. Particularidades anatômicas e fisiológicas do sistema respiratório.

9.3. Avaliação funcional do sistema respiratório.

9.4. Técnicas para desobstrução das vias aéreas e reexpansão pulmonar.

9.5. Patologias: apnéia da prematuridade, síndrome do desconforto respiratório, síndrome da aspiração de mecônio, hipertensão pulmonar persistente neonatal, displasia broncopulmonar, refluxo gastresofágico, bronquiolite, asma, fibrose cística, pneumonia.

9.6. Insuficiência respiratória.

9.7. Oxigenoterapia.

9.8. Ventilação não-invasiva: CPAP.

9.9. Ventilação mecânica: via aérea artificial, modos ventilatórios, parâmetros ventilatórios, ciclagem dos respiradores mecânicos, monitorização, desmame, extubação, complicações.

Bibliografia sugerida:

CARVALHO, W. B. et al. Ventilação pulmonar mecânica em pediatria e neonatologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 601 p.

ELLIS, Elizabeth & ALISON, Jennifer. Fisioterapia cardiorrespiratória prática. Rio de Janeiro: Revinter, 1997.

GUI, Postiaux, Fisioterapia Respiratória Pediátrica 2 Edição Editora Artmed.

HEBERT, Sizínio et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 3 ed. Porto Algre: Artmed, 2003.

KITCHEN, Sheila e BAZIN, Sarah. Eletroterapia de Clayton. 10 ed. São Paulo: Manole, 1998.

KOPELMAN, B; MIYOSSHI, M.; GUINSBURG, R. Distúrbios respiratórios no período neonatal. São Paulo: Atheneu, 1998. 600 p.

MAGEE, David J. Avaliação musculoesquelética. São Paulo: Manole, 2002.

MCARDLE, William D., KATCH, Frank I., KATCH, Victor L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

NORKIN, Cynthia C. & LEVANGIE, Pámela K. Articulações – estrutura e função: uma abordagem prática e abrangente. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.

O’SULLIVAN, Susan B., SCHMITZ, Thomas J. (e colaboradores). Fisioterapia: avaliação e tratamento. São Paulo: Manole, 2004.

POLDEN, Margaret & MANTLE, Jill. (com contribuição de WHITEFORD, Bárbara & KEATING, Diana). Fisioterapia em obstetrícia e ginecologia. 2 ed. São Paulo: Santos, 1997.

SARMENTO, G. J. V. Fisioterapia respiratória no paciente crítico: rotinas clínicas. Barueri, SP: Manole, 2005. 582 p.

SCANLAN, C. L.; WILKINS, R. L.; STOLLER, J. K. Fundamentos da terapia respiratória de Egan. Barueri, SP: Manole, 2000. 1284 p.

SHEPHERD, Roberta B. Fisioterapia em pediatria. 3 ed. São Paulo: Santos, 1996.

UMPHRED, Darcy Ann (edit). Fisioterapia neurological. Trad. Lilia Bretenitz Ribeiro, 4 ed. Barueri (SP): Manole, 2004.

WEBBER, Barbara A PRYOR, Jennifer A. Fisioterapia para problemas respiratórios e cardíacos 2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002

WEST, J. B. Fisiologia respiratória. 6. ed. Barueri, SP: Manole, 2002. 199 p.

FONOAUDIÓLOGO

Conteúdo Programático:

1. Audiologia:

1.1. Sistema auditivo: desenvolvimento das habilidades auditivas;

1.2. Avaliações auditivas;

1.3. Habilitação e reabilitação dos distúrbios da audição;

1.4. Seleção e adaptação de próteses auditivas.

2. Voz: 

2.1. Fisiologia da produção vocal;

2.2. Classificação;

2.3. Avaliação e tratamento fonoaudiológico das disfonias.

3. Motricidade orofacial:

3.1. Desenvolvimento das funções estomatognáticas;

3.2. Avaliação, diagnóstico e tratamento fonoaudiológico em motricidade orofacial: gagueira, respirador oral, disfunção temporomandibular .

4. Fala :

4.1. Alterações de fala: disartrias, distúrbios articulatórios, desvios fonológicos.

5. Linguagem:

5.1. Aquisição;

5.2. Desenvolvimento;

5.3. Alterações;

5.4. Avaliação e intervenção fonoaudiológica nas linguagens oral e escrita.

6. Fonoaudiologia e Saúde Pública.

7. O trabalho da Fonoaudiologia na Saúde Mental. 

 Bibliografia sugerida:

ABOU-YD M, LOBOSQUE AM. A cidade e a loucura: entrelaces. In: Dos Reis e AT et al (org). Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte: Reescrevendo o público. Xamã Editora, São Paulo, 1998.

BEHLAU, M.S. O Livro do Especialista-volume I. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.

BRITTO, ATBO. Livro de Fonoaudiologia. São José dos Campos: Pulso editorial, 2005

CUPELLO, Regina; JAKUBONICO, Regina. AFASIA – Introdução à AFASIA.

FERNANDES, Fernanda Dreux Miranda; PASTORELLO, Lucila Maria; SCHEUER, Claudia Inês. Distúrbios Psiquiátricos na Infância – Abordagem Fonoaudiológica.

FERREIRA, L.P.; BEFI-LOPES, D.M; LIMONGI, S.C.O. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004.

FLEHMIG, Inge. Desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. Diagnóstico e tratamento precoce do nascimento até o 18º mês. Edições Ateneu, Livraria Ateneu, Rio de Janeiro, 1987.

MARCHESAN, I.Q. Fundamentos em Fonoaudiologia – aspectos clínicos da motricidade oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE; Organização Pan-Americana de Saúde . CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. São Paulo: EDUSP, 2003.

RUSSO, I.CP.; MOMENSOHN, M.T. A Prática da Audiologia Clínica. 4ª ed. São Paulo: Cortêz Editora, 1993.

ZORZI, J.L. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.

ZORZI, J.L. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita: questões clínicas e educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2003.

Leis estaduais nº 11.802, de 18/01/95 e nº 12.684, de 01/12/97 disponível no site da Assembléia Legislativa www.almg.gov.br link legislação mineira.

PSICÓLOGO

Conteúdo Programático:Psicologia e Saúde Mental A história da Loucura: o modelo hospitalar e o conceito de doença mental; As Reformas Psiquiátricas; Legislação em Saúde Mental; Nosologia, Nosografia e psicopatologia: a clinica da Saúde Mental. A Clínica feita por muitos. Articulação entre clínica e reabilitação psicossocial. Projeto Terapêutico. Multidisciplinariedade. Noções básicas de psicanálise e suas interfaces com a saúde mental. Psicologia e Educação. Psicologia e Saúde Pública. Bibliografia sugerida:

FOUCAULT, M. A Loucura e a Sociedade. In: Barros de Motta M (ORG.). Ditos e Escritos, Michel Foucault: Problematização do Sujeito. Forense Universitária, 1ª ed. 1999.

FOUCAULT, M. Doença Mental e Psicologia. Edições Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, 3ª ed., 1988.

Loucos pela vida: a trajetória da Reforma Psiquiátrica no Brasil. Amarante P (ORG.) Rio de Janeiro: SDE/ENSP, 1995.

ABOU-YD M, Lobosque AM. A cidade e loucura: entrelaces. IN dos Reis A T et al (ORG.) Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte; Reescrevendo o publico. Xamã Editora, São Paulo, 1998.

Hospitais Psiquiátricos: saídas para o fim. ABOU-YD M (ORG.). Belo Horizonte, Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, 2002.

LOBOSQUE, A M. Clínica em movimento: o cotidiano de um serviço substitutivo em Saúde Mental IN: Clínica em movimento: por uma sociedade sem Manicômios. Rio de Janeiro; Editora Garamond, 2003.

Brasil, Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Secretaria de Atenção à Saúde.

Legislação em Saúde Mental, Brasília, 2004.

Portarias: 336 e 106;

Lei Federal nº 10216;

Lei Estaduais nº 11802 e nº 12684;

Brasil, Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Coordenadoria de Saúde Mental.

Texto da Política Nacional de Assistência Integral ao Usuário de Álcool e outras Drogas. Brasília, 2005.

Ey, He et Alli. Manual de Psiquiatria, 5ª edição Rio de Janeiro. Manon e Atheneu Editora, 1978.

Freud, S. Analise de Uma Fobia em um menino de 5 anos ( “O Pequeno Hans”) (1909). Obras Psicológicas completas, vol. X. Rio de Janeiro, Imago Editora.

Freud, S. A Organização Genital Infantil (1923). Obras Psicológicas completas, vol. XIX. Rio de Janeiro, Imago Editora.

Freud, S. O Caso de Scheber: Notas psicanaliticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia ( demente paranoides) (1911). IN: Freud, Sigmund. Obras Psicológicas completas, vol. XII. Rio de Janeiro, Imago Editora.

Freud, S. A perda da realidade na neurose e na psicose (1924). IN: Freud, Sigmund. Obras Psicológicas completas, vol. XIX. Rio de Janeiro, Imago Editora.

Freud, S. O Mal Estar na Civilização (1930). IN: Freud, Sigmund. Obras Psicológicas completas, vol. XXI. Rio de Janeiro, Imago Editora.

LOBOSQUE, A M. Neuroses e Psicoses: uma primeira abordagem quanto ao diagnostico diferencial nas Experiências da Loucura. Rio de Janeiro. Editora Garamond, 2001.

VIGANO, C. A construção do caso clínico em saúde mental. Curinga. Periódico da Escola Brasileira de Psicanálise. MG. 1999: n 13.

ZENONI, A. A clínica da psicose: o trabalho feito por muitos. Abrecampos. Periódico da Saúde Mental do Instituto Raul Soares – FHEMIG; 2000. nº 1.

MÉDICO – PSF

Conteúdo Programático:

1. Atendimento ao idoso: estados confusionais agudos e crônicos, quedas e instabilidade postural, hipotensão postural, hipertensão arterial, infecção;

2. Atendimento ao adulto confusionais agudos e crônicos, quedas, hipertensão arterial, infecção;

3. Pneumologia. Insuficiência respiratória aguda e crônica, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças infecciosas agudas e crônicas, doenças da pleura.

4. TBC

5. Hanseníase

6. Cardiologia: arritmias, isquemia miocárdica aguda e crônica, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, abordagem propedêutica da dor torácica, edema agudo de pulmão, insuficiência arterial periférica

7. Hematologia: anemias, distúrbios da hemostasia, estados de hipercoagulabilidade

8. Gastroenterologia: hemorragias digestivas, má absorção, icterícias, hepatites, doenças esôfago-gástricas, patologias intestinais (diverticulose e diverticulite, neoplasia, D. Chron, Retocolite Ulcerativa, Síndorme do Cólon irritável), pancreatites agudas e crônicas

9. Imunologia: imunodeficiências, doenças auto-imunes.

10. Reumatologia: osteoartrose, osteoartrite, Lúpus Eritematoso Sistêmico, farmacologia dos medicamentos usados no controle das doenças reumatológicas;

11. Lombalgias

12. Osteoporose

13. Equilíbrio hidro-eletrolítico e ácido básico.

14. Nefrologia: glomerulopatias, doenças túbulo-intersticiais, insuficiência renal (crônica e aguda).

15. Sistema nervoso central: Coma, estados confusionais, D. cérebro-vascular (aguda e crônica), D. Parkinson, meningites, cefaléias, vertigens

16. Endocrinologia: doenças da tireóide, doenças da córtex supra renal, uso clínico de corticosteróides. Doenças metabólicas: dislipoproteinemias, diabetes mellitus, gota, sínd. plurimetabólica

17. Antibióticos e infecções (IVAS, sinusite, pneumonias, infecções urinárias, erisipela, gastroenterites)

18. Ressuscitação cardiopulmonar

19. Transtornos do humor (depressão e ansiedade)

20. Feridas (úlceras por insuficiência vascular, pé diabético, úlceras de pressão, pé diabético)

21. Verminoses e ectoparasitas

22. Vacinação

Bibliografia sugerida:

Brocklehurst’s Textbook of Geriatria Medicine and Gerontology. Tallis Fillit Brocklehurst’s – Ed. Churchill Livingstone, 1998.

CARVALHO FILHO, E. T. & PAPALÉO NETTO, M. Geriatria - Fundamentos Clínica e Terapêutica . 2 a edição. Editora Atheneu, 2005.

CECIL. Tratado de Medicina Interna. Bennett/PLUM. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005

Current Medical Diagnosis and Treatment. 2005

GOODMAN/GILMAN’S. As bases farmacológicas da terapêutica. Mc Graw Hill, 2006

GUIMARÃES, R.M. & CUNHA, U.G.V. Sinais e Sintomas em Geriatria. 2 a Edição. Editora Atheneu, 2004.

HARRISON. Medicina interna. Fauci/Braunwald. Ed. Nc Graw Hill, 2005

PAPALÉO NETTO, M. & BRITO, F.C Urgências em Geriatria.. Editora Atheneu, 2001.

RATTON, José Luiz Amorim. Medicina Intensiva. Ed. Atheneu, 2006

MÉDICO ANESTESIOLOGISTA

Conteúdo Programático:

1. Preparo pré-anestésico.

2. Recuperação anestésica.

3. Reposição volêmica.

4. Uso de sangue e hemoderivados

5. Anestesia Venosa.

6. Anestesia Inalatória.

7. Anestesia loco-regional.

8. Transmissão e bloqueio neuromuscular.

9. Parada cardíaca e reanimação cardiopulmonar.

10. Ventilação Artificial.

11. Estudo da nocicepção e dor, tratamento.

12. Anestesia obstétrica e analgesia de parto.

13. Anestesia em pediatria.

14. Anestesia em geriatria.

15. Anestesia no trauma e urgência em geral.

16. Complicações durante anestesia.

17. Anestesia para cirurgia ambulatorial.

18. Anestesia para neurocirurgia.

19. Anestesia par ORL.

20. Anestesia para ginecologia.

21. Anestesia para cirurgia vascular.

22. Anestesia para cirurgia bucomaxilofacial

23. Anestesia para Urologia.

24. Anestesia para cirurgia abdominal.

25. Anestesia para cirurgia torácica.

Bibliografia sugerida:

Manica, J. Anesthesiologia, 2ª ed., Ed. Artes Médicas.

Miller, E.D. Anesthesia, vol. I e II, 5th ed., Ed. Churchill Livingstone,1998.

MÉDICO CARDIOLOGISTA

Conteúdo Programático:

1. Insuficiência cardíaca;

2. Doença reumática;

3. Doença arterial coronária;

4. Valvulopatias;

5. Miocardiopatias;

6. Endocardiopatias;

7. Doenças do Pericárdio;

8. Cardiopatias Congênitas;

9. Hipertensão arterial sistêmicas;

10. Arritmias cardíacas;

11. Dislipidemias;

12. Terapia trombolítica;

13. Embolia Pulmonar;

14. Cardiopatias e gravidez;

15. Exames complementares em cardiologia;

16. Terapêutica medicamentosa e invasiva em cardiologia (procedimentos e cirurgia cardiovascular).

Bibliografia sugerida:

BRAUNWALD. Tratado de medicina cardiovascular.

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

HURST’S. The heart.

SOCESP. Cardiologia. 1996.

MÉDICO CIRURGIÃO

Conteúdo Programático:

1. Resposta endócrina e metabólica ao trauma.

2. Distúrbios hidro-eletrolíticos.

3. Choque.

4. Avaliação e preparo do paciente no pré-operatório/ generalidades. Pré-operatório em condições especiais (disbéticos, cardiopatas, ictéricos, pacientes em uso de corticóides, distúrbio de coagulação).

5. Avaliação pós-operatório. Generalidades. Hidratação venosa.

6. Infecção em cirurgia. Antibioticoprofilaxia.

7. Risco de infecção para cirurgião e equipe de saúde.

8. Hemostasia e princípios de hemoterapia.

9. Traumatismo torácico.

10. Traumatismo abdominal. Síndrome compartimento abdominal.

11. Traumatismo vascular e cardíaco.

12. Atendimento ao politraumatizado. Atendimento inicial, métodos propedêuticos e terapêuticos.

13. Traumatismo da região cervical.

14. Complicações em cirurgia.

15. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas em tireóide e paratireóide.

16. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do esôfago.

17. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do estômago e duodeno.

18. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do diafragma.

19. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do intestino delgado.

20. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do cólon, reto e ânus.

21. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do fígado.

22. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas das vias biliares.

23. Afecções cirúrgicas do baço.

24. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do pâncreas.

25. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas das supra-renais.

26. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do retro-peritônio.

27. Anatomia, fisiologia, métodos diagnósticos, patologias benignas e malignas, abordagem cirúrgica das afecções cirúrgicas do mesentério.

28. Abdômen agudo. Fisiopatologia da peritonite, abordagem diagnóstica e condutas.

29. Hérnias da parede abdominal.

30. Peritonites e abscessos intra-abdominais.

Bibliografia sugerida:

FREIRE, Evandro. Trauma; a doença dos séculos. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001.

Greenfield, L.Z. Surgery Complications

Mattox, K.L. Complications of Trauma. Churchill Linvigstone, 1994.

SAVASSI ROCHA, P.R. Abdome Agudo 2 Edição, Editora Medci, 1993.

SCHWARTZ, SHIRES, SPENCER. Principles of surgery

WAY, Lawrewnce W. Currebt surgical diagnosis & treatment 11.ed. ER McGraw-Hill, 2003.

MÉDICO DERMATOLOGISTA

Conteúdo Programático:

1. Pele normal.

2. Patologia cutânea.

3. Semiologia e métodos complementares.

4. Alterações morfológicas cutâneas epidemo-dérmicas.

5. Afecções dos anexos cutâneos.

6. Alterações do colágeno, hipoderme, cartilagens e vasos.

7. Infecções e infestações.

8. Dermatoses por noxas químicas, físicas e mecânicas.

9. Inflamações e granulomas não infecciosos.

10. Dermatoses metabólicas e de depósitos.

11. Afecções psicogênicas, psicossomáticas e neurogênicas.

12. Dermatoses por imunodeficiências.

13. Afecções congênitas e hereditárias.

14. Cistos e neoplasias.

15. Dermatoses em estados fisiológicos.

16. Dermatologia em saúde pública.

17. Terapêutica.

Bibliografia sugerida:

Freedberg, I.M., Eisen, A.Z;, Wolff, K., Austen, K.F., Goldsmith L.A., Katz, S.I., Fitzpatrick, T.B. Fitzpatrick’s Dermatology in General Medicine. 5ª ed. McGraw Hill, 1999.

SAMPAIO, Sebastião A. P. e RIVITTI, Evandro. Dermatologia. Editora Artes Médicas, 2001.

MÉDICO GINECOLOGISTA / MÉDICO PLANTONISTA – GINECOLOGIA

Conteúdo Programático:

1. Ginecologia:

1.1. Anatomia e embriologia.

1.2. Planejamento familiar.

1.3. Dor pélvica e dismenorréia.

1.4. Doenças sexualmente transmissíveis e infecções geniturinárias.

1.5. Gravidez ectópica.

1.6. Doenças benignas do trato reprodutivo.

1.7. Cirurgias para patologias benignas e malignas do trato genital inferior.

1.8. Incontinência urinária de esforço, uretrocele, cistocele e distopias do útero.

1.9. Doença inflamatória pélvica.

1.10. Endocrinologia ginecològica (amenorréia, anovulação, hirsutismo, hemorragia uterina disfuncional, desenvolvimento sexual, puberdade e climatério).

1.11. Infertilidade.

1.12. Endoscopia ginecológica.

1.13. Endometriose.

1.14. Câncer de colo uterino.

1.15. Propedêutica do colo uterino.

1.16. Câncer de ovário.

1.17. Câncer de vulva.

1.18. Doença trofoblástica gestacional.

1.19. Doenças benignas e malignas da mama.

1.20. Ginecologia infanto-puberal.

2. Obstetrícia:

2.1. Assistência pré-natal.

2.2. Assistência ao parto.

2.3. Diabetes Gestacional/ Diabetes Mellitus na Gravidez.

2.4. Hemorragias pós-parto.

2.5. Síndromes hemorrágicas na gravidez.

2.6. Amniorexe prematura.

2.7. Parto prematuro.

2.8. Cesariana.

2.9. Gestação de alto risco.

2.10. Hipertensão na gravidez.

2.11. Endocrinopatias na gravidez.

2.12. Incompatibilidade sangüínea materno-fetal.

2.13. Ultra-som em obstetrícia.

2.14. Doenças infecciosas na gravidez.

2.15. Sofrimento fetal.

2.16. Tocotraumatismos maternos.

2.17. Passagem transplacentária de drogas.

2.18. Gravidez na adolescência.

2.19. Infecção urinária na gravidez.

2.20. Patologia do sistema amniótico.

2.21. Hiperemese gravídica.

2.22. Aspectos médico-legais e éticos da obstetrícia.

2.23. Ginecologia e Obstetrícia Baseada em Evidência.

Bibliografia sugerida:

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Coordenação – Geral de Apoio à Gestão Descentralizada. Diretrizes operacionais dos Pactos pela vida, em Defesa do SUS e de Gestão; Brasília 2006. www.saude.gov.br

CAMARGOS, Aroldo Fernandes. Ginecologia Ambulatorial. Coopmed, 2001.

CORRÊA, Mario Dias. Noções Práticas de Obstetrícia. 13ª ed. Coopmed, 2004.

GUIDELINES do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists Clinical Green Top Guidelines: www.rcog.org.uk/index.asp?PageID=1042

MANUAIS da Febrasgo e do Ministério da Saúde. www.febrasgo.com.br/manuais.htm

NOVAK. Tratado de Ginecologia. 12ª ed. Guanabara Koogan, 1998.

REZENDE, Jorge. Obstetrícia. 8ª ed. Guanabara Koogan, 1998.

SEXUALLY Transmitted Diseases Treatment Guidelines. 2002. Prepared by Kimberly A. Workowski, M.D. William C. Levine, M.D., M.Sc. CDC, MMWR, Recommendations and Reports, May 10, 2002 / 51(RR06);1-80.

www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/rr5106a1.htm

SPEROFF. Clinical Gynecologic Endocrinology and Infertility. 7ª ed. Lippincott Williams & Wilkins, 2005.

SOGIMIG. Ginecologia e Obstetrícia. 3ª ed. Medsi, 2003.

THE LINDE. Ginecologia Operatória. 8ªa ed. Guanabara Koogan, 1999.

MÉDICO NEUROLOGISTA

Conteúdo Programático:

1. Semiologia neurológica.

2. Cefaléias.

3. Epilepsias.

4. Distúrbios paroxísticos.

5. Distúrbios do sono.

6. Coma.

7. Doenças infecciosas e parasitárias do sistema nervoso.

8. Doenças vasculares do sistema nervoso.

9. Distúrbios do líquido cefalorraquiano e da circulação liquórica.

10. Tumores do sistema nervoso.

11. Neurologia do trauma.

12. Distúrbios neurocutâneos.

13. Demências.

14. Distúrbios do movimento.

15. Doenças desmielinizantes.

16. Doenças da medula espinhal.

17. Doenças do sistema nervoso periférico.

18. Distúrbios da junção neuromuscular.

19. Miopatias.

20. Manifestações neurológicas das doenças sistêmicas.

21. Exames complementares em neurologia.Bibliografia sugerida:

ROWLAND, Lewis P. Merritt Tratado de Neurologia. 10a ed. Trad. Fernando Diniz Mundim et al. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

VICTOR, Maurice; ROPPER, Allan H. Adams and Victor`s Principles of Neurology. 7th ed. New York: McGraw-Hill, 2001.

MÉDICO OFTALMOLOGISTA

Conteúdo Programático:

1. Anatomia.

2. Histologia.

3. Embriologia.

4. Fisiologia.

5. Farmacologia.

6. Semiologia: Refração e óptica oftálmica; Biomicroscopia; Oftalmoscopia; Humor aquoso e gonioscopia; Ecografia; Eletrofisiologia; Exoftalmometria.

7. Patologia e Terapêutica Clínica e Cirúrgica: anexos do globo ocular; córnea e esclera; cristalino; úvea; retina e vítreo; nervo óptico; glaucoma; estrabismo; manifestações oftalmológicas das doenças sistêmicas.

Bibliografia sugerida:

ABREU, Mariza T. Inflamação ocular, uveítes e aldas. Manual CBO. Ed. Cultura Médica.

ABUJAMRA et al. Retina e vítreo – clínica e cirurgia. 1 ed. Roca.

ADLER. Fisiologiía del ojo. Aplicación clínica. Ed. Panamericana.

ALVES, Aderbal Albuquerque. Refração. 2 ed. Ed. Cultura Médica.

ARIETA, Carlos Eduardo. Cristalino e catarata. Manual CBO. Ed. Cultura Médica.

DIAS, Carlos; ALMEIDA, Henderson. Estrabismo. Ed. Roca.

DUKE-ELDER. The anatomy of visual system. Ed. Henri Kimptom.

GEERAETS, Walter J. Síndromes oculares. 3 ed. Ed. Roca.

KANSKY, Jack J. Clínica oftalmológica. 5 ed. Elsever Editora.

KANSKY, Jack J. Clinical Ophtalmology. E. Butterr Worhs – Heine Mann.

LIMA, Ana Luíza Hofling de et. al.. Terapia clínica ocular. Ed. Rocca.

SUSANA JR., Remo. Glaucoma. Manual CBO. Ed. Cultura Médica.

URAS, Ricardo. Óptica e refração ocular. Manual CBO. Ed. Cultura Médica.

MÉDICO ORTOPEDISTA

Conteúdo Programático:Osteomielite, artrite piogênica. Pé torto congênito. Luxação congênita do quadril. Fratura dos ossos do antebraço na criança, doença de Legg Calvè Perthes, talus verticalis e fraturas do anel pélvico. Fratura patológica (osteosssarcoma). Osteoporose. Síndrome compartimental. Doença tromboembólica. Hallux valgus. Lesões meniscais. Hérnia discal lombar. Luxação coxofemural. Lesão ligamentar do punho. Fraturas da cabeça do rádio na criança. Fraturas do colo do fêmur. Lesão do ligamento cruzado anterior do joelho. Fratura – luxação da coluna cervical. Fratura exposta. Pseudoartrose do escafóide. Contratura isquêmica de Volkman. Patologia do manguito rotador. Princípios e indicações da fixação externa. Anatomia da mão. Osteoporose. Fratura do tornozelo. Luxação recidivante do ombro. Coluna vertebral: hérnias cervicais e lombares. Trauma raquimedular. Fratura – luxação da coluna vertebral Espondilolistese lombar. Escoliose. Tuberculose óssea. Estenose de canal lombar. Tumores mais freqüentes na coluna. Joelho: anatomia biomecânica; lesões meniscais; instabilidade crônica do joelho; osteoartrose do joelho; instabilidade femoro-patelar; fratura do planalto tibial. Osteoartrose do quadril. Tumores músculo esqueléticos. Fratura da Tíbia. Tumor de Ewing. Fraturas dos ossos longos dos membros superiores. Fraturas dos ossos longos dos membros inferiores. Fratura de mão. Fratura de pé.

Bibliografia sugerida:

Cirurgia da mão – lesões não traumáticas. Ed. Medsi, 1990.

CRENSHAW, Campbell. Cirurgia Ortopédica. Ed. Manole.

HERBERT, Sizinio e XAVIER, Renato. Ortopedia e Traumatologia: princípios e práticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

PARDINI. Traumatismos da mão. Ed. Medsi, 2000.

ROCKWOOD & FEEN. Fratures. Ed. Lippincott Raven, 1996.

TACHDJIAN. Pediatric Orthopedic. Ed. WB Saunders, 1990.

WEINSTEIN & TUREK. Orthopedics principles and their application. Ed. Lippincott Raven, 1994.

MÉDICO OTORRINOLARINGOLOGISTA

Conteúdo Programático:Epistaxes; Rinopatias agudas e crônicas; Tumores do nariz e seios paranasais; Sinusites agudas e crônicas; Adenoamigdalites; Tumores da boca, faringe e laringe; Estomatites; Disfonias; Laringites agudas e crônicas; Hipoacusias e vertigens: diagnóstico e tratamento; Otites externas; Otites médias agudas e crônicas; Complicações das otites; Tumores do ouvido; Cefaléias e dores faciais; Malformações congênitas em Otorrinolaringologia; Síndromes em Otorrinolaringologia; Corpos estranhos em Otorrinolaringologia; Urgências em Otorrinolaringologia.

 Bibliografia sugerida:

BENTO, R.F., MINITI A., MARONE, S.A.M. Tratado de Otologia, São Paulo, Edusp Editora da Universidade de São Paulo 1998.

CAMPOS, C.A.H., COSTA, H.O. Tratado de Otorrinolaringologia. São Paulo: Editora Rocca 2002, 5 volumes.

HUNGRIA, H. Manual de Otorrinolaringologia. 7a Edição, Editora Guanabara Koogan 1995.

SIH, T. Otorrinolaringologia Pediátrica. Rio de Janeiro: Editora Revinter 1998.

MÉDICO PEDIATRA

Conteúdo Programático:Neonatologia: recém nascido normal. Distúrbios metabólicos (glicose, K, Ca, Mg). Distúrbios ácido básicos e hidroeletrolíticos. Infecções congênitas mais comuns (TORCHS). Prematuridade. Sépsis precoce e tardia. Pediatria interna: diarréia aguda e crônica. Reflexo gastro-esofágico. Insuficiência renal aguda e crônica. Insuficiência cardíaca. Convulsões. Pneumonias bacterianas. Diagnóstico diferencial das doenças exantemáticas. Diabetes. Pediatria ambulatorial: obesidade; imunizações; anorexia; infecção do trato urinário; infecções das vias aéreas superiores; asma brônquica; crescimento e desenvolvimento.

Bibliografia sugerida:

Leão, Ennio...(et al.). pediatria Ambulatorial, Belo Horizonte: COOPMED, 4ª ed., 2005.

Waldo E. Nelson. Nelson Tratado de Pediatria, vol, 1 e 2, Rio de Janeiro: 15ª ed. Guanabara Koogan, 1997.

Oliveira, Reynaldo Gomes de – Blackbook Pediatria ,Belo Horizonte: 3ª ed. Black Book Editora, 2005.

MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Saúde. Minas Gerais. Atenção à Saúde da Criança. Maria regina Viana et al. Belo Horizonte: SAS/DNAS, 2004.

MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Saúde.Assistência Hospitalar ao Neonato. Maria Albertina Santiago Rego. Belo Horizonte, 2005.

MÉDICO PSIQUIATRA

Conteúdo Programático:A história das relações entre sociedade e loucura: a loucura nas diferentes épocas; a Grande Internação; o nascimento do hospital psiquiátrico; o saber e o poder psiquiátricos na constituição do conceito de doença mental. As Reformas Psiquiátricas: as experiências reformistas (comunidades terapêuticas, psiquiatria de setor, psiquiatria preventiva); as experiências em ruptura com o modelo psiquiátrico tradicional (a antipsiquiatria, a psiquiatria democrática). Modelos atuais de Reforma Psiquiátrica, especialmente as experiências brasileira e italiana. A legislação referente à Saúde Mental. As relações entre loucura, cidadania e direito. Clínica psiquiátrica: Nosografia, nosologia e psicopatologia. Terapêutica: psicofarmacologia, psicoterapias. Noções básicas de psicanálise e suas interfaces com a psiquiatria e a saúde mental. Saberes e poderes no campo da saúde mental: impasses e confrontos.

Bibliografia sugerida:

AMARANTE P, Bezerra JR B ( orgs. ). Psiquiatria sem Hospício: Contribuições ao estudo da Reforma Psiquiátrica. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1992.

AMARANTE P (org). Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: SDE/ENSP, 1995.

BRASIL. Ministério da Saúde. A Política do Ministério de Saúde para a Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas. 2ª Edição, revista e ampliada,2004. Disponível no site acesso 17/02/2005). Disponível no site www.inverso.org.br ( último acesso 17/02/2006).

BRASIL. Lei Federal n. 10. 216, de 6 de abril de 2001 Disponível no site

www,inverso.org.brlink: legislação brasileira/leis federais

DALGALARRONDO P. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre, Artmed, 2000.

DESVIAT M. A Reforma Psiquiátrica. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1999.

EY H, Bernard P, BRISSET C. Manual de Psiquiatria, 5ª edição. Rio de Janeiro: Masson e Atheneu Editoras, 1978.

FOUCAULT, M. História da Loucura na Idade Clássica. São Paulo, Editora Perspectiva, 1978, Capítulo 2.

FREUD S. A perda da realidade na neurose e na psicose ( 1924 ). In: Freud, Sigmund. Obras Psicológicas Completas, volume XIX. Rio de Janeiro: Imago Editora.

FREUD S. O caso de Schreber : Notas psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia ( dementia paranóides ) ( 1911 ). In: Freud, Sigmund. Obras Psicológicas Completas, volume XII. Rio de Janeiro: Imago Editora.

FREUD S. Psiquiatria e Psicanálise ( Conferência XVI ). Conferência Introdutórias sobre Psicanálise ( 1917 ). In: Freud, Sigmund. Obras Psicológicas Completas, volume XVI. Rio de janeiro: Imago Editora.

FREUD S. Observações sobre o amor transferencial (Novas recomendações sobre a técnica da psicanálise III ) ( 1924 ). In : Freud, Sigmund. Obras Psicológicas Completas, volume XII. Rio de Janeiro: Imago Editora.

GODINHO Delgado PG. Pessoas e Bens: Sobre a cidadania dos Curatelados. In:

KAPLAN H, Sadock B. Compêndio de Psiquiatria, 7ª Edição. Porto Alegre: Artemed, 1997.

LANCETTI A, editor. Saúde loucura – Saúde Mental e Saúde da Família. Segunda Edição. São Paulo: Hucitec; 2001.

LOBOSQUE A.M. Clínica em movimento: o cotidiano de um serviço substitutivo em Saúde Mental. In: Clínica em movimento: por uma sociedade sem manicômios. Rio de Janeiro. Editora Garamond, 2003.

LOBOSQUE AM. Impasses da clínica? In: Clínica em movimento: por uma sociedade sem manicômios. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2003.

MILLER JA. Psicanálise e Psiquiatria. In: Miller JA. Lacan Elucidado: palestras no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.

Portarias do Ministério da Saúde: GM 106 de 11 de fevereiro de 2000, GM 336 de 19 de fevereiro de 2002, SAS 189 de 20 de março de 2002, GM 2077 de 31 de outubro de 2003. Disponível no site

www,inverso.org.brlink: legislação brasileira/leis federais

Leis estaduais: Lei 11 802, de 18 de janeiro de 1995, e Lei 12. 684, de 1 de dezembro de 1997. Disponível no site

www,almg.gov.brlink legislação mineira

OTONI Barros F. O PAI-PJ- Projeto de atenção interdisciplinar ao paciente judiciário. In: Caderno de Textos. III Conferência Nacional. Cuidar sim, excluir não. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. Disponível no site www.inverso.org.br link biblioteca/relatoriosemanuais/caderno de texto da 3ª conferência de saúde mental/cap. XVIII (psiquiatra e justiça)

ROTELLI F, De Leonardis O, Mauri D. Desinstitucionalização, uma outra via. IN: Nicácio F(org.). Desinstitucionalização. São Paulo: Editora Hucitec, 1990.

SARACENO, B. Libertando Identidades: da reabilitação psicossocial à cidadania possível. Rio de Janeiro: IFB/ Te Corá editora, 1999.

SCHATZBERG AF, Cole JO, DeBattista C. Manual de Psicofarmacologia Clínica. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 4a Edição, 2004.

MÉDICO PLANTONISTA

O pronto atendimento ao idoso: estados confusionais, quedas, hipertensão postural, hipertensão arterial, infecção. Pneumologia. Insuficiência respiratória aguda, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças infecciosas agudas e crônicas, doenças da pleura. Cardiologia: arritmias, isquemia miocárdica aguda e crônica, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca. Dor torácica. Hematologia: anemias, distúrbios da hemostasia, estados hipercoaguláveis. Gastroenterologia: hemorragias digestivas, má absorção, icterícias, hepatites, imunologia, imunodeficiências, doenças auto-imunes. Reumatologia: farmacologia dos medicamentos usados no controle das doenças reumatológicas, equilíbrio hidro-eletrolítico e ácido básico. Nefrologia: glomerulopatias, doenças túbulo-intersticiais, insuficiência renal crônica aguda. Sistema nervoso central. Coma, esturpor, estados confusionais. Endocrinologia: doenças da tireóide, doenças da córtex supra renal. Uso clínico de corticosteróides. Doenças metabólicas: dislipoproteinemias, diabetes mellitus. Antibióticos. Ressuscitação cardiopulmonar.

Bibliografia sugerida:

Brocklehurst’s Textbook of Geriatria Medicine and Gerontology. Tallis Fillit Brocklehurst’s – Ed. Churchill Livingstone, 1998.

CECIL. Tratamento de Medicina Interna. Bennett/PLUM. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

Current Medical Diagnosis and Treatment. 1996.

GOODMAN/GILMAN’S. As bases farmacológicas da terapêutica. Mc Graw Hill, 1996.

HARRISON. Medicina interna. Fauci/Braunwald. Ed. Nc Graw Hill, 1998.

Clínicas Médicas da América do Norte, New England Journal of Medicine. Harrison, 1996.

RATTON, José Luiz Amorim. Medicina Intensiva. Ed. Atheneu, 1999.

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