IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - ES

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

IFES - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO

IFES/SANTA TERESA

EDITAL Nº 007/2009, DE 07 DE MAIO DE 2009

ALTERADO PELA ERRATA I

Notícia:   IFES oferece 14 vagas para Professores de até R$ 6.055,01

O Diretor Geral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo - Campus Santa Teresa (IFES/Santa Teresa), no uso de suas atribuições e nos termos da Portaria nº 1.500, de 09 de dezembro 2008 do Ministério Da Educação, bem como a Portaria nº 450, de 06/11/2002 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, torna público a abertura de inscrições ao concurso público de provas e títulos para o provimento, em caráter efetivo, de cargos de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, nas classes e níveis iniciais do quadro de pessoal, de acordo com a lei nº 11.784/08 do Campus Santa Teresa, sob o regime jurídico de que trata a lei nº 8.112 de 11/12/1990, modificada pela lei 9.527 de 10/12/1997, nos termos do presente edital.

1 Das Informações Preliminares:

1.1 O Concurso Público será realizado sob a responsabilidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo - Campus Santa Teresa (IFES/Santa Teresa), obedecidas as normas do presente Edital, e destina-se ao provimento das vagas autorizadas atualmente e das que vierem a ser autorizadas no prazo de validade deste Concurso;

1.2 O local de exercício para os cargos será o Campus Santa Teresa, podendo, a critério deste, após o preenchimento das vagas, liberarem-se os candidatos para serem nomeados em qualquer instituição da Rede Federal de Ensino do País, desde que haja disponibilidade de vagas, obedecida a legislação em vigor;

1.3 Os Regime e Jornada de trabalho serão de 40 (quarenta) horas semanais;

1.3.1 A critério da Direção Geral do IFES/Santa Teresa poderá ser autorizada a mudança de regime de trabalho para Dedicação Exclusiva, conforme legislação vigente e normatização interna;

1.4 Vencimentos: a remuneração inicial é a equivalente ao vencimento básico dos respectivos cargos e vantagens pecuniárias, de acordo com a Tabela 5 do item 13.1 do presente Edital;

2 Do Cargo, Distribuição das Vagas e Titulação Exigida:

2.1 Será realizado Concurso Público de Provas para provimento do cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico conforme detalhamento na Tabela 1:

Tabela 1. Áreas de conhecimento, requisitos exigidos e número de vagas para o Concurso Público da Carreira de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFES/Santa Teresa, no ano de 2009.

ÁREA DE CONHECIMENTOREQUISITOS EXIGIDOSNÚMERO DE VAGAS
Agronomia / Botânica e SistemáticaGraduação em Licenciatura ou Bacharelado em Ciências Biológicas, Licenciatura em Ciências Agrícolas, Engenharia Agronômica, Agronomia ou Engenharia Florestal.1
Agronomia / EntomologiaGraduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas, Engenharia Agronômica ou Agronomia.1
Agronomia / FitopatologiaGraduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas, Engenharia Agronômica ou Agronomia.1
Agronomia / Genética e Melhoramento de Plantas CultivadasGraduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas, Engenharia Agronômica ou Agronomia.1
Agronomia / Manejo e Tratos Culturais de Plantas CultivadasGraduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas, Engenharia Agronômica ou Agronomia.1
Agronomia / Tecnologia de SementesGraduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas, Engenharia Agronômica ou Agronomia.1
Biologia / ParasitologiaGraduação em Licenciatura em Ciências Biológicas ou Bacharelado em Ciências Biológicas ou Medicina Veterinária.1
Biologia / ZoologiaGraduação em Licenciatura ou Bacharelado em Ciências Biológicas.1
EducaçãoGraduação em Pedagogia ou em Licenciatura em Ciências Biológicas.2
FísicaGraduação em Licenciatura ou Bacharelado em Física.1
Informática / Linguagens de ProgramaçãoTecnólogo em Processamento de Dados ou Informática ou Análise de Sistemas ou Sistemas de Informação ou Bacharel em Ciência da Computação ou Engenharia da Computação.1
Informática / Sistemas Operacionais e Redes de ComputadoresTecnólogo em Processamento de Dados ou em Informática ou em Análise de Sistemas ou Bacharel em Ciência da Computação ou Engenharia da Computação.1
Matemática / CálculoGraduação em Licenciatura ou Bacharelado em Matemática, Engenharia Civil, Engenharia Agrícola ou Engenharia Agrícola e Ambiental.1

2.2 A descrição sumária do cargo e suas atribuições são aquelas constantes no Anexo I do presente Edital, sendo comum a todas as áreas a atuação no ensino, pesquisa, extensão e produção, em disciplinas afins, nos cursos oferecidos pela Instituição;

3 Da Realização do Concurso:

3.1 O Concurso Público de que trata o presente Edital será administrado e coordenado pela Comissão Organizadora do Concurso do IFES/Santa Teresa, nomeada pela Portaria da Direção Geral do IFES/Santa Teresa nº 110 de 06/04/2009;

4 Das Inscrições:

4.1 A inscrição será efetuada via internet, na página eletrônica do IFES/Santa Teresa (www.eafst.gov.br), a partir das 08 horas do dia 11 de maio de 2009 (segunda-feira) até as 16 horas do dia 22 de maio de 2009 (sexta-feira, horário de Brasília);

4.2 No ato da inscrição, o candidato deverá, obrigatoriamente, optar por uma área de conhecimento. Não serão aceitos pedidos de alteração após o preenchimento da inscrição e no caso de inscrição para mais de uma área de conhecimento, prevalecerá apenas a última inscrição;

4.3 Condições para inscrição:

4.3.1 O candidato deverá especificar na ficha de inscrição a área de conhecimento, bem como os números do seu documento de identidade, CPF e título de eleitor cujos dados, dentre outros, são de preenchimento obrigatório;

4.3.1.1 Para tal, são considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Públicas e pelos Corpos de Bombeiros Militares, carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens, conselhos, etc.), passaporte, carteiras funcionais expedidas por órgão público reconhecido por Lei como identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista e carteira de habilitação;

4.3.2 O pagamento da taxa de inscrição deverá ser feito em dinheiro no valor estabelecido no item 4.4, através de GRU Simples - Guia de Recolhimento da União;

4.3.3 Situações especiais:

a) A taxa de inscrição, uma vez paga, não será restituída em nenhuma hipótese, salvo em caso de cancelamento do concurso por conveniência do IFES/Santa Teresa;

b) Não haverá inscrição condicional, por via postal ou fax, não sendo ainda aceitas inscrições extemporâneas;

c) Não haverá isenção, total ou parcial, do valor de inscrição, ressalvadas as situações previstas entre os itens 5.1 e 5.12 do presente Edital;

4.3.4 Caso ocorram problemas técnicos no servidor de internet que atende o IFES/Santa Teresa no último dia de inscrições, o prazo será prorrogado até o dia seguinte ao da normalização do serviço. O IFES/Santa Teresa não se responsabiliza por solicitação de inscrição não recebida por motivo de: ordem técnica dos computadores, falha de comunicação, congestionamento de linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados;

4.3.5 O candidato deverá ler atentamente o Edital disponível no endereço eletrônico, e preencher a ficha de inscrição, cujos dados são de preenchimento obrigatório, e transmiti-los pela internet;

4.3.6 A efetivação da inscrição implica a aceitação tácita das condições fixadas para a realização do Concurso, não podendo o candidato, portanto, sob hipótese alguma, alegar desconhecimento das normas estabelecidas no presente Edital;

4.4 O valor da taxa de inscrição, fixado de acordo com a remuneração inicial de R$ 2.501,98 (dois mil, quinhentos e um reais e noventa e oito centavos), referente a jornada de 40 horas na classe e nível D1-01 da carreira de Professor de Educação Básica, Técnica e Tecnológica com graduação, será de R$ 55,00 (cinquenta e cinco reais);

4.5 Após o preenchimento da ficha eletrônica de inscrição e impressão da GRU citada no item 4.3.2, o candidato deverá pagá-la em qualquer agência do Banco do Brasil até o 1º (primeiro) dia útil após o término das inscrições, em horário normal de expediente bancário;

4.6 A inscrição somente será acatada após a confirmação do pagamento da taxa de inscrição, dentro do prazo estabelecido nos itens 4.1 e 4.5.

4.7 O candidato, ao preencher a ficha de inscrição e confirmá-la, automaticamente declara que atende a todos os requisitos constantes dos atos disciplinadores do concurso, bem como os exigidos para a investidura no cargo escolhido pelo mesmo;

4.8 Serão de responsabilidade exclusiva do candidato os dados cadastrais informados no ato de sua inscrição. O IFES/Santa Teresa não se responsabiliza por quaisquer dos atos ou fatos decorrentes de informações e endereço incorretos ou incompletos fornecidos pelos candidatos;

4.9 A qualquer tempo poder-se-á anular a inscrição, as provas, a nomeação e a posse dos candidatos, desde que verificada a falsidade em qualquer declaração e/ou qualquer irregularidade nas provas ou em documentos apresentados;

5 Da Isenção da Taxa de Inscrição:

5.1 Estará isento do pagamento da taxa de inscrição o candidato que:

5.1.1 Estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), de que trata o Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007; e

5.1.2 For membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007;

5.2 O interessado que preencher os requisitos do sub-item anterior e desejar isenção de pagamento da taxa de inscrição neste Concurso Público deverá entregar, pessoalmente ou por terceiros, em envelope identificado com seu nome e CPF no IFES/Santa Teresa, situado na Rodovia ES 080, km 21, São João de Petrópolis, Santa Teresa, ES CEP 29660- 000, no período de 11 a 14 de maio de 2009, das 08 às 16 horas, horário oficial de Brasília-DF, o requerimento de isenção, disponibilizado na internet no endereço eletrônico www.eafst.gov.br, devidamente conferido e assinado, contendo:

5.2.1 Indicação do Número de Identificação Social (NIS), atribuído pelo CadÚnico; e 5.2.2 Declaração de que atende as condições estabelecidas no item 5.1 deste Edital;

5.3 O IFES/Santa Teresa poderá consultar o órgão gestor do CadÚnico para verificar a veracidade das informações apresentadas pelo candidato;

5.4 As informações prestadas no requerimento de isenção serão de inteira responsabilidade do candidato, podendo responder este, a qualquer momento, por crime contra a fé pública, o que acarreta a sua eliminação no concurso, aplicando-se, ainda, o disposto no parágrafo único, do Art. 10, do Decreto nº 83.936, de 06 de setembro de 1979;

5.5 Não será concedida isenção de pagamento de taxa de inscrição ao candidato que:

5.5.1 Omitir informações e/ou torná-las inverídicas;

5.5.2 Fraudar e/ou falsificar documentação;

5.5.3 Não observar a forma, o prazo e os horários estabelecidos nos sub-itens 5.1 e 5.2 deste Edital;

5.6 Não será aceita solicitação de isenção de pagamento de valor de inscrição via postal, via fax ou via correio eletrônico;

5.7 Cada pedido de isenção será analisado e julgado pela Comissão Organizadora do Concurso;

5.8 Não será permitida, após a entrega do requerimento de isenção e dos documentos comprobatórios, a complementação da documentação, bem como sua revisão;

5.9 A relação dos pedidos de isenção deferidos será divulgada até o dia 20 de maio de 2009, no endereço eletrônico www.eafst.gov.br;

5.10 Não haverá recurso contra o indeferimento do requerimento de isenção da taxa de inscrição;

5.11 Os candidatos que tiverem seus pedidos de isenção indeferidos, para efetivar a sua inscrição no concurso, deverão acessar o endereço eletrônico www.eafst.gov.br, imprimir a GRU citada no item 4.3.2, efetuar sua inscrição e respectivo pagamento nos prazos fixados nos sub-itens 4.1 e 4.5, conforme procedimentos descritos neste Edital;

5.12 O interessado que não tiver seu pedido de isenção deferido e que não efetuar o pagamento da taxa de inscrição na forma e no prazo estabelecidos no item anterior será automaticamente excluído do Concurso Público;

6 Da Validação da Inscrição:

6.1 No período de 01 a 05 de junho de 2009 o candidato deverá consultar a partir do endereço eletrônico www.eafst.gov.br o status de sua inscrição, a data e o local da realização das provas;

6.2 O candidato que até o dia 05 de junho de 2009 não obtiver a confirmação de deferimento de sua inscrição, via internet, deverá procurar a Comissão Organizadora do Concurso Público, situada à Rodovia ES 080, km 21, São João de Petrópolis, Santa Teresa, ES CEP 29660-000, no horário de 08 as 11 horas e de 13 as 16 horas, nos dias 05 a 10 de junho de 2009 sob pena de não ter acesso ao local das provas e a sua realização;

7 Dos Requisitos para a Investidura no Cargo:

7.1 Ter sido aprovado no Concurso Público;

7.2 Ter nacionalidade brasileira ou portuguesa e, neste último caso, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, nos termos do "parágrafo 1º", do Art. 12, da Constituição Federal;

7.3 Ter idade mínima de 18 anos completos na data da posse;

7.4 Estar em gozo dos direitos políticos;

7.5 Estar quite com as obrigações militares e eleitorais;

7.6 Possuir a escolaridade exigida para o cargo e, se for o caso, o registro no conselho competente, bem como estar inteiramente quite com as demais exigências legais do órgão fiscalizador e demais exigências de habilitação para o exercício do cargo;

7.7 Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo;

7.8 Não acumular cargos, empregos e funções públicas, exceto aqueles permitidos no Art. 37, inciso XVI, da Constituição Federal, com nova redação dada pela Emenda Constitucional nº 34/200 1 que assegura a hipótese de opção nos termos da Lei, dentro do prazo para a posse, determinado no parágrafo 1º, do Art. 13, da lei nº 8.112/1990;

7.9 Outras exigências estabelecidas em Lei poderão ser solicitadas para o desempenho das atribuições do cargo;

8 Da Estrutura do Concurso

8.1 O concurso constará de uma etapa única, subdividida em 3 (três) fases:

Fases

Provas

Natureza

Valor Máximo

Valor Mínimo

1ª Fase
Prova Escrita

2ª Fase
Prova de Desempenho

3ª Fase
Pontuação de Títulos

Legislação e Conhecimentos Específicos

Desempenho didático-pedagógico

Pontuação de Títulos e Experiência Profissional avaliados na Escala de 0 (zero) a 50 (cinqüenta) pontos conforme item 8.4.2 deste Edital

Eliminatória e Classificatória

Eliminatória

Classificatória

100 pontos

100 pontos

50 pontos

60 pontos

60 pontos

Zero

8.2 Das Provas da 1ª Fase (Prova Escrita)

a) A prova da 1ª fase será dividida em duas partes: Legislação (Geral e específica do Ensino Profissional) - Parte I, com 10 questões; e Conhecimentos Específicos - Parte II, com 40 questões. Esta terá 50 (cinqüenta) questões de múltipla escolha, compondo a 1ª fase, que tem caráter obrigatório, eliminatório e classificatório. A Parte I terá conteúdo programático único para todas as áreas de concentração e a Parte II versará sobre conhecimentos específicos conforme conteúdo programático para cada área de concentração objeto deste Concurso (Anexo II deste Edital);

b) A cada questão serão atribuídos 2 (dois) pontos;

c) Serão convocados para a Prova da 2ª Fase (Prova Prática de Desempenho didático-pedagógico) os 8 (oito) primeiros colocados da 1ª fase desde que tenham obtido rendimento igual ou superior a 60 % (sessenta por cento) dos pontos distribuídos na prova escrita;

d) Havendo empate na última colocação (oitava), serão convocados para a 2ª fase todos os candidatos com a mesma pontuação;

e) A prova escrita terá a duração improrrogável de 04 (quatro) horas;

f) A prova escrita tem previsão de realização no dia 14 de junho de 2009 (domingo), das 8 (oito) as 12 (doze) horas, cuja confirmação da data, horário e local ocorrerá quando da emissão do comprovante definitivo de inscrição e será divulgado no sítio www.eafst.gov.br;

g) O candidato deverá comparecer ao local das provas com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos do horário de início, munido de lápis preto, caneta esferográfica (tinta azul ou preta), borracha, cédula original de identidade ou documento equivalente, válido em todo o território federal e comprovante de inscrição a ser retirado no sítio www.eafst.gov.br ou conforme descrito no item 5.1 do presente Edital, não lhe sendo permitido o ingresso após o horário estabelecido para o início da prova;

h) O candidato deverá entregar, após a realização da prova escrita até às 16 (dezesseis) horas do mesmo dia, toda a documentação necessária para a Prova de Títulos (Curriculum Vitae devidamente comprovado);

i) Será atribuída nota ZERO à questão da prova que contenha mais de uma resposta assinalada, que esteja com emenda e/ou rasura, bem como àquela que não for transcrita do Caderno de Prova para a folha de respostas;

j) Não será permitida qualquer forma de consulta;

k) O candidato somente poderá se retirar do recinto depois de decorrida uma hora do início da prova.

l) Os 03 (três) últimos candidatos deverão permanecer na sala até que todos tenham terminado a prova, só podendo dela retirar-se concomitantemente e após assinatura do relatório de aplicação de provas;

m) O candidato será sumariamente eliminado do concurso se, durante a realização das provas:

a. Utilizar-se de qualquer instrumento ou recurso, não autorizados;

b. Perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos;

c. Afastar-se da sala de provas sem autorização e desacompanhado do fiscal, antes de concluídas as mesmas;

d. Deixar de assinar a Folha de Presença e a Folha de Respostas da Prova;

e. For surpreendido comunicando-se ou tentando comunicar-se com outro candidato;

f. Atrasar-se ou deixar de comparecer a qualquer das provas.

n) O gabarito da prova escrita e a classificação da 1ª Fase serão divulgados no sítio www.eafst.gov.br imediatamente após o término do horário previsto para a realização da prova escrita, conforme descrito na alínea "f" do item 8.2 deste Edital.

o) O local de realização das provas escritas será o IFES/Santa Teresa - Rodovia ES 080, km 21, São João de Petrópolis, Santa Teresa, ES, CEP 29660-000.

8.3 Da Prova da 2ª Fase (Prova Prática):

a) Na publicação dos resultados da 1ª Fase serão divulgadas, no endereço eletrônico do IFES/Santa Teresa, as informações a seguir:

b) Relação dos candidatos convocados para a Prova da 2ª Fase (Prova de Desempenho);

c) Os temas para sorteio da Prova de Desempenho, horários e locais da realização das bancas examinadoras.

d) Após a divulgação dos resultados da 1ª Fase, serão convocados para a prova de desempenho didático-pedagógico, os candidatos classificados nos termos do item 8.2, alíneas "c" e "d" do presente Edital.

e) A Prova de Desempenho, de caráter obrigatório e eliminatório, destina-se a apurar a aptidão, a capacidade pedagógica de comunicação, a habilidade técnica e o conhecimento do conteúdo, mediante explanação e, se necessário arguição do candidato pelos membros da banca examinadora;

f) Não havendo candidatos aprovados na Prova de Desempenho em número suficiente ao número de vagas oferecidas, novo grupo de candidatos poderá ser convocado;

g) A prova da 2ª Fase será constituída de uma aula, desenvolvida no tempo de 40 (quarenta) minutos, ministrada em linguagem adequada, perante a banca examinadora designada para este fim;

h) Ao final da prova, o candidato poderá permanecer 15 (quinze) minutos à disposição da banca para prestar esclarecimentos, se necessário;

i) Os candidatos deverão entregar à banca examinadora de sua área de conhecimento, antes de iniciar sua exposição, o respectivo plano de aula do tema sorteado, em quatro vias, rubricadas e assinadas. O plano de aula deverá contemplar: identificação do tema; identificação dos pré-requisitos; objetivos instrucionais; desenvolvimento do tema; modo de avaliar o aprendizado; lista de exercícios (se necessário) e referências bibliográficas;

j) O horário e local de entrega dos planos de aula serão comuns a todos os candidatos, por área de conhecimento;

k) O tema da aula será único para todos os candidatos e será sorteado, dentre os temas extraídos do programa constante do Anexo II, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas antes do início da realização da 2ª Fase de cada área de concentração, e, logo após o sorteio, o tema será divulgado no sítio www.eafst.gov.br;

l) O sorteio do tema e da ordem de realização da Prova de Desempenho, dar-se-ão em sessão pública no dia 03 de julho de 2009, das 13 às 15 horas e os resultados do sorteio serão divulgados no sítio www.eafst.gov.br;

m) Antes do sorteio do tema, na mesma sessão pública, será realizado sorteio da ordem de realização da prova de desempenho;

n) O sorteio do tema será conduzido pela Comissão Organizadora do Concurso, na presença dos candidatos classificados ou, no caso da ausência dos mesmos, será realizado por um dos componentes da Comissão Organizadora com a presença de no mínimo 03 (três) de seus membros;

o) A prova de desempenho será realizada no IFES/Santa Teresa, de acordo com a alínea "o" do item 8.2 deste Edital, entre os dias 06 a 10 de julho de 2009;

p) Não será permitida, nesta prova, a presença dos demais candidatos, nem de pessoas não autorizadas pela Comissão de Concurso Público, devendo o candidato apresentar-se com, no mínimo, 15 (quinze) minutos de antecedência ao local de realização da Prova de Desempenho;

q) O candidato poderá utilizar-se dos seguintes recursos didáticos durante a Prova de Desempenho: Quadro negro (branco), giz (pincel), retro projetor e projetor de multimídia.

r) O IFES/Santa Teresa não se responsabilizará por quaisquer falhas que possam ocorrer com equipamentos de projeção, devendo o candidato, portanto, preparar- se para eventualidades;

s) Cada componente da banca avaliará o desempenho do candidato, atribuindo-lhe de 0 (zero) a 100 (cem) pontos. A média aritmética dos pontos atribuídos por todos os membros da banca avaliadora será o total de pontos auferidos pelo candidato nessa fase. Os critérios para avaliação do desempenho didático dos candidatos encontram-se na Tabela 2;

Tabela 2. Critérios de avaliação e pontuação respectiva para a Prova de Desempenho Didático do Concurso Público para Docentes do IFES/Santa Teresa, 2009.

Critérios

Valor Atribuído pelo membro da banca

1. Plano de aula.

Até 20 pontos

2. Objetivos precisos e claros no plano de aula.

Até 10 pontos

3. Motivação e manejo da Classe.

Até 10 pontos

4. Domínio da técnica.

Até 10 pontos

5. Domínio e adequação do conteúdo.

Até 10 pontos

6. Distribuição cronológica.

Até 10 pontos

7. Recursos didáticos utilizados.

Até 10 pontos

8. Seqüência lógica do raciocínio.

Até 10 pontos

9. Comunicação (linguagem clara, fluente, correta e gestos).

Até 10 pontos

Total

Até 100 pontos

a) Serão habilitados para a 3ª Fase os candidatos que obtiverem rendimento igual ou superior a 60 % (sessenta por cento) dos pontos distribuídos na prova da 2ª Fase.

b) A habilitação e a classificação da 2ª Fase serão divulgadas no sítio www.eafst.gov.br.

8.4 Da Prova da 3ª Fase (Pontuação de Títulos):

8.4.1 Não será(ão) pontuado(s) nesta fase o(s) título(s) correspondente(s) aos requisitos exigidos para a vaga, conforme consta da Tabela 1 do item 2.1 deste Edital, tendo a prova de títulos caráter classificatório.

8.4.2 Os títulos apresentados poderão receber as pontuações indicadas na Tabela 3.

8.4.3 A Prova de Títulos tem caráter classificatório.

8.4.3.1 Os candidatos deverão entregar à Comissão Organizadora do Concurso seu Curriculum Vitae (modelo da Plataforma Lattes do CNPq), títulos, diplomas e certificados para análise e julgamento da Prova de Títulos, na mesma data e imediatamente após a realização da sua Prova Escrita;

Tabela 3. Esquema de pontuação da 3ª fase do Concurso Público, relativa à Prova de Títulos para as vagas de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFES/Santa Teresa, 2009.

TITULAÇÃO E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

PONTOS

MÁXIMO

A. Doutorado na área (substitutiva e não cumulativa à pontuação obtida com o título de mestrado).

22,00

22,00

B. Mestrado na área (substitutiva e não cumulativa à pontuação obtida com o título de especialização).

10,00

10,00

C. Especialização na área.

2,00

2,00

D. Exercício profissional de magistério em curso de nível médio, técnico ou superior (limitado aos últimos dez anos).

0,50*

4 ,00

E. Publicação de livro, autoria ou co-autoria, que possua ISBN, relacionado a área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).

3,00

3,00

F. Publicação de artigo científico em revista ou periódico especializado, ou co-autoria de capítulo de livro que possua ISBN, ambos relacionados à área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos)**.

2,00

10,00

G. Publicação de resumo expandido em anais de eventos científicos nacionais ou internacionais relacionados à área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).

0,20

2,00

H. Participação em congressos ou simpósios relacionados à área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).

0,50

1 ,00

I. Aprovação em Concurso Público para cargo privativo da área de formação.

2,00

2,00

J. Registro de patente.

3,00

6,00

* Será validado o tempo correspondente a 1 (um) semestre completo, desprezadas as frações de meses e dias.

** Considerar-se-á o artigo ou capítulo de livro que se encontre no PRELO (já na editora, em processo de edição e impressão).

8.4.3.1.1 O candidato deverá entregar os títulos, juntamente com o requerimento de pontuação da prova de títulos (Anexo III), em envelope, com o formulário para relação de títulos que se encontra junto ao Edital (Anexo IV) devidamente preenchido, anexando 01 (uma) fotocópia de cada documento relacionado, de uma das seguintes maneiras:

a) fotocópia simples acompanhada do original, para autenticação do responsável pelo recebimento dos títulos; ou

b) fotocópia autenticada em cartório.

8.4.3.1.2 Os comprovantes dos documentos relacionados pelo candidato deverão ser numerados na mesma sequência em que constarem no formulário "RELAÇÃO DE TÍTULOS" (Anexo IV);

8.4.3.1.3 A Comissão Organizadora do Concurso conferirá a relação, atestando, formalmente, apenas o que recebeu, não implicando esta conferência preliminar em atestado de correção e validação dos documentos apresentados.

8.4.4 Os diplomas e/ou certificados em língua estrangeira somente serão considerados quando traduzidos para o português por Tradutor Público Juramentado, convalidados para o Território Nacional.

8.4.5 Os diplomas e certificados serão aferidos apenas quando oriundos de instituição pública ou privada, reconhecida, observadas as normas que lhes regem a validade.

8.4.6 Os títulos de mestrado e doutorado deverão vir acompanhados de documentação ou registro comprobatório de carga horária, conteúdos e área de concentração.

8.4.7 Para comprovação do TEMPO DE MAGISTÉRIO só serão aceitas documentações que contenham:

a) O início e o término do período declarado; e

b) A xérox autenticada da carteira profissional contendo a página de identificação (frente e verso) e as páginas dos contratos que comprovem o período trabalhado e que especifiquem o tipo de atividade; ou

c) Contracheques ou contrato de trabalho relacionados ao período trabalhado e à função desempenhada.

8.4.7.1 Na contagem do tempo só serão considerados, para fins de pontuação, a soma de tempo correspondente ao semestre completo desprezadas as frações.

8.4.7.2 O tempo de experiência não será computado cumulativamente no caso de, em um mesmo período, o candidato ter exercido atividades de magistério em mais de um estabelecimento, ocasião em que será considerado apenas um dos tempos.

8.4.7.3 No caso de autônomo, somente será aceito o contrato de prestação de serviços devidamente registrado contendo o período de sua vigência.

8.4.7.4 Se o tempo for de órgão público, somente será aceita certidão ou declaração, em original, expedida pelo órgão público competente.

8.4.7.5 O tempo de estágio não será considerado para o cômputo de experiência de magistério.

8.4.7.6 Será computado tempo de experiência para atividade de monitoria em nível de graduação, desde que a comprovação se dê pela apresentação de cópia autenticada do edital de seleção e do contrato de monitoria devidamente registrado.

8.4.8 Aos títulos, será conferido o máximo de 50 (cinqüenta) pontos.

8.4.9 Não serão avaliados os títulos apresentados fora do prazo, contendo rasuras ou que estejam sem autenticação.

8.4.10 Cada título será considerado uma única vez.

8.4.11 A classificação da 3ª Fase será divulgada no sítio www.eafst.gov.br.

8.5 Não haverá, sob qualquer hipótese, segunda chamada para as provas.

9 Dos Recursos

9.1 O candidato poderá interpor recurso contra:

9.1.1 Questões e/ou gabarito da Prova Escrita -1ª Fase, indicando com precisão a questão ou as questões a serem revisadas, fundamentando com lógica e consistência seus argumentos e relacionando-os com material bibliográfico;

9.1.2 Resultado da Prova Escrita (Pontuação obtida na 1ª Fase);

9.2 O recurso contra questões das provas deverá ser digitado. Cada questão ou item deverá ser apresentado em folha separada, identificada conforme modelo da Tabela 4.

9.3 Em nenhuma hipótese caberá recurso relativo às 2ª e 3ª Fases (Provas de Desempenho e de Títulos).

9.4 Os recursos deverão ser interpostos para a Comissão Organizadora do Concurso, mediante requerimento a ser entregue em meio digital e em duas vias impressas de igual teor e forma.

9.5 O prazo para interposição de recursos será de 52 horas, contadas a partir do horário de divulgação dos gabaritos da Prova Escrita (1ª Fase), no sítio www.eafst.gov.br.

9.6 Os recursos, uma vez analisados pela Comissão Organizadora do Concurso e respectivos responsáveis técnicos pela elaboração das Provas Escritas, receberão decisão terminativa, em um prazo de 72 horas após o término do recebimento dos recursos, constituindo-se em única e última instância.

9.7 Recursos inconsistentes serão indeferidos.

9.8 Não serão aceitos pedidos de recursos intempestivos ou promovidos por intermédio de via postal, via fax e/ou via correio eletrônico.

9.9 Os resultados dos recursos serão divulgados pela Internet no sitio www.eafst.gov.br.

9.10 Se, do exame dos recursos, resultar a anulação de questão(ões), os pontos correspondentes serão atribuídos a todos os candidatos à respectiva vaga.

9.11 Havendo alteração de resultado proveniente de deferimento de qualquer recurso, haverá nova e definitiva publicação dos resultados no sítio www.eafst.gov.br.

Tabela 4. Formulário de Recurso para a Prova Escrita (1ª Fase) do Concurso Público para a carreira de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do quadro de servidores permanentes do IFES/Santa Teresa, no ano de 2009.

10 Do Resultado do Concurso e sua Homologação

10.1 Os resultados de cada fase serão divulgados no sitio www.eafst.gov.br e no mural de avisos do IFES/Santa Teresa.

10.2 O resultado final do concurso será publicado no Diário Oficial da União, no sitio www.eafst.gov.br e no mural de avisos do IFES/Santa Teresa.

10.3 Resolvidas as eventuais pendências recursais havidas e ocorrendo alteração de resultado proveniente do deferimento de qualquer recurso, o resultado final, com a classificação dos candidatos aprovados, será homologado pelo Diretor Geral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo - Campus Santa Teresa e publicado no Diário Oficial da União (DOU).

11 Da Habilitação e Classificação

11.1 Os candidatos serão classificados de acordo com a ordem decrescente das notas finais no concurso público, considerando o somatório de pontos obtidos na 1ª, 2ª e 3ª Fases.

11.2 Em caso de empate no resultado final, ressalvados os casos abrangidos pela lei nº 10.741/2003, especialmente aqueles a que se refere o Art. 1º c/c Art. 27 da citada lei, serão utilizados os critérios abaixo para desempate, obedecendo a seguinte ordem:

a) O candidato que obtiver a maior pontuação na prova da 1ª Fase;

b) O candidato que obtiver a maior pontuação na prova da 2ª Fase;

c) O candidato que obtiver a maior pontuação na prova da 3ª Fase;

d) O candidato com maior idade; e

e) O candidato que tiver maior prole, devidamente comprovada;

12 Da Nomeação, Posse e Aproveitamento dos Candidatos Habilitados

12.1 Para investidura em cargo público, o candidato habilitado no Concurso Público deverá apresentar a documentação comprobatória do cumprimento dos requisitos previstos neste Edital e demais exigências gerais e específicas previstas na legislação vigente, comprovando ainda, além dos requisitos estabelecidos no item 7 deste Edital, o atendimento aos seguintes requisitos para ser empossado no cargo:

12.1.1 Estar quite com os cofres públicos.

12.1.2 Não ter sido demitido do Serviço Público Federal enquanto ocupante de cargo efetivo ou em comissão nos últimos 05 (cinco) anos contados da data da publicação do ato penalizador, decorrente das seguintes infrações:

12.1.2.1 Valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem;

12.1.2.2 Praticar advocacia administrativa.

12.2 Não poderá retornar ao Serviço Público Federal o servidor que for demitido ou o servidor que foi destituído do cargo em comissão, nas seguintes hipóteses:

12.2.1 Crime contra a administração pública;

12.2.2 Improbidade administrativa;

12.2.3 Aplicação irregular de dinheiro público;

12.2.4 Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional;

12.2.5 Corrupção.

12.3 Somente poderá ser empossado o candidato aprovado que for julgado apto física e mentalmente, deficiente ou não, através de laudo médico, tendo este um caráter terminativo sobre sua capacidade para o exercício do cargo.

12.4 O candidato aprovado será convocado para a posse, que deverá ocorrer no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de sua nomeação.

12.4.1 O não pronunciamento do convocado no prazo estipulado obrigará o IFES/santa Teresa a tornar sem efeito à portaria de nomeação, convocando o próximo candidato classificado.

12.5 A posse dos candidatos classificados e nomeados observará o limite de vagas estabelecido no presente Edital, exceto se a ampliação desse limite for autorizada pelo órgão competente para tal fim, e as substituições permitidas na Portaria nº 450 de 06/11/2002.

12.6 A data prevista para o ingresso dos aprovados e nomeados no quadro do IFES dar-se-á no período de validade do concurso, respeitados os prazos e requisitos estabelecidos em Lei para a investidura em cargo público.

12.7 A nomeação e posse far-se-á segundo o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União, lei nº 8.112/90.

12.8 O candidato nomeado para o cargo de provimento efetivo ficará sujeito, nos termos do artigo 41, "caput" da Constituição Federal, com nova redação dada pela Emenda Constitucional nº 19/98, a estágio probatório, durante o qual sua aptidão, capacidade e desempenho no cargo serão avaliados por comissão competente para tal fim.

12.9 Anular-se-ão, sumariamente, a inscrição e todos os atos dela decorrentes, se o candidato não comprovar que, ATÉ A DATA DA POSSE, satisfaz a todos os requisitos fixados, não se considerando qualquer situação adquirida após aquela data.

13 Do Provimento e da Remuneração Inicial

13.1 O provimento dar-se-á na Classe D I (número um em romanos), Nível 1 (um) e sua remuneração será fixada de acordo com a formação do candidato, equivalente ao vencimento do básico do cargo efetivo acrescido da Gratificação Específica de Atividade Docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - GEDBT e Retribuição por Titulação - RT, excluídas as vantagens de natureza individual, estabelecida para o nível 01 (um) da classe da carreira do magistério correspondente à respectiva titulação, nos termos da lei nº 11.784/2008, variando de R$ 2.206,29 à R$ 3.542,75 - dependendo da titulação, conforme Tabela 5, abaixo:

Tabela 5. Remuneração de acordo com a formação do candidato, para a carreira de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do quadro permanente do IFES, para o Concurso Público do Campus Santa Teresa, realizado no ano de 2009.

Vencimento Básico + GEBDT* + RT**

Formação

Classe / Nível

40 horas

DE***

Especialização

DI-01

R$ 2.206,29

R$ 3.077,28

Mestrado

R$ 2.551,34

R$ 4.094,25

Doutorado

R$ 3.542,75

R$ 6.055,01

* Gratificação Específica de Atividade Docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico.
** Retribuição por Titulação
*** Dedicação Exclusiva

OBS.: A remuneração relativa à Dedicação Exclusiva será atribuída ao servidor empossado por meio de Concurso Público somente perante interesse da Reitoria do IFES, não sendo seu oferecimento, portanto, de caráter obrigatório, de acordo com a legislação específica.

13.2 A remuneração acima mencionada poderá ser acrescida, de vantagens tais como: Auxílio Alimentação, Auxílio Transporte, Auxílio Pré-Escolar, etc., de acordo com a legislação em vigor.

14 Do Prazo de Validade do Concurso

14.1 De acordo com o Decreto nº 4.175, de 27/03/2002, publicado no DOU de 28/03/2002, o concurso terá validade de 01 (um) ano, podendo ser prorrogado por igual período, contado a partir da data de publicação e homologação do resultado final no Diário Oficial da União.

15 Disposições Gerais e Finais

15.1 O Concurso Público será regido por este Edital, os programas das provas e eventuais retificações das quais os candidatos deverão estar cientes, acompanhando suas divulgações no sitio www.eafst.gov.br.

15.2 A inscrição do candidato implicará na aceitação tácita das condições estabelecidas no presente Edital, das quais não poderá alegar desconhecimento.

15.3 O presente Edital e o detalhamento do conteúdo programático das provas estarão disponíveis no endereço eletrônico www.eafst.gov.br, a partir da data da publicação do Extrato do Edital no Diário Oficial da União.

15.4 A aprovação do candidato no Concurso Público constitui mera expectativa de direito à nomeação, ficando este ato condicionado à rigorosa observância da ordem classificatória, do prazo de validade do Concurso, do interesse e conveniência do IFES e demais disposições legais.

15.5 A critério do IFES/Santa Teresa e após o preenchimento da(s) vaga(s), poderão ser liberado(s) o(s) candidato(s) aprovado(s) excedente(s) para serem nomeados em qualquer Instituição da Rede Federal de Ensino do País, desde que haja disponibilidade de vagas e aquiescência das mesmas.

15.6 Os prazos fixados neste Edital serão contados, para os casos onde não se fixaram horário limite, excluindo-se o dia inicial e incluindo-se o do vencimento.

15.7 Não será fornecido ao candidato qualquer documento comprobatório de classificação, valendo para esse fim, a homologação publicada no Diário Oficial da União.

15.8 O candidato habilitado deverá entregar, quando convocado, além dos documentos exigidos pela Coordenação Geral de Recursos Humanos do IFES/Santa Teresa:

a) Declaração de Bens e Valores que constituem seu patrimônio;

b) Declaração quanto ao exercício ou não, de outro cargo, emprego ou função pública;

c) Declaração de não haver sido demitido ou destituído de Cargo em Comissão do Serviço Público Federal;

d) Nos termos do Art. 137 e seu parágrafo único, da lei nº 8.112/90.

15.9 Os turnos de trabalho serão estabelecidos pelo Diretor Geral do Campus Santa Teresa.

15.10 Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora do Concurso Público do Campus Santa Teresa, em conjunto com o Serviço de Procuradoria e/ou Coordenação Geral de Recursos Humanos.

LUIZ MARCARI JÚNIOR
Diretor Geral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
IFES/Santa Teresa

ANEXO I - DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO

Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico: Responsável pelas atividades de ensino, pesquisa, extensão e produção sob as formas: da condução de turmas de estudantes de nível médio, superior ou de trabalhadores em qualificação profissional (multiseriados) ofertando ensino de qualidade; da elaboração, condução e relato de experimentos científicos, de desenvolvimento tecnológico e inovação gerando novos produtos e tecnologias e divulgando-os na forma de trabalhos científicos e patentes; da condução de processos produtivos no ambiente agropecuário e silvícola, buscando o aumento da produtividade com responsabilidade sócio-ambiental; da promoção de atividades de extensão, através da organização de eventos técnico-científicos, dias-de­campo, feiras, simpósios, palestras, mini-cursos, além de atividades de apoio a pequenos proprietários rurais da região em que se insere o IFES/Santa Teresa; e ainda pelas atividades inerentes ao exercício de direção, assessoramento, chefia, coordenação e assistência na própria instituição, além de outras previstas na legislação vigente. As atividades serão realizadas sempre que possível visando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa, extensão e produção.

ANEXO II - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

COMUM A TODAS AS ÁREAS DE CONHECIMENTO

LEGISLAÇÃO (FUNDAMENTOS LEGAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA)

1. Constituição Federal de 1988;

1.1. Administração pública direta e indireta;

1.2. Poderes da União;

1.3. Princípios da Legalidade, Impessoalidade e Moralidade;

1.4. Cargos, empregos e funções públicas;

2. Regime Jurídico Único do servidor público na Constituição Federal - Lei n° 8.112/1990 atualizada;

3. Lei Federal n° 11.784/2008;

4. Decreto n° 1.171 de 22/06/1994 (Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal).

LEGISLAÇÃO DO ENSINO PROFISSIONAL

1. Constituição Federal de 1988;

2. Lei Federal n° 8.948/94 (Sistema Nacional de Educação Tecnológica);

3. Lei Federal n° 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional);

4. Decreto Federal n° 2.406/97 (Regulamenta a Lei n° 8.948/1994);

5. Decreto Federal n° 5.154/04 (Regulamenta o parágrafo 2°, do Art. 36 e os Arts. 39 a 41 da Lei n° 9.394/1996).

6. Decreto Federal nº 5.224/04 (Dispõe sobre a organização dos Centros Federais de Educação Tecnológica);

7. Decreto Federal nº 5.773/06 (Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino);

8. Decreto Federal nº 5.840/06 (Institui, no âmbito federal, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos - PROEJA);

9. Portaria MEC nº 646/97 (Regulamenta a implantação do disposto nos artigos 39 a 42, da Lei Federal nº 9.394/96 e no Decreto Federal nº 2.208/97);

10. Parecer CNE/CEB nº 02/97 (Dispõe sobre os programas especiais de formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível médio);

11. Parecer CNE/CEB nº 17/97 (Estabelece as diretrizes operacionais para a educação profissional em nível nacional);

12. Parecer CNE/CES n° 776/97 (Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação);

13. Parecer CNE/CEB nº 16/99 (Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico);

14. Parecer CNE/CES n° 436/2001 (Homologação em 05/04/2001 com publicação da mesma em 06/04/200 1 no Diário Oficial da União. Trata dos Cursos Superiores de Tecnologia - Formação de Tecnólogos);

15. Parecer CNE/CP n° 29/2002 (Homologação em 12/12/2002 e com publicação da mesma em 13/12/2002 no Diário Oficial da União. Trata as Diretrizes Curriculares Nacionais no Nível de Tecnólogo);

16. Parecer CNE/CEB nº 39/04 (Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio);

17. Parecer CNE/CEB n° 40/2004 (Trata das normas para execução, avaliação, reconhecimento e certificação dos estudos previstos no Artigo 41, da Lei n° 9.394/96 - LDB);

18. Resolução CNE/CEB nº 04/99 (Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico);

19. Resolução CNE/CEB nº 01/05 (Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004).

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

AGRONOMIA / BOTÂNICA E SISTEMÁTICA

Programa:

1) Princípios e regras do Código Internacional de Nomeclatura Botânica.

2) Sistemas de classificação: artificiais, naturais e filogenéticos.

3) Origem da diversidade vegetal - especiação alopátrica e simpátrica.

4) Conceitos biológico e tipológico de espécie.

5) Noções de Filogenia e Cladística.

6) Evolução das Angiospermas.

7) Noções sobre as Pteridófitas com interesse agrícola.

8) Gimnospermas - Cycadophyta, Ginkgophyta, Gnetophyta e Coniferophyta.

9) Estudo das principais famílias de Angiospermas com base na APG II.

10) Magnoliídeas: Lauraceae, Annonaceae e Piperaceae.

11) Monocotiledôneas (Liliopsida): Alismatales, Asparagales, Dioscoreales, Liliales, Arecales, Poales, Zingiberales.

12) Eudicotiledôneas: Caryophyllales, Santalales, Myrtales, Cucurbitales, Fabales, Malpighiales, Rosales, Brassicales, Malvales, Sapindales, Ericales, Gentianales, Lamiales, Apiales, Asterales.

Bibliografia:

SOUZA, V. C.; LORENZI, H. 2005. Botânica Sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II. Nova Odessa, São Paulo, Instituto Plantarum. 640 p.

LORENZI, H. 1992. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa, São Paulo, Ed. Plantarum. Vol. I. 352p.

LORENZI, H. 1998. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa, São Paulo, Ed. Plantarum. Vol. II. 652p.

CRONQUIST. A. 1988. The evolution and classification of flowering plants. New York. The New York Botanical Gardens. 556p.

LORENZI, H. 1991. Plantas daninhas do Brasil . Nova Odessa: Ed. Plantarum. 440p. POTT, A.; POTT, V. 1994 Plantas do Pantanal. EMBRAPA. Corumbá. 300p.

CARVALHO, P. E. R. 1994. Espécies Florestais Brasileiras: recomendações silviculturais, potencialidades e uso da madeira. 640p.

RIBEIRO, J. E. L.; HOPKINS, M. J. G.; VICENTINI, A.; SOTHERS, C. A.; COSTA, M. A. da S.; BRITO, J. M.; SOUZA, M. A. da; MARTINS, L. H. P. LOHMAM, L. G.; ASSUNÇÃO, P. C. L. ; PEREIRA, E. C.; SILVA, C. F.; MESQUITA, M. R.; PROCÓPIO, L. 1999. Flora da Reserva Ducke: guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta firme na Amazônia central. Manaus. INPA. 816p.

BARROSO, G. M.; GUIMARÃES, E. F.; PEIXOTO, A. L.; COSTA, C. G.; ICHASO, C. L. F.; LIMA, H.1991. Sistemática de Angiospermas no Brasil. Viçosa, UFV/Impr. Univ. 377p. Vols. I, II, I II.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. 2002. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova odessa, São Paulo, Instituto Plantarum. 512p.

SMITH, N.; MORI, S.; HENDERSON, A.; STEVENSON, D.; HEALD. S. 2004. Flowering Plants of the Neotropic. The New York botanical Gardens - Princeton University Press, Princeton and Oxford. 594p.

AGRONOMIA / ENTOMOLOGIA

Programa:

1) Principais Ordens de Importância Agrícola:

i) Orthoptera

ii) Thysanoptera

iii) Isoptera

iv) Hemíptera

v) Coleóptea

vi) Lepidóptera

vii) Díptera

viii) Hymenoptera

b) Características morfológicas, anatômicas e comportamentais;

c) Taxonomia (Sub-Ordens, Super-Famílias e Famílias).

2) Legislação Fitossanitário e Métodos de Controle:

a) Serviço Quarentenário, Trânsito de Vegetais, Medidas Obrigatória de Controle, Certificado Fitossanitário de Origem;

b) Controle Químico: Grupos de Biocidas, Formulações, Toxicologia, Receituário Agronômico;

c) Controle Biológico: Conceitos, Predadores, Parasitóides e Entomopatógenos, principais programas desenvolvidos no Brasil;

d) Manejo Integrado (MIP) e Manejo Agroecológico (MAP) de pragas.

3) Espécies de Importância Agrícola e Florestal

a) Classificação taxonômica, nomes científico e vulgar, descrição de danos e alternativas de controle dos insetos associados às:

i) Grandes Culturas;

ii) Pequenas culturas - Olerícolas e Ornamentais;

iii) Frutíferas;

iv) Essências Florestais.

b) Classificação taxonômica, nomes científicos e vulgar, descrição de danos e alternativas de controle dos insetos associados a:

i) Viveiros;

ii) Produtos Armazenados.

Bibliografia

ALVES, S. B. (Editor) Controle microbiano de insetos. 2.ed. Piracicaba: FEALQ, 1998. 1163p.

CROCOMO, W. B. (Organizador). Manejo integrado de pragas. São Paulo: Editora UNESP, 1990. 358p.

GALLO, D., O. NAKANO, S. SILVEIRA NETO, R. P.L. CARVALHO, G. C. de BAPTISTA, E. BERTI FILHO, J. R. P. PARRA, R. A. ZUCCHI, S. B. ALVES, J. D. VENDRAMIM, L. C. MARCHINI, J. R. S. LOPES, C. OMOTO Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.

GUERRA, M. S., SAMPAIO, D. P. A. Receituário agronômico. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 436p.

LIMA, A. F., RACCA FILHO, F. Manual de pragas e praguicidas - receituário agronômico. Rio de Janeiro: EDUR, 1996. 818p.

LIMA, A. F. Receituário agronômico: pragas e praguicidas - prescrição técnica. 2ª ed. Ver. e atual. Seropédica, RJ: Ed. Da UFRRJ, 2006. 506p.

PARRA, J. R. P., P. S. M. BOTELHO, B. S. CORRÊA-FERREIRA, J. M. S. BENTO (Editores) Controle biológico no Brasil - parasitóides e predadores. São Paulo: Manole, 2002. 635p.

ZUCCHI, R. A., S. SILVEIRA NETO, O. NAKANO Guia de identificação de pragas agrícolas. Piracicaba: FEALQ, 1993. 139p.

AGRONOMIA / FITOPATOLOGIA

Programa:

1) Historia da Fitopatologia.

2) Importância das Doenças de Plantas.

3) Conceitos de Doença.

4) Agentes Causais das Doenças de Plantas.

5) Ciclo das Relações Patógeno X Hospedeiro.

6) Ação do Ambiente sobre as Doenças de Plantas.

7) Sintomatologia, Diagnose e Postulados de Koch.

8) Classificação de Doenças.

9) Epidemiologia de Doenças de Plantas.

10) Princípios Gerais de Controle de Doenças de Plantas.

Bibliografia:

BERGAMIN, FILHO.; AMORIM, L. Doenças de Plantas Tropicais: Epidemiologia e Controle Econômico. São Paulo: Editora Ceres. 1996.

BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H.; AMORIM, L. 3ª ed. Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. São Paulo: Editora Ceres. Vol. 1. 1995.

BLUM, L.E.B. Doenças de plantas: Conceitos Básicos. Editora UDESC. 2002.

KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L. E. A. Manual de Fitopatologia: Doenças de Plantas Cultivadas. 4ª.ed. São Paulo. Editora Ceres. Vol. 2. 2005.

KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A. CAMARGO, L.E.A; REZENDE, J.A.M. Manual de Fitopatologia: Doenças de Plantas Cultivadas. 3ª ed. São Paulo: Editora Ceres. Vol. 2. 1997.

LOPES, C. A.; QUEZADO-SOARES, A. M. Doenças Bacterianas das Hortaliças: diagnose e controle. Brasília, DF: EMBRAPA. 1997.

MACHADO, J.C. Patologia de Sementes: fundamentos e aplicações. Lavras, ESALFAEP, 1988.

MENEZES, M.; SILVA-HANLIN, D. M. W. Guia Prático para Fungos Fitopatogênicos. Recife. Universidade Federal de Pernambuco. 1997.

MENEZES, M.; OLIVEIRA, S. M. A. Fungos Fitopatogênicos. Recife. Universidade Federal de Pernambuco. 1993.

ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R. Do.; MONTEIRO, A. J. A.; COSTA, H., Controle de Doenças de Plantas: Frutíferas. Viçosa-MG. Universidade Federal de Viçosa. Vol.1 e 2. 2002.

TIHOHOD, D. Nematologia Agrícola Aplicada. Jaboticabal: UNESP-FUNEP. 1993.

AGRONOMIA / GENÉTICA E MELHORAMENTO DE PLANTAS CULTIVADAS

Programa:

1) Primeira e segunda Leis de Mendel.

2) Processo evolutivo das plantas cultivadas. Padrões evolutivos das plantas cultivadas; fatores evolutivos; conseqüências do processo evolutivo para as diferentes populações de plantas.

3) Conservação de recursos genéticos vegetais. Centros de origens e de diversidade genética; Coleta e conservação de germoplasma; Centros de diversidade das principais plantas da agricultura brasileira.

4) Novas culturas: A domesticação moderna de plantas: A domesticação como processo evolutivo e de melhoramento; Aspectos modernos da domesticação de plantas, novas culturas.

5) Aproveitamento de recursos genéticos no melhoramento de plantas. Uso de germoplasma selvagem e exótico no melhoramento de plantas.

6) Interação genótipo x ambiente; Significado teórico e prático da interação genótipo x ambiente; métodos de estudo da interação; estratificação de ambientes.

7) Melhoramento de planta alógamas.

8) Melhoramento de plantas autógamas.

9) Biotecnologia no melhoramento genético de plantas: uso da biologia molecular; de marcadores moleculares; de técnicas de cultura de tecidos e organismos geneticamente modificados no melhoramento de plantas;

10) Banco de germoplasma: instalação, manutenção e multiplicação (in situ, ex situ e in vitro).

Bibliografias:

BERNARDO, R. Breeding for quantitative traits in plants. Stemma Press. Minnesota. 2002. 369p.

BORÉM, A. Melhoramento de plantas. 2.ed. UFV, 1998. 453p.

BOS. I.; CALIGARI, P. Selection methods in plant breeding. Chapman & Hall. Londres. 1995. 347 p.

CRUZ, C. D.; REGAZZI, A. D. ; CARNEIRO, P. C. S. Modelos Biométricos Aplicados ao Melhoramento Genético. Editora UFV. Viçosa. 3ª edição. 2004.480p.

FALCONER, D.S & MACKAY, T.FC. Introduction to quantitative genetics. 4a ed. 1996. 464 p.

FARNSWORTH, N.R., SOEJARTO, D.D. Global importance of medicinal plants. Conservation of medicinal plants. New York: Cambridge University Press, 1991. p.25-51.

FERREIRA, M.E.; GRATTAPAGLIA, D. Introducao ao uso de marcadores moleculares em analise genética Brasilia, DF (Brazil). 1996. 220 p.

FRANKEL, O.H.; HAWKES, J.G. (Ed.). Crop genetic resources for today and tomorrow, Cambridge (Great Britain). 1975. 492 p., Serie : International biological programme (Great Britain). no. 2. Ed.Cambridge University Press, London (Great Britain).

GUARINO, L.; RAO, V.R.; REID, R. Collecting plant genetic resources: technical guidelines. Wallingford, UK: CAB International, 1995. 748p.

HARLAN, J.R. Crops and man, 2nd Ed. Madison, WI: American Society of Agronomy and Crop Science. Society of America, 1992. 284p.

RAMALHO, M. A. P.; SANTOS, J. B. dos; ZIMMERMANN , M. J. O. Genética quantitativa em plantas autógamas: aplicações ao melhoramento do feijoeiro. Goiânia. Editora UFG, 1993.271p.

RAMALHO, M.A. Genética na Agropecuária.

REZENDE, M. D. V. de. Genética Biométrica e Estatística no Melhoramento de Plantas Perenes. Embrapa, Brasília. 2002. 971p.

WRICKE, G. & WEBER, W.E. Quantitative genetics and selection in plant breeding. 1986. 406p.

AGRONOMIA / OLERICULTURA

(MANEJO E TRATOS CULTURAIS DE PLANTAS CULTIVADAS)

Programa:

1) O universo da olericultura - Classificação popular e técnica das hortaliças;

2) Sistema de cultivo das principais olerícolas produzidas no estado do Espírito Santo;

3) Fatores climáticos na produção de hortaliças;

4) Planejamento e implantação da horta: localização, escolha e preparo do terreno;

5) Propagação de hortaliças: sexuada e assexuada - aspectos fisiológicos e práticos da produção de mudas;

6) Principais tratos culturais relativos à produção de hortaliças;

7) Produção de hortaliças em ambiente protegido;

8) Local de instalação e construção do ambiente protegido para o cultivo de hortaliças;

9) Caracterização e manejo climático do ambiente protegido;

10) Aspectos básicos relacionados à colheita, classificação e comercialização de hortaliças;

Bibliografia:

ANDRIOLO, J.L. Fisiologia das culturas protegidas. Santa Maria. Editora UFSM, 142p. 1999.

ALVARENGA, M. A. R. Tomate: produção em campo, em casa vegetação e em hidropônia. Lavras: UFLA, 2004. 400p.

ATHERTON, J.G.; RUDICH, J., ed. The tomato crop: a scientific basis for improvement. London: Chapman & Hall, 780p. 1986.

BORNE, H.R. Produção de mudas de hortaliças. Guaíba: Agropecuária, 187p., 1999.

FILGUEIRA, F.A.R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV. 2007. 421 p.

FILGUEIRA, F.A.R. Solanáceas: Agrotecnologia moderna na produção de tomate, batata, pimentão, pimenta, berinjela e jiló. Lavras: UFLA, 333p. 2003.

FONTES, P. C. R. Cultivo protegido de hortaliças em solo e hidroponia. Informe agropecuário. EPAMIG, 1999. v. 20., n. 200/201.

FONTES, P.C.R. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: UFV. 2005. 486 p.

GOTO, R.; TIVELLI, S.W. Produção de hortaliças em ambiente protegido: condições subtropicais. São Paulo: Fundação Editora UNESP. 1998. 319 p.

JONES JÚNIOR, J.B. Tomato plant culture: in the field, greenhouse and home garden. New York: CRC Press, 1999. 199p.

MINAMI, K. Produção de mudas de qualidade em horticultura. São Paulo: T.A. Queiroz, 1995, 128p.

SILVA, J.B.C. Cultivo de tomate para industrialização. Brasília: Embrapa-Hortaliças. 2000. 168p.

SGANZERLA, E. Nova agricultura: a fascinante arte de cultivar em plásticos. 4. ed. Porto Alegre, 1990.

AGRONOMIA / TECNOLOGIA DE SEMENTES

Programa:

1) Estrutura das sementes e suas respectivas funções.

2) Formação das sementes.

3) Maturação de sementes.

4) Dormência de sementes.

5) Germinação de sementes.

6) Deterioração de sementes.

7) Vigor de sementes.

8) Métodos de avaliação da qualidade fisiológica das sementes.

Bibliografia:

BRASIL, Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análise de sementes. Brasília, 1992, 365p. 184p.

CARVALHO, N. M. & NAGAKAWA, J. Sementes-ciência, tecnologia e produção. Jaboticabal. Funep, 2000, 588p.

FERREIRA, G. F.; BORGUETTI, F. Coord. Germinação - do básico ao aplicado. Porto Alegre. Artmed. 2004, 323p.

KRZYZANOSWKI, F. C.; VIEIRA, R. D.; FRANÇA NETO, J. B. Vigor de sementes: conceitos e testes. Londrina: ABRATES. 1999. 218p.

MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Esalq/USP, Piracicaba, SP. 2005. 430p.

TOLEDO, F. F. & MARCOS FILHO, J. Manual das Sementes: Tecnologia de produção. Piracicaba, CERES, 1977, 224p.

VIEIRA, R. D. & CARVALHO, N. M. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal. Funep, 1994, 164p.

BIOLOGIA / PARASITOLOGIA

Programa:

1) Taxonomia e evolução de parasitas;

2) Evolução do parasitismo e co-evolução parasita-hospedeiro;

3) Biologia dos Parasitas;

4) Mecanismos de invasão e de sobrevivência de parasitas em seus hospedeiros e fatores de patogenicidade;

5) Desenvolvimento de imunidade antiparasitária;

6) Aspectos genéticos dos parasitas;

7) Aspectos metabólicos e fisiológicos de parasitas e vetores;

8) Aspectos celulares e moleculares de parasitas e vetores;

9) Biologia e desenvolvimento de parasitas e vetores;

10) Dinâmica de transmissão das infecções parasitárias e implicações para o controle;

11) Protozooses intestinais e cavitárias; Tripanossomíase; Leishmanioses; Malária humana; Toxoplasmose; Esquistossomose mansônica:

a) Agentes etiológicos.

b) Diagnóstico.

c) Patogenias.

d) Relações parasitas-hospedeiros.

e) Epidemiologias.

f) Tratamentos;

12) Possibilidades e perspectivas de controle das protozooses humanas;

13) Cestóides de importância, endêmicos;

14) Nematóides de importância, transmitidos por ovos com larvas;

15) Nematóides de importância, transmitidos por larvas;

16) Artrópodes como agentes causadores de doenças;

17) Artrópodes envolvidos na transmissão de protozoários e helmintos patogênicos para o homem. Características biológicas, distribuição geográfica e controle.

Bibliografia:

MARCONDES, C.B. Entomologia Médica e Veterinária. Editora Atheneu, Rio de Janeiro, 432 páginas. 2001.

MARQUARDT, W.E. DEMAREE, R.S. e Grieve, R.B. Parasitology and Vector Biology. Editora Academic Press, 702 páginas. 2000.

MEHLHORM H. Parasitology in Focus. Factos and Trends. Editora Spring- Verlag, Berlin, 924 páginas. 1988.

REY, L. Parasitologia. Parasitoses e doenças parasitarias do homem nas Américas e na África. 3ª edição. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 856 páginas. 2001.

ROBERTS, L.S. & JANOVY, J.Jr. SCHMIDT, G.D. ROBERTS L. S. `Foundations of Parasitology. 7ª edição. Editora Mcgraw-Hill, USA. 659 páginas. 2004.

REY, L. Parasitologia - Parasitoses e doenças parasitárias do Homem nas Américas e na África - 3º ed. - Guanabara Koogan. 2002.

ROBERTS, L. S. Z. JANOVY, J. Jr. - Foundations of Parasitology - 6º ed. - Wm. C. Brown Publishers. 2000.

FERREIRA MU, FORONDA AS & SCHUMAKER TTS. Fundamentos Biológicos da Parasitologia Humana. São Paulo, Manole. 2003.

BIOLOGIA / ZOOLOGIA

Programa:

1) Protozoários;

2) Platelmintos:

3) Asqueomintos;

4) Moluscos;

5) Anelídeos;

6) Arthrópodos;

7) Equinodermos;

8) Urochordata e Cephalochordata

9) Chondrichthyes, Actinopterygii e Sarcopterygii (Peixes);

10) Anura, Urodela e Gymnophiona (Anfíbios);

11) Lepidossauria, Crocodylia, Testudinata (Répteis)

12) Aves;

13) Mammalia;

14) Sistemática moderna dos vertebrados:

a) O sistema binominal;

b) Variações geográficas (Subespécies, Clinas e Dimorfismo sexual);

c) Isolamento;

d) Taxa de evolução.

15) Distribuição dos vertebrados:

a) Regiões Zoogeográficas;

b) Zonas de vida;

c) Biomas;

d) Comunidades, áreas e províncias bióticas e ecossistemas;

e) Habitat e nichos.

16) Deslocamentos populacionais (Migração);

a) Dormência:

b) Hibernáculos;

c) Fatores fisiológicos associados à hibernação;.

Bibliografia:

ALEXANDER, R. M. The chordates. London: Cambridge University Press, 1975.

BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. 4 ed. Trad. Gettysburg College -Pennsylvania Livraria Roca. São Paulo - SP. 1179p. 1990.

BRUSCA, R.C.; GARY, J. Invertebrates. Sinauer Associatis, Inc. Publishers,

COLBERT, E.H. Evolution of vertebrates. New York: John Wiley & Sons, 1969.

HILDEBRAND, M.. Análise da Estrutura dos Vertebrados. São Paulo:Atheneu Editora. 1988.

ORR, R. T. Biologia dos Vertebrados. 5 ed. Livraria Roca. São Paulo - SP. 508p. 1986.

RUPPERT, E.E.; FOX, R. S.; BARNES, R.D. Zoologia dos Invertebrados. Livraria Roca São Paulo-SP. 2005.

STORER, T.L.; USINGER, R.L. Zoologia geral. 6. ed. São Paulo: Companhia Nacional, 2003. 816p.

EDUCAÇÃO

Programa:

1) Panorama internacional da profissionalização e da formação de professores

2) Panorama das licenciaturas no Brasil após a LDB de 1996

3) Escola e trabalho docente na perspectiva da diversidade cultural e da justiça social

4) A identidade do docente da educação básica e os dilemas do trabalho coletivo

5) O professor no século XXI: novas competências, novos desafios

6) Ensino Fundamental: o educador, as condições de trabalho, as metodologias e os recursos didáticos

7) Ensino Médio: o educador, as condições de trabalho, as metodologias e os recursos didáticos

8) Perfil contemporâneo do professor de ciências e de biologia para a educação básica

9) O ensino de ciências e de biologia: a aula, o plano de curso e o projeto pedagógico

10) Estágio supervisionado de licenciatura: a prática da teoria e a teoria da prática

11) O estágio supervisionado: encontro entre saberes escolares e saberes universitários

12) O estágio como diálogo entre a formação inicial e a formação continuada dos educadores

Bibliografia:

AGUIAR, W. M. J. (Org.) (2006). Sentidos e significados do professor na perspectiva sócio-histórica: relatos de pesquisa. São Paulo: Casa do Psicólogo.

ANDRIOLI, A. I. (2008). Trabalho coletivo e educação. Ijuí-RS: Editora UNIJUÍ.

BARROS, M. E. B, HECKERT, A. L. C., MARGOTO, L. (Orgs.) (2008). Trabalho e saúde do professor: cartografias do percurso. Belo Horizonte: Autêntica.

BROILO, C. L., FORSTER, M. M. S. (Orgs.) (2008). Licenciaturas, escolas e conhecimento. Araraquara, SP: Junqueira e Marin Editores.

DINIZ-PEREIRA, J. E., LEÃO, G. M. P. (Orgs.) (2008). Quando a diversidade interroga a formação docente. Belo Horizonte: Autêntica.

DINIZ-PEREIRA, J. E., ZEICHNER, K. M. (Orgs.) (2008). Justiça social: desafios para a formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica.

KRASILCHIK, M. (2004) Prática de ensino de biologia. São Paulo: EdUSP.

LOURENCETTI, G. C. (2008). O trabalho docente dos professores secundários na atualidade: intersecções, particularidades e perspectivas.

MIRANDA, M.I., SILVA, L. C. (2008). Estágio supervisionado e prática de ensino: desafios e possibilidades. Araraquara, SP:Junqueira e Marin Editores.

NO VOA, A. (Org.) (1992). Vidas de professores. Lisboa: Porto Editora.

NO VOA, A. (Org.) (1995). Profissão professor. Lisboa: Porto Editora.

PERRENOUD, P. (2000). Dez competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed.

PIMENTA, S. G., LIMA, M. S. L. (2004). Estágio e docência. São Paulo: Cortez.

SOUZA, J. V. A. (2007). Formação de professores para a educação básica: dez anos de LDB. Belo Horizonte: Autêntica.

TARDIF, M, LESSARD, C. (Orgs.) (2009). Ofício de professor: História, perspectivas e desafios internacionais, 3ª Edição. Petrópolis, RJ: Vozes.

VEIGA, I. P. A. (Org.) (1999). Projeto pedagógico na escola: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus.

VEIGA, I. P. A. (Org.) (2008). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus.

VEIGA, I. P .A., d'ÁVILA, C. (Orgs.) (2008). Profissão docente: novos sentidos, novas perspectivas. São Paulo: Papirus.

FÍSICA

Programa:

1) Cinemática e Leis de Newton da Mecânica.

2) Energia.

3) Momento Linear e Momento Angular.

4) Interação Gravitacional.

5) A lei de Coulomb.

6) Eletrostática.

7) Corrente Elétrica e Lei de indução de Faraday

8) Resistência, corrente e circuitos elétricos;

9) Indutância, oscilações eletromagnéticas e Campo magnético

10) Força e campo elétrico;

11) Estados da Matéria

12) Temperatura, Calor e Primeira Lei da Termodinâmica.

13) Propriedade dos Gases e Segunda Lei da Termodinâmica e Teoria Clássica dos Gases.

14) Oscilações Mecânicas e Som.

15) Ondas Eletromagnéticas.

16) A Luz, Interferência, Difração e Polarização, Reflexão e refração da luz;

17) Ótica Geométrica; Estática e dinâmica dos fluidos;

18) Estrutura da Matéria e Teoria da Relatividade;

19) Mecânica Quântica: Fundamentos e aplicações.

Bibliografia:

HALLIDAY D.et al. Física. Edgar Blücher Ltda, 1981

NUSSENZVEIG. H. M. Física Básica. John Wiley & Sons, Inc.,1984

GOLDSTEIN. Classical Mechanics. Addison-Wesley, 1981

REITZ, Milford and Christy. Teoria Eletromagnética. Campus, 1982

COHEN-TANNOUDJI et al. Quantum Mechanics. John Wiley, 1977

HALLIDAY, D. R., ROBERT; K. K. S. Física III, 4ª Edição, LTC - Livros Técnicos e Científicos - Editora S.A. 1996.

TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros v. III, LTC - Livros Técnicos e Científicos - Editora S.A. 1995.

SILVA FILHO, M. T. Fundamentos de Eletricidade. 15a Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC. 2007. (I.S.B.N.: 9788521615361).

WENTWORTH, S. M. Fundamentos de Eletromagnetismo com Aplicações em Engenharia. 1a Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC. 2006. (I.S.B.N.: 8521615043).

INFORMÁTICA/LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO

Programa:

1) Fundamentos para análise de algoritmos.

2) Paradigmas para projeto de algoritmos.

3) Algoritmos para estruturas de dados: vetores e matrizes, pilhas, listas, filas, árvores, grafos.

4) Análise da complexidade de algoritmos .

5) Linguagens de programação: sintaxe, semântica, e propriedades.

6) Linguagens de programação: métodos de implementação, paradigmas e especificação.

7) Avaliação de linguagens de programação.

8) Linguagens de programação funcionais.

9) Linguagens de programação lógicas.

10) Programação Orientada a Objeto.

Bibliografia:

CORMEN, T. H et al. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2ª edição, 2002.

GHEZZI, C., JAZAYERI, M. Conceitos de Linguagem de Programação. Rio de Janeiro: Campus. 1987.

HOPCROFT, J. E.; MOTWANI, R.; ULLMAN, J. D. Introdução à Teoria dos Autômatos, Linguagens e Computação. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

MELO, A. C. V., SILVA, F. S. C. Princípios de Linguagem de Programação. São Paulo: Edgard Blücher, 2003.

SANTOS R. Introdução a Programação Orientada a Objetos usando Java. Ed. Campus, 2003.

SIPSER, M. Introdução a Teoria da Computação. 2ª Ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007.

SZWARCFITER, J.L.Grafos e Algoritmos Computacionais. Editora Campus, 1983.

VAREJÃO, F. M. Linguagens de Programação - Conceitos e Técnicas. Rio de Janeiro: Campus. 2004.

VIEIRA, N. J. Introdução aos Fundamentos da Computação: Linguagens e Máquinas. São Paulo: Thomson Learning, 2006.

ZIVIANI N. Projeto de Algoritmos com implementação em Java e C++. São Paulo: Editora Thomson, 1ª edição, 2007.

INFORMÁTICA/SISTEMAS OPERACIONAIS E REDES DE COMPUTADORES

Programa:

1) Sistemas Operacionais

a) História e função dos sistemas operacionais;

b) Conceitos de hardware e software;

c) Concorrência;

d) Estrutura do sistema operacional;

e) Processos e Threads;

f) Sincronização e comunicação de processos;

g) Gerência do processador;

h) Gerência da memória e de memória virtual;

i) Sistema de arquivos;

j) Gerência de dispositivos;

k) Sistemas com múltiplos processadores.

2) Redes de computadores;

a) Conceitos básicos de redes de computadores;

b) Topologia;

c) Protocolos de comunicação;

d) Cabeamento;

e) Modelos OSI e TCP/IP;

f) Arquiteturas e padrões de redes;

g) Equipamentos de redes;

h) Transmissão e codificação de informações;

i) Tecnologias de transmissão da informação;

j) Sinais analógicos e sinais digitais;

k) Taxa de transmissão do canal e meios físicos de transmissão;

l) Instalação física e lógica;

m) Softwares de redes;

n) Introdução à gerência de redes de computadores: tecnologias, suporte e tendências;

o) Aplicações;

p) Cabeamento estruturado;

q) Segurança e desempenho de rede;

r) Comunicação de dados.

Bibliografia:

BALL, Bill; DUFF, Hoyt. Dominando Linux Red Hat e Fedora. São Paulo. Makron Books, 2004.

COMER, D. E., Redes de Computadores, Porto Alegre, 2001: Bookman.

DEITEL, Harvey M; DEITEL, Paul J; CHOFFNES, David R.. Sistemas Operacionais. 3° Edição Prentice Hall, 2005.

FILHO, João E. Descobrindo o Linux. 1ª Edição. Novatec, 2003

GIBSON, Jerry D. The Communications Handbook. [S.l.]: CRC Press, 1997. 1598 p.

MACHADO, Francis B; MAIA, Luiz P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 3ª Edição. LTC, 2004

SILBERCHATZ, Abrahan; Peter Baer Galvin, Greg Gagne Fundamentos de Sistemas Operacionais. 6ª Edição: LTC, 2004.

SOARES, L. F. Redes de Computadores: das LANs, MANs e WANs às rede ATM. Rio de Janeiro, 1995: Campus.

TANEMBAUM, Andrew. Sistemas Operacionais Modernos. 2° Edição. Pretice Hall, 2003

TANNENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Rio de Janeiro, 1997: Campus.

TORRES, Gabriel. Redes de Computadores Curso Completo. Axcel Books

MATEMÁTICA / CÁLCULO

Programa:

1) Números Reais;

2) Funções;

3) Limites e continuidade

4) Derivadas;

5) Aplicações de derivadas:

a) Máximos e mínimos;

b) Teorema do valor médio;

c) Funções crescentes e decrescentes;

d) Critérios para determinar os extremos de uma função;

e) Concavidade e Pontos de Inflexão;

f) Assíntotas Horizontais e Verticais;

g) Esboço de gráficos.

6) Integrais definidas e indefinidas;

7) Métodos de Integração:

a) Integração de Funções trigonométricas;

b) Fórmulas de redução ou recorrência;

c) Integração de Funções racionais em Frações Parciais;

8) Aplicações de integrais;

9) Sistemas de equações lineares;

10) Espaços vetoriais;

11) Transformações lineares;

12) Autovalores e autovetores;

13) Equações diferenciais;

Bibliografia:

BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. Sexta edição. Editora LTC. Rio de Janeiro, 1998.

BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; FIGUEIREDO, V. L.;WETZLER, H. G. Álgebra linear. Terceira edição. Editora Harbra. São Paulo, 1980.

STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra linear. Segunda edição. Editora Makron Books. São Paulo, 1987.

LAY, D. C. Álgebra linear e suas aplicações. Segunda edição. Editora Ltc. Rio de Janeiro, 1999.

GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 5. ed. Vol. I e II. São Paulo: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001.

HOFFMANN, L. D. Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2004.

LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. I e II, São Paulo: Harbra, 1986.

ANEXO III - REQUERIMENTO DE PONTUAÇÃO DA PROVA DE TÍTULOS

Eu, _________________________________________________________, CPF _____________________ RG _________________, residente à _____________________________________________________, candidato ao cargo de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, na área de ___________________________________, inscrição nº _________________, venho requerer pontuação na Prova de Títulos de que trata este Edital, conforme relação abaixo:

TITULAÇÃO E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

PONTOS

MÁXIMO

A. Doutorado na área (substitutiva e não cumulativa à pontuação obtida com o título
de mestrado).

22 ,00

22,00

B. Mestrado na área (substitutiva e não cumulativa à pontuação obtida com o título de especialização).

10 ,00

10,00

C. Especialização na área.

2,00

2,00

D. Exercício profissional de magistério em curso de nível médio, técnico ou superior (limitado aos últimos dez anos).

0,50*

4,00

E. Publicação de livro, autoria ou co-autoria, que possua ISBN, relacionado a área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).

3,00

3,00

F. Publicação de artigo científico em revista ou periódico especializado, ou co-autoria de capítulo de livro que possua ISBN, ambos relacionados à área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos)**.

2,00

10,00

G. Publicação de resumo expandido em anais de eventos científicos nacionais ou internacionais relacionados à área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).

0,20

2,00

H. Participação em congressos ou simpósios relacionados à área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).

0,50

1,00

I. Aprovação em Concurso Público para cargo privativo da área de formação.

2,00

2,00

J. Registro de patente.

3,00

6,00

* Será validado o tempo correspondente a 1 (um) semestre completo, desprezadas as frações de meses e dias.

** Considerar-se-á o artigo ou capítulo de livro que se encontre no PRELO (já na editora, em processo de edição e impressão).

Anexo __________ documentos para comprovação dos títulos que cito ser possuidor.

Santa Teresa (ES), _______ de ____________________________ de 2009.

_____________________________
Assinatura do Candidato Requerente

ANEXO IV - RELAÇÃO DE TÍTULOS

Nome do Candidato:

Inscrição n°:

Endereço:

Telefone:

Título

Obs.

   
   
   
   
   
   
   
   

Santa Teresa (ES), ______ de ______________________ de 2009.

Visto da Comissão

ANEXO V - CRONOGRAMA DO CONCURSO PÚBLICO

Atividade

Períodos e/ou prazos

Inscrição no Concurso Público, através do site www.eafst.gov.br.

Das 08 horas do dia 11 de maio até as 16 horas do dia 29 de maio de 2009.

Solicitação de Isenção da Taxa de Inscrição do Concurso Público.

De 11 a 14 de maio de 2009, durante o horário de expediente da Instituição.

Divulgação do resultado dos pedidos de isenção da taxa de inscrição do Concurso Público no site www.eafst.gov.br.

Até as 16 horas do dia 20 de maio de 2009.

Período de divulgação da relação de candidatos inscritos no Concurso Público no site www.eafst.gov.br.

De 01 a 05 de junho de 2009.

Prazo para reivindicação da validação da inscrição junto à Coordenação do Concurso Público, após a divulgação da relação de candidatos inscritos no site da Instituição.

Até as 16 horas do dia 10 de junho de 2009.

Data da Realização das Provas Escritas (1ª Fase) do Concurso Público para Docente do IFES/Santa Teresa.

Dia 14 de junho de 2009, das 08 às 12 horas.

Período de Interposição de Recursos contra o gabarito das Provas Escritas (1ª Fase) na Coordenação de Serviços Gerais do IFES.

Dia 14, das 13 às 16 horas; dias 15 e 16 de junho de 2009, das 8 as 11 e das 13 às 16 horas.

Período para análise e divulgação dos resultados dos recursos contra o gabarito das Provas Escritas (1ª Fase) do Concurso Público no site www.eafst.gov.br.

Do dia 16 ao dia 19 de junho de 2009.

Resultado final da 1ª fase do Concurso Público (após análise dos recursos).

Dia 26 de junho de 2009.

Data do sorteio da ordem de realização e dos temas da Prova de Desempenho.

Dia 03 de julho de 2009, das 13 às 15 horas.

Período das Provas de Desempenho.

De 06 a 10 de julho de 2009.

Divulgação do Resultado Final do Concurso Público.

Dia 13 de julho de 2009.

108303

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