SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO - RS

Anexo I do Edital nº 45 de 22 de setembro de 2003.

PROGRAMA DE LÍNGUA PORTUGUESA

Compreender a leitura de textos (retirados de livros, revistas, jornais...) e estabelecer relações estruturais e semânticas entre o texto e os fatos da língua são os objetivos básicos da prova de Língua Portuguesa.

A prova constará de leitura e compreensão de textos, com questões objetivas que avaliam a capacidade de desempenho lingüístico do candidato no que tange à ortografia, morfologia, sintaxe, semântica e pontuação.

BIBLIOGRAFIA

CINTRA, Lindley; CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. RJ: Nova Fronteira, 1985.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio século XXI. 3 ed. RJ: Nova Fronteira, 1999.

FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. SP: Ática, 1996.

LUFT, Celso Pedro. Novo guia ortográfico. SP: Globo, 1991.

PROGRAMA DE CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS E LEGISLAÇÃO

1.Gestão democrática.

1.1 O contexto neoliberal e suas repercussões na escola e na educação.

1.2 Democratização do conhecimento, democratização do acesso e democratização da gestão: teses e diretrizes do II Congresso Municipal de Educação.

1.3 Planejamento e Orçamento Participativo da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre.

2.Escola Cidadã.

2.1 Projeto Constituinte Escolar.

2.2 Princípios da Escola Cidadã.

2.3 Fundamentos teóricos e caracterização da organização curricular por ciclos de formação.

3.Saberes Pedagógicos.

3.1 História das idéias pedagógicas.

3.2 Tendências pedagógicas.

3.3 Interação entre aprendizagem e desenvolvimento.

3.4 Projeto Político-Pedagógico.

3.5 Educação Popular e Pesquisa Participante.

3.6 A investigação dos temas geradores e sua metodologia.

3.7 A organização do ensino por Complexo Temático.

3.8 Ensino e Avaliação como prática de inclusão.

3.9 O uso pedagógico dos multimeios.

4.Formação de professores.

4.1 A prática pedagógica como prática dialógica.

4.2 Pesquisa e formação docente.

4.3 Formação, conscientização e reinvenção da escola.

5.Legislação educacional.

5.1 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - 9394/96.

5.2 Lei Federal 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente.

5.3 Lei complementar nº 292/93 - Conselhos Escolares.

5.4 Lei nº 7365/93 e decreto municipal nº 11 295/95 - Eleição de diretores.

BIBLIOGRAFIA

AZEVEDO, José Clóvis de. Escola Cidadã: desafios, diálogos e travessias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

AZEVEDO, José Clóvis; GENTIL, Pablo; KRUG Andréa e SIMON, Cátia. Utopia e Democracia na Educação Cidadã. Porto Alegre: Editora da Universidade, 2000.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A educação popular na escola cidadã. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

________. Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense, 1990, 8ª ed.

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.

ESTEBAN, Maria Teresa. O que sabe quem erra? reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia - Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.

________. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

FREITAS, Ana Lúcia. Pedagogia da Conscientização - Um legado de Paulo Freire à formação de professores. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001.

GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Editora Ática, 1996.

GIROUX, Henry. Os Professores como Intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

KRUG, Andréa. Ciclos de Formação: uma proposta transformadora. Porto Alegre: Mediação, 2001.

LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública: A Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos. São Paulo: Ed. Loyola, 1986 (Coleção Educar).

PIMENTA, Selma Garrido. Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo: Cortez, 1999.

SANCHO, Juan M. (org.). Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Superação da lógica classificatória e excludente da avaliação: do "é proibido reprovar" ao é preciso garantir a aprendizagem. São Paulo: Libertad, 1998. (Coleção Cadernos Pedagógicos Libertad, v.5).

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto Político-Pedagógico da Escola: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus, 1995.

VIGOTSKI, Liev Semiónovitch. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

Publicações da SMED

PORTO ALEGRE, Secretaria Municipal de Educação. Escola Cidadã: construindo sua identidade. Revista Paixão de Aprender nº 9, dezembro, 1995.

________. Ciclos de Formação - Proposta Político-Pedagógica da Escola Cidadã. Cadernos Pedagógicos nº 9, dezembro, 1996.

________. Planejando as totalidades de conhecimento na perspectiva do tema gerador. Cadernos Pedagógicos nº 13, agosto, 1998.

________. Fazendo diferença: a educação especial na Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre. Cadernos Pedagógicos nº 20, janeiro, 2000.

________. II Congresso Municipal de Educação: teses e diretrizes. Cadernos Pedagógicos nº 21, março, 2000.

________. Planejamento e Orçamento Participativo: uma história para contar. Porto Alegre, janeiro de 2002. Organização: FOLCHINI, Margane; ROPKE, Nedi.

PROGRAMA DE ANOS/TOTALIDADES INICIAIS

1. Currículo e didática - a questão da organização e do planejamento da prática pedagógica.

2. Conteúdos conceituais, procedimentos e atitudinais.

3. Trabalho por Projetos.

4. Diferentes concepões da ação pedagógica e implicações para as intervenções didáticas e a avaliação.

5. Tratamento das diferenças na escola na perspectiva de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais.

6. Língua Escrita

6.1 Alfabetização e letramento.

6.2 Texto literário e os outros tipos de texto.

6.3 Alfabetização de jovens e adultos.

6.4 Ortografia.

7. Matemática

7.1 Construção do número.

7.2 Operações aritmética - noções e construção dos algoritmos convencionais.

7.3 Resolução e formulação de problemas.

8. Estudos Sociais e Ciências Naturais

8.1 Conhecimento espontâneo e conceitos científicos.

8.2 Trabalho com as diferentes fontes de pesquisa e os diferentes ponto de vista.

8.3 Interesse do aluno e objetivos do professor - critérios de seleção de conteúdos.

8.4 Integração, globalização ou interdisciplinaridade?

9. Artes Pláticas e Música

9.1 O papel da arte e da cultura na escola.

9.2 A apreciação, a aprodução e a crítica.

9.3 Ensino da arte e criatividade.

BIBLIOGRAFIA

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, MEC, 1997.

COLL, César et alli. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ed. Ática, 1999.

HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação - Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1998.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. POA: Educação e Realidade, 1993.

MIZUKAMI, Maria da Graça. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

CAVALCANTI, Zélia (coord.). Cadernos da Escola da Vila. Vol 4 - Alfabetizando. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.

FERREIRO, Emília e TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. POA: Artmed, 1986.

LERNER, Delia. Ler e escrever na escola - o real, o possível e o necessário. POA: Artmed, 2002.

MORAIS, Artur Gomes de. Ortografia: ensinar e aprender. SP: Ática, 1998.

PINTO, Álvaro Vieira. Sete lições sobre Educação de Adultos. SP: Cortez, 1994.

TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever: perspectivas psicológicas e implicações educacionais. São Paulo: Ática, 1995.

TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. SP: Cortez, 2000.

TOLCHINSKY, Liliana. Aprendizagem da linguagem escrita. SP: Ática, 1995.

CAVALCANTI, Zélia (coord.). Cadernos da Escola da Vila. Vol 5 - Aprender matemática resolvendo problemas Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.

KAMII, Constance. A criança e o número - implicações educacionais da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas: Papirus, 1990.

LERNER, Delia. Matemática na escola: aqui e agora. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1995.

RANGEL, Ana Cristina S. Educação Matemática e a Construção do Número pela criança. Porto Alegre: Artmed, 1992.

CARRETERO, Mario. Construir e ensinar - as Ciências Sociais e a História. POA: Artmed, 1997.

PROJETO - REVISTA DE EDUCAÇÃO - Ciências - Ano 1, nº 01 . Ed. Projeto, Julho/1999.

PROJETO - REVISTA DE EDUCAÇÃO - História - Ano 2, nº 02 . Ed. Projeto, janeiro/2000.

WEISSMANN, Hilda (org.). Didática das Ciências Naturais - contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artmed, 1998.

BUORO, Anamelia Bueno. O olhar em construção - uma experiência de ensino e aprendizagem da arte na escola. SP: Cortez, 1998.

CAVALCANTI, Zélia (coord.). Cadernos da Escola da Vila. Vol 1 - Arte na sala de aula. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1997 a 2001.

BEYER, Esther (org.). Idéias em Educação Musical. POA: Ed. Mediação, 1999.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

1.Legislação (ECA, LDBEN, Parecer do CEE, Resolução do CME).

2.Infância: História da infância, história das instituições educacionais - creches e pré-escola - assistência e educação. Cuidar e Educar.

3.Cultura, educação e currículo.

4.Planejamento e Avaliação da ação Pedagógica.

5.Jogo, Faz-de-conta, brincadeira e brinquedo.

6.Desenvolvimento infantil - 0 a 6 anos.

7.Papel do educador.

8.Instrumentos de trabalho: observação, registro diário, entrevistas, relatórios, reuniões com pais.

9.Organização do espaço e do tempo.

10.Construção do conhecimento: Leitura e escrita, matemática, literatura infantil, artes, corpo e movimento, ciências sociais e ciências naturais.

11.Relação instituição educacional, família e comunidade.

BIBLIOGRAFIA

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 2000.

AGUIAR, Vera (org.). Era uma vez na escola: Formando educadores para formar leitores. Belo Horizonte: Formato, 2001.

CRAYDI, Carmen M. (org.). O educador de todos os dias. Convivendo com crianças de 0 a 6 anos. Porto Alegre: Mediação 1998.

CUNHA, Susana Rangel Vieira da. Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre: Mediação, 1999.

EDWARDS, Carolyn P.(org.). As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Artmed, 1999.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

GONDRA, José G. (org.). História, Infância e Escolarização. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2002.

GOUVÊA, Maria Cristina Soares de. A cultura da INFÂNCIA, a infância na CULTURA. Revista Presença Pedagógica. v.6n.32 mar./abril.2000. P. 48 a 52.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação na pré-escola. Um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 1997.

JUNQUEIRA FILHO, Gabriel de Andrade. Interdisciplinaridade na pré- escola:Anotações de um educador "on the road". São Paulo: Pioneira, 1996.

KAERCHER, Gládis & CRAIDY, Carmem (org.). Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.

KINCHELOE, Joe L. Mc Donald's. Poder e criança: Rolnald Mac Donald faz tudo por você. In: SILVA, Luiz Heron; AZEVEDO, José Clóvis de; SANTOS, Edmilson Santos dos (org.). Identidade Social e a construção do conhecimento. Porto Alegre: PMPA/SMED, 1997. p. 69-7.

KISHIMOTO, Tizuko. Jogos Infantis: o jogo a criança e a Educação. Petrópolis, Vozes, 6ª ed. 1999.

KRAMER, Sonia; LEITE, Maria Isabel (org.). Infância: Fios e desafios de Pesquisa. Campinas: Papirus, 1996.

MACHADO, Maria Lúcia (org.). Encontros e desencontros em Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 2002.

OLIVEIRA, Zilma de Morais; MELLO, Ana Maria; VITÖRIA, Telma; FERREIRA, Maria Clotilde R. Creches: Crianças, Faz de conta & Cia. Petrópolis: Vozes, 1993.

OSTETTO, Luciana. Encontros e Encantamentos na educação infantil. Campinas: Papirus, 2000.

RODRIGUES, Maria Bernadette & AMODEO, Maria Celina. O espaço pedagógico na pré-escola. Porto Alegre: Mediação, 1997.

ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde (org.). Os Fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez , 1998.

STEIMBERG, Shirley. Kindercultura: a construção da infância pelas grandes corporações. In: SILVA, Luiz Heron; AZEVEDO, José Clóvis de; SANTOS, Edmilson Santos dos (org.). Identidade Social e a construção do conhecimento. Porto Alegre: PMPA/SMED, 1997. p. 98-145.

PROPOSTA POLÍTICA PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO INFANTIL - Caderno nº15 - 3ª edição Secretaria Municipal de Educação. Porto Alegre, agosto de 2002.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Cadernos Temáticos. Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre. Outubro de 2002.

Revista Educação & Realidade: OS NOMES DA INFÂNCIA. v.25, n.1 (DEZ-JAN/JUL 2000) Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

________. Lei nº 9394/96. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

________. Lei Federal 8.069/1990 - Estatuto Criança e do Adolescente.

________. Resolução do Conselho Municipal de Educação de Porto Alegre número 003/2001 que estabelece normas para a oferta da educação infantil no Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre.

________. Parecer número 22/98 de 17/12/98 do Conselho Nacional de Educação que é referente à diretrizes curriculares nacionais para ed. Infantil.

PROGRAMA DE ARTES CÊNICAS

1. Teoria do jogo: natureza e significado, características fundamentais e relações com a educação.

2. O Jogo Simbólico, o Jogo Dramático e o Jogo Teatral.

3. O ensino do teatro: abordagens conceituais e metodológicos.

4. A linguagem cênica: ação, espaço, personagem.

5. Dramaturgia e encenação: da Literatura dramática ao espetáculo.

6. A performance como linguagem: sentido e estrutura.

BIBLIOGRAFIA

BANDET, Jeanne; SARAZANAS, Rejane. A Criança e os Brinquedos. Lisboa: Editorial Estampa, 1973.

BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e Cultura. São Paulo: Cortez, 1995.

CHACRA, Sandra. Natureza e Sentido da Improvisação Teatral. São Paulo: Perspectiva, 1980.

COHEN, Renato. Performance como Linguagem: a criação de um tempo - espaço de experimentação. São Paulo: Perspectiva - EDUSP, 1989.

COURTNEY, Richard. Jogo, Teatro e Pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980.

FUSARI, M. F.; FERRAZ, M. H. Metodologia do Ensino da Arte. São Paulo: Cortez, 1995.

KOUDELA, Ingrid Dormien. Brecht: um Jogo de Aprendizagem. São Paulo: Perspectiva - EDUSP, 1991.

________. Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984.

LEENHARDT, Pierre. A Criança e a Expressão Dramática. Lisboa: Editorial Estampa, 1974.

LOPES, Joana. Pega Teatro. Campinas: Papirus, 1989.

PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia: A Construção do Personagem. São Paulo: Editora Ática, 1989.

REVERBEL, Olga. O Texto no Palco. Porto Alegre: Kuarup, 1993.

SLADE, Peter. O Jogo Dramático Infantil. São Paulo: Summus, 1978.

SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.

STOKOE, Patrícia e HARF, Ruth. Expressão Corporal na Pré-escola. São Paulo: Summus, 1987.

PROGRAMA DE ARTES PLÁSTICAS

1. Movimentos artísticos nas artes visuais e o ensino da arte.

2. O ensino da arte no Brasil: história e perspectivas atuais.

3. Abordagens conceituais e metodológicas da arte na educação.

4. A construção da linguagem gráfico-plástica na criança e no adolescente.

5. O ensino da arte e o cotidiano escolar.

6. O papel do professor no ensino da arte.

BIBLIOGRAFIA

BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte. São Paulo: Perspectiva/Fundação Iochpe, 1991.

________. Arte-Educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1978.

________. (org.). Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.

CAMARGO, Luis. Arte-educação: da pré-escola à universidade. São Paulo: Studio Nobel, 1994

CANCLINI, Nestor. A Socialização da Arte. São Paulo: Cultrix, 1984.

CUNHA, Susana Rangel Vieira da. Cor, som, movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre: Mediação, 1999.

DUARTE JR, João Francisco. O sentido dos sentidos - a educação (do) sensível. Curitiba: Criar Edições Ltda, 2001.

________. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Cortez, 1981.

FERRAZ, Maria H; FUSARI, Maria F. de R. Metodologia do ensino de arte. São Paulo: Cortez, 1993.

FUSARI, Maria F. de R.; FERRAZ, Maria Heloisa de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

GORODICHT, Clarice (org.). Ler e Escrever o Mundo: Compromisso da Escola Cidadã . Porto Alegre: SMED, 2000.

MARTINS, Miriam C. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Campus, 1991.

________. A sensibilidade do intelecto. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

PILLAR, Analice Dutra. Desenho e construção do conhecimento na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

________. (org.). A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Mediação, 1999.

________. Desenho e escrita como sistema de representação. Porto Alegre: Mediação, 1999.

PORTO ALEGRE - Secretaria Municipal de Educação. Caderno Pedagógico nº 23: A política cultural da rede municipal de ensino. Porto Alegre, 2001.

PROJETO - Revista de Educação: Artes Plásticas. V. 3, n. 5. Porto Alegre, 2001.

ROSSI, Maria Helena Wagner. Imagens que falam. Porto Alegre: Mediação, 2003.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO MUSICAL

1. Educação musical e cotidiano: metodologias e abordagens teóricas.

2. A educação musical no Brasil: história e perspectivas atuais.

3. Currículos em música.

4. A educação musical e a pesquisa na perspectiva da prática docente.

5. A avaliação em educação musical.

6. Aspectos da História da Música.

7. A prática docente e a Música Popular Brasileira.

8. O Folclore Musical e a prática docente.

BIBLIOGRAFIA

ANDRADE, M. Pequena história da música. 9ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1987.

BELLOCHIO, C. R. Educação musical: olhando e construindo na formação e ação de professores. Revista da ABEM, Porto Alegre, n. 6, p. 41-48, 2001.

DEL BEN, L. M.; HENTSCHKE, L. Avaliação em música: concepções e ações de uma professora de música do ensino fundamental de Porto Alegre-RS. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL, X., 2001, Uberlândia. Anais... Uberlândia: 2001, CDROM.

________. Educação musical escolar: uma investigação a partir das concepções e ações de três professoras de música. Revista da ABEM, n.7, p.49-57, 2002.

FREIRE, V. L. B. Currículos, apreciação musical e culturas brasileiras. Revista da ABEM, Porto Alegre, n.6, p.69-72, 2001.

________. A história da música em questão: uma reflexão metodológica. Fundamentos da Educação Musical. Associação Brasileira de Educação Musical, Série Fundamentos 2, junho/1994, p.113-135.

GROSSI, C. de S. Avaliação da percepção musical na perspectiva das dimensões da experiência musical. Revista da ABEM, Porto Alegre, n.6, p.49-58, 2001.

HENTSCHKE, L. A teoria espiral de Swanwick como fundamentação para uma proposta curricular. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL, 5., 1998, Londrina. Anais... Londrina: 1996, p.171-186.

________. Educação Musical em países de línguas neolatinas. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 2000.

KIEFER, B. A modinha e o lundu: duas raízes da música popular brasileira. Porto Alegre: Movimento, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1977.

________. Música e dança popular: sua influência na música erudita. Porto Alegre: Movimento, 1983.

LOPEZ, L. R. Sinfonias e catedrais: representação da história na arte. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 1995.

MANN, H. Som do sul: a história da música do Rio Grande do Sul no século XX. Porto Alegre: Tchê, 2002.

OLIVEIRA, A de J. Música na escola brasileira: freqüência de elementos musicais em canções vernáculas da Bahia utilizando análise manual e por computador - sugestões para aplicação na educação musical. Porto Alegre: ABEM, 2001.

PENNA, M. Discutindo o ensino da música nas escolas: os PCN para os 3º e 4º ciclos e sua viabilidade. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL, 7., 1998, Recife. Anais... Recife: 1998, p.61-72.

SOUZA, J. O conceito de cotidiano como perspectiva para a pesquisa e a ação em educação musical. In: ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL, 1., ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL, 6, 1997, Salvador. Anais... Salvador: 1997, p.38-44.

________. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental e médio, políticas e ações para o ensino de música nas escolas. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL, 7., 1998, Recife. Anais... Recife: 1998, p.17-26.

________. Música, cotidiano e educação. Porto Alegre: Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes da UFRGS, 2000.

SOUZA, J.; HENTSCHKE, L.; OLIVEIRA, A. de; DEL BEN, L.; MATEIRO, T. O que faz a música na escola? Concepções e vivências de professores no ensino fundamental. Porto Alegre: Núcleo de Estudos Avançados do Programa de Pós-Graduação em Música - Mestrado e Doutorado. Série Estudos: n.1, nov. 1995.

WOLFFENBÜTTEL, C. R. Resgatando o folclore na escola. In: GARCIA, R. M. R. et alli. Estudos de Folclore 1. Porto Alegre: Comissão Gaúcha de Folclore: Novak Multimedia, 2000 a, p.34-50.

________. A Presença das Raízes Culturais na Educação Musical. Revista da ABEM, Porto Alegre, nº 5, em setembro de 2000 c, pgs.31-37.

Revistas e periódicos

Revistas da ABEM, publicação da Associação Brasileira de Educação Musical.

Fundamentos da Educação Musical, publicação da ABEM.

Anais dos encontros da ABEM.

Revista OPUS, publicação da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música - ANPPOM .

Anais dos encontros da ANPPOM.

Em Pauta, publicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

PROGRAMA DE CIÊNCIAS FÍSICAS, QUÍMICAS E BIOLÓGICAS

1. Concepções contemporâneas do Ensino das Ciências: inter-relações entre o ensino de Ciências e as diferentes tendências pedagógicas.

2. Histórico do Ensino das Ciências

2.1 Relações e contextos sócio-culturais e econômicos;

2.2 Relações entre o Ensino das Ciências e a concepção de Ciência: a história do desenvolvimento e construção do conhecimento científico, tecnológico, seus procedimentos metodológicos e suas influências no Ensino das Ciências.

3. Metodologias no Ensino das Ciências e a organização da prática educativa.

4. Concepções de conteúdos escolares e critérios de seleção dos conhecimentos da área.

5. Abordagens contextualizadas com enfoque interdisciplinar de questões polêmicas contemporâneas relacionadas às discussões de desequilíbrios ambientais e ecológicos, de qualidade de vida, de saúde pública, das relações entre tecnologia e sociedade e de outras questões recorrentes às ciências, amplamente veiculadas pelos meios de divulgação científica e comunicação social.

6. Ética, Ciência e Desenvolvimento Sustentável.

7. Implicações psicossociais e epistemológicas no Ensino das Ciências.

BIBLIOGRAFIA

BOFF, L. Saber Cuidar. Ética do Humano - Compaixão pela Terra. Petrópolis: Vozes, 1999.

CAPRA, F. As Conexões Ocultas. Ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix Amana-Key, 2002.

CARRETERO, M. Construtivismo e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

DELIZOICOV, D. e ANGOTTI, J.A. Metodologia do ensino de ciências. Coleção Magistério - 2º grau, Série Formação do Professor. São Paulo: Cortez, 1990.

DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J.A.; PERNAMBUCO M. M. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. Coleção Docência em Formação. São Paulo: Cortez, 2002.

FAZENDA, I. (org.). Práticas Interdisciplinares na Escola. São Paulo: Cortez, 1994.

FAZENDA, I. C. A. Integração e Interdisciplinaridade no Ensino Brasileiro. Coleção Realidade Educacional. São Paulo: Loyola, 1993.

FRASCALANZA, H.; AMARAL, I. A. do; GOUVEIA, M. S. F. O ensino de ciências no primeiro grau. São Paulo: Atual, 1997.

KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. Temas básicos de educação e ensino. São

Paulo: EPU/EDUSP, 1987.

KUENZER, A. Ensino Médio. Construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. 3ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2002.

MORIN, E. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez, 2002.

MORIN, E. A Religação dos Saberes. O desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand, 2002.

NOAL, F. O.; REIGOTA, M.; BARCELOS, V. H. L. (orgs.). Tendências da Educação Ambiental Brasileira. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1998.

OLIVEIRA, M. K. Vygotsky. Aprendizado e desenvolvimento - um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2001.

PERRENOUD, P. Novas Competências para Ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

REGO, T. C. Vygotsky. Uma perspectiva histórico-cultural da educação. 10ª. Edição. Petrópolis: Vozes, 1995.

SONCINI, M.; CASTILHO JR., M. Biologia. Coleção Magistério - 2º grau, Série Formação do Professor, São Paulo: Cortez, 1991.

WEISSMANN, H. A didática das ciências naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

PROGRAMA DE CIÊNCIAS SÓCIO-HISTÓRICAS

1. Educação, Escola e Ensino: construção do conhecimento, compreensão de fundamentos filosóficos, históricos, sociais, geográficos, políticos e culturais e transformação da realidade; papel social da escola e do professor.

2. Cultura e ideologia, ética, alienação, liberdade, autonomia, indivíduos/coletivos, práticas de ensino: aspectos sociais, eu/outro: diferenças, diversidades e cidadania: tensões necessárias.

3. Ensino de Filosofia: perspectivas, filosofia para crianças.

4. Ensino de História: novas perspectivas, tempo/espaço, micro/macro história, ensino temático, ensino através de conceitos, projetos de trabalho e práticas de pesquisa em sala de aula.

5. Ensino de Geografia: novas perspectivas, espaço, globalização, espaço/tempo, população, cidadania, cidade, urbano/regional: similaridades e especificidades.

6. Representações estatísticas e cartográficas.

7. Estudos Sociais: novas perspectivas.

8. Linguagens alternativas no Ensino: vídeo, charges, literatura, fotografia, história em quadrinhos, documentos primários, ícones, registros orais/escritos, imagens.

9. Uso do livro didático.

BIBLIOGRAFIA

ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a Educação: epistemologia e didática. 2ª ed. Piracicaba: Unimep, 1998.

BALDISSERA, José Alberto. O livro didático de História: uma visão crítica. 4ª ed. rev. Porto Alegre: Evangraf, 1994.

CANDAU, Vera Maria (org.). Reinventar a escola. Petrópolis: Vozes, 2000.

CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos, (org.). Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. Porto Alegre: Associação dos Geógrafos Brasileiros - seção Porto Alegre, 1998.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1999.

CORTELLA, Mario Sergio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 3. ed. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000. (Coleção Prospectiva; v. 5).

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

HICKMANN, Roseli Inês (org.). Estudos Sociais: outros saberes e outros sabores. Porto Alegre: Mediação, 2002 (Cadernos Educação Básica; n.8).

KOHAN, Walter Omar (org.). Ensino de Filosofia: perspectivas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

KOHAN, Walter Omar (org.). Filosofia para crianças. Série Filosofia e Crianças, vol. I a VI. Petrópolis: Vozes, 1998-2002.

MAGNOLI, Demétrio; MENEGOTTO, Ricardo; OLIVEIRA, Giovana. Cenário Gaúcho: representações históricas e geográficas. São Paulo: Moderna, 2001.

MARTINELLI, Marcelo. Gráficos e Mapas: construa-os você mesmo. São Paulo: Moderna, 1998.

MEINERZ, Carla Beatriz. História Viva: a história que cada aluno constrói. Porto Alegre: Mediação, 2001.

NIDELCOFF, Maria Teresa. As Ciências Sociais na escola. 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991.

PADRÓS, Enrique Serra (org.). Ensino de História: formação de professores e cotidiano escolar. Porto Alegre: EST, 2002. ANPUH/RS. Jornada de Ensino de História e Educação (Porto Alegre).

________. Revista de Educação: História/ Porto Alegre: Projeto, v.2, n.2, 2000.

SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 2002.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA - REDE ESCOLAR

1. O corpo e suas implicações na Educação Física.

2. A educação física, os jogos e as vertentes do esporte

2.1 As teorias dos jogos e as atividades pré-desportivas;

2.2 A origem e o desenvolvimento do esporte;

2.3 Aspectos sócio-culturais do esporte.

3. As atividades físicas, o exercício e a saúde no contexto da educação física.

4. As finalidades e os objetivos da educação física escolar.

5. A crise atual e as contradições da educação física.

6. As novas tendências no ensino da educação física.

BIBLIOGRAFIA

BRACHT, V. Esporte na escola e esporte de rendimento. Movimento. nº 12, p. XIV-XXIV, jan-jun/2000. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

CARRAVETTA, Elio Salvador. O esporte olímpico um novo paradigma de suas relações sociais e pedagógicas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1997. 86p

FREIRE, J.B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 1994.

GAYA, A. Sobre o esporte para crianças e jovens. Movimento. nº 13, p.I - XIV. Ago-dez/2000. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

GAYA, Adroaldo Cezar Araújo. O corpo que não vai à escola. In: SILVA, Luiz Heron da; AZEVEDO, José Clóvis de; SANTOS, Edmilson Santos dos (orgs.). Identidade social e a construção do conhecimento. Porto Alegre: Secretaria Municipal de Educação - PMPA. 1997. p.353-366.

GOELLNER, Silvana. Gênero, Educação Física e Esporte. In: VOTRE, Sebastião. Imaginário e representações sociais em Educação Física, Esporte e Lazer. Rio de Janeiro: Ed. Gama Filho, 2001.

________. Educação Física e a construção de imagens de feminilidade no Brasil dos anos 30 e 40. Porto Alegre: Movimento, v. 13, p. 61-70, 2002.

KUNZ, E. Esporte: uma abordagem com a fenomenologia. Movimento. nº 12, p. I - XIII, jan-jun/2000. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

KUNZ, E. Transformação didático-pedagógica do esporte. Ijuí: Ed. Unijuí, 1994 - 152p.

LOVISOLO, H. Mediação: esporte rendimento e esporte na escola. Movimento. nº 15, p.107-117, ago-dez/2001. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

________. Metodologia do ensino de Educação Física - Coletivo de autores. São Paulo: Scipione, 1994.

MOLINA NETO, V. A prática do esporte nas escolas do 1º e 2º graus. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1993. 79p

MOLINA NETO, V. e MOLINA, R.K. Capacidade de escuta: questões para a formação docente em educação física. Movimento, v.8, nº 1, jan-abr/2002. p.57-66. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

STIGGER, M. P. Relações entre o esporte de rendimento e o esporte na escola. Movimento. nº 14, jan-jun/2001, p. 67-87. Porto Alegre. ESEF/UFRGS.

STIGGER, M.P. Esporte, lazer, estilos de vida: um estudo etnográfico. São Paulo: Autores associados, 2002.

TAFFAREL, C.N.Z. Desporto educacional: realidade e possibilidades das políticas governamentais e das práticas pedagógicas nas escolas públicas. Movimento. nº 13, p.XV-XXXV, ago-dez/2000. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

TANI, Go et alli. Educação Física Escolar: Fundamentos de uma Abordagem Desenvolvimentista. São Paulo: E.P.U., 1988.150p

VAZ, A. F. Técnica, esporte e rendimento. Movimento. nº 14, jan-jun/2001, p. 87-100. Porto Alegre: ESEF/UFRGS.

PROGRAMA DE FILOSOFIA

1. O que é Filosofia?

2. História da Filosofia.

3. Correntes filosóficas: idealismo, materialismo, positivismo, existencialismo, fenomenologia, hermenêutica, dialética, estruturalismo e pós-modernidade.

4. Filosofia latino-americana e inter/multi-culturalidade.

5. Filosofia da Educação: teorias da educação e ensino de filosofia.

BIBLIOGRAFIA

ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo : Ed. Brasiliense, 1994.

ARANHA, M. L. de Arruda e MARTINS, M. H. Pires. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2002.

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Brasília : UNB, 2001.

BORNHEIM, Gerd A. Introdução ao filosofar. Porto Alegre: Globo, 1983.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1998.

FÁVERO, Altair et alli (orgs.). Um olhar sobre o ensino de Filosofia. Ijuí: Unijuí, 2002.

FIORI, Ernani Maria. Educação e Política. Textos escolhidos v. II. Porto Alegre : L&PM, 1992.

FORNET-BETANCOURT, Raúl. Problemas atuais da Filosofia na Hispano-América. São Leopoldo: Unisinos, 1993.

KOHAN, W. (org.). Ensino de filosofia - perspectivas. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 2002.

KOHAN, W. e LEAL, Bernardina. Filosofia para crianças em debate. Série filosofia e crianças, vol. IV. Petrópolis: Vozes, 1999.

KOHAN, W.; CERLETTI, A. A filosofia no ensino médio: caminhos para pensar seu sentido. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999, p. 125 - 152.

KONDER, Leandro. O que é dialética. São Paulo: Brasiliense, 1981.

LACOSTE, Jean. A Filosofia da Arte. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.

LIPMAN, Matthew. O pensar na educação. RJ : Vozes, 1995.

LUCKESI, C. C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.

OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Reviravolta lingüístico pragmática na filosofia contemporânea. São Paulo: Loyola, 1996.

OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Sobre a fundamentação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1993.

________. PAIXÃO DE APRENDER. Porto Alegre: SMED, n. 13, mar. 2001.

PIOVESAN et alli (orgs.). Filosofia e ensino em debate. Ijuí: Unijuí, 2002.

PLATÃO. A República: livro VII. Brasília: UNB, 1995

REALE, Giovanni e ANTISERI, Dario. História da Filosofia. Vol. I-III. SP: Paulinas, 1990.

VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1999.

PROGRAMA DE GEOGRAFIA

1. O ensino da Geografia na formação da cidadania.

2. História do pensamento geográfico.

3. Conceitos fundamentais da Geografia: espaço, território, região, paisagem e ambiente.

4. A representação do espaço e suas leituras.

5. Dinâmica climática e geomorfológica: formações vegetais e paisagens naturais.

6. Natureza e sociedade: impactos das atividades produtivas.

7. Mudanças locais e globais e a defesa do ambiente.

8. Crescimento e mobilidade da população: a transição demográfica e a pluralidade étnica e cultural.

9. A ocupação produtiva do espaço rural: as relações campo-cidade.

10. Urbanização e metropolização: desigualdades socio-espaciais.

11. Indústria : mobilidade do capital e do trabalho.

12. A sociedade em rede e as novas regionalizações: integrações regionais, mudanças nos limites e fronteiras.

BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, R. D. de; SANCHEZ, M. C.; PICARELLI, A. Atividades Cartográficas 1, 2, 3 e 4 - Ensino de mapas para jovens. São Paulo: Ed. Atual, 1997.

ALVES, F. J. Metrópoles: cidadania e qualidade de vida. Coleção Polêmica. SP: Moderna, 1993.

ARCHELA, Rosely; GOMES, Marquiana de F. V. B. Geografia para o ensino médio: manual de aulas práticas. Londrina: UEL, 1999.

BERNADES, Nilo. Bases geográficas do povoamento do estado do Rio Grande do Sul. Ijuí/Porto Alegre: UNIJUÍ/AGB-PA, 1997.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. SP: Paz e Terra, 1999.

CASTRO, I. E. de et alli (org.). Geografia: conceitos e temas. RJ: Ed. Bertrand Brasil, 1996.

CASTROGIOVANNI, A. C. et alli. Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. PoA: AGB-PA, 1998.

CAVALCANTI, Lana de S. Geografia, escola e construção de conhecimento. Campinas: Papirus, 1998.

CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. SP: Ed. Ática, 1989.

________. A rede urbana. Série Princípios. SP: Ática, 1998.

DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. SP: Hucitec, 1996.

GUERRA, A. T. & CUNHA, S. B.(org.). Impactos ambientais urbanos no Brasil. Rio de Janeiro, ed. Bertrand Brasil, 2000.

________. Geomorfologia - uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro, ed. Bertrand Brasil, 1994.

HAESBAERT, R.; MOREIRA, I. A. G. Espaço e Sociedade no Rio Grande do Sul. 4a edição revista e atualizada. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1995.

HAESBAERT, Rogério. Des-territorialização e identidade: a rede "gaúcha" no Nordeste. Niterói: UFF, 1997.

MORAES, Antonio C. R. Ideologias geográficas. São Paulo: Hucitec, 1988.

MESQUITA, Zilá ; BRANDÃO, C. Rodrigues (org.). Territórios do cotidiano: uma introdução a novos olhares e experiências. Porto Alegre/Santa Cruz do Sul: UFRGS/UNISC, 1995.

HARVEY, D. A condição pós-moderna. SP: Edições Loyola, 1992

LACOSTE, Y. A geografia serve antes de mais nada para fazer a guerra. Lisboa: Iniciativas Editoriais, 1977.

MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo: relações internacionais 1945-2000. SP: Moderna, 1996.

MARTINELLI, M. Gráficos e Mapas: construa-os você mesmo. São Paulo: Ed. Moderna, 1998

MENEGAT, Rualdo (coord. geral),PORTO, M. L.; CARRARO, C. C. e FERNANDES, L. A. D. (coords.). Atlas ambiental de Porto Alegre (2.ed.). Porto Alegre: Ed da UFGRS -PMPA - INPE, 1999. 256p

MENDONÇA, S. A industrialização brasileira. SP: Hucitec, 1995.

MORAES, A. C. R. Meio ambiente e Ciências Humanas. SP: Hucitec, 1994.

NEVES, I.C.B. et alli (orgs.). Ler e escrever - compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 1999.

PASSINI, E. Y. Alfabetização cartográfica e o livro didático: uma análise crítica. Belo Horizonte: Ed. Lê, 1994.

RESENDE, M. S. Geografia do aluno trabalhador. São Paulo: Loyola, 1986.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria da Coordenação e Planejamento. Atlas Socioeconômico: Estado do Rio Grande do Sul/Rio Grande do Sul. Porto Alegre: SCP, 2002. 2. ed. rev. ampl.

RUA, J. et. al. Para ensinar geografia. Rio de Janeiro: ACCESS, 1993.

RIVERA, P.F. O espaço riograndense na Bacia do Prata. SP: FTD, 1994.

TERRA LIVRE, nº 8 , Prática de ensino em geografia. São Paulo: AGB-Nacional/MarcoZero, 1991

________. nº 13, Dossiê: os pcn's em discussão . São Paulo: AGB-Nacional, 1997.

________. nº14, As transformações no mundo da educação: geografia, ensino e responsabilidade social. São Paulo: AGB-Nacional, 1999.

ROSS, J. (org.) Geografia do Brasil. SP: EDUSP, 1997.

SANTOS, M. A natureza do espaço - técnica e tempo, razão e emoção. SP: Ed. HUCITEC, 1996.

SCHÄFFER, N. O. A urbanização na fronteira: a expansão de Sant'Ana do Livramento. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS/ Prefeitura Municipal de Sant'Ana do Livramento, 1993, 142 p.

SCHÄFFER, N. O. et alli (org.). Ensinar e aprender - geografia. Porto Alegre: Associação dos Geógrafos Brasileiros/ Seção Porto Alegre (AGB-PA), 1998.

SOUZA, M. A. de et alli (org.). O novo mapa do mundo: natureza e sociedade de hoje: uma leitura geográfica. SP: Hucitec-ANPUR, 1994.

PROGRAMA DE HISTÓRIA

1. Teorias da Histria e metodologias

1.1 Positivismo, marxismo, Escola dos Anais, Nova História Cultural; Micro-história; História oral; História do Cotidiano;

1.2 Ensino de História: crítica do livro didático, ensino temático, ensino através de conceitos, projetos de trabalho, pesquisa e ensino, linguagens alternativas do ensino de história (vídeo, caricatura, literatura, charge, história em quadrinhos, imagem, etc.).

2. História Geral

2.1Idade Média;

2.2Idade Moderna;

2.3Idade Contemporânea.

3. História do Brasil colonial, imperial e republicana.

4. História do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre. Pré-história, colonização, Império e Republica.

5. A problemática da descoberta: povos pré-colombianos; a chegada dos europeus; descobrimento, achamento, encontro, encobrimento, dominação, barbárie.

6. Escravidão e resistência: cultura negra e cultura indígena. Situação atual.

BIBLIOGRAFIA

A PAIXÃO DE APRENDER. Brasil 500 anos descobrindo outros autores. Porto Alegre : SMED, n.12, abr de 2000.

A PAIXテO DE APRENDER. Brasil: histrias, identidades... . Porto Alegre : SMED, n.13, mar de 2001.

BANN, S. As invenes da histria: Ensaios sobre a representao do passado. So Paulo: UNESP, 1994.

BORGES. V. P. O que é história. 2°ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. Coleção primeiros passos.

BURKE, P. A Revolução francesa da historiografia: a Escola dos Analles, 1929-1989. São Paulo: Editora Universidade Estadual Paulista, 1991. Cap. 2,3,4.

CARR. E. H. O que é historia? 3° ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. Cap.1,2.

CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.

CHARTIER, R. タ beira da falsia: A histria entre certezas e inquietudes. Porto Alegre: Ed. Universidade, 2002.

CHAUÍ, M. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001. Coleção história do povo brasileiro.

COGGIOLA, O. Governos militares na América Latina. São Paulo: Contexto, 2001.(Repensando a História do Brasil)

COSTA. E. V. Da monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: Brasiliense, 1987. cap. 1,5,6,7,9,10.

CULTURA & TRABALHO Histrias sobre o negro no Brasil. Porto Alegre: SMED, 2001.

DACANAL, J.H. e GONZAGA, S. (orgs.). RS: Economia e política. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1979. Cap. 1,2,4,5,6,8.

DOBERSTAIN, A W. Porto Alegre, 1900-1920: estatuária e ideologia. Porto Alegre: Secretaria Municipal da Cultura, 1992. Apresentação, cap. 1,5 e 6.

DOSSE, F. A Histria em migalhas: dos Annales Nova Histria. Campinas: Unicamp, 1992.

EFÍMOV, N. História Moderna. São Paulo: Editora Novos Rumos, 1986.

FRANCO, S. C. A guerra Civil de 1893. Rio Grande do Sul: Editora da Universidade, 1993. Síntese Universitária.

FREITAS, D. O escravismo brasileiro. Porto Alegre : Mercado Aberto, 1982.

GUAZZELLI, C. A. B. et alli. Questes de teoria e metodologia da histria. Porto Alegre. Ed. Universidade/UFRGS, 2000.

GUTFREIND, I. A historiografia rio-grandense. Porto Alegre: Editora Universidade/ UFRGS, 1998.

HOBSBAWM, E. A era das revolues (1789-1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.

________. A era do capital (1848-1875). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

________. Era dos extremos: o breve sculo XX (1914-1991). So Paulo: Cia das letras, 1995.

HOLANDA, S. B. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

HUNT, L. (org.). A Nova Histria Cultural. So Paulo, Martins Fontes, 1995.

JUNIOR, H. F. A Idade Mdia: nascimento do ocidente. So Paulo: Brasilense, 1987.

KARNAL, L (org). História na sala de aula. Conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003.

KERN. A. et alli. Arqueologia pré-histórica do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1991. Cap.09,10,11.

LENSKIJ, T. e HELFER, N. E. (org.). A memria e o ensino de Histria. Santa Cruz do Sul: EDUNISC e ANPUH/RS, 2000.

LUCINI, M. Tempo, narrativa e ensino da histria. Porto Alegre: Mediao, 2000.

5.MARY DEL PRIORI et alli. 500 anos de Brasil: história e reflexões. São Paulo: Scipione, 1987. cap. 1,2,3,10.

MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro; Bertrand Brasil, 2001

MOTA, G. (org.). Brasil em perspectiva. Rio de Janeiro: Difel, 1978. Cap. 1,2,3,4,6,7,8.

ORTIZ, R. A moderna tradição brasileira: cultura brasileira e industria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1991. Segunda parte.

PESAVENTO, S. J. Histria do Rio Grande do Sul. Porto alegre. Mercado Aberto. 1982.

RノMOND, R. O sculo XX. So Paulo: Cultrix, 1993.

6.RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995.

SEVECENKO, N. História da vida privada no Brasil,v.3. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Introdução, cap.1,2,3.

TODOROV, T. Conquista da América : a questão do outro. São Paulo: MARTINS FONTES, 1999.

VAINFAS, R. Os protagonistas anônimos da história: micro-história. Rio de Janeiro: Campus, 2002. Cap. 2,4,5.

VIZENTINI, P. F. Dez anos que abalaram o século XX. Parto Alegre: Leitura XXI, 2002. 2. ed.

PROGRAMA DE LÍNGUA ESPANHOLA

1. Situações comunicativas. O candidato deverá ter domínio de vocabulário sobre os seguintes temas:

1.1 Razões para estudar espanhol;

1.2 O espanhol no mundo;

1.3 Opinião sobre situações diversas, filmes, novelas;

1.4 Efetuar apreciações subjetivas de pessoas ou objetos;

1.5 Benefícios e dificuldades de aprender uma língua estrangeira;

1.6 Clima;

1.7 Anedotas pessoais e familiares;

1.8 Ecologia;

1.9 Costumes;

1.10 Viagens;

1.11 Música;

1.12 Esportes;

1.13 Lugares para visitar em diversas cidades do país;

1.14 A vida cotidiana;

1.15 Tempo livre;

1.16 Turismo;

1.17 Economia e Trabalho;

1.18 Família e Costumes;

1.19 Saúde e Dieta;

1.20 Gastronomia;

1.21 Arte;

1.22 Meios de Comunicação e Transporte;

1.23 Comportamento Social.

2. Interpretação de Textos

2.1 Análise e Interpretação de textos jornalísticos, científicos e literários;

2.2 Identificação da idéia principal das idéias subseqüentes, relações e diferenças entre ambas.

3. Vocabulário: Significado de palavras e expressões idiomáticas.

4. Conteúdo Gramatical

Morfossintaxe:

4.1 A oração

4.1.1 Tipos de orações segundo a atitude de quem fala;

4.1.2 Orações compostas coordenadas, justapostas e compostas subordinadas (substantivas, relativas e adverbiais).

4.2 A estrutura do grupo nominal

4.2.1 Substantivo;

4.2.2 Os determinantes: Artigos, Demonstrativos, Possessivos, quantificador numeral ou indefinido;

4.2.3 Os pronomes: pessoais, possessivos, demonstrativos, quantificadores, relativos.

4.3 O verbo

4.3.1 Variações (pessoas, número, tempo, modo, voz);

4.3.2 Formas pessoais e não pessoais;

4.3.3 Conjugação verbos regulares e irregulares;

4.3.4 As perífrases verbais (de obrigação, de dúvida, ou possibilidade; ESTAR+GERUNDIO; IR+INFINITIVO);

4.3.5 Complemento direto, indireto e circunstancial;

4.3.6 O advérbio, a preposição, a conjunção e a interjeição: suas funções em todas suas formas.

BIBLIOGRAFIA

BOM, Francisco Matte. Gramática comunicativa Del español: de la Lengua a la Idea. Tomo I. Nueva edición revisada. Madrid: Edelsa, 1995. 386 p.

________. Gramática comunicativa Del español: de la Idea a la Lengua. Tomo II. Nueva edición revisada. Madrid: Edelsa, 1995. 389 p

GONZÁLEZ, Maria Luisa Coronado et alli. A Fondo. Madrid: SGEL S. A. 1997. 311 p

HERMOSO, A. Gonzáles et alli. Curso práctico: gramática de español de lengua extranjera. 3 ed. Madrid: Edelsa, 1995.

PROGRAMA DE LÍNGUA FRANCESA

1. Compreensão do conteúdo de textos de expressão de cultura francófonas

1.1 Identificação do tema central;

1.2 Identificação dos pontos principais e das relações entre eles;

1.3 Identificação de detalhes.

2. Compreensão do vocabulário

2.1 Significado contextual de palavras e expressões;

2.2 Relação de palavras com seus sinônimos e homônimos.

3. Conhecimentos gramaticais: formas e usos do nome, pronome, do artigo, do verbo, da preposição, da conjunção, do advérbio.

4. Compreensão e emprego de estrutura lingüístico-discursivas

4.1 Noções de causa, conseqüência, hipótese, oposição, concessão, condição, adição, comparação, tempo e lugar;

4.2 Atos de fala: identificação, descrição, narração, pedido, agradecimento, ordem, opinião, proposição e argumentação.

5. A didática do FLE

5.1 O conceito de interlíngua;

5.2 A noção de erro;

5.3 A abordagem comunicativa;

5.4 A abordagem da gramática contextualizada em textos e diálogos;

5.5 A cultura como conceito didático.

BIBLIOGRAFIA

BERARD, Evelyne. Grammaire Utile du Français. Paris: Hatier, 1989. 320 p.

BESCHERELLE. La Grammaire pour tous. 1990. 195 p.

CAPELLE, Guy. C'est Facile. Paris: Hatier, 1982, 192 p.

MOIRAND, Sophie. Grammaire de texts et de dialoques. Paris: Hachette.

CUQ, Jean-Pierre. Cours de didactique du français langue étrangère et seconde. Grenoble: PUF, 2002

MAINGUENEAU, Dominique. Précis de grammaire pour les concours. Paris: Nathan, 2001

MOIRAND, Sophie. Une grammaire des textes et des dialoques. Paris: Hachette, 1989.

TAGLIANTE, Christine. La classe de langue. Paris: CLE International, 1999.

PROGRAMA DE LÍNGUA INGLESA

1. Gêneros textuais.

2. A organização textual e a produção de sentido.

3. Recursos lingüísticos construtores de sentido: anafóricos, dêiticos, conectores, nominalizações e operadores argumentativos.

4. Coesão e coerência textuais.

5. Enunciados e sua significação: pressupostos, subentendidos e implícitos.

6. Significação lexical e relações de sentido.

7. Formação de palavras.

8. Artigos, possessivos, demonstrativos e quantificadores.

9. Substantivos contáveis e incontáveis.

10. Adjetivos: ordem, posição e comparação.

11. Advérbios: posição, tipos.

12. Infinitivo: formas, usos, complementos.

13. Modais.

14. Estruturas negativas.

15. Estruturas interrogativas.

16. Coordenação e subordinação.

17. Construções passivas.

18. Preposições.

19. Pronomes.

20. Discurso indireto.

21. Estruturas e pronomes relativos.

22. Tempos verbais.

23. Verbos seguidos de preposições ou partículas (phrasal verbs, two-word verbs).

BIBLIOGRAFIA

BROWN, H. D. Teaching by Principles: na Interactive Approach to Language Pedagogy. Englewood Cliffs, N. J.: Prentice Hall Regents, 1994.

________. CAMBRIDGE INTERNATIONAL DICTIONARY OF ENGLISH . Cambridge: Cambridge University Press, 1995.

________. COLLINS COBUILD ENGLISH GRAMMAR . London: Harper Collins Publishers, 1993. 5th Edition.

HASHEMI, Louise; MURPHY, Raymond. English Grammar in Use Supplementary Exercises. Cambridge : Cambridge University Press, 1995.

McCARTHY, Michael; O´DELL, Felicity. English Vocabulary in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.

HADFIELD, Jill. Classroom Dynamics. Oxford: Oxford University Press, 1992.

MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 1994. 2nd Edition.

________. OXFORD ADVANCED LEARNER´S DICTIONARY. Oxford: oxford University Press, 2000 (sixth edition).

PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org.). Ensino de Língua Inglesa : Reflexões e Experiências. Campinas: Editora Pontes, 1996.

SOARES, Magda. Linguagem e Escola. Uma Perspectiva Social. São Paulo: Ática, 1992.

THOMAS, B.J. Elementary Vocabulary. New Edition. Essex: Longman, 1996.

TRAMONTE, Cristiana. Ensino de língua estrangeira e socialização do saber: abrindo caminhos para a cidadania. Ciudad Virtual de Antropología y Arqueología . Disponível em: www.naya.org.ar/congreso2002/ponencias/ cristiana_tramonte2.htm. Acesso em: 14/02/2003.

PROGRAMA DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA

1. Tipologia textual

1.1 Texto informativo;

1.2 Texto literário;

1.3 Texto descritivo;

1.4 Texto narrativo;

1.5 Texto argumentativo.

2. Leitura e compreensão de textos

2.1 Tema amplo/ tema restrito;

2.2 Estruturação do texto e dos parágrafos;

2.3 Idéias principais e secundárias;

2.4 Relação entre as idéias do texto: oposição, semelhança, causa/conseqüência;

2.5 Intenção comunicativa;

2.6 Estratégias argumentativas.

3.Vocabulário

3.1 Sentido de palavras e expressões no texto;

3.2 Substituição de palavras e expressões no texto;

3.3 Denotação e conotação;

3.4 Valor dos afixos e dos radicais;

3.5 Campos semânticos e lexicais.

4. Recursos estilísticos

4.1 Discurso direto e indireto e sua transformação.

5. Instrumentos lingüísticos

5.1 Emprego das classes gramaticais.

5.2 Vozes verbais e sua conversão;

5.3 Concordância verbal e nominal;

5.4 Regência verbal e nominal;

5.5 Emprego do acento indicativo de crase;

5.6 Colocação de termos e orações no período;

5.7 Emprego de conetivos coordenativos e subordinativos: conjuções, locuções conjuntivas e pronomes relativos;

5.8 Transformação de termos em orações e vice-versa.

6. Problemas de construção

6.1 Paralelismo;

6.2 Frases fragmentadas;

6.3 Ambigüidade.

7. Pontuação

7.1 Emprego adequado dos sinais de pontuação.

8. Ortografia

8.1 Emprego correto de letras;

8.2 Acentuação gráfica.

BIBLIOGRAFIA

CINTRA, Lindley ; CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. RJ: Nova Fronteira, 1985.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio século XXI. 3 ed. RJ: Nova Fronteira, 1999.

FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. SP: Ática, 1996.

GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. RJ: FGC, 1988.

LUFT, Celso Pedro. Novo guia ortográfico. SP: Globo, 1991.

MORENO, Cláudio; GUEDES, Paulo. Curso básico de redação. SP: Ática, 1991.

PROGRAMA DE MATEMÁTICA

1. Números naturais e inteiros: primos e compostos, decomposição em fatores primos, divisibilidade, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum.

2. Números racionais: operações com frações, com representação decimal e em notação científica; razões, proporções, porcentagem e variação percentual.

3. Números reais: operações e propriedades; intervalos. Expressões numéricas e cálculos com aproximações.

4. Expressões algébricas: simplificação e representação geométrica.

5. Variáveis discretas e contínuas; construção e interpretação de gráficos (cartesianos, por setores circulares, de barras), de tabelas numéricas e de diagramas.

6. Funções reais de variável real: domínio e imagem; crescimento; representação gráfica de y = f(x) e de suas transformadas (y = f(x+k), y = f(x) + k, y = f(k*x) e y = k*f(x), com k constante real não nula).

7. Função linear e afim: expressão algébrica; construção e interpretação de gráficos (raiz, coeficientes angular e linear); resoluções algébricas e gráficas de equações e de inequações.

8. Seqüências numéricas: descrição pelo termo geral e por recorrência; progressões aritméticas (termo geral, interpolação e soma dos termos); progressões geométricas (termo geral, interpolação e soma dos termos).

9. Arcos e ângulos: medidas e operações.

10. Relações métricas nos triângulos retângulos: seno, cosseno e tangente; identidades trigonométricas simples.

11. Resolução de triângulos quaisquer: lei dos senos e cossenos.

12. Figuras geométricas planas: retas, segmentos; ângulos; elementos, propriedades e construção de polígonos. Rotações, translações e reflexões.

13. Relações métricas nos polígonos e no círculo (polígonos inscritos e circunscritos, ângulos e arcos). Construções com régua e compasso.

14. Áreas e perímetros: polígonos, círculos e partes do círculo.

15. Figuras geométricas espaciais, áreas de superfícies e volumes, planificação: poliedros, cilindros, cones e esferas.

16. Análise Combinatória: princípios de contagem; permutações, arranjos e combinações simples.

17. Probabilidade: espaço amostral, resultados equiparáveis e propriedades das probabilidades. Probabilidade geométrica. Probabilidade condicional e eventos independentes.

BIBLIOGRAFIA

BEZERRA, Manoel J; PUTNOKI "JOTA". Matemática 2º Grau. V. Único. São Paulo: Scipione, 1998.

BICUDO, Maria Aparecida V. (org.). Educação Matemática. São Paulo: Editora Moraes, s.d.

CURY, Helena Noronha (org.). Formação de professores de matemática: uma visão multifacetada. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001.

D'AMBROSIO, Ubiratan. Educação matemática: Da Teoria à Prática. Série Perspectivas em Educação Matemática. SBEM Campinas: Papirus Editora, 1996.

DI PIERRO NETO, Scipione. Matemática: conceitos e histórias. 5 a 8 série. São Paulo. 1998.

DOLCE, Osvaldo; POMPEO, José N. Fundamentos da Matemática Elementar, 9: geometria plana.

FIORENTINI, Dario; MIORIM, Maria Ângela (org.). Alguns modos de ver e conceber o ensino da matemática no Brasil. In: Zetetiké. Campinas, SP, ano 3, n.4, p.1-37. 1995.

FIORENTINI, Dario; MIORIM, Maria Ângela (org.). Por trás da porta, que matemática acontece. Campinas: UNICAMP, 2001

HAZZAN, Samuel. Fundamentos da Matemática Elementar, 5: combinatória, probabilidade. São Paulo: Atual, 1993

IMENES, Luiz M. LELLIS, Marcelo. Matemática. .5 a 8 série. Scipione, 1998.

MACHADO, N. J. Matemática e Lingua Materna: (Análise de uma Impregnação Mútua). (3a ed.), São Paulo: Cortez, 1990.

MACHADO, N. J. Matemática e Realidade. São Paulo: Cortez, 1987.

MARANHÃO, Maria Cristina S. Matemática. São Paulo: Cortez, 1990.

MIORIM, Maria A. Introdução à história da educação matemática. SP: Atual, 1998.

MONTEIRO, Alexandrina; POMPEU JR., Geraldo. A matemática e os temas transversais. São Paulo: Moderna, 2001.

NUNES, Terezinha, BRYANT, Peter. Crianças fazendo Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

SCHLIEMANN, Ana L.; CARRAHER, David. (org.). A compreensão de conceitos aritméticos: ensino e pesquisa. Campinas: Papirus, 1998.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. Educação Matemática em Revista, 2: matemática no ensino de primeiro grau. Sao Paulo, 1993.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. Educação Matemática em Revista, 4: geometria. São Paulo, 1995.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. Revista do professor de matemática. Vs 1 a 36. Rio de Janeiro, 1982/1998.

WALKERDINE, Valerie. O raciocínio em tempos pós-modernos. In: Educação e Realidade. Porto Alegre, v.20, n.2, 1995. p. 207-226.

REVISTAS NACIONAIS

Educação Matemática em Revista e Temas & Debates. Revistas da Sociedade Brasileira de Educação Matemática. Rua Marquês do Paranaguá, 111 - sala 11 - Consolação, São Paulo (e-mail: sbem@exatas.pucsp.br)

Zetetiké. Faculdade de Educação da Universidade de Campinas. CEMPEM, sala LL-03. 13081-970 Campinas, SP. (e-mail: zetetike@turing.unicamp.br )

BOLETIM DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA [BOLEMA]. Revista publicada pela Universidade Estadual de São Paulo. (e-mail: bolema@rc.unesp.br )

BOLETIM GEPEM. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática. Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro.

Zetetiké. Faculdade de Educação da Universidade de Campinas. Campinas: CEMPEM. (zetetike@turing.unicamp.br )

BOLETIM DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA [BOLEMA]. Revista publicada pela Universidade Estadual de São Paulo. ( bolema@rc.unesp.br )

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE SURDOS

1. Políticas públicas educacionais brasileiras na área da Educação de Surdos.

2. História da pedagogia da surdez.

3. Modelos conceituais sobre a surdez e os surdos (o modelo clínico-terapêutico e sócio-antropológico).

4. Aquisição e desenvolvimento da linguagem em crianças surdas (incluindo língua escrita, português, língua de sinais e escrita dos sinais).

5. Desenvolvimento cognitivo nas crianças surdas, incluindo questões neuropsicológicas.

6. Abordagens pedagógicas na área da surdez: oralismo, comunicação total, bilingüismo.

7. Escolarização e educação de surdos: escola regular, escola especial, projetos individuais, projetos comunitários.

8. Estudos lingüísticos sobre a língua de sinais brasileira.

BIBLIOGRAFIA

BOTELHO, Paula. Segredos e Silêncios na Educação de Surdos. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 1999.

FERNANDES, Eulalia. Linguagem e Surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.

FERNANDES, Eulalia. Problemas lingüísticos e cognitivos do surdo. AGIR: Rio de Janeiro, 1990.

FERREIRA BRITO, Lucinda. Integração Social e Educação de Surdos. Rio de Janeiro: Babel Editora, 1993.

FERREIRA BRITO, Lucinda. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro/UFRJ, 1995.

LACERDA, Cristina B. F. & GÓES, Maria Cecília R. de. Surdez: processos educativos e subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000.

LODI, Ana Cláudia B.; HARRISON, Kathryn M. P.; CAMPOS, Sandra L. de.; TESKE, Ottmar (orgs). Letramento e Minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.

GOÉS, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação. São Paulo: Editora Autores Associados, 1996.

MOURA, Maria Cecília de. O Surdo, caminhos para uma nova identidade. São Paulo: Revinter/Fapesp, 2000.

QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos. A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

SACKS, Oliver. Vendo Vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1990.

SKLIAR, Carlos (org.). A Atualidade da Educação Bilingüe para Surdos. Vol. 1 e 2. Porto Alegre: Editora Mediação, 1999.

SKLIAR, Carlos (org.). A surdez, um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Editora Mediação, 1998.

SKLIAR, Carlos. Abordagens socio-antropológicas em Educação Especial. In: C. Skliar (org.). Educação e Exclusão. Cadernos de Autoria. Porto Alegre: Editora Mediação, 1997.

SOARES, Maria Aparecida Leite. A Educação do Surdo no Brasil. São Paulo: Editora Autores Associados, 1999.

SOUZA, Maria Regina de. Que palavra que te falta. Lingüistica, discurso e surdez. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO NA ÁREA DE DEFICIÊNCIA MENTAL

1. História da Educação Especial.

2. Legislação e Políticas Públicas.

3. Teorias de aprendizagem.

4. Processos aprendizagem e procedimentos de ensino.

5. Propostas contemporâneas de intervenção educacional.

6. Paradigmas da Educação Especial.

7. Perspectivas atuais em Educação e em Educação Especial.

8. Educação inclusiva: conceitos, princípios e história.

9. Formação de professores.

10. A escola e os espaços da educação.

BIBLIOGRAFIA

AQUINO, Julio (org.). Diferenças e preconceito na escola. Alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998.

BANKS-LEITE, Luci; GALVÃO, Izabel (orgs.). A educação de um selvagem: as experiências pedagógicas de Jean Itard. São Paulo: Cortez, 2000.

BAPTISTA, Claudio R & BOSA, Cleonice (orgs) .Autismo e educação: reflexões e propostas de intervenção. Porto Alegre: ARTMED, 2002.

BEYER, Hugo Educação especial: uma reflexão sobre paradigmas. Revista Reflexão e Ação. Santa Cruz: UNISC, v. 6, n. 2, p.p. 9-22, jul/dez, 1998.

BUENO, José Geraldo. Crianças com necessidades educativas especiais, política educacional e a formação de professores: generalistas ou especialistas? Revista Brasileira de Educação Especial, v. 3, n. 5, p. 7-25, 1999.

COLL, César; PALACIOS, Jesus; MARCHESI, Alvaro (org.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: Necessidades Educativas Especiais e Aprendizagem Escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

FERREIRA, Lenira Weil. (org.). Leituras, Significações Plurais: um olhar para além das diferenças. Porto Alegre: EDIPUC, 2002.

GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais em educação. Porto Alegre: ARTMED, 2000.

GLAT, Rosana. Inclusão total: mais uma utopia? Revista Integração. Ano 8, n. 20, p.p. 26-28, 1998.

MANTOAN, Maria Teresa. A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon, 1997.

MINTO, César A. Educação Especial: da LDB aos planos nacionais de educação - do MEC e proposta da sociedade brasileira. Revista Brasileira de Educação Especial, n. 6, 2000.

MASELLI, Marina & DI PASQUALE, Giovanna. A integração escolar dos alunos portadores de deficiência na Itália. In: SILVA, L.; AZEVEDO, J.; SANTOS, E. (orgs.). Identidade social e a construção do conhecimento. Porto Alegre: SMED - Prefeitura de Porto Alegre, 1997.

ODEH, Muna M. O atendimento educacional para crianças no hemisfério sul e a integração não-planejada: implicações para as propostas de integração escolar. Revista Brasileira de Educação Especial, n. 6, 2000.

PESSOTTI, Isaías. Deficiência mental: da superstição à ciência. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1984.

AZEVEDO, José Clovis de. Escola Cidadã: Diálogos e Travessias. Ed. Vozes, 2000.

Caderno Pedagógico nº 9: Abril de 1999 . Ciclo de Formação Proposta Político-Pedagógico da Escola Cidadã, SMED - Porto Alegre.

Caderno Pedagógico nº 20: Janeiro de 2000. Fazendo Diferença: Educação Especial na Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre. SMED - Porto Alegre.

CARVALHO, Rosita Edler de .Temas em Educação Especial: Educação Inclusiva. Ed. WVA 2000.

________. Removendo Barreiras para a Aprendizagem - Ed. Mediação 2000.

Declaração de Salamanca e Linha de Ação Sobre Necessidades de Educações Especiais 1994-UNESCO/CORDE. www.unesco.org/education/eduprg/sne/files_pdf/framew_p.pdf

L.D.B - Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei nº 9394, de 20/12/1996 (Lei Darcy Ribeiro). www.mec.gov.br

GONZÁLEZ, Jorge Antônio Torres. Educação e Diversidade: Bases Didáticas e Organizativas. Artmed, 2002.

SILVA, L.H. A Escola Cidadã no Contexto da Globalização -- Org. Ed. Vozes. 1999. Artigo: Revisitando a Inclusão Sob a Ótica da Globalização: duas Leituras e Várias Conseqüências - Mônica P. Santos.

Azevedo, Gentili, Krug, Simon . Utopia e Democracia na Escola Cidadã . Ed. UFRGS, 2000. Artigo: Escola Cidadã: Desafios de uma Escola Inclusiva. - Freitas, A. L.; Eckherdt, C. A. Gorodicht C., Panichi, M.T., Fernandes, R. C; Santos Jr, F. D. Pág. 489-493.

Krug A . Ciclos de Formação em uma Proposta Transformadora. Ed. Mediação, 2000

Silva, L.H.(Org). Escola Cidadã: Teoria e Prática. Ed. Vozes, 1999.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO NA ÁREA DE DEFICIÊNCIA VISUAL

1. Braille. O Sistema Braille: escrita, leitura e transcrição de texto.

2. Cegueira/Visão Subnormal: diferenciação entre cegueira e baixa visão, com abordagem em suas características e necessidades do seu portador.

3. Código Matemático Unificado: aplicação da sua normalização e simbologia.

4. Educação Física para Portadores de Deficiência Visual: sua importância e necessidade no desenvolvimento e integração do portador de deficiência visual.

5. Estimulação Precoce: o desenvolvimento global e as defasagens apresentadas pela criança com deficiência visual quando este processo fundamental não e desenvolvido como suporte nas inter-relações estabelecidas entre a criança, seus pais e os demais componentes do seu mundo circundante.

6. Inclusão Escolar: o processo inclusivo do aluno cego e de baixa visão na rede regular de ensino.

7. Informática: o Sistema Operacional DOSVOX e o "SOFTWARE" Virtual Vision, interfaces entre a pessoa cega e o computador.

8. Orientação e Mobilidade: seus conceitos, importância e necessidade no cotidiano da pessoa com deficiência visual, incluindo suas estratégias e metodologia.

9. Legislação: leis e diretrizes que abordam a Educação Especial e o acesso do portador de deficiência visual ao mercado de trabalho.

10. Sorobã: ábaco adaptado para o uso de deficientes visuais: sua estrutura, analise e compreensão do aparelho, realização das quatro operações fundamentais pela metodologia indicada pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia.

BIBLIOGRAFIA

BARRAGA, Natalie. Guia do professor para desenvolvimento da capacidade de aprendizagem visual e utilização da visão subnormal. São Paulo: Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1978.

BRASIL. Decreto n. 3298 de 20 de dezembro de 1999. Brasília, Presidência da Republica: 1999.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Titulo V, Capitulo V: Artigos 58 a 60. Brasília: Presidência da Republica, 1996.

BRUNO, Marilda Moraes Garcia. O desenvolvimento integral do portador de deficiência visual. São Paulo: Newsvork, 1993. 144p

GIL, Marta (org.). Deficiência visual. Brasília: MEC, Secretaria de Educação a Distancia, 2000. 79p (Cadernos da TV Escola. 1)

HOFFMANN, Sonia B. Benefícios da Orientação e Mobilidade: estudo intercultural entre Brasil e Portugal. Benjamin Constant, ano 5, n.14, p.11-16, dez. 1999.

Disponível em: # HYPERLINK "www.ibcnet.org.br/Paginas/meios_rbc.html" ##www.ibcnet.org.br/Paginas/meios_rbc.html#

LIMA, Waldin de; AZAMBUJA, Laone Jose Franco de. Manual de Sorobã: o sorobã na escola inclusiva. Porto Alegre: Departamento Pedagógico da Secretaria de Educacao / CAP-RS: S.E. v. unico.

MASINI, Elcie F. Salzano. O perceber e o relacionar-se do deficiente visual: orientando professores especializados. Brasília: CORDE, 1994. 161p.

MELO, Helena Flavia R. Deficiência visual: lições praticas de orientação e mobilidade. Campinas: UNICAMP, 1991.

MENESCAL, Antonio. A criança portadora de deficiência visual usando o seu corpo e descobrindo o mundo: atividades físicas e esportivas. In: LAZER, atividades físicas e esportivas para portadores de deficiência. Brasilia: SESI-DN, Ministério do Esporte e Turismo, 2001. 208p. Cap.4, p.135-176.

NUNES, Avani Fernandes Vilas Boas; SOLEDADE, Catarina Bernarda; REIS, Sonia Maria Barbosa dos. Sorobã para Deficientes Visuais: calculo direto para operações matemáticas. Salvador: Secretaria de Educação do Estado da Bahia: 1998.

OLIVEIRA, Regina Carvalho de Salles; KARA-JOSE, Newton; SAMPAIO, Marcos Wilson. Entendendo a Baixa Visão: Orientação aos professores. MEC/SEESP, BRASíLIA: 2000.

RIO GRANDE DO SUL. Lei Complementar n. 346: Porto Alegre: Câmara Municipal de Vereadores, 1995.

SALOMON, Sonia Maria. Deficiente Visual: um novo sentido de vida. São Paulo: ed. LTR, 2000.

SANTIN, Sylvia; SIMMONS, Joyce Nesker. Problemas das crianças portadoras de deficiência visual congênita na construção da realidade. Benjamin Constant, Rio de Janeiro, n.16, ago. 2000. Disponível em: # HYPERLINK "www.ibcnet.org.br/Paginas/meios_rbc.html"

VERISSIMO, Hildemar. Inclusão: a educação da pessoa com necessidades educativas especiais - velhos e novos paradigmas. Benjamin Constant, n=BA18, abr. 2001. Disponível em:www.ibcnet.org.br/Texto/RBCTXT/PUBLICTXT/RevAbr2001/Artigo%202.txt e em:www.ibcnet.org.br/Paginas/Nossos_Meios/RBC/public/RevAbr2001/Artigo%202.rtf

PROGRAMA DE PSICOLOGIA

Psicologia do ensino-aprendizagem e do desenvolvimento da infância e da adolescência:

1. Infância, adolescência e puberdade: conceitos, características, relações com o ciclo vital, sentimento de infância.

2. Processos de subjetivação na perspectiva psicanalítica: metapsicologia como estudo e descrição dos processos psíquicos nas suas relações dinâmicas, tópicas e econômicas; implicações para a relação professor-aluno.

3. Desenvolvimento cognitivo e ensino-aprendizagem da criança e do adolescente: psicologia genética de Jean Piaget (conceitos básicos, método clínico, evolução intelectual - períodos e estágios, função semiótica); teoria histórico-social (conceitos básicos, processo de formação dos conceitos, afetividade e inteligência); implicações educacionais.

4. Infância e adolescência na contemporaneidade: relações com a mídia, a violência e a sociedade; implicações para o desenvolvimento e o ensino-aprendizagem.

5. Jogo, brinquedo, brincadeira: questões históricas, conceituais e culturais. O jogo e a Educação: relações com o desenvolvimento e a aprendizagem, possibilidades e limites do uso pedagógico do jogo.

BIBLIOGRAFIA

BOCK, A. e outros. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva, 1991.

BROUGÈRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1994 (col. Questões da nossa época, 43).

COLL, C. e outros. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. v. 1, e 2.

COMPARATO, M. C. M. e MONTEIRO, D. S. F. (org.). A criança na contemporaneidade e a Psicanálise: família e sociedade - diálogos interdisciplinares. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. V. 1

COMPARATO, M. C. M. e MONTEIRO, D. S. F. (org.). A criança na contemporaneidade e a Psicanálise: mentes e mídias - diálogos interdisciplinares. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. V. 2

FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 1976. v. 7. p. 118-228.

FRIEDMANN, A. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996.

KISHIMOTO, T. O jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1994.

KUPFER, M. C. Freud e a Educação: o mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1989.

LEVISKY, David Léo (org.). Adolescência pelos caminhos da violência. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.

MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.

OUTEIRAL, J. O. Adolescer: estudos sobre adolescência. Ed. rev. e atualizada. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.

PARRAT-DAYAN, S. e TRYPHON, A. (introd. e org.). Jean Piaget - sobre a Pedagogia: textos inéditos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.

PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

PIAGET, J. e INHELDER, B. A psicologia da criança. São Paulo: DIFEL, 1983.

STEINBERG, S. e KINCHELOE, J. L. Cultura infantil: a construção corporativa da infância. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

VIGOTSKII, L. A. , LÚRIA, A. R. , LEONTIEV, A. N. Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2001.

VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

PROGRAMA DE ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA

1. História da Administração

1.1 Administração nas Civilizações Antigas. Administração na Idade Média. Administração no Século XIX;

1.2 Administração na Idade Moderna: Abordagens Clássica, Das Relações Humanas, Weberiana, Estruturalista, Comportamental, Neoclássica, Sistêmica e Contingencial;

1.3 Administração no Pós-modernidade: a segmentação do mercado consumidor e flexibilização do mercado produtor, os grandes modelos atuais (o americano e o japonês).

2. Teoria Geral da Administração

2.1 Planejamento: Tipos, Objetivos, Processos, Estratégias e Táticas;

2.2 Organização: formal e informal, centralização e descentralização, diferenciação e integração. Departamentalização e necessidade de integração. Amplitude administrativa e delegação de autoridade. Tipologias Organizacionais;

2.3 Direção: Estilos, Teorias sobre motivação (Taylor, Herzberg e Maslow). A Liderança e a Comunicação;

2.4 Controle: Fases do Controle, Tipos de Controle (material e humano, reativo e proativo);

2.5 O Controle da Qualidade Total;

2.6 Administração, o ambiente em mudança e o futuro administrativo.

3. Administração Financeira

3.1 Noções Básicas de Administração Financeira: Análise Financeira, Administração Financeira de Curto Prazo. Planejamento Financeiro e Orçamento. Orçamento Operacional.

4. Administração de Recursos Humanos

4.1 Histórico, Fases e Objetivos;

4.2 Mercado de Trabalho e Mercado de Recursos Humanos;

4.3 Recrutamento de Pessoal;

4.4 Seleção de Pessoal;

4.5 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal.

5. Formação Econômica do Brasil e Economia Brasileira Contemporânea

5.1 O Brasil Colonial. A Produção de Café no Rio de Janeiro e em São Paulo. O Processo de Substituição de Importações e a industrialização. Os Planos de Desenvolvimento Econômico Pós Segunda Guerra Mundial. A Economia da lnflação e os Planos de Estabilização (do Cruzado ao Real).

6. Teoria Econômica e Economia Políticas

6.1 Ciência e critérios de explicação científica. A Escola Clássica. A Escola Neoclássica. O Pensamento Marxiano. Keynes e o Keynesianlsmo. Kaleckí e o Princípio da Demanda Efetiva. O neo-liberalismo e a questão da globalização.

7. Microeconomia

7.1 Teoria do Consumidor: Preferências do Consumidor. Maximização de Utilidade. Funções de Consumo. O Equilíbrio do Consumidor. Modificações na Posição de equilíbrio. Bens normais, Superiores e Inferiores;

7.2 Propriedades da Curva de Demanda. Elasticidade da Demanda (renda, preço e cruzada);

7.3 Teoria de Firme: Principio de Maximização de Lucro. Descrição da Tecnologia. Retornos de Escala. Firma Competitiva. Curvas de Custos Médio e Marginal. Curvas de Custo de Curto e Longo Prazos. Funções de Custos e de Lucro. Propriedades das Curvas de Oferta de Produto e de Demanda por Fatores.

7.4 Teoria dos Mercados: Monopólio Puro. Competição Monopolista. Oligopólio. Equilíbrio de Nash. Equilíbrio de Stackelberg. Monopsônio;

8. Macroeconomia

8.1 Sistema Monetário: Origem, Funções e formas de Moeda. O Sistema Monetário e os Meios de Pagamento. Conte o Sistema Monetário. Criação e Destruição de Base Monetária e Meios de Pagamento. Multiplicador Bancário. Orçamento e Política Monetária;

8.2 Balanço de Pagamentos: Estrutura do Balanço de Pagamentos. Tópicos Especiais e Variações da Reservas Internacionais. Saldo em Conta Corrente. Ciclo da Dívida. Dinâmica da Absorção. Regimes Cambiais. Ajuste do Balanço de Pagamentos. O Sistema Monetário Internacional;

8.3 Contas Nacionais: Conceitos Básicos. O Sistema de Contas Nacionais. Déficit Público e seu Financiamento. Contas Nacionais do Brasil. imposto inflacionário e Transferências inflacionárias rio Brasil;

8.4 Fundamentos de Análise Macroeconômica: Oferta e Demandas Agregadas. O Modelo IS-LM. Macroeconomia Brasileira: Dívidas Interne e externa. As Políticas de Estabilização de Preços dos Anos 80 e 90.

9. Contabilidade Geral

9.1 Estudo do Patrimônio: conceito, aspectos do patrimônio, componentes do patrimônio, estrutura básica do patrimônio, origens e aplicações de recursos, ativo, passivo, patrimônio líquido, equação fundamental do patrimônio, situações do patrimônio líquido e noções de capital;

9.2 Demonstrações financeiras: exercício social, balanço patrimonial: ativo, passivo de acordo com a Lei das Sociedades por ações (Lei n.º 6404/76); Demonstração do resultado do exercício: conceito, receita bruta, deduções de vendas, receita líquida, lucro bruto, despesas operacionais, resultado operacional, despesas e receitas não operacionais, resultado antes do imposto de renda e da contribuição social e lucro líquido do exercício;

9.3 Teoria da escrituração: regimes de escrituração contábil, elementos básicos da escrituração, lançamentos de operações comerciais.

BIBLIOGRAFIA

CHIAVENATO, ldalberto. lntrodução a teoria geral da Administração. São Paulo: Atlas, 1986

________. Recursos humanos nas empresas. São Paulo: Atlas, 1989.

DORNBUSCH, Rudiger & FISCHER, Stanley. Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill, 1991.

Equipe de professores da USP. Contabilidade Introdutória. 9.ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.

FURTADO, Celso. A Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Nacional, 1970.

GARÓFALO, Gllson de Lima & CARVALHO, Luiz Carlos Pereira. Teoria Microeconomica. São Paulo: Atlas, 1995.

GEORGE, Claude 5. História do pensamento administrativo. São Paulo: Atlas, 1990.

GOUVEIA, Nelson. Contabilidade Básica. São Paulo: McGraw-Hill, 1984.

HARDING, H. A. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1994.

HARMON, Roy. Reinventando a Fábrica I e II. Rio de Janeiro: Campus, 1993.

IANNI, Otávio. A Era do Globallsmo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto R. Manual De Contabilidade Das Sociedades Por Ações. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2000.

ISHIKAWA, Kaoru. O controle de qualidade Total. Rio de Janeiro: Compus, 1993.

JURAN, J. M. Planejamento para a qualidade. São Paulo; Atlas, 1995.

LOPES, Carmo; ROSSETTI, José Paschoal. Economia Monetária. São Paulo: Atlas, 1989.

MIGLIOLI, Jorge. Acumulação de Capital e Demanda Efetiva. São Paulo: TAQ, 1984.

MONKS, J. O. Administração da produção. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.

MOTA, Fernando P. Teoria geral da Administração. São Paulo: Atlas, 1989.

NAISBITT, John. Paradoxo global. Rio de Janeiro: Campus, 1996.

NAPOLEONI, Cláudio. Smith, Ricardo e Marx, Rio de Janeiro: Graal, 1978.

PORTER, Michael. Estratégia competitiva, Rio de Janeiro: Campus, 1990.

RIGGS, J. Administração da produção: planejamento, análise e controle. São Paulo: Atlas, 1996.

SALAMA, Pierre. Dolarização. São Paulo: Nobel, 1989.

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo. Contabilidade societária. São Paulo: Atlas, 2002.

SIMONSEN, Mário; CYSNE, Rubens Ponha. Macroeconomia. São Paulo: Ao Livro Técnico, 1989.

VAN HORNE, James. Fundamentos de Administração Financeira. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1984.

VARIAN, Hal R. Microeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

VASCONCELOS, Marco Antônio Sandoval de et alli. Economia brasileira Contemporânea. São Paulo: Atlas, 1996.

WONNACOTT, Paul; WONNACOTT, Ronald. Economia. São Paulo: McGraw-.Hill, 1982.

PROGRAMA DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO

1.Intermediando a máquina e os programas: Abordagem histórica, evolução, funcionamento básico, classificação de sistemas operacionais.

2.Desvendando a máquina: histórico e evolução do hardware; os componentes - suas funções e compatibilidades.

3.Compartilhando hardware e software: Conceitos, serviços e terminologias de redes de computadores. Arquitetura Internet; Protocolos; Roteamento.

4.Desenvolvendo o raciocínio lógico e construindo algoritmos: Introdução e conceitos. Técnicas de programação. Programação estruturada.

5.Programando em C: origens da linguagem, expressões, comandos, funções, estruturas, a biblioteca padrão.

6.Utilizando um Aplicativo Integrado como Software Educacional - StarOffice: Instalação, características, funcionalidades e interatividade.

7.Aplicando a Informática à Educação: Abordagem histórica no Brasil, integração do computador à proposta pedagógica, dinâmicas e metodologias nos ambientes informatizados, softwares educacionais.

BIBLIOGRAFIA

CÔRTES, P. L. Sistemas Operacionais Fundamentos- Conceitos básicos - Aplicações- Aspectos históricos. São Paulo: Érica.

MANZANO, J. A. e OLIVEIRA, J. F. Algoritmos - Lógica para desenvolvimento de Programação de Computadores. São Paulo: Érica.

ARAUJO, JÁRIO. Introdução ao Linux- como instalar e configurar o Linux no PC. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, 2000.

SCHILDT, Herbert. C completo e total. São Paulo: Makron Books, 1996.

FIALHO JÚNIOR, M. StarOffice 5.2. Goiânia: Terra, 2001

ALMEIDA, M.G. e ROSA, P.C. Internet, intranet e redes corporativas. Rio de Janeiro: Ed. Brasport, 2000.

HEIDE, A. e STILBORNE, L. Guia do professor para a Internet. Porto Alegre: ArtMed, 2000.

TAJRA, S.F. Informática na Educação - professor na atualidade. São Paulo: Érica, 2001.

PROGRAMAS DE MATÉRIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO NORMAL

1.Cenário das políticas educacionais brasileiras

1.1Neoliberalismo, globalização e suas repercussões na educação e na escola;

1.2A proposta da Educação para Todos;

1.3Gestão democrática da escola e do trabalho pedagógico.

2.Profissionalização docente

2.1A escola e a docência no contexto da transição paradigmática;

2.2Do profissional reflexivo ao intelectual crítico;

2.3Pesquisa e formação docente;

2.4Saberes necessários à prática educativa.

3.Conhecimentos pedagógicos

3.1Educação Popular, vida e obra de Paulo Freire;

3.2A psicologia e suas repercussões na educação;

3.3Currículo, Cultura Popular e Pedagogia Crítica;

3.4Coordenação Pedagógica e Projeto Político-Pedagógico;

3.5Planejamento e Processo Ensino-Aprendizagem;

3.6Avaliação mediadora e progressão continuada;

3.7Escola Cidadã: teoria e prática.

BIBLIOGRAFIA

ALARCÃO, Isabel (org.). Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.

ANDRÉ, Marli Eliza D. A (org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas, SP: Papirus, 2001. (Série Prática Pedagógica).

CECCON, Claudius; OLIVEIRA, Miguel Darcy; OLIVEIRA, Rosiska Darcy. A vida na escola e a escola da vida. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. 29ªed.

CONTRERAS, José. A Autonomia de Professores. São Paulo: Cortez, 2002.

FAZENDA, Ivani (org.). Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 1991.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

________. Professora, sim; tia, não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho D'Agua, 1993.

________. Pedagogia da Esperança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

FREITAS, Ana Lúcia. Pedagogia da Conscientização - Um legado de Paulo Freire à formação de professores. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001.

GANDIN, Danilo; GANDIN, Luís Armando. Temas para um Projeto Político-Pedagógico. 6ª Edição. Petrópolis: Vozes, 2003.

GENTILI, Pablo (org.). Pedagogia da exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1993.

MORAES, Maria Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Campinas, SP: Papirus, 1997 (Coleção Práxis).

MOREIRA, Antonio Flávio; SILVA, Tomaz Tadeu da. Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1995.

PIMENTA, Selma Garrido (org.). Didática e Formação de Professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 1997, p.159-190.

PARO, Vitor Henrique. Reprovação escolar: renúncia à educação. SP: Xamã, 2001.

SCALCON, Suze. À procura da unidade psicopedagógica: articulando a psicologia histórico-cultural com a pedagogia histórico-crítica. Campinas, SP: Autores Associados, 2002.

SILVA, Luiz Heron da (org.). Escola Cidadã: Teoria e Prática. Petrópolis: Vozes, 1999.

STRECK, Danilo Romeo. Pedagogia no encontro de tempos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2001.

TORRES, Rosa Maria. Educação para Todos: a tarefa por fazer. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.

VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do trabalho pedagógico. São Paulo: Libertad, 1998 (Coleção Subsídios Pedagógicos, v.3).

PROGRAMA DE QUÍMICA

1. Estrutura atômica, ligações químicas.

2. Reações químicas.

3. Gases, lei de Clayperon.

4. Cinética química.

5. Termodinâmica química.

6. Química orgânica e inorgânica.

7. Ácidos e bases.

8. Quimica Orgânica.

9. Nomenclatura dos compostos.

10. Eletroquímica.

BIBLIOGRAFIA

VOGEL, Arthur I. Química Analítica Qualitativa. Editora Mestre Jou, 5° edição, 1979.

Brady, James E; Humiston, Gerard E. Química Geral VI e VII. Editora Livros Técnicos Científicos, 2ª edição, 2001.

Solomons, Graham. Química Orgânica VI e VII. Editora Livros Tecnicos Científicos, 6° edição, 1996.

Russell, John B. Química Geral VI e VII. Editora Makron Books ,2° edição, 1994.

Ohlweiler, Otto A. Química Inorgânica VI e VII. Editora Edgard Blucher Ltda, 1° edicão, 1971.

Carvalho, G.C. Química Moderna VI e VII. Editora Scipione, 3° edição, 1997.

PROGRAMA DE FÍSICA

1. Sistemas de unidades e medidas.

2. Cinemática escalar: sistema de referência, deslocamento, trajetória, tempo, velocidade escalar média e velocidade média, movimento retilíneo uniforme (MRU), movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV), gráficos do MRU e do MRUV, movimento vertical de queda livre (QL).

3. Cinemática vetorial: vetores, álgebra vetorial, velocidade e aceleração vetoriais, movimento circular uniforme (MCU), lançamento horizontal e lançamento oblíquo.

4. Dinâmica: as leis de Newton. Conseqüências e aplicações das leis de Newton. Força de atrito, força gravitacional, forças em trajetórias circulares - movimento circular, forças fictícias.

5. Energia e sua conservação: trabalho, energia e o teorema do trabalho-energia cinética, potência média e potência instantânea, energia cinética, energia potencial, energia mecânica, forças dissipativas.

6. Quantidade de movimento: impulso e quantidade de movimento, conservação da quantidade de movimento, colisões.

7. Gravitação Universal: as leis de Kepler do movimento planetário, a lei da gravitação universal, campo gravitacional.

8. Estática do ponto material e do corpo extenso.

9. Hidrostática: natureza, forma e propriedades dos líquidos, densidade, pressão, pressão atmosférica, lei de Stevin e suas conseqüências, princípio de Pascal, princípio de Arquimedes, peso aparente.

10. Oscilações: movimento harmônico simples (MHS), oscilador massa-mola, gráficos do MHS, freqüência, período, freqüência angular, energia do oscilador massa-mola, função da velocidade no MHS, amortecimento, ressonância.

11. Ondas: caracterísitcas de uma onda, comprimento de onda,movimento ondulatório, ondas mecânicas, ondas eletromagnéticas, formas de propagação e dimensões, frente de onda, pulso, reflexão, ondas em cordas, ondas periódicas, princípio da superposição, interferência, ondas estacionárias, reflexão, refração, difração, ondas bidimensionais e ondas tridimensionais, o som, caracterísitca das ondas sonoras, velocidade de propagação das ondas sonoras, intensidade e nível de intensidade.

12. Óptica Geométrica: natureza da luz, fontes de luz, espelhos planos, espelhos curvos, refração da luz, leis da refração, índice de refração, reflexão total, corpos opacos e transparentes, prismas, lâminas, fibra ótica, a cor dos objetos, lentes esféricas e seus elementos, aplicações das lentes esféricas (astigmatismo, hipermetropia, miopia e instrumentos óticos), equação de conjugação das lentes esféricas delgadas, polarização.

13. Termodinâmica: temperatura, medidas de temperatura, termômetros, escalas termométricas, dlatação térmica de sólidos e líquidos, leis dos gases, teoria cinética dos gases, calor, mudança de fase, calor latente, transmissão de calor, a primeira lei da termodinâmica e suas conseqüências, fenômenos reversíveis e irreversíveis, ciclo de Carnot, a segunda lei da termodinâmica, entropia.

14. Eletromagnetismo: carga elétrica, eletrização, corpos condutores, corpos isolantes, processos de eletrização, eletroscópios, lei de Coulomb, campo elétrico, vetor campo elétrico, linhas de força, lei de Gauss, potencial elétrico gerado por carga puntiforme, campo elétrico uniforme, diferença de potencial (ddp) e trabalho num campo elétrico, superfícies equipotênciais, capacitores, a corrente elétrica, resistência elétrica e lei de Ohm, curva característica de resistores, tensão (ddp), potência elétrica dissipada num resistor, energia elétrica, associação de resistores, geradores, força eletromotriz (f.e.m), potência e rendimento de um gerador, circuitos elétricos, o campo magnético, ímãs, o vetor campo magnético, campo magnético e corrente elétrica, lei de Biot-Savarts, lei de Ampère, espiras e solenóides, magnetização, suscetibilidade magnética, eletroímãs, lei de Faraday, lei de Lenz, geradores eletromagnéticos, corrente alternada, o transformador.

15. Física Moderna: natureza corpuscular da luz, dualidade onda-partícula, fótons, o espaço-tempo, relatividade galileana, os postulados da relatividade restrita, a impossibilidade da simultaneidade, dilatação do tempo, relatividade das velocidades, raios X, radioatividade, raios catódicos, raios beta, radiação térmica, o elétron, o espectro da radiação térmica, o átomo de Rutherford, o átomo de Bohr, a experiência de Frank-Hertz, difração dos raios X, spin do elétron, o Princípio da Exclusão de Pauli, ondas de matéria, o Princípio da Incerteza, o próton, o nêutron, o pósitron, núcleo atômico e energia nuclear, a física de partículas.

BIBLIOGRAFIA

GASPAR, A. Física. Vol. 1 - Mecânica. Editora Ática, 2000.

GASPAR, A. Física. Vol. 2 - Ondas, Óptica, Termodinâmica. Editora Ática, 2000.

GASPAR, A. Física. Vol. 3 - Eletromagnetismo, Física Moderna. Editora Ática, 2000.

CARRON, Wilson. As faces da física: volume único, 2a. edição, editora Moderna, 2002.

SAMPAIO, José Luiz; CALÇADA, Caio Sérgio. Universo da física, vols. 1, 2 e 3. Vol. 1: Mecânica; vol. 2: Hidrostática, Termologia e Óptica; vol. 3: Ondulatória, Eletromagnetismo e Física Moderna. Editora Atual, 2001.

RAMALHO; NICOLAU; TOLEDO. Os fundamentos da física, vols. 1, 2 e 3. Vol. 1: Mecânica; vol. 2: Termologia, Óptica e Ondas; vol. 3: Eletricidade, 7a. edição. Editora Moderna, 2001.

MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de física, vols. 1, 2 e 3, 5.ª edição. Editora Scipione, 2000.

MARCOS CHIQUETO, BÁRBARA VALENTIN, ESTÉFANO PAGLIARI. Aprendendo física, vols. 1, 2 e 3. Vol. 1: Mecânica; vol. 2: Física Térmica e Ondas; vol. 3: Eletromagnetismo e Introdução à Física Moderna. Editora Scipione, 1996.

PROGRAMA DE BIOLOGIA

1.A Vida no Nível da Célula

1.1 Organização básica de células procarióticas e eucarióticas: estrutura e função das substâncias orgânicas e inorgânicas que compõem os seres vivos;

1.2 Metabolismo celular;

1.3 Reprodução sexuada e Embriologia.

2.A Continuidade da Vida

2.1 Hereditariedade e a natureza do material hereditário

2.1.1 As bases moleculares da hereditariedade;

2.1.2 Fundamentos da Genética.

2.2 Processos de evolução

2.2.1 Teorias da evolução;

2.2.2 Causas genéticas da variabilidade;

2.2.3 Seleção e Adaptação;

2.2.4 Isolamento reprodutivo e formação de novas espécies;

2.2.5 Genética de Populações;

2.2.6 Origem e evolução da espécie humana.

3.A Diversidade da Vida

3.1 Vírus: Estruturas, ciclo de vida e patologias relacionadas.

3.2 Monera, Protista e Fungi

3.2.1 Características gerais e aspectos básicos da reprodução;

3.2.2 Importância ecológica e econômica;

3.2.3 Prevenção das principais doenças humanas.

3.3 Plantas

3.3.1 Características gerais dos principais grupos de plantas;

3.3.2 Evolução das plantas e adaptações morfológicas e reprodutivas ao ambiente ;

3.3.3 Organização morfológica básica, crescimento, desenvolvimento e reprodução das Angiospermas.

3.4 Animais

3.4.1 Características gerais e hábitats dos principais grupos de animais;

3.4.2 Evolução dos animais e comparação dos principais grupos quanto à alimentação, locomoção, respiração, circulação, excreção, osmorregulação e reprodução.

3.4.3 Animais parasitas do ser humano: ciclos de vida e medidas profiláticas;

3.4.4 Animais urbanos e suas relações com os humanos;

3.4.5 Estrutura básica e fisiologia dos sistemas do corpo humano;

3.4.6 Nutrição e desnutrição;

3.4.7 Reprodução Humana e regulação neuro-endócrina;

3.4.8 Doenças sexualmente transmissíveis;

3.4.9 Constituição do pensamento humano.

4.Os Seres Vivos e o Ambiente

4.1 Populações, comunidades e ecossistemas

4.1.1 O fluxo energético e os ciclos da matéria nos ecossistemas;

4.1.2 Dinâmica das populações;

4.1.3 Ecossistemas aquáticos;

4.1.4 Ecossistemas terrestres;

4.1.5 Características gerais dos principais tipos de ecossistemas brasileiros.

4.2 Ecologia humana

4.2.1 O crescimento da população humana como fenômeno histórico;

4.2.2 As atividades humanas e as alterações provocadas nos ecossistemas;

4.2.3 A utilização dos recursos naturais;

4.2.4 O problema da geração de resíduos sólidos em excesso: a reciclagem e o tratamento adequado dos resíduos e seus efluentes;

4.2.5 O problema do esgoto e o tratamento da água;

4.2.6 A genética e clonagem: aspectos éticos, ecológicos e econômicos;

4.2.7 Saúde: indicadores; determinantes sociais; a importância do controle ambiental, do saneamento básico, da vigilância sanitária e epidemiológica e dos serviços de assistência à saúde;

BIBLIOGRAFIA

CHALMESRS, A. F. O que é esta coisa chamada ciência? São Paulo: Editora Brasiliense, 1995.

BELTON, William; DUNNING, John. Aves silvestres do Rio Grande do Sul. 2. ed. Porto Alegre: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, 1986. (Publicações avulsas FZB ; 6)

BOFF, Leonardo. Ecologia: grito da terra, grito dos pobres. 3. ed. São Paulo: Ática, 2000 (Série Religião e Cidadania).

BRANCO, Samuel N. 1986. Hidrobiologia aplicada a Engenharia Sanitária. São Paulo: CETESB. Capítulo 8.

BRAUN, C A S; BERGER N M M. Generalidades sobre anfíbios. Natureza em Revista. Porto Alegre: Fundação Zoobotanica do Rio Grande do Sul, 1977(5).

CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação, a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix, 1986.

JÚNIOR, César da Silva & SASSON, Sezar. Biologia. Volume Único. Ed. Saraiva, 1998.

LUTZENBERGER, Jose A. Gaia : o planeta vivo (por um caminho suave). Porto Alegre: L&pm, 1990.

________. Manual de vigilância epidemiológica. Acidentes por animais peçonhentos: identificação, diagnóstico e tratamento. São Paulo: [s.n.], 1993.

MARGALEF, Ramón. Ecologia. Barcelona: Omega, 1989.

MATURANA, Humberto. Cognição, ciência e vida cotidiana. Belo Horizonte: UFMG, 2001.

MENEGAT, R.; Porto, M. L.; Carraro, C. C.; Fernandes, L.D. (coords) Atlas Ambiental de Porto Alegre. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1998.

ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro : Ed. Guanabara, 1988.

PMPA. 2002. 3º Conferência Municipal e Regional do Meio Ambiente. Porto Alegre.

RODRIGUES, S. A . Destruição e Equilibrio: o homem e o ambiente no espaço e no tempo. Atual Editora. 1989. 98p.

SANTOS, Eurico. Os insetos. Rio de Janeiro: Itatiaia Limitada, 1982. (Zoologia Brasílica ; 9).

SILVA, Flavio. Mamíferos silvestres: Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, 1984.

SOLOMON, M. E. Dinâmica de Populações. Editora Pedagógica e Universitária. São Paulo. 1981.

www.virtual.epm.br/cursos/genetica/htm/base.htm

www.lixo.com.br/

www.uol.com.br/cienciahoje/chdia.htm

www.ibama.gov.br/

PROGRAMA DE ESTATÍSTICA

1.Conceitos básicos

1.1População e amostra. Censo e amostragem. Parâmetros e estatísticas;

1.2Níveis de mensuração;

1.3Variáveis: quantitativas e qualitativas; discretas e contínuas;

1.4Tipos de Amostras: amostra aleatória simples; estratificada e sistemática.

2.Organização e apresentação de dados

2.1Tabelas;

2.2Séries estatísticas;

2.3Distribuições de freqüências;

2.4Freqüências relativas e acumuladas;

2.5Gráficos.

3.Medidas de posição

3.1Média aritmética;

3.2Média harmônica;

3.3Média geométrica;

3.4Mediana;

3.5Moda;

3.6Quartis, decis e percentis.

4.Medidas de variabilidade

4.1Amplitude;

4.2Variância;

4.3Desvio padrão;

4.4Coeficiente de variação;

5.Probabilidade

5.1Fenômeno aleatório, espaço amostral e evento;

5.2Métodos de determinação de probabilidade;

5.3Noções sobre conjuntos;

5.4Relações entre eventos;

5.5Probabilidade condicional e independência;

5.6Variáveis aleatórias;

5.7Distribuição binomial;

5.8Distribuição normal;

5.9Distribuição T de Student.

6.Distribuições amostrais

6.1Distribuição amostral da média e da diferença entre duas médias;

6.2Distribuição amostral das proporções e entre duas proporções.

7.Estimação

7.1Propriedades dos estimadores;

7.2Estimação por ponto e por intervalo;

7.3Dimensionamento da amostra.

8.Testes de hipóteses

8.1Hipóteses simples e compostas;

8.2Erros de decisão;

8.3Nível descritivo amostral;

8.4Função poder e poder do teste;

8.5Testes para médias e proporções e diferenças de médias e de proporções.

9.Correlação e regressão

9.1Diagrama de dispersão;

9.2Análise de correlação linear;

9.3Análise de regressão linear simples.

BIBLIOGRAFIA

CALLEGARI-JACQUES, Sídia Maria. Bioestatística: Princípios e Aplicações. Porto Alegre: ARTMED, 2003.

COSTA NETO, Pedro Luis Oliveira. Estatística. Rio de Janeiro: Edgar Blücher, 1983.

MAGALHÃES, Marcos Nascimento e LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 4ª Edição. São Paulo: EDUSP, 2002.

TRIOLA, Mario F. Introdução à Estatística. 7ª Edição. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1999.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA - ESPORTE, RECREAÇÃO E LAZER

1.Lazer: constituição histórica, dimensões e concepções.

2.Lazer e cultura popular.

3.Lazer: atuação, competências e formação profissional.

4.Políticas públicas para esporte, recreação e lazer.

5.Significados do esporte e lazer na sociedade.

6.Educação Física e o trato das questões da corporeidade.

7.A criança e o jogo: a importância do lúdico no desenvolvimento humano.

8.Espaços e equipamentos de recreação e lazer.

BIBLIOGRAFIA

BRACHT, Valter. Sociologia Crítica do Esporte: uma introdução. Vitória: UFES, Centro de Educação Física e Desportos, 1997.

BRUHNS, Heloísa Turini (org.). Introdução aos Estudos do Lazer. Campinas: Editora da UNICAMP, 1997.

ELIAS, Norbert; DUNNING, Eric. A busca da excitação no lazer. In: ELIAS, Norbert. A Busca da Excitação. Lisboa: Difel, 1992, p. 101 - 138.

_______. O lazer no espectro do tempo livre. In: ELIAS, Norbert. A Busca da Excitação. Lisboa: Difel, 1992, p. 139 - 185.

MAGNANI, José Guilherme Cantor. Festa no Pedaço: cultura popular e lazer na cidade. São Paulo: Brasiliense, 1984.

MARCELLINO, Nelson Carvalho (org.). Políticas Públicas Setoriais de Lazer: o papel das prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996.

_______. Lazer e Esporte: políticas públicas. Campinas: Autores Associados, 2001.

_______. Estudos do Lazer: uma introdução. Campinas: Autores Associados, 1996.

_______. Lazer: formação e atuação profissional. Campinas: Papirus, 1995.

_______. Pedagogia da Animação. Campinas: Papirus, 1990.

PINTO, Leila Mirtes Santos de Magalhães. Formação de educadores e educadoras para o lazer: saberes e competências. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Campinas, v. 22, n. 3, p. 53 - 71, maio/2001.

RODRIGUES, Rejane Penna (org.). O Brincalhão: uma brinquedoteca itinerante. Petrópolis: Vozes, 2000.

SANTIN, Silvino. Educação Física: da alegria do lúdico à opressão do rendimento. 3ª edição. Porto Alegre: EST edições, 2001.

STIGGER, Marco Paulo. Esporte, lazer e estilos de vida: um estudo etnográfico. Campinas: Autores Associados, 2002.

WERNECK, Christianne Luce Gomes. Lazer, trabalho e educação: relações históricas, questões contemporâneas. Belo Horizonte: Ed. UFMG; CELAR - DEF/ UFMG, 2000.

_______. Lazer e formação profissional na sociedade atual: repensando os limites, os horizontes e os desafios para a área. In: Revista Licere. Belo Horizonte: Centro de Estudos de Lazer e Recreação - CELAR, Escola de Educação Física da UFMG, v. 1, n. 1, 1998.

PROGRAMA DA PROVA PRÁTICA DE LIBRAS

1. Gramática de Língua Brasileira de Sinais.

2. Léxico; Semântico; Sintático.

3. Vocabulário de LIBRAS.

4. Entonação.

5. Expressão facial e corporal.

6. Classificadores.

7. Direcionalidade.

8. Referentes.

9. Descrição da configuração das mãos/forma de sinais: articulação.

10. Localização e movimento de sinais.

11. Capacidade interativa; fluência; adequação à situação.

12. Coesão e coerência.

13. Tradução em LIBRAS e português escrito.

14. Soletração; alfabeto manual.

15. Cultura surda; comunidade.

16. Identidade.

17. FENEIS.

18. Legislação.

19. História dos surdos no Rio Grande do Sul.

BIBLIOGRAFIA

FELIPE, Tanya A. LIBRAS em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. 2001.

BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática das línguas de sinais.

FELIPE, T. Introdução aos estudos sobre a LIBRAS. in: Revista da FENEIS, ano 1, nº 2. 1999.

FENEIS. Revista da FENEIS- nº 6, 7 (2000) e nº 10 (2001). Rio de Janeiro.

Paraná/SEED/SUED/DEE. Aspectos linguísticos da língua brasileira de sinais. Curitiba, 1998.

FENEIS. Língua Brasileira de Sinais. Belo Horizonte, 1995.

KOJIMA, C. R. e SEGALA, S. R. Revista língua de sinais, A imagem do pensamento - nº 2 e 4. São Paulo: Ed. Escala, 2001.

QUADROS, Ronice. Educação de surdos: aquisição da linguagem. 1997.

Anexo II do Edital nº 45 de 22 de setembro de 2003.

ENTREVISTA ORAL PARA AVALIAÇÃO DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUAS

A entrevista oral para fins de avaliação do nível de proficiência do candidato em uma língua estrangeira (LE) baseia-se no desenvolvimento de uma conversação a partir de uma série de estímulos variados, procedendo-se ao exame em duas grandes áreas distintas: capacidade lingüística (gramática, léxico e pronúncia/entonação) e capacidade interativa (capacidade interativa e fluência). Solicita-se que o candidato possua uma competência comunicativa adequada ao ensino de LE, segundo os critérios de avaliação mais adiante detalhados.

Os materiais utilizados têm como objetivo um equilíbrio entre veracidade e viabilidade na realização da entrevista, tendo sido selecionados a fim de motivar a iniciativa do candidato na conversação. Durante o exame, são propostos dois temas, mediante sorteio, para a exposição oral, a fim de que o candidato tenha maiores possibilidades de encontrar um assunto de sua preferência. Desse modo, avalia-se a capacidade para argumentar contra ou a favor de opiniões polêmicas, ou seja, a capacidade de enfrentar opiniões contrárias e sustentar seu ponto de vista.

A seguir, são listados os critérios de avaliação, procedendo-se a uma breve descrição do sistema de avaliação. Em anexo encontra-se uma descrição detalhada dos critérios avaliados, bem como a pontuação atribuída.

Critérios de Avaliação da Entrevista Oral

1.Correção gramatical (20 pontos)

2.Léxico (20 pontos)

3.Pronúncia e entonação (20 pontos)

4.Capacidade interativa (20 pontos)

5.Fluência (20 pontos)

Sistema de Avaliação

1.Capacidades lingüísticas

1.1Morfossintaxe

O domínio das estruturas gramaticais e sintáticas é avaliado considerando-se aspectos estruturais e funcionais.

1.2Vocabulário

Considera-se a distinção entre o cotidiano e o menos freqüente ao se avaliar o conhecimento lexical demonstrados pelo candidato.

1.3Pronúncia

Em relação à entonação, observa-se a capacidade de distinção dos padrões de entonação do idioma avaliado, assim como sua capacidade de interpretar variações desses padrões, sob um ponto de vista pragmático (uso irônico e expressivo, por exemplo).

Quanto à pronúncia, parte-se do pressuposto que existem diferentes sistemas fonéticos aceitáveis em espanhol (por exemplo, europeu e americano), o que permite avaliar a capacidade do candidato sob uma perspectiva de coerência de uso.

2.Capacidades interativas

2.1Capacidade interativa

Observa-se a habilidade demonstrada pelo candidato na interação com o avaliador, ou seja, avalia-se até que ponto as limitações lingüísticas permitem ou não o desenvolvimento de uma conversa espontânea. Nesse âmbito, levam-se em conta as estratégias empregadas, bem como os efeitos que a falta de compreensão ou expressão podem provocar na comunicação. O conceito de capacidade interativa faz referência a uma série de habilidades concretas, tais como: capacidade de apoiar ou opor-se a idéias; desenvolvimento, construção e crítica a pontos de vista; pedido de informações etc.

2.2Fluência

Refere-se ao ritmo e velocidade do discurso do candidato, sob um ponto de vista contextual. A capacidade interativa pode ser ampla e a fluência limitada, ou vice-versa. Assim, a fluência é uma qualidade externa do discurso, ao passo que a capacidade interativa constitui-se uma perspectiva interna.

Critérios de Avaliação - Guia do Candidato

Para cada critério é atribuído o valor máximo de 20 pontos, de acordo com o nível de proficiência do candidato:

Nível 4 - 20 pontos

Nível 3 - 15 pontos

Nível 2 - 10 pontos

Nível 1 - 05 pontos

Um perfil de cada nível de proficiência é listado abaixo:

Nível 4

Discurso contínuo; vocabulário rico; pronúncia e entonação adequadas aos padrões fonéticos; comunicação e ritmo adequados em todos os contextos.

Nível 3

Discurso com erros escassos em estruturas complexas; léxico não muito extenso; pronúncia e entonação ajustadas a alguns dos padrões fonéticos existentes; dificuldades em contextos muito especializados; discurso fluente, porém com dúvidas em temas abstratos.

Nível 2

Erros freqüentes em estruturas básicas e complexas; uso excessivo de paráfrase e erros de seleção lexical; claras dificuldades em sons alheios ao sistema fonético da língua materna; dificuldade em desenvolver diálogo sobre temas abstratos; freqüentes indecisões e pausas muito longas.

Nível 1

Discurso caracterizado por justaposição de frases simples; léxico restrito; inadequação do sistema fonético o que provoca dificuldade de compreensão no interlocutor; comunicação com muita dificuldade em contextos cotidianos; discurso desconexo impedindo a interação.

Temas para a exposição oral

1.Coleta seletiva do lixo

2.Clonagem

3.Vida após a morte

4.Sistema de cotas para ingresso na universidade

5.Transgênicos

6.Transplantes de órgãos

7.OVNIs

8.Pena de morte

9.Destruição da camada de ozônio

10.Economia informal

Tempo de entrevista e avaliação de cada candidato

De 6 a 10 minutos

Critérios de Avaliação e Pontuação - Guia do Avaliador

Correção gramatical Nível Pontos

Discurso contínuo, com erros esporádicos (se ocorrem, são próprios do caráter oral da comunicação). 4 20

Erros escassos, incluindo as estruturas mais complexas e coincidindo com temas mais abstratos. Ausência de erros nas estruturas básicas (não se descartam alguns lapsos que são entendidos como tal). Uso adequado dos nexos oracionais e discursivos. 3 15

Estruturas gramaticais adequadas ao contexto cotidiano, porém com erros mais que esporádicos nas estruturas básicas e muito freqüentes nas complexas. Os conetivos são, com freqüência, incorretos. 2 10

Erros contínuos nas estruturas complexas e muito freqüentes nas básicas. Ausência de controle sobre os nexos. O discurso caracteriza-se por uma justaposição contínua de frases simples. Os erros contínuos impedem a compreensão e a possibilidade de se manter um diálogo mínimo. 1 05

Total parcial 20

Léxico Nível Pontos

Vocabulário rico, preciso e apropriado para todos os contextos propostos. 4 20

Erros esporádicos, especialmente quando trata de temas especializados. Léxico não muito extenso, porém adequado. Necessita e é capaz de fazer uso de paráfrase. 3 15

Erros freqüentes no campo cotidiano. Necessita parafrasear com freqüência nos campos mais especializados e os erros de seleção são muito habituais. Demonstra dúvidas na seleção lexical. 2 10

Léxico muito pobre inclusive para situações mais cotidianas. Há lacunas que afetam de maneira decisiva a comunicação. 1 05

Total parcial 20

Pronúncia e entonação Nível Pontos

Pronúncia e entonação adequadas aos padrões estabelecidos, sem traços notórios de influência da língua materna. 4 20

Mesmo que se possa descobrir sua origem lingüística, fala de tal modo que pode ser entendido sem nenhuma dificuldade e se ajusta de maneira sistemática a alguns dos padrões fonéticos existentes. Sua entonação pode exibir características marcantes da língua materna. 3 15

Claras dificuldades de pronúncia em determinados sons, alheios ao sistema fonético de sua língua materna. Incoerências freqüentes quando tenta ajustar-se a algum padrão fonético existente. A entonação está claramente distante das reconhecidas como normais para a LE. 2 10

Excessivos erros fonéticos que provocam no interlocutor importantes dificuldades de compreensão. Entonação totalmente estranha à LE. 1 05

Total parcial 20

Capacidade interativa Nível Pontos

Comunica-se adequadamente em todos os contextos e situações. Reage com naturalidade a qualquer estímulo, entendo qualquer mensagem. Os desvios que podem ser observados são resultantes de mal-entendidos semelhantes aos encontrados em conversas cotidianas e não causados por sua origem lingüística. 4 20

Responde adequadamente às perguntas apresentadas, sendo capaz de tomar a iniciativa na conversação, fazendo perguntas ao seu interlocutor. Demonstra uma capacidade de compreensão muito ampla, com dificuldades somente em contextos muito coloquiais ou especializados e diante de uma expressão marcadamente dialetal. 3 15

Vacila com certa freqüência em contextos cotidianos. Claras dificuldades para desenvolver um diálogo com certa agilidade sobre temas abstratos, o que implica a necessidade de repetições e paráfrases freqüentes, provocando uma simplificação da comunicação. 2 10

Comunicação somente eficiente em contextos mais cotidianos e com muita dificuldade. Muitas interrupções entre palavras que evidenciam interferência da língua materna. 1 05

Total parcial 20

Fluência Nível Pontos

Velocidade e ritmos adequados a todos os contextos e situações. Pode apresentar algumas indecisões mínimas ao enfrentar temas abstratos (mas não cotidianos), o que também acontece no discurso de falantes nativos. 4 20

Discurso fluente. Pode, entretanto, apresentar dúvidas em relação a temas abstratos ou muito especializados. 3 15

Apresenta algumas dúvidas em relação a temas cotidianos, embora não em demasia. Indecisões, pausas e busca por palavras são freqüentes. 2 10

Excessivas indecisões ao tratar de temas cotidianos que se tornam sistemáticas quando trata de temas abstratos ou especializados. Suas dúvidas contínuas produzem um discurso muito desconexo e que bloqueia a comunicação. 1 05

Total parcial 20

TOTAL DE PONTOS 100

AVALIAÇÃO PRÁTICA DE LIBRAS

A prova prática de Libras para fins de avaliação do nível de proficiência do candidato em Libras baseia-se no desenvolvimento de uma conversação a partir de uma série de estímulos variados, procedendo-se ao exame em duas grandes áreas distintas: capacidade lingüística (gramática, léxico e entonação) e capacidade interativa (capacidade interativa, fluência e adequação à situação/contexto).

Os materiais utilizados têm como objetivo um equilíbrio entre veracidade e viabilidade na realização da prova prática, tendo sido selecionados a fim de motivar a iniciativa do candidato na conversação. Durante o exame, são propostos questões relativas à apresentação pessoal, três questões relacionadas ao tema do programa e tradução de figuras/fotos para Libras e de texto em Português Escrito para Libras. São utilizadas fotografias/figuras com o objetivo de observar a capacidade do candidato em estabelecer comparações, fazer observações e tirar conclusões a partir de um estímulo visual.

A seguir, são listados os critérios de avaliação, bem como procede-se a uma breve descrição do sistema de avaliação. Em anexo encontra-se uma descrição detalhada dos critérios avaliados, bem como a pontuação atribuída.

Critérios de Avaliação da Entrevista

1. Correção gramatical

2. Domínio do léxico

3. Entonação

4. Capacidade interativa

5. Fluência

6. Adequação à situação

Sistema de Avaliação

1. Domínio das capacidades lingüísticas

1.1 Morfossintaxe

O domínio das estruturas gramaticais e sintáticas é avaliado considerando-se aspectos estruturais e funcionais.

1.2 Vocabulário

Considera-se a distinção entre o cotidiano e o menos freqüente ao se avaliar os conhecimentos lexicais demonstrados pelo candidato.

1.3 Entonação

Avalia-se o domínio da entonação.

Em relação à entonação, observa-se a capacidade de distinção dos padrões de entonação da linguagem avaliada, assim como sua capacidade de interpretar variações desses padrões, sob um ponto de vista pragmático (uso irônico e expressivo, por exemplo).

2. Domínio das capacidades interativas

2.1 Capacidade interativa

Observa-se a habilidade demonstrada pelo candidato na interação com o avaliador, ou seja, avalia-se até que ponto as limitações lingüísticas permitem ou não o desenvolvimento de uma conversa espontânea. Nesse âmbito, levam-se em conta as estratégias empregadas, bem como os efeitos que a falta de compreensão ou expressão podem provocar na comunicação. O conceito de capacidade interativa faz referência a uma série de habilidades concretas, tais como: capacidade de apoiar ou opor-se a idéias; desenvolvimento, construção e crítica a pontos de vista; pedido de informações etc.

2.2 Fluência

Refere-se ao ritmo e velocidade do discurso do candidato, sob um ponto de vista contextual. A capacidade interativa pode ser ampla e a fluência limitada, ou vice-versa. Assim, a fluência é uma qualidade externa do discurso, ao passo que a capacidade interativa constitui-se uma perspectiva interna.

2.3 Adequação à situação

A adequação à situação e ao contexto, de um ponto de vista sociolingüístico, e seu efeito nos planos lexical, fonético e gramatical são observados na interação.

Critérios de Avaliação e Pontuação - 0 a 100 pontos

Correção gramatical - 18 pontos

Discurso contínuo, com erros esporádicos (se ocorrem, são próprios do caráter da comunicação).

Erros escassos, incluindo as estruturas mais complexas e coincidindo com temas mais abstratos. Ausência de erros nas estruturas básicas (não se descartam alguns lapsos que são entendidos como tal). Uso adequado dos nexos oracionais e discursivos.

Estruturas gramaticais adequadas ao contexto cotidiano, porém com erros mais que esporádicos nas estruturas básicas e muito freqüentes nas complexas. Os conetivos são, com freqüência, incorretos.

Erros contínuos nas estruturas complexas e muito freqüentes nas básicas. Ausência de controle sobre os nexos. O discurso caracteriza-se por uma justaposição contínua de frases simples. Os erros contínuos impedem a compreensão e a possibilidade de se manter um diálogo mínimo.

Domínio do léxico - 18 pontos

Vocabulário rico, preciso e apropriado para todos os contextos propostos.

Erros esporádicos, especialmente quando trata de temas especializados. Léxico não muito extenso, porém adequado. Necessita e é capaz de fazer uso de paráfrase.

Erros freqüentes no campo cotidiano. Necessita parafrasear com freqüência nos campos mais especializados e os erros de seleção são muito habituais. Demonstra dúvidas na seleção lexical.

Léxico muito pobre inclusive para situações mais cotidianas. Há lacunas que afetam de maneira decisiva a comunicação.

Entonação - 16 pontos

Articulação e entonação perfeitamente adequadas aos padrões estabelecidos.

Capacidade interativa - 16 pontos

Comunica-se e responde adequadamente em todos os contextos e situações. Reage com naturalidade a qualquer estímulo, entendendo qualquer mensagem. Os desvios que podem ser observados são resultantes de mal-entendidos semelhantes aos encontrados em conversas cotidianas e não causados por sua origem lingüística.

Responde adequadamente às perguntas apresentadas, sendo capaz de tomar a iniciativa na conversação, fazendo perguntas ao seu interlocutor. Demonstra uma capacidade de compreensão muito ampla, com dificuldades somente em contextos muito coloquiais ou especializados e diante de uma expressão marcadamente dialetal.

Vacila com certa freqüência em contextos cotidianos. Claras dificuldades para desenvolver um diálogo com certa agilidade sobre temas abstratos, o que implica a necessidade de repetições e paráfrases freqüentes, provocando uma simplificação da comunicação.

Comunicação somente eficiente em contextos mais cotidianos e com muita dificuldade. Muitas interrupções entre palavras que evidenciam interferência da língua materna.

Fluência - 16 pontos

Velocidade e ritmos adequados a todos os contextos e situações. Pode apresentar algumas indecisões mínimas ao enfrentar temas abstratos (mas não cotidianos), o que também acontece no discurso de falantes nativos.

Discurso fluente. Pode, entretanto, apresentar dúvidas em relação a temas abstratos ou muito especializados.

Apresenta algumas dúvidas em relação a temas cotidianos, embora não em demasia. Indecisões, pausas e busca por palavras são freqüentes.

Excessivas indecisões ao tratar de temas cotidianos que se tornam sistemáticas quando trata de temas abstratos ou especializados. Suas dúvidas contínuas produzem um discurso muito desconexo e que bloqueia a comunicação.

Adequação à situação - 16 pontos

Perfeita adequação à situação sob um ponto de vista sociolingüístico e paralingüístico (gestos, expressão facial etc.).

Nenhuma dúvida no uso de formas de tratamento. Ajusta-se de modo satisfatório ao registro (formal, informal), tom (culto, coloquial) e característica da situação criada (oral, não escrita), ainda que possam ocorrer desvios esporádicos.

Problemas perceptíveis ao mover-se em situações muito formais. Confusão de registro em situações mais básicas.

Uso de registro e tom incoerentes. Explicação lingüística muito pobre.

Anexo III do Edital nº 45 de 22 de setembro de 2003.

ATESTADO PARA CANDIDATO QUE DESEJA CONCORRER À RESERVA ESPECIAL DE VAGAS PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

Atesto, para os devidos fins, que ___________________________________________________

_______________________________________________, candidato ao Concurso Público nº 418, para o cargo de PROFESSOR, apresenta ________________________________________________________ com CID: _________________.

______________________________, _____ de ____________________ de 2003.

(Local)

__________________________________________

Assinatura do Médico

Carimbo com nome e CRM do Médico

Obs.: Este documento é um modelo referencial de atestado médico, podendo ser utilizado ou não, a critério do médico.

Anexo IV do Edital nº 45 de 22 de setembro de 2003.

PROCURAÇÃO

Eu, __________________________________________________________________________,

portador da carteira de Identidade nº _______________________________________, residente à rua ________________________________________________________________ nº _______, ap. ______ no bairro ________________ da cidade de _______________________________, nomeio _________________________________________________________________, portador da carteira de Identidade nº ____________________________________, meu procurador com plenos poderes para realizar minha inscrição no Concurso Público nº 418 - PROFESSOR.

___________________, _____ de ____________________ de 2003.

(Local)

_________________________________

Assinatura do Candidato

2000-2009 PCI Concursos Política de Privacidade